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Cartas-->MINHA SECULAR AMIGA -- 08/09/2000 - 19:08 (Nelson de Medeiros Teixeira) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Minha Secular amiga:

Que te posso oferecer neste dia, senão o desejo de ver alegria e felicidade a caminhar contigo? Que mais posso querer senão que os raios de um novo sol possam brilhar em teu arrebol, inundando de calor teu rosto amigo... Que a esperança de uma nova aurora venha despertar aqui e agora a tua alma para a verdadeira caminhada. Que a noite negra da amargura ceda espaço à manhã que transfigura o manto escuro, em doce claridade. Que cada estrela do sidéreo manto possa hoje transformar-se em doce canto, enaltecendo o dia em que nascestes, pois cada dia de tua eternidade é oportunidade que te oferece a providência para que alcances a verdade no destino que um dia tu escolhestes.
Que o findar deste dia ensolarado, seja coroado no firmamento enluarado, em raios de amor no coração. Que possas seguir sempre rumo norte, buscando a vida sem rimar com a morte, deixando as dores que o amor pranteia. Segue ajudando e sentindo o verdadeiro amor no peito a envolver-te a alma no sincronismo mais perfeito com o Criador...
Se ontem, em tua alma se cravaram espinhos, marcando de dor os jardins do teu caminho, planta hoje a semente do amor e confiança... Não te entregues ao veneno da amargura e da perfídia... Hás de ver que que, após a tempestade, da noite surge sempre novo dia, na beleza de nova madrugada!
Que importa se a miséria humana campeia nas sendas do caminho? Se te lançam da sombra muito fel e muito espinho há do alto alguém que te chama com carinho, esperando o teu concurso entre tantos sofredores... Se há feridas que sangram, entre desejos e dores, há também flores que perfumam, canções que enlevam, palavras que consolam... Incompreensões, amarguras, lágrimas doridas são, quase sempre restolhos de outras vidas a nos lembrar as correções devidas.
Que caminhes sempre em frente, qual barco intrépido cruzando os mares em rumo certo.
Sê sincera, sê leal, sê caridosa, mas sempre comedida.
Plantes todo o bem que puderes nesta vida. Um dia, nos muitos que a eternidade cria, todos teremos a alma redimida!


Nelson de Medeiros Teixeira
07/89
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