Que abram-se as portas deste motel
Que todas as pessoas nos cerquem
E que, estáticas, enquanto nos vêem,
Cantem baixinho como que um sexo grupal
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por Gregorio K. Baratta
(professor de História da Arte Latino-Americana na Universidad de Madrid, poeta e jornalista do Correo Madrileño, onde assina coluna sobre a arte brasileira. No Brasil, assina coluna na revistares.hpg.com.br/)
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Tradução: Paulo Vieira
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