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Erótico-->O DIÁRIO DE ANA CARLA - IV -- 11/06/2005 - 12:22 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O DIÁRIO DE ANA CARLA - IV


Segue abaixo a continuação do DIÁRIO DE ANA CARLA. Para ler a parte anterior clique AQUI


Segunda, 28 de novembro.

Sai mais cedo da escola e, ao invés de ir para casa, fui me encontrar com ele. Quando eu soube que não íamos ter as duas últimas aulas, corri ao orelhão da escola e liguei para ele. Ele disse que tinha um tempinho livre e nos encontramos.
Ficamos mais mesmo foi só conversando. Eu não podia ir para muito longe por causa do horário e ele também não dispunha de muito tempo. Ficamos numa pracinha que tem há umas quatro quadras da escola. É um lugarzinho gostoso, com umas árvores enormes. Há uns bancos de cimento bem embaixo das árvores. O mais importante é que ali é um lugar meio deserto e tranqüilo. Quase não passa ninguém.
Foi delicioso ficar ali com ele por quase uma hora. De vez em quando, a gente olhava para os lados para ver se não tinha ninguém nos olhando e nos abraçávamos e nos beijávamos. Minha nossa! Como é gostoso beijar aquele homem! Eu fico toda arrepiada quando ele me pega nos seus braços, me aperta e me beija com vontade. Ele sabe me deixar louca!
Hoje ele me fez uma pergunta que me deixou muito sem graça. Eu não sabia o que responder. Ele me perguntou se eu era virgem. Na hora eu fiquei vermelha e muda. Mas logo depois, antes de responder, eu perguntei: “Por que você quer saber?”. Então ele me respondeu: “Por nada. Só por pura curiosidade...”. Aquilo me deixou um pouco intrigada. Por que ele estava tão interessado assim na minha virgindade? Será que ele só queria saber se eu era virgem ou não? Será que minha virgindade é tão importante assim para ele? E se eu não fosse virgem, isso mudaria alguma coisa entre a gente? Me deu vontade de fazer essas perguntas a ele, mas não tive coragem. De forma que só respondi que ainda era virgem. Ele também não perguntou mais nada e não tocamos mais no assunto. Mas tive a impressão der ver nos olhos dele um quê de satisfação.
Eu queria me encontrar com ele mais tarde, mas ele disse que só estaria disponível à noite. E esse horário não dava para mim. Ficamos de ver se conseguiremos um jeito de nos encontrar amanhã.

Quarta-feira, 30 de novembro.

Não sei o que está acontecendo, mas nada está dando certo esta semana. Domingo não nos encontramos, segunda só um pouco depois da escola, ontem também não nos vimos e hoje só nos encontramos por alguns minutos.
Minha mãe foi ao médico levar meu irmão que não estava se sentindo bem. Nesse intervalo, liguei para ele e ele disse que estava indo para casa. Disse que queria me encontrar com ele, pois não agüentava mais de saudade. Aí ele pediu para espera-lo na pracinha onde nos encontramos na segunda-feira.
Não ficamos juntos por muito tempo porque eu não sabia se minha mãe ia demorar ou não. Mas pelo menos deu para a gente ficar abraçadinhos se beijando. Ainda bem que o tempo estava escuro, parecendo que ia cair o maior temporal. Assim não tinha ninguém na praça e nem por ali por perto. Ficamos bem a vontade.
Eu disse para ele que estou apaixonada. Falei que não consigo ficar um minuto se quer sem pensar nele. Disse-lhe com todas as letras: “quando estou longe de você, meu amor, fico impaciente, inquieta e só tenho vontade de sair correndo para te encontrar. Até na escola, nem consigo prestar atenção direito nas aulas. Só fico pensando em você, nos teus beijos, nos teus carinhos...”. “Também não precisa exagerar...”, disse ele meio encabulado. Vi que ele ficou até vermelho e surpreso. Aí eu respondi: “Não estou exagerando não. É a pura verdade. Você roubou o meu coração. Sabia?”. Ele deu uma risadinha e disse: “Então não vou te devolver mais.” Depois dessa frase, nos abraçamos bem apertado e nos beijamos.
Enquanto nos beijávamos, o safado enfiou a mão de leve por baixo da minha blusinha e ficou acariciando o meu seio. Eu pensei em parar de beija-lo e puxar a mão dele, mas estava tão gostoso e me deixando tão excitada que deixei ele me acariciar. A mão dele apertava de leve o meu peito, os dedos, às vezes, ficavam passando de leve sobre o biquinho. Isso me fazia arrepiar. Teve até algumas vezes que ele abriu os dedos e depois fechou apertando o bico do meu peito. Hum... Que coisa mais deliciosa! Dava vontade de levantar a blusa para ele me acariciar melhor!
Mas aí escutamos um barulho de carro e ele retirou a mão bem rapidinho.
Depois disso, eu disse que precisava ir para a casa antes que minha mãe chegasse. Ele disse que não tinha problema, pois não queria por tudo a perder. Disse ainda que ia dar um jeito da gente ficar juntos bastante tempo no fim de semana.


Quinta-feira, 1 de dezembro.

Hoje eu liguei para ele da escola e disse que não ia dar para nos encontrarmos. Meu pai estava de folga e a tarde ia sair com a gente. Ele disse que não tinha problema, pois no fim de semana a gente descontaria o atraso.
Quando voltamos para casa, fui direto para o meu quarto. Não me diverti muito hoje. Já acordei meio irritada e passei o dia assim. Desde ontem já estava desse jeito. Acordei com meus peitos doloridos. No começo eu achei que fosse por causa das carícias que ele me fez ontem, mas quando foi no final do dia a minha menstruação veio. Aí eu percebi que eles estavam assim porque eu ia ficar menstruada. Pior que agora vou ficar uns três dias assim. Quando a gente se encontrar, não vou deixar ele chegar a mão muito perto. Não quero que ele saiba que estou menstruda.
Ah, meu querido diário! Eu não sabia que amar era tão complicado assim. Está apaixonada é a coisa mais deliciosa que existe, mas quando a gente está com o nosso amor. Quando estamos longe dele, ou quando a gente quer ficar ele e não dá é muito ruim. A gente fica desesperada. Sabia? O pior que eu não posso dizer para ninguém o que está se passando aqui dentro desse coração. Só para você. Às vezes, quando quero ver ou falar com ele e não consigo, fico triste, angustiada e um pouco irritada também. Me dá vontade de sair correndo e ir atrás dele. Dá vontade de sair gritando pela rua para todo mundo ouvir que eu amo ele, que eu não consigo viver sem ele, que não me importo que ele seja bem mais velho e eu uma menina. Aí, meu querido diário, só você mesmo para ouvir minhas confidências e me compreender.
Minha vida mudou completamente. Sabia? Até minhas amigas, minhas colegas de infância, já não tenho mais aquela vontade de estar sempre com elas. Às vezes, elas me chamam para ir à casa delas, mas não é a mesma coisa de antes. Parece que elas ficaram infantis demais e sem graça alguma. Será que sou em que está mudando?
Será que meus pais perceberam alguma mudança em mim? Meu Deus! E se eles começaram a desconfiar de alguma coisa? Estou perdida.

Sábado, 3 de dezembro.

Até que enfim as coisas deram certas hoje. Já estava ficando louca e furiosa. Se eu não ficasse com ele hoje, eu não sei do que seria capaz. Seria capaz de sair de casa e ir atrás dele, estivesse onde estivesse. Mas ainda bem que não foi preciso.
Ah, meu diário! Andam acontecendo tantas coisas na minha vida! Eu queria te contar tudo, mas hoje estou tão feliz que eu quero dormir com essa felicidade só para mim. Na verdade, nem sei se vou consegui dormir. Você não pode imaginar o tamanho da minha felicidade.
Como eu estou cansada e já é muito tarde, só vou te contar algumas coisas. Amanhã de manhã eu te conto mais. Também se eu fosse escrever tudo, ia ficar a noite inteira escrevendo.
Quando estávamos indo ao cinema, ele me disse que tinha uma surpresa. Depois ele me contou que seus pais não vão estar em casa amanhã e que portanto vai me levar até a casa dele. Disse que vamos poder passar o tempo que eu quiser com ele. Ainda disse que vamos poder ficar a vontade, pois não vamos precisar ficar com medo de que alguém nos veja juntos. Nossa! Não vejo a hora de chegar amanhã.
Depois ficamos no cinema mais namorando do que assistindo ao filme. Ele começou a me agarrar e a me fazer carícias dentro do cinema. Fiquei muito sem graça, mas tive que contar para ele que ainda estava menstruada. Já não estava vindo quase nada, mas ainda sim estava usando absorvente. Sabe o que ele disse, aquele safado? Disse: “Adoraria enfiar o dedo por dentro da tua calcinha e sair com ele todo vermelhinho...”. Ele não tem jeito mesmo! Desse jeito não vou resistir aos encantos dele e vou acabar sendo seduzida. Nossa! Ele pede as coisas de um jeito que não há como dizer não. A gente fica tão encantada com a delicadeza dele que acaba concordando com o que ele pede. Se ele soubesse disso! Acho que já teria me seduzido.
E não é que o safado enfiou a mão dentro da minha calcinha! Ele ficou sentado como se estivesse prestando atenção ao filme, depois soltou a mão em cima de mim e foi escorregando bem devagar por entre minhas pernas. Depois ele me deu o saco de pipoca e falou para eu ficar segurando ele no colo para que ninguém visse onde estava a mão dele. Aí ele foi subindo bem de leve a mão por baixo da minha saia. Quando sua mão encostou na calcinha, ficou procurando a borda. Quando os dedos dele a encontraram, ele foi empurrando bem lentamente até tocar na minha gretinha molhada.
Quando ele tocou lá bem no meio, quase tive um troço. Eu estava com um pouco de medo, mas ele disse que só queria me tocar e acariciar. Disse que eu não precisava ter medo, pois ele não ia fazer nada de mais. Mas assim que o dedo dele entrou no meinho e tocou naquele lugarzinho bem sensível, eu fui às nuvens. Pena que ele me acariciou só um pouquinho. Pois se ele tivesse continuado, acho que ia sentir aquilo que minha amiga disse que sente quanto fica se acariciando. Ela disse que depois dá uma moleza. Acho que se ele tivesse continuado, eu teria sentido isso. Não vejo a hora de sentir essa coisa, de descobrir.
Estou tão excitada que vou tentar daqui a pouco. Quem sabe consigo! Se me der moleza não tem problema, já estou na minha cama mesmo!
Vou fazer isso mesmo. Se der certo, amanhã eu te conto, meu diário. Ta bom?


PARA COMPREENDER MELHOR O DIÁRIO LEIA A HISTÓRIA DE ANA CARLA EM: A MENINA DO ÔNIBUS
PARA LER O INÍCIO DO DIÁRIO CLIQUE AQUI


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