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Erótico-->O colega de quarto -- 25/12/2004 - 20:40 (Lorde Kalidus) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Eu e meu namorado, Rogério, havíamos nos mudado de São Paulo no começo do ano para o interior para começar a faculdade. Estávamos muito ansiosos, pois era a oportunidade de estarmos longe de nossos pais e começar a imaginar como seria a vida de casados. Estávamos juntos desde os 14 anos e estávamos entrando na fase adulta, osdois com vinte anos de idade e agora íamos dividir um apartamento, bancado por nossos pais. Tudo estava perfeito, pois havíamos ganho um voto de confiança deles, que dizíamos que já éramos adultos o bastante e que teríamos maturidade suficiente pra morar sozinhos. Passamos o mês de janeiro ajeitando toda a mudança e em fevereiro as aulas começaram.
Como nada nesse país começa antes do carnaval, aproveitamos os primeiros dias pra zoar muito e fazer amigos. Por ironia, descobrimos que um amigo de infância do Rogério, que ele não via desde a oitava série, estava estudando na mesma faculdade que nós no curso de Educação Física. Ele nos disse que estava morando sozinho numa pensão perto dali e que nunca imaginou que fossem se encontrar de novo tão longe da capital. Eles haviam sido os melhores amigos durante todo o primário, até que se separaram porque seus pais haviam arrumado um bom emprego no Paraná. Seu nome é Erico e, não tenho como negar, era um rapaz muito bonito.
Rogério ficou tão emocionado por tê-lo encontrado de novo que o convidou pra morar conosco no apartamento em vez de continuar pagando a pensão. Disse que havia espaço pra mais um e que seu pai com certeza não se importaria. Érico disse que não queria incomodar, mas acabou aceitando, provavelmente por estar querendo relembrar os velhos tempos em que os dois eram os melhores amigos. Eu não disse nada, pois não queria contrariar o Rogério, mas não queria mais ninguém morando no apê além de nós dois. Acabei concordando e, mais tarde acabei me aproximando do amigo do meu namorado. Provavelmente mais do que deveria.
Passou-se uma semana desde que ele se mudou pro apartamento. Ajudava muito no serviço de casa e era ótima companhia, ele e Rogério estavam sempre muito bem e contentes um com o outro, parecia que estavam voltando no tempo. Fazia muito calor naquela época, era um dos verões mais quentes que eu já havia visto, o que significa que todos usavam pouca roupa. Na maior parte do tempo Érico ficava de bermuda e sem camiseta, o que me permitia ver que belo corpo possuía. Ele malhava na academia da faculdade, tomava seus suplementos alimentares e não comia frituras, acho que não preciso dizer mais nada. Rogério não era muito chegado ao exercício e, embora não chegasse a ser gordo, pode-se dizer que seu corpo tinha mais gordura do que precisaria. Isso fez com que eu logo começasse, por que não dizer de forma simples e direta, começando a desenvolver uma certa atração pelo Érico, que eu procurava combater com todas as minhas forças, pois não queria nem pensar em trair o Rogério, ainda mais com seu amigo mais antigo e que morava conosco. Mas com o passar dos dias fui percebendo que, quando olhava pra ele, escondido, ele retribuía meus olhares de forma discreta, o que foi aumentando meu fogo e quebrando minha resistência aos poucos. Tinha dias em que eu transava com o Rogério e fechava os olhos imaginando que tamanho o pau do Érico teria, como seria sentir aquele corpo em contato com o meu, ficar de quatro pra ele, a coisa estava saindo do controle e eu já não sabia mais o que fazer.
Uma noite estava muito quente e eu não estava conseguindo dormir. Rogério havia apagado e ele tem sono muito pesado, é quase impossível acordá-lo depois que apaga. Eu me virava de um lado pro outro e não conseguia dormir de jeito nenhum. Decidi então ir beber um copo de água gelada e dar um tempo na sacada do prédio, pois a brisa da noite era bem refrescante. Logo que saí do quarto, vi que a luz do banheiro estava acesa e que o chuveiro estava ligado. Érico devia estar tomando banho naquela hora e eu, que estava caminhando em direção à cozinha, logo senti toda a minha sede desaparecer e ser substituída por um calafrio que me subia pela espinha e que chegava me deixar com a calcinha molhada. Comecei a me aproximar da porta do banheiro, que não tinha tranca e, depois que me certifiquei de que Rogério estava realmente dormindo, respirei fundo e abri a porta, devagar.
Ele estava tirando o xampu do cabelo e estava com os olhos fechados. Observei seu corpo da cabeça aos pés e, como não podia faltar, passei mais tempo olhando seu pau, já que antes eu só o havia visto vestido. Lambi meus lábios e respirei fundo de novo, vendo aquela maravilha semi ereta na minha frente. Era lindo, soberbo, me deixando com água na boca e despertando uma vontade avassaladora de tomá-lo nas mãos. Foi então que ele abriu os olhos e me viu, não demonstrando qualquer espanto, como se já soubesse que cedo ou tarde aquele momento iria chegar. Ele sorriu pra mim com malícia e eu, já sabendo o que queria e o que deveria vir a seguir, fechei a porta do banheiro e tirei minha roupa. Todo o meu auto-controle havia sido esmagado por um desejo destruidor de me juntar a ele debaixo daquela água e de deixar que ele fizesse comigo tudo o que queria. Eu nem pensava em Rogério e praticamente desdenhava da possibilidade de ele nos pegar ali, fazendo sexo no banheiro do apartamento que seu pai pagava pra nós. Tudo que eu queria era sentir Érico dentro de mim, e já estava dando os primeiros passos para conseguir aquilo.
Entrei debaixo da água e o beijei com fome e volúpia, acariciando suas costas, nádegas pernas e ele retribuiu, fazendo o mesmo comigo. Sentia seu membro tocando minha perna e isso foi me deixando completamente louca. Ele beijava meu pescoço, orelhas, ombros e sugou meus seios com avidez, o que quase me fez urrar de prazer. Eu sabia que precisava ser discreta ou meu namorado iria ouvir tudo. Decidi então que era melhor que eu colocasse algo em minha boca pra garantir que não iria gritar e, de joelhos, segurei o pau de Érico e levei-o à boca, chupando o cabeção como se fosse um sorvete de chocolate. A jeba do desgraçado era tão grande que eu podia segurar na base e ainda levar boa parte dele à minha boca, no mínimo 20cm. Às vezes eu parava de chupar e o batia no rosto e nos meus seios ou simplesmente o masturbava. O safado sorria e eu sorria de volta, esfregando a cabeça do pau no meu rosto. Nunca havia sido tão sacana assim com o Rogério, não sei se pelo fato de seu pênis ser só metade do de Érico ou se porque minha relação com ele era mais romântica, sem todo esse fogo que eu estava experimentando pela primeira vez.
Ele desligou o chuveiro e nos enxugamos. Precisávamos confirmar que Rogério continuava na cama, então tive muito cuidado ao abrir a porta do banheiro. Caminhando até a porta do quarto pude confirmar que ele ainda dormia. Fiz o sinal de positivo e fomos pro quarto do Érico, fechando a porta. Ele tirou a toalha e seu pau sacodia de um lado pro outro, de um jeito engraçado, mas me deixando muito excitada. Outra vez tirei minha roupa e me sentei na cama pra chupar aquele cacetão, que já estava se tornando meu melhor amigo. Logo aquele mandiocão estava duro como uma pedra e Érico me deitou na cama, de barriga pra cima, posicionando sua ferramenta na entrada da minha boceta. Doeu um pouco pra cabeça entrar, mas eu logo me acostumei e aquela dorzinha foi se transformando em prazer, e foi ficando ainda melhor quando ele começou a entrar e sair devagarinho, com minhas pernas nos seus ombros. Minha respiração se acelerava, assim como o ritmo do meu coração. Eu não podia acreditar que estava fazendo aquilo. Meu namorado dormindo a poucos metros dali e eu, no quarto ao lado, o estava traindo com seu melhor amigo e que estava morando conosco às custas da família dele. Eu sabia de tudo aquilo, mas parecia que justamente aquela situação é que me excitava mais, fazendo com que eu não me importasse com nada, gozando repetidamente e molhando a cama e o membro de meu amante com meus orgasmos.
Depois de um tempo ele tirou a vara e me colocou de quatro, dizendo que ia me comer como um cachorrinho. Quando o jagunço entrou eu comecei a me descontrolar e, em meio aos meus gemidos, comecei a dizer besteiras dizendo pra que ele me comesse sem dó, que eu era sua cadela, sua puta, e ele começou a me dar tapas na bunda, socando o pau na minha racha. Eu mordia a fronha pra não começar a gemer mais alto e acordar o Rogério, enquanto ele ia e vinha cada vez mais rápido e forte, me levando ao delírio total. Eu estava totalmente entregue e suplicava pra que ele me tratasse como um brinquedo e fizesse comigo tudo o que bem entendesse.
Foi então que o grande momento estava chegando. Tirando seu pau de novo ele me fez deitar de bruços e, dentro da gaveta, pegou um pote de vaselina. Eu já sabia o que vinha a seguir e cheguei a pensar em dizer não, pois nunca havia feito sexo anal, ainda mais com um cara com um pau daquele tamanho. Mas não consegui dizer não pra ele, então só respirei fundo e ele foi passando o creme na entrada do meu cuzinho e, depois, começou a penetração, bem devagar, colocando primeiro a cabeça, que custou um pouco pra entrar. Abri um pouco mais as minhas pernas e ele foi mexendo seus quadris devagar. Tive que socar a cabeça no travesseiro, caso contrário iam ouvir meus gemidos até na rua. Mas depois fui começando a me acostumar com a sensação, embora seu pau ficasse cada vez mais duro dentro do meu ânus e aquela dorzinha do começo foi se transformando num tesão alucinande. Eu sentia o peito dele nas minhas costas enquanto ele beijava minha nuca e meus ombros, com seu pau entrando e saindo de dentro do meu cu. Ele me colocou de quatro de novo, e logo em seguida de pé, debruçada na penteadeira, e, segurando na minha cintura, foi socando aquela vara monstruosa pra dentro e pra fora, enquanto eu lutava pra não gritar feito uma possessa. Era gostoso, uma delícia, eu não conseguia pensar em outro lugar em que eu gostaria de estar além daquele ou outro cara pra quem eu quisesse dar além do Érico. Eu sentia os sucos da minha boceta escorrendo pela minha perna e molhando o chão do quarto, enquanto suas bolas batiam na minha bunda e ele acariciava meus seios e o meu clitóris. O ritmo das suas estocadas logo aumentou e eu podia sentir que ele não ia se conter por muito tempo e, minutos depois, vi que estava certo. Ele gozou como um louco, despejando toda a sua porra dentro do meu cuzinho. A quantidade de esperma era tamanha que acho que poderia encher um copo grande. Nos abraçamos e nos beijamos com muita intensidade, nossa pulsação estava rápida. Então fomos até o banheiro, tomamos um banho e voltei pra cama com Rogério, e ele pro seu quarto.
Passaram-se os meses e eu continuo trepando com o amigo do meu namorado. Toda vez que Rogério sai sozinho ou quando cai no sono de noite nós aproveitamos pra dar uma daquelas escapadinhas de pegar fogo. Pelo que vi não há nenhuma suspeita, pois o comportamento do meu corninho não mudou. Se depender de mim, as coisas não vão mudar tão cedo, pois minha boceta e meu cuzinho já estão completamente viciados pelo pau do Érico. Como posso dizer, ele se tornou meu melhor amigo nas horas difíceis.


Fim

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