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Erótico-->O DIÁRIO DE ANA CARLA - III -- 07/06/2005 - 20:34 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O DIÁRIO DE ANA CARLA - III


Segue abaixo a continuação do DIÁRIO DE ANA CARLA. Para ler a parte anterior clique AQUI


Sexta-feira, 25 de novembro

Ele disse que qualquer dia desses vai me levar até sua casa. Disse que vai me levar quando os pais dele não estiverem. Eu disse que adoraria ir. Quero conhecer o quarto dele, sentar na cama onde ele dorme, abri o seu guarda-roupa e xeretar em tudo. Espero que não encontre nenhuma foto das ex-namoradas dele. Se eu encontrar eu juro que jogo fora!
Fiquei tão empolgada com a idéia de ir à casa dele, que acho que ele deve ter notado.
Hoje nos vimos por pouco tempo. Ele me levou para tomar sorvete. Depois ficamos um pouquinho no nosso Anexo secreto e eu vim embora. Não podia demorar porque minha mãe tinha saído e eu precisava chegar antes dela.
Ficamos de nos encontrar amanhã e passar um tempão juntos.

Sábado, 26 de novembro

Passamos a tarde juntos hoje. Ele me levou ao cinema. Ah! Como foi gostoso ficar no escurinho com ele! Ficamos bem lá no fundo, onde quase não havia ninguém, onde a gente podia se beijar o quanto quisesse.
Foi o lugar onde me senti mais à vontade. Ele me disse que não ia ter ninguém nos olhando, pois as pessoas ia estar prestando atenção no filme e não em quem estava no cinema. E logo no começo do filme percebi que ele estava com a razão.
Nunca havia ficado tão excitada quanto fiquei hoje. Eu estava usando uma blusinha de alcinha e mini-saia. Essa roupa deixou ele doidinho, pois meus peitos pareciam maiores e ficavam aparecendo. Eu percebi desde o momento em que nos encontramos que ele não tirava os olhos dos meus peitos. Não foi por acaso que ele comentou no ônibus bem baixinho no ouvido: “seus peitinhos lindos... e estão me fazendo perder a cabeça...”. Dei um sorriso e sussurrei no ouvido dele: “Você é muito tarado, sabia?”. Ele respondeu: “É você quem me deixa assim...”.
O filme nem tinha começado direito e a gente já estava se beijando como um casal apaixonados. Nos beijamos sem medo, sem temor algum de que algum conhecido pudesse nos ver. Não ligávamos nem mesmo para os dois casais que estavam sentados bem na nossa frente.
Em dado momento, quando paramos de nos beijar um pouco e resolvemos prestar atenção ao filme, ele começou a alisar com as pontas dos dedos minhas coxas. Aquilo foi me deixando excitada, cada vez mais excitada... Ele deve ter percebido isso, pois passou alisar cada vez mais para cima.
De repente os dedos dele já tocavam na minha calcinha branca. E depois ele foi passando aqueles dedos, escorregando eles para baixo, em direção a minha xana. Eu fiquei tão excitada, tão fora de si, que não consegui prestar atenção ao filme. Lembro que fechei os olhos e deixei que ele me acariciasse. Estava sentindo algo que nunca havia sentindo em minha vida, uma coisa tão maravilhosa que nem sei como escrever. Então por que eu ia querer parar? Ele não estava fazendo nada demais, só me acariciando.
Eu não sei direito o que se passou. Eu me lembro que virei a cabeça para trás, e fiquei me contorcendo. Meus olhos estavam fechados. Ainda bem que estávamos na última fileira e não havia ninguém do nosso lado.
De repente eu senti o dedo dele entrar pela perna e ir por baixo da calcinha até minha xana. Tive a sensação de que ele ia enfiar o dedo em mim. Aí eu despertei, como de um sonho, e mandei ele tirar a mão., e falei meio brava para ele não fazer mais aquilo.
Não sei se ele ia enfiar o dedo em mim, mas agora acho que ele só queria me acariciar. Só que naquele instante, talvez por causa da surpresa, senti medo. Justo no momento em que estava mais gostando! Parecia que eu estava flutuando, andando no meio das nuvens. Se ele não tivesse me assustado, eu não sei o que teria acontecido. Talvez aquilo que minha colega disse que acontece com ela quando ele começa s se acariciar sozinha durante o banho.
Mas ele não tem jeito mesmo! Ficou quieto por algum tempo, mas depois começou a me acariciar de novo. Falei novamente para ele não por mais a mão lá que eu não queria. Então ele perguntou se podia tocar meus peitos. Fiquei meio sem jeito, mas acabei dizendo: “Só um pouquinho”.
Ele até que me obedeceu. Acariciou discretamente meus peitos e depois parou. Mas não por muito tempo. Quase no final do filme, ele começou novamente a acariciar meus seios. Começou como não queria nada, e quando me dei conta, ele havia virado de lado, para me encobrir do casal que estava há umas cinco cadeiras do nosso lado, e com a maior cara de pau abaixou a alça da minha blusa e descobriu meu seio. Quase dei um tapa nele. Puxei a alça de volta e me arrumei. Falei para ele que se fizesse aquilo novamente, eu não olharia mais para a cara dele.
Ainda bem que o filme acabou logo depois.
Agora deitada aqui na minha cama, fico relembrando essas cenas. Será o que ele pretendia fazer? Ia só ficar acariciando meu peito ou ia tentar dar um beijo nele? Será que ele ia se arriscar a esse ponto? E se eu não o tivesse tirado a mão quando ele enfiou o dedo por dentro da minha calcinha? O que ele ia fazer com o dedo? Será que ele só ia ficar esfregando ele na minha xana? Ou ia tentar me enfiar ele? Mas eu sou uma idiota! É claro que ele só queria me acariciar! Vai ver que ele percebeu que eu estava sentindo prazer e queria me fazer sentir mais ainda. Será o que ia acontecer se ele tivesse me acariciado com aquele dedo? Merda! Por que fui puxar a mão dele? Agora fiquei com vontade de saber o que teria acontecido.

Domingo, 27 de novembro.

Antes do almoço
Ainda estou deitada na minha cama, lembrando da gente ontem no cinema. Estou morrendo de saudades dele! Será que ele já acordou? Acho que sim. Já são quase dez horas. Ainda bem que a minha mãe não está em casa, porque assim posso escrever meu diário sem medo dela entrar de repente no meu quarto.
Ah, meu querido diário! Só você mesmo para me ouvir sem brigar comigo. Às vezes, fico morrendo de vontade de contar para alguém o que está se passando. Mas não posso. Nem mesmo para minhas amigas. Ninguém ia me entender. Como elas iam poder me entender que estou apaixonado por um rapaz que quase tem idade para ser meu pai? As pessoas só vêem as aparências, aquilo que querem ver. Elas só iriam me criticar, brigar comigo, falar que eu estava ficando doida. Coisas desse tipo. E quanto a ele então? O que não iriam dizer? Certamente iam falar que ele só está querendo aproveitar de mim, que só quer transar com uma menininha nova, que só quer tirar a minha virgindade e depois desaparecer da minha vida. Sei que é isso que as pessoas sempre pensam. Se isso tivesse acontecendo com alguma de minhas amigas, talvez eu também pensaria do mesmo jeito. Mas sou eu quem está vivendo essa situação. E sei que as coisas não são assim. Eu sinto que ele também me ama.
Sempre que eu digo pra ele que o amo, ele responde que também me ama. No começo ele não dizia nada, mas agora ele diz. Ontem mesmo, quando estávamos saindo do Cinema. Eu estava tão feliz.; feliz como nunca havia me sentido em toda a minha vida. E então pulei dos braços dele, dei um longo beijo naquela boca gostosa dele, naqueles lábios grandes, e disse que o amava tanto, que seria capaz de fazer qualquer loucura por ele. Ele respondeu: “Eu também, minha florzinha!”. Hum... como eu fiquei feliz de ouvir aquilo. Meu coração até transbordou de ternura, e meus olhos até se encheram de lágrimas. Nossa! Eu estou loucamente apaixonada por ele.
Eu sei que, às vezes, ele é um pouco atirado demais e passa da conta. Ontem mesmo! Ele não deveria ter tentado enfiar o dedo por dentro da minha calcinha. Eu queria que ele tivesse continuado só passando a mão por cima da minha calcinha. Eu teria deixado ele me acariciar o tempo que quisesse, mas quando ele enfiou o dedo, eu fiquei com medo. Sei que, às vezes, sou muito boba, e até inocente demais, achando que ele ia enfiar o dedo dentro de mim. Ele sabe que eu sou virgem, e não vai querer tirar a minha virgindade no cinema com o dedo. Quando isso acontecer, vai com o pau dele, e a gente fazendo amor. Mas isso ainda vai demorar.
Ah, se ele imaginasse que estou deitada na minha cama sem roupa, inteiramente nua! Será o que ele ia fazer? Estive me olhando no espelho agora a pouco e sabe o que descobri, meu diário? Que eu sou muito bonita. Uma verdadeira gata! E quando eu tiver meus dezoito anos então? Ele vai se orgulhar tanto de sua mulher. Já pensou ele deitando e acordando todos os dias com um avião desses? Olha meu traseiro! Que bunda linda e redondinha. Eu achava minha bunda grande e feia. Mas agora acho que ela é linda. As das minhas amigas é que são magras demais. E meus peitos então? Ele come meus peitos com os olhos. Percebo como ele fica louco por esses peitos cheios e redondos. Imagine se eu fosse que nem a Marcela ou a Roberta, que tem a minha idade, e tem uns peitinhos que nem aparece direito? Duvido que, se eu tivesse aqueles peitinhos, ele teria se interessado por mim. Ele se interessou por mim porque eu sou gostosa. Por isso os meninos também ficam mexendo comigo na escola.
Meu deus! Já são quase onze horas! É melhor eu me levantar e arrumar meu quarto antes que minha mãe chegue. Senão ela ainda pode acabar me dando uma surra.

Noite
Estou morrendo de raiva. Me dá vontade de sumir de casa. Eu liguei depois do almoço para ele e combinamos de se encontrar mais tarde. Sabia que não ia ser fácil, mas mesmo assim prometi que ia dar um jeito. Mas eu pai resolveu ir na casa de minha tia que está doente. Eu disse que não queria ir e que ia ficar na casa da Marcela, mas ele não aceitou. Disse que eu também ia para a casa de minha tia.
Quando vi que não tinha jeito mesmo, disse que ia na casa da Marcela avisar que não ia ficar com ela, mas só usei essa desculpa para ligar para ele e dizer que não ia dar para nos encontrar. Ele me pareceu um pouco chateado, mas disse que não tinha problema. “Vamos ter muitas oportunidades de nos encontrar, minha florzinha!”, foi o que ele disse.
Eu também sei que não vai faltar oportunidades de ficarmos juntos, mas é que eu não quero deixar ele sozinho em pleno domingo. Já pensou se ele resolve sair para dar umas voltas e alguma vagabundinha resolve dar em cima dele? Essas meninas de hoje em dia não podem ver um homem bonito, delicado e atencioso que já quer se esfregar com eles. Já pensou se ele se encanta por alguma dessas vagabundinhas? O que vai ser de mim? E o amo mais do que tudo no mundo. Ele é meu só meu! E não vou deixar nenhuma vadia se engraçar por ele não. Porque se e ver, eu quebro ela todinha. Arranco os cabelos dela, rasgo a roupa dela e deixo ela nuazinha na rua. E ainda arranho ela todinha pra ela aprender a não se engraçar com o meu homem.
Ai... ai... Estou sentindo tanta saudades dele! Meu coração está doendo tanto! O que eu faço? Não agüento ficar um dia longe desse homem. Ele é minha vida, meu tudo.
Vou é parar de escrever e deitar. Assim posso ficar pensando nele até dormir. Quem sabe eu sonho com ele.


PARA COMPREENDER MELHOR O DIÁRIO LEIA A HISTÓRIA DE ANA CARLA EM: A MENINA DO ÔNIBUS


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