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Crônicas-->A Usina de Letras -- 05/04/2004 - 23:53 (Ricardo Barreto Ferreira) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

A USINA DE LETRAS

O que eu acho bacana na Usina de letras é que a gente desabafa, bota pra fora, tudo o que está nos angustiando.
Escrever para mim é uma catarse.
Quando vejo no papel aquilo que estava ecoando no meu cérebro procurando uma saída, uma resposta, eu me tranqüilizo.
Geralmente não encontro a saída nem a resposta mas, pelo menos por algumas horas, uma sensação de paz invade o meu espírito.
Gosto de escrever desde a adolescência.
Modéstia à parte, conquistei algumas garotas escrevendo para elas.
Nunca fui muito bom em Português, nunca fiz versos com rima. Até hoje não sei a diferença entre uma crônica, um ensaio, um discurso, um conto, um monólogo ou mesmo uma poesia.
Nunca sei em qual das seções da Usina devo publicar o que escrevo.
Agora mesmo, isto que estou escrevendo, onde deve ficar?
A Usina é também uma espécie de diário onde colocamos as nossas dúvidas, nossos desejos e nossas experiências do dia.
Tem muita gente escrevendo na Usina, mas alguns são mais assíduos que outros.
Alguns são românticos, como Milene Arder , escrevem coisas que tocam o nosso coração. Outros são mais realistas, como THEKLA, estão preocupados em desmistificar certos engodos milenares.
Alguns só sabem criticar o que os outros escrevem, são como hackers infectando de vírus os computadores sem criarem nada de construtivo.
Somos todos, de uma maneira ou de outra, escritores frustrados, pois ainda não fomos descobertos por uma grande editora que pagasse pelo direito de publicar um livro nosso.
Enquanto não somos descobertos e ficamos famosos como Paulo Coelho vamos nos contentando com meia dúzia de leitores que visitam as páginas da Usina que, no final das contas, somos nós mesmos.
Por falar nisso fui dar uma olhada no meu placar e descobri que alguns textos meus já foram lidos mais de cem vezes. Algumas dessas vezes pode ter sido eu mesmo dando uma olhada ou para fazer alguma modificação.
De qualquer maneira, o que me chamou a atenção foi que os textos que ultrapassaram as 100 leituras eram todos relacionados ao amor, à saudade, ao tempo ou à finalidade da vida.
Mas o campeão de todos foi um monólogo com o título “EPITÁFIO” com 191 leituras, "ô povinho mórbido sô".
Acho que isto se enquadra melhor como uma crônica então é para lá que vai e também porque ainda não tenho muitas crônicas publicadas.

Recife, 05/05/04.











































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