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Erótico-->AS AVENTURAS DO PADRE DEODORO EM CAMPOS ETÉREOS — XLIV -- 30/08/2003 - 07:49 (wladimir olivier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
WLADIMIR OLIVIER

Chegados ao local, encontraram três espíritos protetores dos encarnados. Feitas as apresentações, ficou sabendo Deodoro tratar-se de antigos parentes, distantes mas consangüíneos, cujos contatos não se deram senão esporadicamente.

Perguntou-lhes:

— Será que podemos ver como estão os nossos pais, em reprodução televisiva?

Coube a Joaquim responder:

— Poderemos, sim, com a anuência dos guias da colônia. Espere um pouco.

Enquanto o professor providenciava a comunicação, Deodoro buscou conhecer alguns detalhes da vida dos pais:

— Que fazem, como vivem, quais os interesses espirituais ou espíritas? Têm filhos?

Geraldo, o protetor de Clotilde (o pai), não se fez de rogado:

— Você deve saber que os papéis sexuais foram trocados. Pois Clotilde está relutante em ter filhos, uma vez que, investida das funções de dirigente de firma de comércio exterior, pouco tempo tem para o lar. Teme, ainda, que deva ficar em débito com o etéreo, porque, apesar de católica praticante, vira-e-mexe, freqüenta as sessões públicas e palestras de centro espírita. Não está convencida totalmente de que deve apostatar da fé católica nem de que deve imergir de cabeça nas águas mais caudalosas da doutrina de Kardec. Tem tempo de sobra para os estudos, porque vive regaladamente, com excelente participação financeira na empresa, mas, assim que se pilha de folga, destina as horas de lazer à prática da ginástica, que o corpo quer manter rigorosamente dentro dos padrões sociais vigentes, ou seja, magra e saudável. Sendo assim, põe a mãe de vocês (o marido, Paulo), em constante isolamento, forçando-o a estabelecer vários círculos de amizade, quer quanto aos colegas de trabalho (é advogado), quer quanto aos da roda de esportistas (é praticante de vários desportos coletivos). Paulo acompanha a esposa à missa, regularmente, mas foge do centro espírita. Eis que se chocam as opiniões quanto ao aspecto sexual dos relacionamentos, porque o sentimento católico o obriga a fazer amor sem preservativos ou outros métodos de anticoncepção, enquanto Clotilde se recusa a aceitar a imposição da libido do marido como condição para o contato. Era isso que você desejava saber?

Deodoro não ocultou seus pensamentos entre surpresos e admirados:

— Em primeiro lugar, devo dizer-lhe que sua forma de compor o vernáculo me sabe diferente, moderno, talvez, precisando recorrer à interpretação de sentido meramente psíquico para a compreensão total.

Geraldo explicou:

— Sei que a minha linguagem raia pela vulgaridade, mas nem de longe reflete os modismos da atual maneira de falar. Claro está que posso emitir apenas as ondas de comunicação, mas julguei oportuno propiciar-lhes ligeiro exercício de coordenação lingüística, para que pensem em que termos irão narrar os próximos acontecimentos, na obra que me disseram estar sendo preparada.

Margarida participou com uma exclamação:

— Andam rápidas as informações!...

Renato, protetor de Paulo, forneceu as diretrizes para entendimento do ponto:

— Vocês não desconhecem que tivemos uma semana de preparação para unirmos as partes. Pois bem, todos os tópicos envolvidos no processo em desenvolvimento nos foram apresentados com minúcias descritivas. Ora, o objetivo de oferecer aos encarnados uma composição mediúnica nos foi ressaltado como de absoluta importância.

Arnaldo desejou confirmar uma suspeita:

— O que você nos diz quer significar, necessariamente, que também os procedimentos de resguardo deste recinto espiritual foram tomados com rigor absoluto, tendo em vista proporcionar aos filhos a noção correta do afeto de que são alvo e do que são capazes de sentir e de expressar?

Talvez para não ficar alheio à conversação, Jurandir, o terceiro protetor, identificado como amigo desejoso de investir numa gravidez de Clotilde, esclareceu:

— Noto que a sua pergunta somente requer uma confirmação. Pois estamos preocupados em dispor no ambiente os fluidos mais propícios a despertar na mulher o desejo de ser mãe, pela presença dos filhos de antigamente. Já haviam pensado nessa perspectiva?

Consultado os parceiros, respondeu Deodoro:

— Falo por todos: ninguém sequer imaginou algo desse tipo. Quer dizer que vocês estão utilizando legítima pretensão de confraternização, por amizade, em bem-querer, de entidades saudosas dos momentos de felicidade nos braços carinhosos dos pais, com a finalidade precípua do cumprimento esclarecido do quarto mandamento (“honrem a seu pai e a sua mãe”), em oportuna influenciação segundo a programação que se deve ter estabelecido para o aperfeiçoamento dos vínculos de amor entre os pupilos?! Terei de concluir que essa é manobra habitual no serviço de assistência dos guardiães?

Coube a Jurandir responder:

— Nem sempre estão os encarnados à disposição dos benfeitores. Segundo a maneira deles de pensar sobre os sucessos em geral, muitas vezes se perdem para a influência dos obsessores. Posso adiantar-lhes que não é o caso de seus pais, que não se vêem senão raramente nas mãos dos que desejam desviá-los das normas morais de conduta. No entanto, imersos estão no clima espiritual da atualidade, segundo a região que habitam, deixando-se envolver pelo conjunto dos arquétipos inconscientes das diretrizes culturais que fundamentam os relacionamentos humanos. Em outras palavras, recebem muitas idéias prontas, através das mais variadas vias de comunicação, sem estabelecerem a crítica mais conveniente, segundo a visão evangélica que lhes foi desenvolvida na infância. Por sorte, tiveram pais cônscios da responsabilidade da educação dos seres a quem deram condições de encarnação. Se vocês tivessem passado os últimos trinta ou quarenta anos na Terra, teriam observado quanto tem evoluído o sistema social especialmente nas megalópoles.

Deodoro queria inferir conclusões:

— Sei que o amigo está a referir-se a tais questões para prevenir as nossas mentes quanto à maneira inusitada de proceder das criaturas que pretendemos abraçar. Estivemos, na última semana, absortos na contemplação dos serviços de assistência socorrista a seres altamente necessitados de auxílio. Também fomos alertados para as reações indóceis dos espíritos rebeldes, principalmente daqueles que acusavam Deus e a todas as criaturas de serem injustos. Devo aproximar as lições e extrair os elementos que basearão o caráter das nossas observações e reações?

Geraldo adiantou-se:

— É de todo salutar, caro Monsenhor, que Vossa Reverência — aí Deodoro desistiu de corrigir o tratamento cerimonioso — se atenha a ser o mais cordato e generoso que puder. Se sofrer represálias (não estou dizendo que vá sofrer), terá de se manter equilibrado. Vejo que o seu controle está muito bom, porque o instiguei com a fórmula de respeito e você venceu o impulso de me corrigir. Mas estamos recebendo de volta as notícias requisitadas por Joaquim. Vamos ouvir o que nos tem para dizer.

— Na colônia, julgam os mestres de plantão que não há inconveniente em Deodoro e Margarida seguirem por algumas horas a vida comum dos pais. Entretanto, deverão expor com minudências todas as sensações agradáveis ou não que tiverem, as quais deverão ser apreciadas pelos orientadores do grupo. Fica a decisão por nossa conta. Que acha você, Deodoro?

Pego de surpresa pela condição, titubeou o interrogado e não respondeu. Margarida, então, se antecipou:

— Vejo que o meu querido está em considerações de caráter moral, exclusivamente. Não sabe se observar as realizações carnais de pessoas tão íntimas não venha a ser considerado pela consciência como de interferência no direito de privacidade dos seres humanos. Já observou os corações de várias pessoas, sempre pressupondo que iria aprender algo para posterior aplicação no ministério de ajuda a que pretende entregar-se. Não é verdade que existe certo pudor eclesiástico a reger-lhe os sentimentos?

Recobrando a serenidade, Deodoro pôde expor o que lhe passava pela mente:

— Não quero ser absolutamente frio em relação a seres que trago em lugar privilegiado no coração. Se estou encarando a observação da realização vital deles como de mera curiosidade, é preciso que refaça os prismas do amor que me conduziram até aqui. Se a minha maneira de ver os velhos deve adequar-se ao seu “modus vivendi” ou “faciendi” da presente romagem carnal, não tenho como recusar-me a contemplá-los em plena atividade, embora deva ressalvar a necessidade de manter rígido controle emocional, sustentando o respeito que lhes devo para honrá-los, conquanto tenha o poder de crítica despertado. Eis que estou na bica de tomar uma decisão real, sem refletir apenas filosoficamente. Vivo citando o evangelho, enfatizando o trecho do “não julgar para não ser julgado”, ou o do “com a mesma medida com que medirem serão medidos”. Em suma, tenho medo de não estar suficientemente evoluído para lograr êxito em questão de suma importância para o desenvolvimento espiritual. Quero com isso dizer que me deparo diante de uma encruzilhada: ou venço a puerilidade do mero pensar silogístico.; ou perco-me nas agruras de não haver estabelecido todos os parâmetros da atitude mais apropriada para enfrentar o desconhecido. Estarei sendo injusto quanto ao amparo dos amigos da comitiva e os cuidados dos protetores de meus pais?

A pergunta saiu singela e inocente, sem qualquer impulso subjetivo de desconfiança de resposta. Deodoro estava purificando a mentalidade e abrindo o coração para receber os dons da verdade.

Ao invés de responder, Joaquim solicitou ao grupo que se acomodasse vibratoriamente para uma prece ao Pai:

— Senhor, eis-nos aqui para efetuar um trabalho de amor. Dai-nos entendimento para reger os pensamentos e atitudes com dignidade e fé em vossa infinita misericórdia. Abri-nos a perspectiva da integração afetiva dos filhos com os pais, que deverão seguir juntos rumo ao vosso reino de perfeição. Impedi, com as luzes da benemerência e do perdão, os que desejam reviver os desajustes passados, tornando presentes as lições de Jesus. Fazei humildes os arrogantes, confiantes os incrédulos, serenos os irrequietos. E submetei os caprichos de um momento à eterna concepção do bem. Assim seja.

Imediatamente, criou-se tela na qual se projetaram as imagens do casal, no lar. Custou para Deodoro aceitar a transformação sexual, através da fisionomia bastante diferençada de ambos, segundo as recordações de todos os tempos. Em sua memória, cristalizaram-se os seres espirituais dos interregnos entre as encarnações, quando as figuras se transformavam segundo o derradeiro contato, em função da aparência mais tranqüila ou mais propícia para provocar os sentimentos originais de simpatia, de repulsa ou de indiferença. Guardara na lembrança a experiência da última jornada na Terra, quando viu os pais envelhecendo até a senectude. Agora, tinha diante de si duas pessoas adultas, mas de herança genética sem relação com as famílias anteriores. Se tivessem regressado como descendentes de si mesmos, muito provavelmente alguns traços se teriam mantido, porque dentro dos padrões da linhagem carnal. Foi a pergunta primeira que elaborou:

— Quem poderá explicar-me por que razão nem um nem outro se reencarnou no mesmo clã das vidas anteriores?

— A introdução dos espíritos nos mesmos elementos genésicos — respondeu Renato — teria tido o condão de restabelecer certos defeitos, segundo a constituição cromossômica. Sempre os protetores buscam corpos de desafio para as provações e resgates, segundo o planejamento do carma, para mais rápida evolução, caso se vençam os percalços das novidades. Você mesmo está constatando que os seus pais estiveram encarnados antes em famílias sem vínculos entre si. Não sei se lhe basta esta simples informação, mas poderá deduzir que a mesma criatura, tendo falecido com dois anos e renascido dos mesmos progenitores, irá apresentar condições vitais muitíssimo semelhantes entre as duas materializações.

— Será justo — reinquiriu Deodoro — esperar que as imagens espirituais deles reflitam para nós a contextura perispiritual de preferência ao reflexo da constituição física atual?

— Assim será, caríssimo — prosseguiu Renato — porque envidaremos esforços para os reconhecimentos de acordo com as épocas mais felizes de suas vidas em comum. Não seria caridoso se fizéssemos vocês se defrontarem, proporcionando visões de desagrado. Se não se sentirem à vontade, a simples recordação dos momentos de concórdia provisória no âmbito do planeta não será suficiente para conter os ímpetos de rejeição, a tal ponto de a aparência imediatamente se ajustar para a modalidade mais dramática, independente das providências dos socorristas.

Deodoro queria mais:

— Eu olho para os dois e não vejo aqueles a quem vim procurar. Parecem-me dois estranhos. Sinto-lhes na aura uma série de informações que não desejava encontrar, tendo em vista o que se acha na reserva mental de antigo monsenhor e professor de teologia.

Jurandir, que não partilhava emocionalmente das reações dos dois guias familiares, foi quem esclareceu:

— Eis que se revela, fenomenologicamente, o que antes citei na área das estruturas psicossociais. Vejo que você desejaria observar apenas qualidades morais de acordo com os padrões que vivenciou como sacerdote. Mas os tempos são outros e as fórmulas da vida se regem segundo diferentes constituições culturais. Explico melhor. Para não exemplificar com os seus pais, vou citar o que se passa em outra região do globo. Sabe você que, nos países nórdicos, como norma geral, das meninotas se espera que percam a virgindade aos doze ou treze anos de idade, mantendo, a partir de então, livre vida sexual, inclusive, com a anuência dos namorados, noivos e maridos? Não lhe perpassa um frio na espinha quando compara essa atitude com as restrições emanadas dos códices religiosos do cristianismo igrejeiro?

— Quer dizer que o ato sexual é visto com maior naturalidade, como se fruto fosse somente dos apelos da organização corpórea?

— Não foi assim que você mesmo viu e praticou?

A pergunta caiu como um relâmpago sobre a carapaça de vidro do monsenhor. Em outros tempos, discutiria o ponto, com a finalidade de incutir os próprios sentimentos no interlocutor. Mais recentemente, teria caído no emaranhado das impressões fugidias do intelecto desgovernado. Agora, anotava a observação para futura análise e crítica, sem espantar-se com o conhecimento pelo outro de sua intimidade. Percebeu que sabiam os que ali estavam na qualidade de orientadores da reunião muito mais do que desvendariam em simples conversação. Contudo, teve presença de espírito para provocar a manifestação deles a respeito de um tema correlacionado:

— Vejo que a liberdade de procedimento de meus pais se restringiu ao período em que eram solteiros, tanto que os reflexos libidinosos apontam para período de vida em que não coexistem as imagens dos amantes com as dos esposos. Informam-nos os que nos fornecem os elementos históricos na tela que faz três anos que contraíram núpcias. Foi intenção sua preservar-lhes a honorabilidade pelo compromisso que assumiram entre si, quando me disse que não se deixavam levar por espíritos obsessores. Posso concluir que tanto mais legítima será a vitória sobre a tentação quanto maiores forem os conhecimentos dos prazeres decorrentes de livres associações esporádicas, o que deverei enfrentar em breve, porque foi esse o pensamento que orientou a minha maneira de convencer as mulheres com quem, como vocês dizem, “fiz amor”. Então, para mim, existe um peso, uma responsabilidade diferenciada, porque não cumpri os votos públicos nem os juramentos privados. Não existirá, no seio da Igreja Católica, um movimento para que os padres sejam casados, como ocorre com os pastores protestantes, por exemplo? Adianto-lhes que este tópico era rejeitado de pronto nas minhas aulas, porque não admitia que os alunos questionassem a decisão conciliar.

Renato, admirado com a desenvoltura filosófica do assistido, resolveu intervir:

— Creio que você esteja transformando o interesse na conciliação familiar em discussão teórica, sem proveito para o momento. Sei que constitui tendência de sua personalidade, mas temo que esteja dando ao caráter a prioridade das decisões, quando deveria sustar os impulsos do medo, porque está acreditando-se vulnerável às acusações que lhe fariam os pais se descobrissem que você carrega tais sentimentos de culpa. Por outro lado, assusta-lhe a perspectiva de ver-se com o dedo em riste, para manter-se coerente com as estruturas psíquicas que julga serem as que eles desejam reconhecer em sua “performance” moral. Se é para ficarmos examinando as reações possíveis ou prováveis, por que não se dedica a observar melhor a conformação espiritual dos que se projetam na tela, para inferir quais providências iremos tomar com o fito de aproximar as ondas de vibrações, no equilíbrio magnético mais eficaz para que a reunião obtenha êxito?

Deodoro ia anotando as referências sutis aos defeitos. Desde que emergira no campo etéreo, todos os que se voltavam para ele com carinho também tinham palavras de advertência, de orientação, de cautela, desejosos de contribuir para que refletisse a respeito de si mesmo. Mas não quis enveredar a conversação para esse lado, porque iria contrariar o ponto levantado pelo interlocutor. Preferiu manter-se calado, avaliando o que a tela lhe mostrava.

Enquanto isso, os acompanhantes, exceção de Margarida, puseram-se a orar em silêncio, buscando concentração, preparando o recinto para a recepção do casal. As paredes do quarto, o qual daria para abrigar uma dezena de pessoas, receberam reforço fluídico para contenção das vibrações que poderiam atrair seres viciados para o malefício contra os sofredores.

Deodoro viu os pais altercarem-se, sem compreender o que realmente havia provocado a discussão. Estava a olhar a tela mas compenetrava-se de que deveria quedar em paz, de forma que não prestava atenção no que via. A desorganização espiritual do casal não lhe provocou curiosidade, ajuizando que as diretrizes do relacionamento estavam fortemente presas aos costumes recentemente adquiridos. Imaginou a dupla vinte anos depois e o que poderia representar-lhes as questiúnculas atuais.

De qualquer modo, ponderou, em breve estarão conosco e poderemos sentir-lhes a extensão das desavenças e o modo de contornar os problemas. Se não temos fé na misericórdia divina, nós que intentamos viver sob as leis cósmicas, sob o influxo dos ensinos do Cristo, será preferível retornar à colônia e aguardar o despertar da consciência para a necessidade do amor.

Assim, seja porque não provocasse já o interesse de ninguém, seja para ocultar o que se passaria na intimidade conjugal, a tela desapareceu.

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