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o Poeta sem limites Cultura e Diversão na USINADELETRAS PALAVRAS E SILÊNCIO / Raimundo Fagner & Zeca Baleiro Não se move uma montanha Por um pálido pedido De alguém que não se ama Todo ouro está contigo Para isso há muita chama No coração do bandido Mais uma vez o dia chega Em minha vida Como uma chama na selva O sol na cama da relva A tua boca e a lua A minha boca e a tua Vão deixando pela rua Palavras e silêncios Que jamais se encontrarão CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com Buceta com farinha O Zeferino nasceu numa vila no Ceará, nela sempre viveu e casou com uma moça de lá, a Marinalva, uma cabocla muito bonita e humilde que o que tinha de simplicidade tinha o dobro de gostosa. Quando era menino ele e outros da mesma idade todo dia levavam um caixote pro pasto pra subir nele e enrabar uma jumenta que havia lá. Ao crescer mais um pouquinho vivia bolinando as menininhas do lugar, atrás das bananeiras e das cercas de bambu que lá havia. Começou a namorar com a Marinalva e não passou nem um mês pra ela ficar embuchada do primeiro dos onze filhos que eles tem agora. Foi na primeira semana de casados que o Zeferino descobriu como era gostoso buceta com farinha. Era um domingo de tarde com um sol muito quente e o Zeferino se espreguiçava na rede da varanda, quando sentiu vontade de molhar a goela. Ele pediu pra Marinalva: - O muié, me arruma uma cachaça e alguma coisa pra eu mastiga. Ela levou pra ele um copo de pinga, uns pedaços de carne de sol e uma cumbuca cheia de uma farinha bem torrada. Sentou-se na rede ao lado dele e depois que ele tomou a malvada começaram a bolinar. Logo que tomou umas fungadas no congote, uns apertões nos peitos e teve as coxas esfregadas ela se encheu de tesão e falou pro marido: - Zé, eu queria te pedi uma coisa, mas fico com vergonha. - Fala logo o que ocê qué muié. Ta com vergonha do que, ele falou sem tirar a mão do meio das pernas dela. - É que um dia eu vi numa revista e nunca mais me esqueci. Fiquei com vontade, mas nunca fiz com ninguém. Queria que ocê chupava eu. - Chupa ocê aqui, o Zeferino perguntou e encostou a mão na “xana” dela por cima da calcinha? - É Zé. Tenho tanta vontade. - Eu também nunca fiz isso não, mas ocê é minha muié e sei que é limpinha. Vo mata a tua vontade. Deita aqui na rede que eu vou te chupa. A Marinalva tirou a calcinha, deitou na rede com as pernas abertas e o marido ajoelhou ao lado. Colocou a cabeça entre elas e meteu a boca. Na primeira lambida que ele deu, ela soltou um gemido e ficou toda molhada com um caldo fino e gosmento que começou a escorrer dela. Ele achou esquisito e não gostou muito não, mas não podia parar de chupar e dizer que estava com nojo porque ia magoar a mulher. Nessa hora ele viu a cumbuca que ela tinha trazido e que estava ali bem pertinho. Pegou um punhado da farinha que tinha nela e colocou sobre o melado que escorria da Marinalva. Quando começou a chupá-la de novo achou que tinha ficado gostoso e até parecia que tava comendo farofa molhada. Depois que chupou ela bastante ele perguntou com a boca toda melecada de branco e cheia de farinha nela grudada: - Então, mato a vontade muié? - Matei sim Zé, ela respondeu. Foi tão bão. Daquele dia em diante o consumo de farinha na casa deles aumentou. Ela levava todo dia uma cumbuca cheia pro quarto na hora de irem dormir. http://usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=11651&cat=Contos&vinda=S Letras de Música MúsicaArtistaTrecho by letras.mus.br Voltar para “O melhor da MPB”
PALAVRAS E SILÊNCIO / Raimundo Fagner & Zeca Baleiro
Não se move uma montanha Por um pálido pedido De alguém que não se ama Todo ouro está contigo Para isso há muita chama No coração do bandido Mais uma vez o dia chega Em minha vida Como uma chama na selva O sol na cama da relva A tua boca e a lua A minha boca e a tua Vão deixando pela rua Palavras e silêncios Que jamais se encontrarão CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com # # # CARLOS CUNHA / criação e produções visuais # # # 0276 – 634210 # # # dacunha10@hotmail.com
Não se move uma montanha Por um pálido pedido De alguém que não se ama Todo ouro está contigo Para isso há muita chama No coração do bandido Mais uma vez o dia chega Em minha vida Como uma chama na selva O sol na cama da relva A tua boca e a lua A minha boca e a tua Vão deixando pela rua Palavras e silêncios Que jamais se encontrarão
Buceta com farinha O Zeferino nasceu numa vila no Ceará, nela sempre viveu e casou com uma moça de lá, a Marinalva, uma cabocla muito bonita e humilde que o que tinha de simplicidade tinha o dobro de gostosa. Quando era menino ele e outros da mesma idade todo dia levavam um caixote pro pasto pra subir nele e enrabar uma jumenta que havia lá. Ao crescer mais um pouquinho vivia bolinando as menininhas do lugar, atrás das bananeiras e das cercas de bambu que lá havia. Começou a namorar com a Marinalva e não passou nem um mês pra ela ficar embuchada do primeiro dos onze filhos que eles tem agora. Foi na primeira semana de casados que o Zeferino descobriu como era gostoso buceta com farinha. Era um domingo de tarde com um sol muito quente e o Zeferino se espreguiçava na rede da varanda, quando sentiu vontade de molhar a goela. Ele pediu pra Marinalva: - O muié, me arruma uma cachaça e alguma coisa pra eu mastiga. Ela levou pra ele um copo de pinga, uns pedaços de carne de sol e uma cumbuca cheia de uma farinha bem torrada. Sentou-se na rede ao lado dele e depois que ele tomou a malvada começaram a bolinar. Logo que tomou umas fungadas no congote, uns apertões nos peitos e teve as coxas esfregadas ela se encheu de tesão e falou pro marido: - Zé, eu queria te pedi uma coisa, mas fico com vergonha. - Fala logo o que ocê qué muié. Ta com vergonha do que, ele falou sem tirar a mão do meio das pernas dela. - É que um dia eu vi numa revista e nunca mais me esqueci. Fiquei com vontade, mas nunca fiz com ninguém. Queria que ocê chupava eu. - Chupa ocê aqui, o Zeferino perguntou e encostou a mão na “xana” dela por cima da calcinha? - É Zé. Tenho tanta vontade. - Eu também nunca fiz isso não, mas ocê é minha muié e sei que é limpinha. Vo mata a tua vontade. Deita aqui na rede que eu vou te chupa. A Marinalva tirou a calcinha, deitou na rede com as pernas abertas e o marido ajoelhou ao lado. Colocou a cabeça entre elas e meteu a boca. Na primeira lambida que ele deu, ela soltou um gemido e ficou toda molhada com um caldo fino e gosmento que começou a escorrer dela. Ele achou esquisito e não gostou muito não, mas não podia parar de chupar e dizer que estava com nojo porque ia magoar a mulher. Nessa hora ele viu a cumbuca que ela tinha trazido e que estava ali bem pertinho. Pegou um punhado da farinha que tinha nela e colocou sobre o melado que escorria da Marinalva. Quando começou a chupá-la de novo achou que tinha ficado gostoso e até parecia que tava comendo farofa molhada. Depois que chupou ela bastante ele perguntou com a boca toda melecada de branco e cheia de farinha nela grudada: - Então, mato a vontade muié? - Matei sim Zé, ela respondeu. Foi tão bão. Daquele dia em diante o consumo de farinha na casa deles aumentou. Ela levava todo dia uma cumbuca cheia pro quarto na hora de irem dormir. http://usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=11651&cat=Contos&vinda=S Letras de Música MúsicaArtistaTrecho by letras.mus.br Voltar para “O melhor da MPB”
O Zeferino nasceu numa vila no Ceará, nela sempre viveu e casou com uma moça de lá, a Marinalva, uma cabocla muito bonita e humilde que o que tinha de simplicidade tinha o dobro de gostosa. Quando era menino ele e outros da mesma idade todo dia levavam um caixote pro pasto pra subir nele e enrabar uma jumenta que havia lá. Ao crescer mais um pouquinho vivia bolinando as menininhas do lugar, atrás das bananeiras e das cercas de bambu que lá havia. Começou a namorar com a Marinalva e não passou nem um mês pra ela ficar embuchada do primeiro dos onze filhos que eles tem agora. Foi na primeira semana de casados que o Zeferino descobriu como era gostoso buceta com farinha. Era um domingo de tarde com um sol muito quente e o Zeferino se espreguiçava na rede da varanda, quando sentiu vontade de molhar a goela. Ele pediu pra Marinalva: - O muié, me arruma uma cachaça e alguma coisa pra eu mastiga. Ela levou pra ele um copo de pinga, uns pedaços de carne de sol e uma cumbuca cheia de uma farinha bem torrada. Sentou-se na rede ao lado dele e depois que ele tomou a malvada começaram a bolinar. Logo que tomou umas fungadas no congote, uns apertões nos peitos e teve as coxas esfregadas ela se encheu de tesão e falou pro marido: - Zé, eu queria te pedi uma coisa, mas fico com vergonha. - Fala logo o que ocê qué muié. Ta com vergonha do que, ele falou sem tirar a mão do meio das pernas dela. - É que um dia eu vi numa revista e nunca mais me esqueci. Fiquei com vontade, mas nunca fiz com ninguém. Queria que ocê chupava eu. - Chupa ocê aqui, o Zeferino perguntou e encostou a mão na “xana” dela por cima da calcinha? - É Zé. Tenho tanta vontade. - Eu também nunca fiz isso não, mas ocê é minha muié e sei que é limpinha. Vo mata a tua vontade. Deita aqui na rede que eu vou te chupa. A Marinalva tirou a calcinha, deitou na rede com as pernas abertas e o marido ajoelhou ao lado. Colocou a cabeça entre elas e meteu a boca. Na primeira lambida que ele deu, ela soltou um gemido e ficou toda molhada com um caldo fino e gosmento que começou a escorrer dela. Ele achou esquisito e não gostou muito não, mas não podia parar de chupar e dizer que estava com nojo porque ia magoar a mulher. Nessa hora ele viu a cumbuca que ela tinha trazido e que estava ali bem pertinho. Pegou um punhado da farinha que tinha nela e colocou sobre o melado que escorria da Marinalva. Quando começou a chupá-la de novo achou que tinha ficado gostoso e até parecia que tava comendo farofa molhada. Depois que chupou ela bastante ele perguntou com a boca toda melecada de branco e cheia de farinha nela grudada: - Então, mato a vontade muié? - Matei sim Zé, ela respondeu. Foi tão bão. Daquele dia em diante o consumo de farinha na casa deles aumentou. Ela levava todo dia uma cumbuca cheia pro quarto na hora de irem dormir.
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