Usina de Letras
Usina de Letras
   
                    
Usina de Letras
41 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 54470 )
Cartas ( 21032)
Contos (11992)
Cordel (9378)
Crônicas (20889)
Discursos (3100)
Ensaios - (9875)
Erótico (13091)
Frases (39515)
Humor (17516)
Infantil (3551)
Infanto Juvenil (2304)
Letras de Música (5407)
Peça de Teatro (1308)
Poesias (135147)
Redação (2861)
Roteiro de Filme ou Novela (1035)
Teses / Monologos (2368)
Textos Jurídicos (1911)
Textos Religiosos/Sermões (4105)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Cordel-->Eu e Catulo da Paixão -- 17/09/2014 - 14:58 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Quando eu era menino


Ou tava quase pra nascer


 Eu via o povo dizer


Que a flor do maracujá,


 era a paixão de Cristo


Mas  eu não tinha visto, 


Dito assim em poesia


Por Catulo da Paixão:

 


 
“Nosso sinhô Jesus Cristo, 


Foi condenado a morrê, 


Numa cruis crucificado, 


Longe daqui como o quê, 


Pregaro cristo a martelo, 

E ao vê tamanha crueza, 

A natureza inteirinha, 


Pois-se a chorá di tristeza.

 



Chorava us campu, 

As foia, as ribeira, 

Sabiá tamém chorava, 

Nos gaio da laranjera, 


E havia junto da cruis, 


Um pé de maracujá, 


Carregadinho de frô, 


Aos pé de nosso sinhô.

 


 


I o sangue de Jesus Cristo, 


Sangui pisado de dô, 


Nus pé du maracujá,

 
Tingia todas as frô, 


Eis aqui seu moço, 

 

A estória que eu vi contá, 


A razão proque nasce branca i roxa, 


A frô do maracujá.”
 

Comentários

O que você achou deste texto?       Nome:     Mail:    

Comente: 
Informe o código de segurança:          CAPTCHA Image                              

De sua nota para este Texto Perfil do Autor Seguidores: 0Exibido 118 vezesFale com o autor