Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
43 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 56570 )
Cartas ( 21154)
Contos (12586)
Cordel (9988)
Crônicas (22108)
Discursos (3130)
Ensaios - (8899)
Erótico (13336)
Frases (42988)
Humor (18273)
Infantil (3713)
Infanto Juvenil (2541)
Letras de Música (5461)
Peça de Teatro (1315)
Poesias (137823)
Redação (2909)
Roteiro de Filme ou Novela (1054)
Teses / Monologos (2386)
Textos Jurídicos (1921)
Textos Religiosos/Sermões (4637)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Erótico-->Amante virtual -- 07/01/2005 - 20:32 (Lorde Kalidus) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Mais um dia se apresentava para o trabalho. Como sempre, os minutos pareciam se arrastar enquanto eu continuava levando minha vida de mulher rica e meu marido passava seus dias atado às tarefas típicas de um empresário milionário.; reuniões com clientes, jantares, jogos de golfe e, enquanto isso, eu seguia minha rotina de chás, encontros com outras ricaças e, devido à freqüente ausência de meu marido, muito pouco sexo.
Adolfo era o dono de uma rede de supermercados que herdou dos pais e passa muitos dias viajando pra cuidar dos negócios ao redor do país e, quando volta pra casa, está sempre cansado e dificilmente me dá aquilo que preciso. Como conseqüência disso, nos últimos meses comecei a me sentir solitária e jogada as traças, e alguma coisa parecia sempre me cutucar, dizendo que eu não precisava passar por isso e que havia muitos voluntários lá fora prontos pra resolver o meu problema. Pensando nisso, num dos dias em que o tédio parecia estar me consumindo e não havia absolutamente nada pra fazer, acabei sendo salva por meu computador, num dia em que estava utilizando a internet e acabei entrando em uma dessas salas de bate-papo. Ali, onde várias pessoas se encontravam pra conversar, parecia haver um modo de encontrar aquilo que estava me faltando. Pensando nisso, passei a freqüentar as salas assiduamente.
Durante mais ou menos uma semana conversei com vários homens, todos oscilando entre 25 e 35 anos mais ou menos, mas não consegui encontrar ninguém que me chamasse totalmente a atenção. Foi então que, numa sexta-feira à noite encontrei alguém que finalmente me despertou interesse. Morava também em São Paulo e, pelo que me disse, era de um bairro de periferia. Do jeito que estava cansada de ver ricaços inúteis à minha volta, comecei a pensar em como seria encontrar o sujeito, mesmo porque o jeito como ele falava comigo me excitava bastante. Em pouco tempo de conversa (não contei onde morava ou minha posição social) ele demonstrou bastante desejo, ainda mais depois de ver minha foto. Disse que eu era uma loira gostosíssima e que podia ver o céu nos meus olhos. Tomei isso como um elogio, mas quando ele começou a descrever a forma como gostaria de escorregar nas minhas curvas, comecei a ficar toda derretida.
Combinamos de, então, nos encontrarmos na net todas as noites, já que meu marido dormia cedo e ele voltava do trabalho por volta das nove horas. Depois de uma semana conversando, já estávamos muito íntimos e todos os dias eu pedia pra que ele descrevesse exatamente o que faria caso nos encontrássemos e o que eu lia na tela do computador me deixava tão curiosa quanto excitada. Pedi então pra que se apressasse em me enviar uma foto pra que eu pudesse vê-lo e, se possível, providenciar um encontro o mais rápido possível. Ele disse que ia revelar algumas e que, em breve, ia poder me mandar. Ele só me adiantou que era negro e que tinha por volta de um metro e noventa e pesava por volta de cem quilos, além de ser muito forte por levantar peso. Eu não passava um dia sem imaginar como seria passar uma noite com aquele gigante e passei a me masturbar durante meu banho, sempre pensando nas palavras que lia durante nossas conversas.
Num sábado de manhã, logo depois do café, meu marido havia viajado para o Nordeste e não iria voltar por duas semanas. Me lavei e liguei o computador pra checar meus e-mails e, para minha surpresa, lá estava uma mensagem do Armando (o nome do meu parceiro virtual) com sua foto. Estava numa praia, usando um sungão e deixando seu maravilhoso corpo amostra. Fiquei totalmente pasma quando vi aquilo, nunca poderia sonhar em conhecer tamanha gostosura. Não pensei duas vezes e imprimi a foto, levando-a para meu quarto e, depois de deixar uma ordem para que os empregados não me importunassem, me masturbei furiosamente, imaginando como seria ser possuída por aquela beleza negra que estava na foto. Logo à noite nos encontramos na net e pedi pra que me ligasse. Ele logo telefonou e pude notar a voz grave que possuía. Me arrepiava só de ouvir e, em pouco tempo, ele começou a me dizer exatamente o que faria comigo no dia em que saíssemos juntos e eu, sem conseguir agüentar, acabei tocando outra siririca. Eu estava no quarto e não chamei a atenção da criadagem. Não pensei duas vezes em dizer a ele que queria encontra-lo o quanto antes. Ele concordou e, com muita malícia, disse que ia fazer com que eu tivesse a maior noite da minha vida. Eu nem pensei em duvidar.
Por volta de onze da noite peguei o BMW e saí em direção à Paulista, onde combinamos de nos encontrar. Eu estava usando um minúsculo vestido preto e sapatos de salto alto, pois queria estar bem provocante e não havia necessidade de esconder minhas intenções. Ele devia me esperar em frente ao metrô Consolação e, assim que cheguei lá, não deu outra: lá estava ele, que logo reconheceu meu carro e acenou com um sorriso. Eu parei e, embora não tivesse muito tempo de reparar por não poder ficar parada ali, observei cada centímetro do corpo dele. A foto realmente lhe fazia justiça. Nos cumprimentamos com um beijo rápido, porém profundo, e eu brinquei, perguntando se ele ia conseguir usar a língua de outros modos também. Ele disse que eu não ia me decepcionar e voltei a dirigir, levando meu tesão pra um lugar mais apropriado.
Depois de um tempo andando de carro, chegamos a um motel e eu já não conseguia mais esconder minha ansiedade. A conversa durante o trajeto, sobre assuntos não tão excitantes, desapareceu completamente e, como se quiséssemos economizar energia pra noite que estava começando, ficamos calados até chegarmos no quarto. Lá entrando, não prestei atenção em mais nada e ele nos abraçamos, trocando um delicioso beijo, como eu jamais havia sido beijada antes. E enquanto sua língua percorria minha boca e se enroscava com a minha, eu podia sentir suas mãos acariciarem minhas nádegas e meus seios e logo sua boca desceu até meu pescoço, que dividia seus beijos com minhas orelhas, onde ele também enfiava a língua deliciosa.
No instante seguinte ele passou a tirar meu vestido enquanto eu tirava sua camisa, podendo ver que tórax poderoso possuía. Ele sorriu, passando a mão nos meus seios, e levantou meu sutiã, passando a língua em meus mamilos já duríssimos, e começando a mamar um por um, enquanto acariciava minhas nádegas e costas. Eu passava a mão em suas costas enormes e aproveitei para acariciar no meio de suas pernas, sentindo que algo enorme me esperava por lá, o que me fez engolir seco, mas ao mesmo tempo aumentou minha vontade, tanto que pude sentir um calor crescer debaixo da minha calcinha. Ele então tirou meu sutiã e, no instante seguinte, se ajoelhou, beijando carinhosamente meu umbigo e tirando minha calcinha, enterrando a língua muito experiente na minha boceta.
Passei a rebolar vagarosamente, e ele acariciava minhas coxas enquanto enterrava aquela língua maravilhosa na minha fenda, já quente e molhada. Eu gemia, e pedia mais, passando a delirar e dizer que eu precisava senti-lo todo dentro de mim, que nunca ninguém tinha feito aquilo comigo, então ele me virou e continuou lambendo minha bocetinha, parando pra me dar um beijo na bunda, seguido de uma mordidinha, que me deixou ainda mais louca. Sentindo que agora era minha vez, tirei a calça daquela obra de arte em forma de homem e soltei um grito de admiração quando vi uma verdadeira cobra saltando pra fora, já dura e pronta pra consumir cada centímetro do meu interior. Me ajoelhei diante de Armando e passei a lhe bater uma punheta, ao mesmo tempo em que chupava e observava o membro descomunal. Minha boca ia da cabeçona até a raiz, enquanto eu acariciava suas bolas e olhava para ele, que sorria ao ver meu espanto diante do tamanho da vara. Tinha seguramente mais de vinte centímetros e a de meu marido, perto daquela, parecia uma minhoca adormecida. Eu passava sua escopeta no meu rosto e o masturbava entre meus seios, notando que o bicho crescia ainda mais. Queria provoca-lo o máximo possível pra aproveitar o máximo aquela noite. Afinal, eu esperei por aquilo durante semanas.
O negão me pegou nos braços e me colocou na cama, de bruços, passando a beijar meus pés, minhas coxas, nádegas... ia subindo devagarzinho, como se soubesse que eu estava ali totalmente entregue e submissa, pronto pra ser comida por ele de tudo que é jeito. Ele começou então a beijar minhas costas e, ao mesmo tempo, já encostou aquele monstro de pau na entrada da minha boceta e ia se ajeitando enquanto beijava minha nuca e meus ombros. Eu fechei os olhos e procurei relaxar o máximo, pois nunca tinha abrigado um troço daquele tamanho. Mas, o que foi um susto no começo, acabou sendo um alívio, pois, assim que a penetração começou, eu fui às nuvens, lambendo meus lábios, e ele ia pra frente e pra trás, enfiando aquele cacetão duro e grosso bem devagar, enquanto sussurrava no meu ouvido que ia me fazer ver estrelas, que eu ia gostar muito daquilo e ia voltar pra mais, e eu concordava, gemendo baixinho, e pedindo pra que enfiasse sem dó aquilo que havia virado meu instrumento de prazer.
Me movendo mais uma vez, fiquei de quatro e ele continuava metendo, e eu gemia ainda mais alto, gritando coisas como “me come, meu negão pintudo, enfia essa jeba monstruosa em mim.” Nem acreditei que estava dizendo aquelas coisas, já que nunca havia feito aquilo com meu marido. Ele ria e me dava vários tapas na bunda com a mão calejada, às vezes encostando seu peito nas minhas costas e acariciando meus seios, enquanto eu fazia pressão com meu corpo pra enterrar seu pinto ainda mais em minha fenda. O safado realmente sabia como agradar uma mulher. Pouco tempo depois ele gozou eu pude sentir seu leite inundando meu ventre. Um calor alucinante tomava conta de mim, jamais havia experimentado tamanha quantidade de esperma sendo despejado dentro do meu corpo.
Depois de gozar, a bazuca de Armando ficou mole, mas ainda assim tinha um tamanho respeitável. Nos deitamos um do lado do outro e dei um tempo pra ele se recuperar, enquanto acariciava sua ferramenta. Conversávamos pouco, uma brincadeirinha aqui e outra ali, acho que ele estava na mesma situação que eu, querendo logo recomeçar nosso joguinho que, pelo visto, ia durar a noite toda. Diante da visão do descomunal cacete, não me contive e passei a beija-lo, desde as bolas, passando pelo corpo até o cabeção. E, como era de se esperar, não demorou muito pro bichão ficar duro outra vez.
Armando estava realmente em brasa, e logo veio pra cima de mim, me colocando na posição papai-mamãe e, enquanto enterrava o membro em minha caverninha, chupava meus seios com habilidade, logo depois parando pra me abraçar forte e iniciar uma penetração mais violenta, enquanto beijava e mordia selvagemente meu pescoço. Eu gritava coisas sem sentido, virava os olhos, gemia feito uma histérica, acariciando suas costas largas e cruzando minhas pernas ao redor de sua cintura, puxando seu corpo e forçando uma penetração mais profunda. Ele então ergueu seu tronco e me puxou, sentando na beirada na cama pra, logo em seguida, passar a me comer de pé. O doido me jogava pra cima e pra baixo como se eu fosse uma boneca, depois me abraçou e pude sentir seu peito de encontro ao meu, suas mãos em minhas nádegas e suas estocadas violentas. Nos beijávamos com fúria e eu beijava seu pescoço, dizendo obscenidades em seu ouvido, dizendo pra que ele me fodesse com gosto e que eu ia ser sempre sua putinha. Ele começou a estocar mais rápido e, então, me encheu de leite mais uma vez.
Decidimos dar um tempo e tomar uma ducha pra recuperar as forças. O danado me abraçou por trás e esfregava o pau na minha bunda enquanto me passava sabonete pelo corpo. Logo pude sentir meu fogo aceso mais uma vez e, pelo visto, não ia demorar muito até que o instrumento do meu amiguinho estivesse de pé de novo. Saímos do banho e voltamos pra cama, mas, antes que eu me deitasse ele me puxou e me abraçou, alojando aquela língua gostosa dentro da minha boca, enquanto acariciava minhas nádegas e eu passava as mãos na suas costas e no seu apetitoso traseiro. Depois, ele me afastou e me fez debruçar na mesa que havia no quarto e ficou de joelhos, beijando minhas coxas e passando a língua com vontade na minha fenda, me levando de novo ao delírio. Ele ficou de pé, então, me abraçou por trás e acariciou meus seios, me pedindo pra comer minha bundinha. Eu engoli seco porque sabia que a coisa ia ficar feia. Pensei em negar, pois nunca tinha feito sexo anal, mas como dizer não pra um cacete tão maravilhoso e que estava me proporcionando a melhor noite da minha vida? Expliquei isso a ele e, na mesma hora, ele tirou um pote de vaselina de dentro da calça, e eu brinquei, dizendo que, pra agüentar aquele colosso, ia precisar de dois potes daquele.
Me sentei na beirada da cama e comecei a masturbar Armando, e aquela monstruosidade ia crescendo na minha mão. Logo estava pronto, e eu o observava com gula e um certo medo. Então, me debrucei de novo na mesa, enquanto ele lubrificava meu cuzinho pra, logo em seguida, pousar a cabeça do pau na entrada. Eu pedi pra que fosse devagar, pois eu ia precisar estar bem aquecida pra agüentar tudo aquilo. Ele disse que tudo bem, e, pouco a pouco, iniciou a penetração.
A cabeça doeu, mas o resto entrou mais fácil. Eu relaxava o corpo e, graças a vaselina, o mastro deslizava pra dentro e pra fora, enquanto Armando apoiava as mãos nos meus ombros. Ele ia e vinha, da cabeça até o saco, e logo pude sentir seus testículos batendo na minha bunda. Doía, mas doía gostoso. Aos poucos fui me adaptando àquela arma de grosso calibre e empurrava o corpo pra trás pra conseguir uma penetração maior, implorando a Armando pra que metesse mais. Em poucos minutos, já havia me acostumado, mas ainda assim gemia alto, suplicando pra que me comesse o rabo com gosto, dizendo que ele era o homem mais gostoso do mundo e que meu bumbum seria só dele. Pude então sentir que a coisa, que já era grande, crescia ainda mais dentro do meu cuzinho. E ele passou a entrar e sair ainda mais rápido, e eu gritava, gemia, pedia mais, e ele voltava a cobrir minha bundinha de tapas com sua mão enorme, rindo, me chamando de puta, vadia, e eu dizia que sim, que eu era uma puta e ele tinha o melhor cacete do mundo. Meu anelzinho começava a arder, eu começava a chorar mas ele continuava socando a vara em mim, até que finalmente gozou. Seu pênis começou a amolecer e ele foi tirando devagar, enquanto o esperma escorria do meu ânus, agora escancarado. Ele, vendo com eu estava, sorriu e me abraçou, me levando até a cama. Me deitei de bruços e ele beijou e acariciou meu traseiro, me mimando até cairmos no sono.
Acordamos no dia seguinte por volta das dez. Tomamos um novo banho e nos preparamos para ir embora. Como prova de meu agradecimento pela noite maravilhosa, me sentei na beirada da cama enquanto Armando ficava de pé e lhe fiz uma deliciosa chupeta, sentindo mais uma vez aquele volume duro e grande em minha boquinha. Fui obrigada a engolir todo seu esperma pra não engasgar quando seu gozo veio. Em seguida, nos vestimos e fomos embora.
Deixei meu amiguinho no metrô Consolação, onde nos encontramos e, até hoje, continuamos nos vendo toda semana. Espero que isto demore pra acabar, pois o que eu mais quero é aproveitar cada momento de cada noite que passarmos juntos.
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Seguidores: 1Exibido 1427 vezesFale com o autor