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Erótico-->AS LEMBRANÇAS DE MURILO (Início do romance) -- 28/11/2003 - 06:17 (wladimir olivier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
WLADIMIR OLIVIER
“Nós vivemos, nós pensamos, nós agimos: eis o que é positivo.; nós morremos, isto não é menos certo. Mas, deixando a Terra, para onde vamos? Em que nos transformamos? Estaremos melhor ou pior? Seremos ou não seremos? Ser ou não ser: tal é a alternativa.; é para sempre ou para nunca mais.; é tudo ou nada: ou nós viveremos eternamente, ou tudo estará acabado em definitivo. Sobre isso é muito importante pensar.”

Allan Kardec (“O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo”. Cap. I, item 1.)



“INTRODUCING OUR MESSAGE”

Devemos anotar de início que não temos a pretensão de escrever nada que não possa ser imediatamente decifrado pelo nosso mediador encarnado, dado que tem de ser de seu controle o inteiro teor das mensagens, caso contrário, iremos ficar sumamente atrapalhados com o fato de nós mesmos não estarmos a par da própria escritura, já que não nos cabe ditar e avaliar o sistema de tradução, ou melhor, se a resultante do influxo energético do etéreo esteja adequadamente transposto para o humano linguajar.

É ao médium que cabe ir corrigindo as falhas de datilografia, de ortografia e outras de maior sutileza, apesar de nossa velocidade estar no ápice de nossa capacidade de transmissão pela transformação em ondas das vibrações que produzimos segundo o aparato, vamos dizer assim, da nossa fisiologia perispiritual. Como adequamos a freqüência ao receptor, vai ele captando a mensagem mais ou menos a contento.

Não terá esta apresentação muito de tradicional, porque começa com a apresentação de problemas e não através da descrição pura e simples dos objetivos da turma, qual o gênero escolhido para as manifestações diárias, quem é o transmissor, quantos são os elementos da turma e qual o seu vigor espiritual, dentro dos parâmetros estabelecidos pela escala espírita e dimensionados inúmeras vezes pelas turmas que nos antecederam.

Surgem na mente do médium algumas idéias como que o reflexo de antigos pensamentos ou intuições, a configurar situações dramáticas para o humano desempenho nesta esfera de agruras e lágrimas, como sói acontecer aos que têm maior sensibilidade e se preocupam com o bem-estar e a felicidade dos semelhantes. Tais eflúvios energéticos, não bem caracterizados em relação ao que está sendo captado, à medida que vai ele escrevendo, meio sem saber qual o destino de cada frase e até mesmo o enquadramento de cada palavra ou expressão em seu contexto primário, hão de, finalmente, resultar em indiscutível progresso na prática ou no exercício mediúnico, totalmente dentro das possibilidades doutrinárias de espíritos contidos nas linhas demarcadas em rija programação pelos professores responsáveis pela classe que se avizinha desta mesa e pelos mentores que definem os limites dos textos para conhecimento dos encarnados, sem referência ao fato de que talvez quedem num arquivo anônimo de computador.

Fomos estimulados a fomentar, inicialmente, a sadia curiosidade do escrevente, para que se doe de modo integral — como tem feito até aqui — ao trabalho de apanhar tudo quanto lhe chegue à mente ou que consiga conceber como produto de formulação inteligente e conseqüente de entidades interessadas no duplo aspecto de todo exercício mediúnico: a educação dos que se comunicam e a elucidação dos vários problemas surgidos nas sessões de estudos doutrinários.

Alguns sentirão em nossas palavras o intuito maligno de se promover alguma espécie de cisão no movimento espírita, porque, forçosamente, haverá quem aplauda as soluções que propusermos, enquanto outros, pondo o pé atrás, não vêem qualquer importância nas novas mensagens, pois possuem arsenal de conceitos amplamente desenvolvidos através da categoria de um codificador que uniu às qualidades de pedagogo, a faculdade de filósofo não alienado da realidade, tanto que trouxe para a vida comum dos mortais muitas idéias formuladas a partir das informações daquela constelação de espíritos de primeira grandeza sob o comando do “Espírito de Verdade”.

Se, porém, se conformarem os leitores com a motivação da nossa própria necessidade, que relevem as muitas puerilidades e que almejem decifrar os temas que, por falta de recursos intelectuais ou por sobejo de reações emotivas, se inscreverem entre os misteriosos, os dúbios, os nebulosos, não se coadunando com as regras da boa composição e com os padrões da mais rigorosa lógica.

Juvenal é o mestre.; “das Empresas Surpreendentes”, o grupo.; Ricardo, Honório e José, os redatores, que um só não está dando conta de redigir os textos a contento da classe, porque se teme destruir o elã impresso pelo médium à sua contribuição.

Quanto à natureza dos escritos, fique para o primeiro capítulo a introdução do tema.



ÍNDICE

“Introducing our message”
1. Sintomas da perfeição
2. Um dia agitado
3. A bênção do Espiritismo
4. A misericórdia de Deus é infinita
5. Luta íntima
6. Márcia
7. Magnitude absoluta
8. Minhas fontes bibliográficas
9. Reencarnação e progresso
10. Limpando as gavetas
11. Meu pai e minha mãe
12. Uma gaveta trancada
13. Cuido de mim
14. O sentido do perdão
15. Agarrando o touro pelos cornos
16. O “iceberg” derrete
17. O passado só vale enquanto presente
18. Criando coragem
19. A palestra
20. Troco de centro e de vida
21. Dois anos depois
22. Rosália reaparece
23. Onde estão os espíritos de luz?
24. Um dia livre
25. Surpresas quase desagradáveis
26. Maria
27. Um pequerrucho na lista das coisas boas
28. E Deus dispõe

ADENDA

I. Meu marido na realidade
II. Surpresas no computador
III. Minha conversão
IV. As lágrimas de Ana
V. Murilo se manifesta
VI. As editoras respondem

Posfácio

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