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Erótico-->O primo Ernesto(26 de junho de 2002) -- 07/01/2005 - 20:25 (Lorde Kalidus) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


O final da aula estava chegando e meu namorado, Alex, estava me levando pra casa. Como sempre, o pessoal estava em volta, muito animado, típicos adolescentes, fazendo piadinhas o caminho todo. Os mesmos comentários sobre o professor que perdeu a cabeça, a roupa de tal mina e assim vai. Enquanto isso eu ficava pensando no meu programa pra essa tarde, quando meus pais iam estar fora trabalhando e o Alex ia estar no treino de futebol. Assim que chegamos na minha casa, ele se despede, e eu logo fico sozinha.
Enquanto preparo o almoço fico pensando no primo Ernesto, que logo deve chegar, e me lembro do último fim de semana em que Alex viajou com o pessoal do time de futebol pra jogar no interior e o primo dormiu aqui, já que meus pais foram pro litoral. Como sempre ele foi ótimo, me proporcionando tudo aquilo que um homem mais velho pode fazer com uma garota de quinze anos. Ele, no auge dos seus 27 anos, já é muito experiente, ao contrário de Alex, que ainda não conseguiu chegar no ponto mais íntimo do nosso namoro. O almoço desce gostoso e limpo a cozinha em pouco tempo. Às 14.30, Ernesto chega em casa, com o mesmo sorriso malicioso, me despindo com o olhar. Eu retribuo e já começo a sentir a calcinha molhada, vendo o gigante que começa a se formar no meio das pernas dele. Eu abro a porta e ele entra, já pronto pra diversão. Eu visto uma calça jeans apertada e uma camiseta, porque ele gosta de ver minha bunda apertada pelo tecido. Assim que fecho a porta ele me agarra, enfiando a língua na minha boca, beijando como só ele consegue fazer. Eu não ofereço resistência, passando a mão em suas costas e no peito, e também no membro palpitante que implorava por uma chupeta.
Ele tira minha camiseta e começa a beijar meu pescoço e acariciar minhas costas e meus seios. Ao mesmo tempo, me dá um tapa na bunda e me chama de puta safada, enfiando a mão no reguinho por cima da minha calça e falando obscenidades no meu ouvido, o que faz meus mamilos se enrijecerem ainda mais:
Quem é o dono dessa bundinha, ele diz sorrindo maliciosamente.
Você, eu respondo, retribuindo o sorriso.
Mas você sabe que isso de dar pra outro cara, sendo que você tem namorado, é coisa de putinha, não sabe? E sabe que você tem que ser castigada por isso.
Sei, sim, eu digo, baixando minha cabeça. Em seguida ele tira minha calça, ao mesmo tempo em que chupa meus seios um a um, me deixando só de calcinha e sutiã. Ele beija meu corpo de cima até embaixo, passando pela barriga, coxas e, então, me vira de costas, beijando minhas nádegas e costas. Eu fecho os olhos e sinto a boca dele na minha nuca, enquanto ele me encoxa e acaricia meus seios com uma mão e enfia a outra na minha boceta.
Eu me viro de novo e tiro a camisa dele, beijando seu tórax bem trabalhado e logo fico de joelhos, encontrando o membro já duro e pronto. Não perco tempo e vou chupando da cabeça até a raiz, às vezes dando um tempo pra descansar a boca e bater uma punheta pro meu gostoso primo. A coisa não pára de crescer na minha mão e eu esfrego contra meu rosto, tentando fazer com que ele fique o mais excitado possível pra me comer com tudo que eu tenho direito.
Não demora e já tirei toda a roupa dele, vendo a pica dura apontando pra mim. Ele me pega nos braços e me leva pro quarto dos meus pais, me colocando sobre a cama, deitada de barriga pra cima e deitando em cima de mim. Ernesto me beija com suavidade e logo parte pro meu pescoço enquanto tira meu sutiã e, logo em seguida, começa a me mamar de novo, depois descendo até minha barriga, beijando cada centímetro do meu corpo até chegar nos dedos dos pés, me virando de bruços de começar tudo de novo até chegar nas minhas nádegas, beijando uma por uma e tirando minha calcinha. Depois disso ele volta a se deitar sobre mim e, enquanto beija minha orelha e minha nuca, começa a me esfregar o pau na boceta. Sentindo que o membro já está prestes a explodir, ele me coloca de quatro, começando a me penetrar, devagar no início.
Ele me segura pela cintura e começa o vai e vem, eu fecho os olhos e apóio os cotovelos no colchão enquanto ele puxa meu quadril pra frente e pra trás. Meus sucos molham seu pau, que entra e sai de mim indo da raiz até a cabeça. Não demora muito e o safado começa a enfiar e tirar ainda mais rápido, apoiando o peito nas minhas costas e acariciando meus seios. Eu não me seguro e começo a gemer mais alto, pedindo pra que ele enfie com coragem aquele pintão grande e grosso dentro de mim. Ele começa a rir, voltando a me chamar de puta safada e a me dar tapas na bunda com a mão grande e calejada. Depois me segura pelos ombros, enquanto mete gostoso em mim, até que finalmente goza, me enchendo de leite.
Paramos pra descansar um pouco. O gigantesco caralho, que me deu tanta diversão, agora estava adormecido. Ficamos abraçadinhos na cama, enquanto eu brincava com o delicioso invasor, às vezes dando uns beijinhos. Enquanto isso, meu primão se recuperava, se preparando pro que vinha a seguir. Mas, com os carinhos que eu fazia, não demorou muito pro bicho ficar duro outra vez e, sem perder tempo, meu animado primo me puxa pra cima dele, me fazendo cavalgar gostoso sua vara.
O sobe e desce dura um tempão. Eu mexo, rebolo, e, pra variar, Ernesto enche minha bunda de tapas, quando não está segurando minhas nádegas com as mãos. Ele aproveita e chupa meus seios enquanto me fode, o que me deixa mais louca ainda. Logo perco a noção das coisas e começo a dizer coisas sem nexo. Eu nem penso no meu namorado. Estava com o pau do primo na racha e não queria saber de mais nada. É uma delicia sentir aquela coisa dura e grande dentro de mim. Ernesto me diz que está vendo o reflexo da minha bunda no espelho e, sempre dominador, me manda levantar e me debruçar na penteadeira, porque ia me comer o rabo. Pensei em negar, já que ele nunca tinha feito isso antes, mas como dizer não pra um pau tão gostoso? Então, ele tirou um pote de vaselina do bolso da calça, colocou um pouco no dedo e passou no meu cuzinho, já colocando a cabeça do pau no lugar certo. Eu peço pra ele ir devagar, ele não responde e eu logo começo a sentir o gigante me arrombando.
Depois que entra a cabeça, eu começo a sentir o corpo do pau e logo as bolas batendo na minha bunda. Dói no começo, mas logo a dor vira prazer. Ernesto começa os movimentos de vai e vem, entrando e saindo do meu cu, enquanto eu procuro mover a bunda da melhor forma possível pra ele não me arregaçar. Que delícia, nunca pensei que pudesse sentir algo tão bom com um cacete tão grande dentro da minha bunda. Ele não consegue agüentar o tesão e começa a meter mais forte e mais rápido, segurando meus ombros e se jogando contra mim, enquanto o pau que já era grande cresce mais ainda dentro da minha bundinha. Depois de um tempo ele goza de novo, esperando até o pau amolecer pra tirar ele de dentro de mim. Preciso pensar em como vou explicar pro Alex o fato de não conseguir sentar direito depois.
Cansados, suados e muito satisfeitos, decidimos tomar um banho antes do Ernesto ir embora. Mesmo depois de dar duas ele ainda se mostra animado, esfregando o pau na minha bunda e me acariciando enquanto me esfrega. Eu me animo vendo o bichão ainda crescido e, disposta a retribuir a tarde maravilhosa, me ajoelho diante do primo e tomo aquele pau gostoso na boca, chupando com vontade, enquanto ele acaricia meu cabelo. Às vezes paro de chupar pra masturbar o primo, que sorri e geme, enquanto eu bato seu pau na minha boca e esfrego no meu rosto e seios. Quando vejo que o gozo vem chegando, começo a chupar de novo, com mais intensidade, até encher minha boca de porra e quase engasgar, engolindo cada gota. Saímos do chuveiro, nos enxugamos e ele se veste e vai embora, dizendo que volta na sua próxima folga. Eu fico no aguardo, ansiosa pra que ele venha logo me visitar e me deixar ser sua putinha safada de novo.
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