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Redação-->UNIDADE XIII — ATO DE SUBMISSÃO E DE RESIGNAÇÃO -- 16/07/2002 - 05:38 (wladimir olivier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
WLADIMIR OLIVIER

Quando um fato aflitivo nos acontece, caso lhe busquemos a causa, nós verificaremos geralmente que ele é a conseqüência de nossa imprudência, de nossa imprevidência ou de uma ação anterior; nesse caso, nós temos que vinculá-la apenas a nós mesmos. Se a causa de uma infelicidade é independente de toda participação que seja de nossa responsabilidade, trata-se ou de uma provação para esta vida ou da expiação de uma existência passada, e, neste último caso, a natureza da expiação tem como fazer reconhecer a natureza da falta, pois somos sempre punidos através daquilo em que pecamos.

No que nos aflige, nós não vemos, em geral, senão o mal presente, e não as conseqüências ulteriores favoráveis que isso possa ter. O bem é amiúde a decorrência de um mal passageiro, como a cura de um doente é o resultado dos meios dolorosos que se empregam para obtê-la. Em todos os casos, nós temos que nos submeter à vontade de Deus, suportar com coragem as tribulações da vida, caso desejemos que nos favoreçam e que esta expressão do Cristo seja aplicada a nós: Bem-aventurados os que sofrem.

(O Ev. S. o Esp., XXVIII: 30.)




Pesquise, reflita e responda:


1. Qual é a causa mais comum de nossas aflições?
2. Que representa um infortúnio que não depende de qualquer ação nossa?
3. Conte algum caso em que haja expiação de uma falta anterior.
4. Há males que vêm para bem? Exemplifique.
5. Qual é o remédio mais eficaz para as tribulações da vida?




Leitura complementar



PRECE DE ACEITAÇÃO DA DOR


Meu Deus, o Senhor é soberanamente justo; todo sofrimento neste mundo tem, pois, de possuir sua causa e sua utilidade. Eu aceito o fato aflitivo que acabo de sofrer como uma expiação de minhas faltas passadas e uma provação para o futuro.

Bons Espíritos que me protegem, forneçam-me a força de suportá-lo sem murmúrio; façam que seja para mim um aviso salutar; que ele aumente minha experiência; que ele combata em mim o orgulho, a ambição, a tola vaidade e o egoísmo, e que contribua, assim, para meu adiantamento.

(O Ev. S. o Esp., XXVIII: 31.)




Teoria



O SENTIDO DA PRECE


Suas provações se acham nas mãos de Deus e existem as que têm que ser padecidas até o fim, mas aí Deus leva sempre em conta a resignação. A prece chama a vocês os bons Espíritos que lhes dão a força de suportá-las com coragem, e elas lhes parecem menos rudes. Nós o dissemos: a prece não é inútil jamais quando é bem feita, porque fornece a força, e isso já constitui um importante resultado. Ajude-se, o Céu o ajudará; você sabe disso. De resto, Deus não tem como mudar a ordem da natureza ao arbítrio de cada um, pois o que constitui um grande mal de seu ponto de vista mesquinho e daquele de sua vida efêmera, amiúde, constitui um grande bem na ordem geral do universo; e, depois, quantos males existem de que o homem é o próprio autor por sua imprevidência ou por suas faltas! Ele é punido através do pecado mesmo. Entretanto, seus pedidos justos são mais freqüentemente atendidos do que vocês imaginam; vocês crêem que Deus não os ouviu, porque ele não praticou um milagre para vocês, enquanto ele os assiste através de meios tão naturais que lhes parecem o efeito do acaso ou da força das coisas; muitas vezes também, o mais das vezes mesmo, ele lhes suscita o pensamento necessário para que vocês mesmos resolvam seu problema.

(O Livro dos Espíritos, 663.)




Meditação



1. É a prece agradável a Deus?
2. Qual é o caráter geral da prece?
3. Pode-se rogar com sucesso por outrem?
4. Pode-se orar aos Espíritos?
5. É útil rogar em favor dos mortos e dos Espíritos sofredores e, nesse caso, como alcançam nossas preces propiciar-lhes alívio e diminuir-lhes os sofrimentos; possuem elas o poder de fazer vergar a justiça de Deus?

(O Livro dos Espíritos, 658, 659, 662, 666, 664.)

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