Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
29 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 56741 )
Cartas ( 21160)
Contos (12583)
Cordel (10007)
Crônicas (22136)
Discursos (3131)
Ensaios - (8937)
Erótico (13379)
Frases (43217)
Humor (18341)
Infantil (3739)
Infanto Juvenil (2601)
Letras de Música (5463)
Peça de Teatro (1315)
Poesias (137961)
Redação (2915)
Roteiro de Filme ou Novela (1053)
Teses / Monologos (2388)
Textos Jurídicos (1922)
Textos Religiosos/Sermões (4729)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Poesias-->GEOPOEMA -- 06/05/2001 - 22:24 (João Ferreira) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos








GEOPOEMA

Jan Muá





A terra se amoldou

Arrefecida

No balanço de seu ventre de fogo



Píncaros sombrios fumegantes

Morros e vales

Planícies radiosas no beijo aquático

Dos rios



Ao longe as frondes verdes

De árvores esguias

Com musgos nos troncos

E fetos amarrados ao chão



As nuvens caminham vagarosas

No intervalo da tempestade a formar-se



Os cabeços cobrem-se de névoa branca

Não há cidades não há lojas

Não há carros não há smog

Nem ferrovias



Só a terra em natureza

Só o destaque nu da origem

Com mares azuis gelados

E nascentes límpidas



Por detrás da cortina

Há um sorriso adivinhado de criança

A explosão da aurora

O ocaso do sol na tarde manchada



O quadro da Terra Virgem

Sem poluição.







© Jan Muá

Rio 23 de julho de 1997

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Seguidores: 73Exibido 693 vezesFale com o autor