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Poesias-->AMOR ERRANTE -- 27/11/2010 - 21:39 (GERMANO CORREIA DA SILVA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


AMOR ERRANTE
(Por Germano Correia da Silva)



Nosso amor seguiu por mil rumos errantes
Sem nos determinar o seu ponto de partida
E sempre que pretendíamos levá-lo adiante
Ele nos punha de volta num beco sem saída


Vivíamos tais quais dois órfãos sem guarida
Relutando por uma união muito inconstante
Nosso amor seguiu por mil rumos errantes
Sem nos determinar o seu ponto de partida


Nenhum de nós merecia um amor itinerante
Que deixasse em noss’alma uma forte ferida
Quiçá, precisássemos vivê-lo a todo instante
Sem sentirmos o amargor de uma despedida
Nosso amor seguiu por mil rumos errantes


 


Comentários

Juliana Guidi  - 04/12/2010

Esses amores errantes corroem-nos. Gostei muito da poesia.

Tereza Franco  - 28/11/2010

Caramba!! Que amor é esse que só machuca? Não tá na hora de rever os conceitos?

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