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Redação-->UNIDADE IX — OLHEM AS AVES DO CÉU -- 12/07/2002 - 08:05 (wladimir olivier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
WLADIMIR OLIVIER
Não depositem jamais tesouros para vocês na terra, onde a ferrugem e os vermes os comem e onde os ladrões os desenterram e os roubam; — mas depositem tesouros para vocês no céu, onde nem a ferrugem nem os vermes os comem jamais; — pois onde está seu tesouro, lá também está seu coração.

(Mateus, VI: 19-21.)


Considerem as aves do céu: elas não semeiam nunca, elas não ceifam nunca, elas não juntam nada nos celeiros, mas seu Pai celeste as alimenta; não são vocês muito mais que elas? — E quem é dentre vocês que consegue, com todas as suas diligências, juntar à sua estatura a altura de um côvado?
Por que também vocês se inquietam pela roupa? Considerem como crescem os lírios dos campos: eles não trabalham nunca, eles não fiam nunca; — entretanto, eu lhes declaro que Salomão mesmo, em toda a sua glória, não se vestiu jamais como um deles. — Portanto, se Deus tem o cuidado de vestir dessa forma uma erva dos campos, que surge hoje e que amanhã é jogada no forno, quanto terá ele maior cuidado de vesti-los, ó homens de pouca fé!
Não se inquietem, portanto, jamais, dizendo: Que comeremos nós, ou que beberemos nós, ou com que nos vestiremos nós? — como fazem os pagãos que se requintam em todas essas coisas; pois seu Pai sabe o de que vocês têm necessidade.
Busquem, pois, primeiro, o reino de Deus e sua justiça e todas essas coisas lhes serão oferecidas em acréscimo. — Eis porque não fiquem jamais em desassossego pelo amanhã, pois o amanhã irá cuidar de si mesmo. "A cada dia basta seu mal”.

(Mateus, VI: 25-34.)




Pesquise, reflita e responda:


l. Cite alguns tesouros que se podem acumular no céu.
2. Por que o homem não pode aumentar de um côvado o curso de sua vida?
3. Que vícios Jesus censurou nestes sermões?
4. Quem eram os gentios no tempo de Jesus? E hoje em dia?
5. Prove que Deus é naturalmente justo.
6. Será que Jesus estava pregando aos homens que não trabalhassem?




Leitura complementar



PARÁBOLA DOS TALENTOS


O Senhor age como um homem que, tendo de realizar uma longa viagem para fora de seu país, chamou seus servos e pôs seus haveres em suas mãos. — E, havendo dado cinco talentos a um, dois a outro e um a outro, segundo a capacidade diferente de cada um, ele partiu em seguida. — Quem havia recebido cinco talentos se foi, negociou com esse dinheiro e ganhou outros cinco. — Quem havia recebido dois, ganhou igualmente outros dois. Mas quem havia recebido só um, foi cavar na terra e aí escondeu o dinheiro de seu senhor. — Muito tempo depois, tendo voltado o senhor desses servos, ele os fez prestar contas. — E quem havia recebido cinco talentos veio apresentar-lhe outros cinco, dizendo-lhe: Mestre, o senhor me havia posto cinco talentos nas mãos; eis aqui, além daqueles, outros cinco que eu ganhei. — Seu senhor lhe respondeu: Ó servo bom e fiel, porque você foi fiel quanto a pouca coisa, eu lhe farei administrar sobre muitas outras; participe da alegria de seu Senhor. — Quem havia recebido dois talentos veio imediatamente apresentar-se a ele e lhe disse: Mestre, o senhor me havia posto dois talentos nas mãos; eis aqui, além daqueles, outros dois que eu ganhei. — Seu senhor lhe respondeu: Ó servo bom e fiel, porque você foi fiel quanto a pouca coisa, eu lhe farei administrar sobre muitas outras; participe da alegria de seu Senhor. — Quem havia recebido só um talento veio em seguida e lhe disse: Mestre, eu sei que o senhor é um homem severo, que o senhor ceifa onde não havia semeado e que colhe onde o senhor nada havia posto; — eis porque, como eu o temia, eu fui esconder seu talento na terra; ei-lo aqui; eu lhe devolvo o que é seu. — Mas seu senhor lhe respondeu: Servo mau e preguiçoso, você sabia que eu ceifo onde não havia nunca semeado e que eu colho onde nada havia posto, — você tinha que pôr meu dinheiro nas mãos dos banqueiros, a fim de que, no meu regresso, eu auferisse com juro o que era meu. — Que lhe seja tirado, portanto, o talento que ele tem e que seja dado a quem tem dez talentos; — pois se dará a todos os que já têm, e eles serão cumulados de bens; mas, para quem não tem nada, lhe será tirado mesmo o que parece ter; e que se jogue este servo inútil nas trevas exteriores; é lá que ele padecerá com os prantos e com o ranger de dentes.

(Mateus, XXV: 14-30.)




Teoria



A VERDADEIRA JUSTIÇA


O critério da verdadeira justiça reside, com efeito, em desejar para os outros o que se desejaria para si mesmo, e não em desejar para si o que se desejaria para os outros, o que não é absolutamente a mesma coisa. Como não é natural desejar para si o mal, ao tomar seu desejo pessoal por modelo ou ponto de partida, fica-se certo de sempre desejar-se tão-só o bem para seu próximo. O tempo todo e em todas as crenças, o homem buscou sempre fazer prevalecer seu direito pessoal; “o sublime da religião cristã foi pegar o direito pessoal para base do direito do próximo”.

(O Livro dos Espíritos, 876.)




Meditação



1. Traz ao homem a necessidade que tem de viver em sociedade obrigações particulares?
2. Como se pode definir a justiça?
3. Acha-se o sentimento de justiça na natureza ou é o resultado de idéias adquiridas?
4. Qual seria o caráter do homem que praticasse a justiça em toda a sua pureza?

(O Livro dos Espíritos, 877, 875, 873, 879.)

Comentários

GEORGE luiz de carvalho  - 29/06/2013

um bom texto para refletir a respeito das coisas de Deus.

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