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Poesias-->NATINHA, MINHA MÃE. (MARLUCI RIBEIRO) -- 10/11/2011 - 09:04 (Ana Zélia da Silva) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos








NATINHA, MINHA MÃE. (HOMENAGEM PÓSTUMA)
MARLUCI RIBEIRO

Não foi só um carrinho desgovernado,
Foram vidas tiradas do trilho...
Sentimentos fraturados,
Dias infindos, sem brilho.

A esperança de retorno materno?
Foi-se... Debalde...
Ela ora nos vigia, em seu sono eterno,
Ao largo, no arrebalde.

Onde está, mãe querida,
Em seu silêncio forçado?
Cura, pois, essa ferida
De não a ter mais ao meu lado!

Descansa, então, onde esteja
(Livre de dor e percalço).
Prossigo eu, na peleja,
Sem contar com seu abraço.

Deus não quis que chegasse
A comemorar seus oitenta.
Permita-me então que passe
Essa saudade que atormenta!

Mas os dias passarão
E, com eles, talvez, as chagas.
Restando, assim, a emoção
De um dia revê-la, em outras plagas.

Vai, mãe amada,
Amar de longe e mais ainda!
Serei sempre sua filha mimada
Que a queria sempre por perto,
De braços abertos,
Sorridente e tão linda!
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
P.S.: Homenagem póstuma à minha mãe, Natividade Ribeiro de Oliveira, que desencarnou no dia 7/11/2011,

vítima de um acidente no Araguaia Shopping, em Goiânia.


Nota- É com pesar que publico o poema da poetisa Marluci Ribeiro, em homenagem à sua querida Mãe. Que Deus a conforte e aos familiares.

A vida é tão curta e os acidentes muitas vezes por negligência de tantos, tiram um bem precioso, a vida e deixam tantos órfãos. Deus os conforte. Ana Zélia



 

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