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Erótico-->Uma secretária eficiente(26 de junho de 2002) -- 07/01/2005 - 20:22 (Lorde Kalidus) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos



Os meses haviam sido difíceis na empresa e muitos dos nossos funcionários estavam sendo cortados. Felizmente eu dei a sorte de ser uma secretária muito eficiente e, como fazia o que o patrão gostava, consegui manter meu literalmente suado emprego.
Como de costume, eu e meu marido saímos de manhã cedo para ir trabalhar e, após me deixar na firma, ele vai para seu escritório de advocacia. Tão logo chego vou para minha mesa e passo a manhã digitando documentos enquanto o patrão fica na sua sala resolvendo este ou aquele problema. Quando chega a hora do almoço ele está sempre agitado e estressado, precisando da ajuda de sua secretária pra relaxar. Com isso, assim que o relógio marca meio-dia, levanto e vou até a sala do chefe, que me recebe com o mesmo sorriso de sempre. Embora eu não goste muito da idéia de cornear meu marido trabalhador, tenho que admitir que essas horas extras ajudam a compensar as vezes que ele chega em casa com bafo de pinga depois de passar no boteco com os amigos após o trabalho. E, por que não admitir, as tarefas da hora do almoço chegam a ser até agradáveis.
Assim que entro na sala, ele se aproxima de mim, e eu me mostro receptiva, retribuindo seu sorriso. Ele segura minha cintura e vai logo beijando meu pescoço, tirando minha camisa e levantando o sutiã, passando a mão enorme sobre meus peitos, cujos mamilos já se encontravam enrijecidos e suplicando por uma língua. Logo a camisa já está no chão e o chefinho começa a me mamar, enquanto eu cuido de desabotoar a camisa dele, passando as mãos no seu poderoso tórax, retribuindo os beijos no seu pescoço. Ele se mostra ansioso, como de costume, e levanta minha saia, tirando minha calcinha preta enquanto beija minha barriga, logo passando pras coxas. Não demora muito eu começo a sentir um líquido quente e viscoso escorrer da minha bocetinha e molhar minhas pernas.
Já sabendo do que o patrão gosta, me ajoelho e abro suas calças, de onde salta o membro poderoso, seguramente maior que o de meu marido e tão grande quanto meu ante-braço. Coloco na boca e passo a chupar da raiz até a cabeça enquanto brinco com suas bolas, às vezes parando pra masturba-lo ou bater contra minha boca e meu rosto. O chefe vai ao delírio enquanto brinco com seu pau e peço pra que ele me coma e me deixe ser sua putinha safada e meter tudo em mim. Sem conseguir agüentar muito mais tempo, ele me faz levantar e ficar de bruços, beijando minhas nádegas com delicadeza e ao mesmo tempo fome, enquanto coloca o mastro cavalar na minha fenda úmida, começando a penetração.
O começo sempre dói um pouco, mas os sucos da minha vagina ajudam a lubrificar e deixar tudo mais fácil. Ele segura minha cintura e enfia devagar, entrando e saindo, eu fecho os olhos e mordo e lambo meus lábios, pedindo a ele que enfie a vara sem dó, pra ter coragem, e ele não perde tempo, colocando aquela maravilha com todo vigor. Então se abaixa, encostando o peito na minhas costas e acariciando meus seios enquanto fode minha boceta e beija minha nuca, me comendo como um cachorrão. Eu começo a suar e falar coisas sem sentido, e o chefinho gosta, batendo na minha bunda e me chamando de putinha safada. Eu concordo e peço mais pau, enquanto ele continua a meter a mão na minha bunda e o pau na minha racha.
O entra e sai começa a ficar mais rápido e intenso, e meus gemidos também ficam mais altos enquanto perco a conta dos orgasmos. O chefe sorri, mordiscando minha orelha e me chamando de puta, vadia, safada, eu não respondo porque só consigo me concentrar no fogo que queima meu interior. Não demora muito e o safado tira o pau da minha boceta e, pegando um creme sobre a mesa, passa lubrificar meu cuzinho. Eu engulo seco, já sabendo o que vem a seguir. Mas, ao mesmo tempo, fico ansiosa, pois já me acostumei com a jeba do patrão e sei que ele sabe como meter. E realmente o cavalão não perde tempo, logo enterrando aquele cenourão no meu rabinho. A cabeça, pra variar, custa a entrar, mas o corpo do pau desliza gostoso e eu não demoro a sentir as bolas batendo contra minha bunda. Embora já esteja acostumada, todo dia parece ser a primeira vez que o chefe come minha bunda. Mas logo me adapto à sua arma de grosso calibre e faço pressão com o corpo pra conseguir uma penetração maior. O entra e sai dura um tempão, mas não peço trégua e nem ele quer oferecer. Em pouco tempo, ele goza, enchendo meu cuzinho de porra que, seguramente, encheria um copo grande. Em seguida, nos vestimos e eu saio pra minha hora de almoço, já sabendo que amanhã ia passar por mais uma maratona daquelas e que, por sinal, ia ser muito bom de novo.; ).
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