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Roteiro_de_Filme_ou_Novela-->ADEUS À INOCÊNCIA - CAP. 70 -- 01/11/2015 - 00:22 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
ADEUS À INOCÊNCIA - CAP. 70

ÍNDICE
Capítulo(01) Capítulo(02) Capítulo(03) Capítulo(04) Capítulo(05) Capítulo(06) Capítulo(07) Capítulo(08) Capítulo(09) Capítulo(10) Capítulo(11) Capítulo(12) Capítulo(13) Capítulo(14) Capítulo(15) Capítulo(16) Capítulo(17) Capítulo(18) Capítulo(19) Capítulo(20) Capítulo(21) Capítulo(22) Capítulo(23) Capítulo(24) Capítulo(25) Capítulo(26) Capítulo(27) Capítulo(28) Capítulo(29) Capítulo(30) Capítulo(31) Capítulo(32) Capítulo(33) Capítulo(34) Capítulo(35) Capítulo(36) Capítulo(37) Capítulo(38) Capítulo(39) Capítulo(40) Capítulo(41) Capítulo(42) Capítulo(43) Capítulo(44) Capítulo(45) Capítulo(46) Capítulo(47) Capítulo(48) Capítulo(49) Capítulo(50) Capítulo(51) Capítulo(52) Capítulo(53) Capítulo(54) Capítulo(55) Capítulo(56) Capítulo(57) Capítulo(58) Capítulo(59) Capítulo(60) Capítulo(61) Capítulo(62) Capítulo(63) Capítulo(64) Capítulo(65) Capítulo(66) Capítulo(67) Capítulo(68) Capítulo(69)

-- O que essa cadela estava fazendo com você lá fora? -- pergunta ela, com os olhos incendiados de tenebrosa fúria.
-- Vai! Diz pra ela – disse Luciana em tom provocativo, entrando e indo em direção à cama.
-- Dizer o quê? – indagou minha prima, assustada, como quem espera ouvir algo terrível; talvez mais terrível do que aquela que Jasão teve de ouvir sobre os filhos.
Indeciso, fiquei calado por alguns instantes, avaliando se mentiria ou lhe contaria toda a verdade. Por alguns instantes cheguei a pensar em dizer-lhe apenas que estava transando com a outra, afinal isso já não lhe era mais segredo, contudo, optei por não lhe esconder nada. Ainda mais por se tratar de minha prima, a pessoa com a qual eu mais poderia contar na luta contra a tirania de Luciana.
-- Vem cá – peguei-a pelo braço, – que eu te conto – acrescentei puxando-a para longe.
Embora Marcela estivesse dormindo, ela poderia acordar de repente e ouvir minhas revelações, revelações que eu procurava a todo custo esconder-lhe. Sabia que mais cedo ou mais tarde teria de lhe contar tudo, mas procurava adiar esse momento ao máximo na esperança de surgisse um momento mais propício.
-- Ela te obrigou a transar com ela, não foi? -- insistiu alguns metros depois.
-- Foi?
-- Eu sabia. Vi a cara dela, daquela puta. E aí ela queria que você me contasse só pra me provocar. Aí, como eu odeio aquela vagabunda!
Por alguns instantes, eu fiz silêncio. Ainda continuava em dúvida se realmente deveria lhe contar sobre a gravidez. Ana Paula por sua vez, depois de uma breve pausa, continuou:
-- Se ela pensa que isso vai ficar assim, tá muito enganada. Nem que eu tenho que quebrar as pernas dela pra ela não andar mais, mas vou fazer ela parar de te obrigar a ficar fazendo essas coisas com ela. Eu me junto com a Marcela. Ela não gosta daquela vadia mesmo! E aí a gente pega ela. Aí eu quero ver. Ela não pode contra nós duas. Vamos quebrar ela todinha.
Enquanto minha prima continuava a falar, afastávamos.
Súbito, parei e, olhando-a nos olhos, falei:
-- Preciso te contá outra coisa.
-- O que foi que ela fez dessa vez?
-- Ela disse que tá grávida.
-- O quê? Grávida!? Como assim?
Ana Paula parecia ter visto um fantasma. De um momento para outro sentiu-se derrotada, impotente e seus olhos murcharam. As lágrimas vieram quase instantaneamente.
Dei um passo, abracei-a e sussurrei:
-- Ela disse que tá esperando um filho meu. Mas num sei não. Acho que ela tá mentindo – Aliás, disse a última frase tanto para confortá-la como para mostrar que eu mesmo não queria acreditar em Luciana. De mais a mais as lágrimas de minha prima feriam minha alma a ponto de sentir um profundo ódio por Luciana.
Um rio correu-lhe pelo rosto, molhando-me o ombro e escorrendo dorso abaixo. Ao não saber o que fazer para confortá-la, deixei-a chorar por alguns instantes.
Embora eu fosse muito novo para compreender que o tamanho de suas lágrimas era proporcional ao tamanho de sua dor, não me foi difícil concluir o quanto aquela revelação a fazia sofrer. Aliás, eu não compreendia o seu sofrimento e achava que aquelas lágrimas eram apenas fruto do ciúme da outra, já que era obrigada a me aceitar nos braços de sua inimiga sem ter como impedir. Felizmente seu ódio não era fruto da paixão, porque nesse caso não poderia ser apaziguado.
-- Não fica assim! Vai! Pára de chorar – pedi, beijando-a delicadamente na face.
-- Ah, mas eu vou acabar com ela. Vou matar aquela vadia! Você vai ver só – ameaçou, denotando uma convicção que eu ainda não tinha visto nela. -- Ou eu acabo com ela ou não me chamo Ana Paula.
-- Vai ver que ela só tá fazendo isso pra arrumar mais briga. Ela sabe que assim ocê vai ficá com mais raiva dela – acrescentei, tentando desencorajá-la de cometer uma besteira.
-- Mais uma razão pra eu acabar com ela. Se a gente não fizer nada contra ela, vai ser pior. Ela vai transformar a vida da gente num inferno.
Apesar de não chorar tanto quanto antes, vez ou outra uma lágrima escorria-lhe pela face.
-- Eu sei que ela num vale nada e só quer que a gente brigue uns com os outros. Ela quer que você e a Marcela fique com raiva de mim porque assim a Marcela não vai querer nada comigo. Mas a gente não pode entrar no jogo dela. Se você tentar se vingar, pode se dar muito mal. Pra isso a gente teria que se unir e fazer tudo juntos.
-- Mas e só a gente se juntar. Eu você e a Marcela e pegar ela e amarrar ela numa árvore e pronto! Ela não vai poder fazer mais nada contra a gente.
-- Eu sei. Mas a gente não vai poder manter ela amarrada para sempre. Ela não pode dormir no sereno e vai ter que comer, beber água e tomar banho. E como a gente vai fazer isso? Vamo ter que cuidar dela que nem um cachorro.
-- Ela já é uma cadela mesmo! A gente põe comida e água pra ela e ela se vira. E dormir no relento não faz mal. A gente dormiu quando a gente chegou aqui e ninguém morreu.
-- Eu sei. Mas a gente não pode tratar as pessoas como animais. E se ela conseguir fugir? Vai se vingar da gente.
-- Então a gente mata ela. Assim a gente não precisa se preocupar com ela. Ando doida pra fazer isso mesmo!.
-- Mas isso é um crime. É um pecado mortal. Nem pense numa coisa dessas!
-- E você pensa que ela num faria isso? Se ela soubesse que a gente andou fazendo, me mataria na hora. Ela é louca. Se a gente não tomar cuidado, qualquer dia um de nós vai amanhecer morto. Então, ela que morra! Vai ser até melhor. Assim só fica eu, você e a Marcela.
Pela segunda vez, Ana Paula jurava Luciana de morte. E fazia isso sem demonstrar temor, como se a Luciana não fosse um ser humano como ela.
-- Não. Você num vai fazer isso. Já te disse que ela pode tá falando que tá grávida só pra fazer intriga e me obrigá a obedecer ela. É melhor a gente esperar uns dias, antes de fazer qualquer coisa. Quem sabe até lá a gente já vai ter saído desse inferno.
-- Mas não foi vocês mesmo que disse que eles já parou de procurar a gente?
De fato era verdade. Até então, Ana Paula fora a mais esperançosa quanto a nossa saída daquela ilha, contrastando como a opinião minha, de Luciana e da Marcela de que as autoridades já teriam nos dado como mortos e desaparecidos e portanto desistido de nos procurar. E como já faziam mais de dois meses desde aquele terrível acidente, até nossos pais teriam desistido. Mas nem minha prima acreditava mais no nosso resgate, o que me fazia perder o último fio de esperança. Eu não compartilhava da opinião de Luciana, que chegara a dizer que estávamos presos ali para sempre e nuca mais veríamos nossos entes queridos.
-- Eu sei, mas algum dia alguém vai aparecer aqui. Aí a gente vai poder sair.
-- Só que até lá aquela vadia já vai ter me matado e a Marcela também.
-- Não. Ela não vai fazer isso. Eu não vou deixar.
-- Você não vai poder fazer nada. Ela te domina. Faz o que quer de você – declarou, convicta do que dizia.
-- Não, num é bem assim. Só deixo ela me dominá pra que ela não se vingue d`ocêis. Faço isso pra proteger ocê e Marcela. Só por isso. Por isso num faça nada por enquanto. Vamo ter certeza primeiro. Aí, se ela tiver grávida mesmo, a gente pensa o que fazer – insisti, afagando-lhe os cabelos e lhe dando beijinhos nas duas faces.
Ana Paula assentiu, tornando a encher os olhos de lágrimas. Abracei-a fortemente e confessei-lhe:
-- Se num fosse você aqui, não sei o que já teria feito. Acho que já tinha matado ela. Mas se ela tentar te machucar, pode ter certeza que faço na hora. Enfio a lança na barriga dela até vazar do outro lado ou dou uma flechada nela. Ela que tenta pra ver! -- Imaginando Ana Paula em perigo, deixei escapar tais ameaças.
Essas palavras causaram-lhe uma completa miunça de espírito. Súbito, Ana Paula deu um sorriso, enxugou as lágrimas com as costas da mão e meio que sem jeito, aproximou-me os lábios e deu-me um rápido beijo.
Não posso afirmar se ela fez isso por instinto ou com o intuito de me agradar. Posso dizer apenas que não se tratava de paixão ou algo parecido. Talvez minhas palavras tenham lhe causado algum tipo de consternação e ela se sentiu na obrigação de me recompensar de alguma forma meu sacrifício por ela. É uma explicação. Por outro lado, mesmo que sua intenção fosse me agradar, ela só o fez porque aquilo também lhe agradaria e lhe causaria prazer.
Confesso ter ficado surpreso com aquele beijo inesperado. E se eu não tivesse transado com Luciana cerca de meia hora antes, muito provavelmente eu a teria agarrado e levado os lábios até os seios dela ou até mesmo escorregado uma das mãos que a enlaçava pelas costas e deslizado-a pelos meios das pernas dela enquanto sucumbia a uma grande excitação. Contudo, isso não ocorreu. Foi Ana Paula quem tomou a iniciativa e, ainda abraçada a mim, desceu uma das mãos e pegou-me o falo encolhido, acariciando-o em seguida.
Ela olhou nos meus olhos e, sorrindo um sorriso meio tímido, acabou perguntando:
-- Você gosta mais de fazer comigo ou com aquela vadia?
Apesar de ser um garoto, o instinto masculino falou mais alto e acabei dizendo a verdade, confessando que era com ela. E mesmo que não fosse, eu teria agido como qualquer outro homem nas mesmas circunstâncias e mentido. Aliás, qual homem confessaria para uma mulher com a qual se deita que prefere outra ao invés dela? Homem nenhum faria isso, porque a magoaria profundamente e dilaceraria sua pobre e jovem alma. Certamente ela experimentaria uma dor tão intensa quanto foi aquela que sentiu ao concluir que seu pai estava morto. Somos ensinados desde pequeninos a não mentir, mas há casos em que a mentira é benéfica e poupa o outro de um sofrimento desnecessário. Nem toda mentira é ruim e prejudicial.
Contudo, dizer que não senti prazer com Luciana seria mentir deslavadamente. Mas não admitir ter descoberto em Ana Paula um prazer que Luciana jamais seria capaz de me proporcionar também era faltar com a verdade. Porque, sob o julgo dos instintos, eu sentia prazer tanto com uma quanto com a outra. Mas não havia com transar com Luciana e esquecer completamente de estar fazendo aquilo porque ela me persuadia e muitas vezes me obrigava. Com Ana Paula, por outro lado, fui eu quem a seduziu e até a obrigou a se entregar a mim num primeiro momento; mas sem as duras ameaças com as quais Luciana me deixava sem escolhas e eu tinha de praticá-los sem a menor vontade, o que para um homem é muito mais difícil.
E muito provavelmente a falta de ameaças foi a razão pela qual eu acabei ficando excitado muito rápido, o que deixou Ana Paula satisfeita.
-- É. Acho que ele gosta mais dela – disse minha prima, referindo-se à sua vulva.
-- Ela e mais apertada – deixei escapar.
-- E isso faz diferença?
-- Faz. Acho mais gostoso – confessei.
Estávamos longe o suficiente da cabana para não sermos vistos, mas mesmo assim sugeri-lhe nos afastarmos mais. Ela assentiu e corremos de mãos dadas até o ponto onde transamos da última vez. Ali, deitados na areia, trocamos caricias e beijos por alguns minutos como fazem os casais nessas horas. Caricias essas com a finalidade de excitar um ao outro ao máximo. E quando essas caricias já não tinham mais razão de ser, penetrei-a e os movimentos dos meus quadris cumpriram o seu papel.
Minutos depois, ainda sobre ela, esperando readquirir as forças, asseverei-lhe mais uma vez:
-- Ela num vai fazê nada contigo. Eu nunca vou deixá. Se ela tentar, te juro que quebro ela. Deixo ela toda arrebentada. Pode ficar despreocupada.
-- Eu sei. Mas ela que tente se meter comigo pra vê só. Mesmo que ela teje prenha que nem uma cadela, eu mato ela – tornou a ameaçar, mas agora sem aquela raiva de antes.
-- Eu já te pedi e vô pedi mais uma vez. Não faça nada com ela. Não arrume motivo pr`ocês brigar. Faz isso por mim. Você num vai se arrepender – acrescentei, mergulhando-lhe mais uma vez, em tom de brincadeira, os quadris no meio das pernas.
-- Ta bom. Mas se a gente não sair logo daqui, a gente vai ter que matar ela.
-- Matar?
-- Isso mesmo! Vai chegar uma hora que a gente vai ter que fazer isso. Eu não suporto olhar pra cara dela e sei que ela também me odeia. Então vai ser ela ou eu. Quem você prefere?
-- Se eu tiver que escolhê, claro que prefiro que ela morra. Mas não quero pensar nisso. É até um pecado ficar pensando nisso, em matar alguém.
-- Eu preferia não ter que fazer, mas sinto que a gente vai ter que fazer. Er não vai demorar. Vou falar com a Marcela e ver o que ela acha.
Ergue a parte superior do dorso num supetão e, olhando-a nos olhos, inquiri-la:
-- Você vai contar pra ela?
-- Sobre o que a Luciana faz contigo?
-- Tudo.
-- Não. Sobre a gente ainda não. Mas sobre a Luciana sim.
-- Mas eu não quero que ela saiba.
-- Mas ela vai ter que saber – insistiu Ana Paula mantendo seus olhos nos meus. Seus braços continuavam a me enlaçar o pescoço, impedindo-me de sair de cima dela. -- Pode deixar eu que sei como contar. Vou dizer que ela te obrigou a transar com ela senão ela ia matar nós duas: eu porque não gosto dela e ela porque você gosta dela. Marcela vai entender. Não vai ficar com raiva de você.
-- Eu gosto dela. Queria poder abraçar e beijar ela – confessei, lembrando da vez em que beijei Marcela, pouco depois de nossa chegada àquela ilha.
-- E fazer isso com ela também – acrescentou.
Sem graça, fiquei vermelho e não encontrei palavras para responder. Por alguns instantes, fiquei mudo. E vendo meu embaraço, Ana Paula me socorreu:
-- Eu sei que se não fosse por causa da Luciana, você já teria feito isso com ela. E mesmo que ela não quisesse no começo, a gente tá sozinho aqui nessa ilha, ela já teria deixado. Ela gosta de você. E quando a gente tiver dado um jeito naquela cadela, você vai poder fazer isso. Já pensou nisso?
-- Não. Ainda não – menti. Por mais de uma vez eu já tinha aventado essa hipótese, mas o fato de ter de provocar a morte de alguém para alcançar meus objetivos me fazia recuar. Desde a nossa chegada àquela ilha eu passava, assim como as meninas, por uma grande transformação e vinha praticando atos que, se não fosse por estarmos presos naquela ilha, eu jamais praticaria. Mas cometer um crime estava muito além de minha capacidade.
-- Já pensou só você, eu e ela aqui? Nós três vivendo juntos, se a gente não sair daqui? A Marcela é minha amiga e não vai ficar com ciumes de mim. Vai dividir você comigo. A gente pode ser suas duas mulheres…
-- Deixe de besteira – interrompi. -- Vai, vamos levantar e voltar! Senão daqui a pouco aquela louca pode acordar e vim atrás da gente. Já pensou se ela me pega assim, deitado em cima de você? Vai saber na hora o que a gente acabou de fazer. Vai ser o nosso fim.
-- Bem que eu ia gostar de ver a cara dela. Por isso a gente tem que dar um fim nela, antes que ela descubra.
-- Já disse: ainda não!
Levantei. Ana Paula por sua vez levou a não ao meio das pernas e passou os dedos na vulva, melando-os. Em seguida, aproximou a mão do nariz e a cheirou. Súbito, deixou escapar:
-- Não sei porque esse troço que sai do teu pinto tem um cheiro tão esquisito!
Não lhe dei corda. Disse-lhe apenas para se levantar logo e irmos tomar um banho antes de retornar para a cabana.


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