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Erótico-->O DIÁRIO DE ANA CARLA - V -- 17/06/2005 - 14:55 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O DIÁRIO DE ANA CARLA - V


Segue abaixo a continuação do DIÁRIO DE ANA CARLA. Para ler a parte anterior clique AQUI


Domingo, 4 de dezembro.

Cedo
Acabei de acordar. Ontem tive uma experiência incrível. Fiz aquilo que minha amiga me ensinou e aconteceu o que ela disse que acontecia com ela.
No começo eu fiquei assim meio sem jeito, pois não sabia como fazer direito. Mas depois aquilo foi ficando gostoso, foi me dando uma quentura, uma vontade de não parar mais. Eu fechei os olhos e fui esfregando o dedo cada vez com mais rápido e com mais força na minha xana, até que algo aconteceu. Foi como se eu tivesse sofrido um ataque e perdido os sentidos. Fiquei mole, sem forças até para me levantar. Fiquei um tempão deita nua na cama, como se estivesse desmaiada. Até que criei coragem e fui me vestir para ir ao banheiro me limpar.
Será que é isso que a gente sente quando está transando? Será que o “pinto” deles funciona como o nosso dedo? Será que a gente fica mole desse jeito? Acho que deve ser bem mais gostoso. E eles, o que sentem quando estão transando com a gente? Será que sentem a mesma coisa? Ah, um dia, quando eu for mulher dele, eu vou descobrir tudo isso. Aí a gente vai poder fazer de tudo e ele vai poder me contar.
Ele disse que seus pais foram viajar e que não vai ter ninguém na casa dele, por isso vai me levar até lá. Quero ver seu quarto e mexer nas suas coisas. Afinal de contas sou sua namorada e tenho esse direito! Quero deitar na cama dele, e quero penetrar no seu mundo. Ah! Não vejo a hora de chegar mais tarde!
Estou louca para ir a casa dele, mas também estou com um pouco de receio. Eu sei que ele não vai fazer nada que possa me prejudicar, mas estou com um pouco de medo de ficar as sós com ele. E se ele tentar me seduzir? E se ele começar a me fazer carícias e eu não consegui me controlar? E se ele quiser transar comigo? Eu sei que já sou uma mulher, que muitas meninas na minha idade já transaram com seus namorados.; mas comigo é diferente, é mais complicado. O problema não é só a transa. É que ele é bem mais velho do que eu.
Fico com medo do “pinto” dele ser grosso e grande demais. E se for não vai me machucar? Será que vai caber em mim? Ainda sou virgem e não sei nem mesmo como faz. Alguns dizem que a primeira vez dói e também sangra um pouco.; outros já dizem que não é nada disso. Eu não sei. Às vezes fico confusa e sem saber como agir. Não posso perguntar para ninguém, então tenho que confiar somente nele. Sei que ele é carinhoso, que não vai me machucar, mas mesmo assim sinto um pouco medo.
Que bobagem minha! Ele só disse que vai me levar a casa dele e eu já estou pensando que ele quer transar comigo. Até parece que sou eu quem está com segundas intenções. Também a gente se ama. O que tiver de acontecer acontecerá. Vou é tratar de me levantar, arrumar o mais rápido possível a casa para depois do almoço me preparar para ele.

Noite
Meu Deus! Aconteceu. Agora não sou mais virgem. Nem mesmo sei explicar como tudo aconteceu. Na hora eu fiquei com medo e quase pedi para ele parar, para não fazer aquilo. Ainda bem que não pedi. Pois foi a coisa mais incrível de toda a minha vida. Nunca vou me esquecer daqueles momentos, do instante em que me entreguei a ele. Foi mágico! Foi como um sonho. Foi algo que não sei descrever, não sei falar como é. Nossa! Eu poderia passar dias e dias escrevendo sobre o dia de hoje que mesmo assim não conseguiria dizer tudo que gostaria de dizer. Eu não sei nem como começar, nem por onde começar.
Vou escrever tudo nos mínimos detalhes para quando daqui alguns anos poder relembrar esse dia tão importante na minha vida. Sei que acharei graça de tudo isso de como eu era boba e ingênua. Mas eu quero guardar essa data de recordação. Sei que havíamos combinados que não escreveríamos um para o outro. E quando por acaso escrevermos alguma coisa, jamais citar o nome. É o que estou fazendo aqui nesse diário. Não vou citar o nome dele para preservá-lo, mas eu preciso escrever tudo que se passa comigo. Já que não posso falar o que se passa comigo com ninguém, pelo menos tenho você, meu diário, para ouvir minhas confidências. E hoje você vai ficar sabendo de tudo.
Quando chegamos na casa dele, ainda perguntei se não tinha perigo de chegar alguém. Ele disse que não precisava ficar com medo, pois seus pais não iam voltar de viagem naquele dia.
Depois que entramos, fiquei dando uma olhada pela casa. Queria saber como ele vivia, o que tinha em casa, se tinha alguma foto dele pendurada na parede ou sobre algum móvel. Então ele me convidou para sentar no sofá. Era um sofá grande e macio. Muito delicioso. Havia também algumas almofadas muito lindas. Ele ligou a TV e ficamos assistindo por algum tempo.
Eu nem prestava atenção à TV. Eu pensava em como seria ter uma casa só para nós dois. E ficar na nossa casa cuidando dela, das roupas dele e depois esperando ele chegar do trabalho para ficarmos juntinhos nos amando, como minha mãe faz.
Não me lembro quando foi, mas sei que teve um momento em que ele começou a me beijar, a vir para cima de mim e a me deitar no sofá. Ele pensa que eu não percebi isso, mas vi o que ele estava querendo: ficar em cima de mim. Nossa! Foi a primeira vez em que estava sentindo o corpo dele sobre o meu. Ele era um pouco pesado, mas isso não fazia a menor diferença. Só sei que sentir aquele homem em cima de mim me fez ficar fora de mim. Eu não consegui mais me conter. Lembro-me que o abracei com força, como se quisesse grudar nele para não soltar nunca mais.
Ele deve ter notado que eu estava perdendo o controle, que estava agindo sem pensar, pois não perdeu tempo. Pegou minha blusinha pela borda e foi levantando-a bem de mansinho. Apesar de estar usando uma blusinha de alça, não estava usando sutiã. Eu queria que meus seios ficassem salientes e despertasse a atenção dele. No fundo, eu queria mesmo era que ficasse mais fácil para ele acariciar meus peitos. Eu só não esperava que ele fosse levantar a blusinha. E quando ele a levantou lentamente e foi descobrindo meus peitos, eu fiquei um pouco sem jeito. Mas deixei ele continuar. Eu queria que ele tocasse meus seios e me fizesse sentir aquelas coisas incríveis. E que diferença fazia acariciar meus seios cobertos ou descobertos? O que havia demais em deixar ele ver meus peitos? Ele não era meu namorado? A gente não se amava? Então por que não? Eu pelo menos não via nada de errado nisso.
Eu vi a cara que ele fez quando olhou para os meus peitos. Era uma cara de fascinação, de encanto. Ele não conseguia esconder o quanto ele estava encantado por eles.
Na verdade, ele fez uma cara parecida com a que já vi outros homens fazerem. Parece que eles ficam enlouquecidos pelos seios da gente. Por que será que os peitos fascinam tanto os homens assim? Às vezes, quando estou no ônibus e estou de biquíni ou mesmo usando uma roupa bem decotada, eles ficam olhando para os peitos da gente. Tem uns que nem disfarçam, quando a gente olha para eles. Continuam com os olhos vidrados nos peitos da gente. Será que eu tenho peitos tão bonitos assim? Não vejo muita graça neles. Acho até que feios. Agora, vai entender a cabeça dos homens.
Ele olhava para meus peitos da mesma forma que outros olhavam. Só que seu encanto era bem maior. Acho que se eu pedisse alguma coisa impossível para ele naquele momento, ele diria sim. A cara dele dizia que ele não seria capaz de dizer não. Mas eu não teria coragem de lhe pedir nada. Talvez se eu não o amasse tanto, se estivesse com ele só por interesse, seria capaz de pedir algo em troca de meus seios, mas eu o amo loucamente. Ele é o homem da minha vida! Como é que poderia lhe negar alguma coisa ou pedir algo em troca? Não. Nunca! Então deixei que ele os tocasse e fizesse o que quisesse com eles.
Ó meu diário! Sabe o que ele fez? Ele simplesmente aproximou a boca de meu peito, chupou e depois mordeu bem de leve o biquinho dele.
Quando ele fez isso, eu senti uma coisa tão incrível, tão fantástica que parecia um sonho. Ele já tinha me feito sentir coisas incríveis, mas nada parecido com o que havia sentido até aquele momento. Foi como se algo me fizesse flutuar. Uma corrente elétrica passou por mim e me fez tremer e ficar toda arrepiada. Acho que foi nesse exato momento que ele conseguiu me seduzir.
Se por acaso ele fosse um cara que só queria transar comigo, se aproveitar da minha virgindade e depois se livrar de mim, eu não teria forças para dizer não. Eu teria me entregado assim mesmo. Pois quando ele começou a chupar meus peitos, e eu me vi perdida naquele mar de sensações, sentindo cada coisa que nunca tinha sentido até aquele momento, fiquei inteiramente a mercê dele. Naquele instante eu só queria uma coisa: que ele não parasse de fazer aquilo de jeito nenhum. Acho que se ele tivesse parado, eu teria pedido para ele continuar.
Meu querido diário, você acredita que ele teve coragem de parar? Quando eu estava mais gostando, sentindo algo forte e esquisito, gemendo nem sei porquê, ele simplesmente parou de me chupar! Juro! Quase disse para ele: “Que merda! Tinha que parar logo agora!”. Mas só pensei. Não disse nada.
Eu pensei que ele tinha parado de vez. Mas ainda bem que não foi nada disso. Sabe porque ele parou? Para tirar minha blusinha.
Ele olhou para mim, bem nos meus olhos, e perguntou: “Posso tirar sua blusinha?”. O que você acha que respondi? Pois saiba que nem pensei duas vezes. Simplesmente balancei a cabeça fazendo sinal de “sim” e levantei os braços. Ele pegou minha blusinha pela borda e puxou para cima. Não sei onde ele a colocou. Eu só prestava atenção nele, nos olhos dele fixos nos meus peitos. E depois de atirar minha blusinha em qualquer canto, ele agarrou sua camiseta e também a puxou para cima, atirou ela para qualquer lugar e deitou sobre mim novamente.
Nossa! Olhei para ele por alguns instantes. Aqueles peitos meio cabeludos, aqueles ombros nus! Me deu vontade de agarrar aqueles peitos, como ele fazia com os meus, e ficar alisando. Mas fiquei sem jeito. E também logo em seguida ele deitou novamente em cima de mim.
Só sei que nos beijamos muito. Enquanto nos beijávamos, ele acariciava meus seios com a mão. Ele apertava eles e o bico dos meus seios. Às vezes ele parava de me beijar e começava a chupar meus peitos. E quando ele fazia aquilo, eu ficava tão excitada que me dava vontade de arrancar a nossa roupa, agarrar o pau dele e enfiar no meio de minhas pernas. Te juro, meu diário! Eu tinha vontade de fazer isso! Não dava para ver, mas eu sentia que minha calcinha estava ficando toda encharcada! Eu não sabia onde aquilo ia terminar, mas eu só desejava que ele parasse de me deixar daquele jeito. Não importava o que ele tivesse que fazer, desde que acabasse com aquele desejo que já estava me enlouquecendo. Eu já não agüentava mais viver com aquele fogo me queimando por dentro. Acho que bem no fundo, eu queria era que ele tirasse toda a minha roupa e fizesse amor comigo.
Ele estava deitado sobre mim e seus quadris estavam no meio de minhas pernas. Eu sentia os cabelos dos peitos dele roçar nos meus seios. Eu sentia também por sobre a saia o quanto o “pinto” dele estava duro. Eu sabia que ele estava louco para me possuir, mas eu não tinha certeza se ele seria capaz de ir tão longe assim. Eu não fazia a menor idéia do que se passava pela cabeça dele. Eu só posso dizer que eu estava totalmente fora de mim. Acho que nem fazia idéia de onde eu estava e nem ao certo o que estava se passando.
Nós estávamos as sós na casa dele e poderíamos fazer o que bem quiséssemos, mas mesmo assim, por ele ser um homem adulto e consciente de seus atos, talvez não tivesse coragem de fazer amor comigo. Apesar de que os homens não se importam muito com isso. Se a mulher der moleza eles transam com ela mesmo. Não querem nem saber das conseqüências. Mas como ele era meu namorado, a coisa poderia ser diferente.
Essa era a minha dúvida! Eu não tinha certeza de até onde ele seria capaz de chegar. Às vezes eu ficava com um pouco de receio. E se ele perdesse o controle e transasse comigo? O que seria de mim depois disso? E se eu ficasse grávida? O problema eram essas dúvidas que ficavam martelando em minha cabeça.

Segunda-feira, 5 de dezembro.

Depois de chegar da escola.
Ontem eu não agüentei ficar até mais tarde escrevendo. Acabei dormindo sobre o diário. Ainda bem que acordei de madrugada e guardei ele no meu esconderijo. Pensei em levar ele para a escola e continuar escrevendo lá, mas achei muito arriscado. Alguma colega poderia mexer nas minhas coisas, achar meu diário e descobrir tudo. Por isso achei melhor deixar ele em casa.
Liguei para ele no intervalo. Ele me perguntou se estava tudo bem e eu respondi que sim. Sentia meu corpo todo dolorido, mas não queria dizer isso para ele. Disse que estava morrendo de saudades e queria vê-lo. Mas ele disse para não nos arriscarmos demais. Ficamos de nos encontrar amanhã. Pela primeira vez ele disse que estava com saudades de mim.
Hoje eu não consegui prestar atenção à aula. Minha amiga até perguntou o que eu tinha, pois estava pensativa. Eu respondi que não era nada. Mas claro que era. Como eu não poderia estar diferente depois de tudo que aconteceu ontem? Fiquei o tempo todo pensando no que fizemos ontem. Estou preocupada e com medo de ficar grávida. Ele disse que não tinha perigo, que a gente não fica grávida tão fácil assim. Disse que devido a minha menstruação ter ido embora somente no dia anterior, as chances de eu ficar grávida são quase nulas. Mesmo assim estou com medo.
Sei que também deve ser coisa da minha cabeça, mas estou me sentindo diferente. Parece que as pessoas olham para mim de outra forma. É como se elas soubessem que eu não sou mais virgem. Agora estou com medo de minha mãe também perceber.
Mas eu não quero falar disso agora. Ainda não terminei de te contar, meu diário, como tudo aconteceu ontem.
Depois de ficarmos deitados no sofá da sala por mais algum tempo nos beijando e ele acariciando meus seios, ele se levantou e ficou me olhando detalhadamente. Parecia que ele estava se decidindo se transava comigo ou se parava por ali. Pelo menos foi essa a impressão que tive. Em seguida, ele se ajoelhou e pegou em minhas pernas. Pensei que ele ia tirar minha saia. Mas ele simplesmente perguntou: “Você está com medo?”. Como ele foi delicado! Sua voz estava tão doce e meiga. Com aqueles modos e aquela voz ele me seduzia facilmente. Na verdade, ele já tinha me seduzido bem antes. Por isso não me senti surpresa ao ouvir aquela pergunta. Era como se eu já estivesse esperando por algo assim. Então respondi com sinceridade: “Um pouco”. Aí ele me confortou dizendo que não precisava ficar com medo, que estávamos fazendo algo muito gostoso. Acho que dei um sorriso meio sem graça. Então ele fez outra pergunta: “Você também está com muita vontade de fazer isso, né?” Não sei como ele percebeu isso, mas era a pura verdade. Acho que estava tão bem estampado na minha cara que dava para ele notar. Por isso respondi que sim. Foi então que ele disse para eu não ter medo. Aí nos levantamos e ele me levou para seu quarto.
Quando entramos no quarto dele, passei uma rápida olhada em tudo. Mas foi uma olhada rápida. Eu queria fuçar em tudo, mas não naquele momento. “Depois eu faço isso...”, pensei. Agora eu só o desejava e queria me entregar a ele.
Ele pediu para eu sentar na cama dele e depois ajoelhou e tirou minha sandália. Disse alguma coisa sobre ela, e em seguida falou que eu tinha um pé lindo e que até dava vontade de beijar ele.
Ah, meu diário! Ele pôs as mãos em cima das minhas pernas e foi escorregando elas bem devagarzinho para cima, até chegar na minha calcinha. Isso me deixou toda arrepiada. Aí ele puxou as mãos e fez novamente. Quando ele fez mais uma vez, eu senti uma coisa tão gostosa, uma sensação de prazer tão forte que fechei os olhos e, em seguida, assim que os dedos dele tocaram em minha calcinha, contrai as pernas. Fiz isso para dizer a ele para pegar minha calcinha e puxar para baixo. Eu já não agüentava mais e só desejava que ele me possuísse. Mas ele ficava demorando, fazendo daquilo um ritual ou coisa parecido.
Lembro-me que não agüentei e deitei na cama. Só então ele resolveu sentar na cama e começar a tirar a roupa. Mas ao invés dele tirar a bermuda, ele só tirou o tênis. Eu estava louca para ver o “pinto” duro dele. Dava para ver por cima da bermuda que era enorme. Mas eu não via a hora de ver como é que ele era. Há dias que eu sonhava em ver, pegar e sentir o “pinto” dele. E agora que a gente estava as sós e eu podia fazer isso, ele ficava enrolando. Se eu não tivesse meio acanhada e sem saber o que fazer, juro que teria me levantado e agarrado a bermuda e puxado para baixo.
Não sei se é porque ele me ama muito, ou se ele não bate bem das idéias. Acho que qualquer outro homem no lugar dele teria tirado rapidamente a roupa e transado comigo. Mas parecia que ele não tinha a menor pressa. Será que ele não percebeu que eu não agüentava mais? Que apesar de ser uma virgem eu estava desesperadamente louca para ser possuída? Por que ele tinha que demorar tanto? Será que ele fez isso porque era a minha primeira vez, ou ele sempre faz isso? Ah, mas se ele for tão devagar assim eu juro que pego ele na marra. Bem vamos deixar isso pra lá agora. Vou esperar para ver.
Só depois de me fazer bastante carícia, depois de me beijar, de brincar com o bico de meus peitos é que ele finalmente resolveu acabar de tirar a minha roupa. Ele ajoelhou na cama e desabotoou minha saia e depois abriu o zíper. Então ele puxou ela para baixo e ficou olhando para o meio de minhas pernas. Mais precisamente para a minha calcinha de bichinhos.
Nesse momento fiquei sem graça. Não esperava que ele fosse ficar olhando para minha calcinha. Só então me dei conta de que aquela calcinha de bichinhos não pegava bem para uma menina da minha idade. Mas eu não podia fazer nada, por isso, fiz aquilo que já estava querendo fazer a muito tempo: levantei, peguei na bermuda dele e a desabotoei. Acho que finalmente ele se mancou e acabou de tirar a bermuda.
Depois eu continuo. Minha mãe está me chamando.

Noite.

Quase que minha mãe me pega escrevendo esse diário. Por isso só voltei a escrever depois que todos foram dormir.
Depois que ele tirou a bermuda deu para perceber melhor que o “pinto” dele era grande mesmo. Deu para ver o contorno direitinho na cueca dele. Onde o “pinto” dele terminava estava molhado, como se ele tivesse mijado na cueca. Não sei se ele havia mijado mesmo ou se estava saindo alguma coisa do “pinto” dele. Na hora não pensei nisso, mas acho que acontece com ele o mesmo que acontece com a gente. Quando a gente fica excitada, dali a pouco, fica toda molhada. Será que o liquido que sai do “pinto” dele é igual ao que sai da xana da gente? Da próxima vez vou perguntar isso para ele. Afinal ele deve saber!
Acho que ele também não estava se agüentando. Dessa vez ele não demorou. Foi alisando minhas pernas até a calcinha e passou o dedo por cima dela, bem onde ficava a gretinha da minha xana. Depois ele enfiou o dedo pela borda da calcinha e enfiou na minha xana, como fez sábado comigo no cinema. Senti um prazer enorme quando ele fez isso. Mais do que senti no cinema.
Não sei se era porque eu estava muito excitada ou se era por causa de tudo que estava acontecendo. Só sei que quando ele ficou esfregando o dedo na minha xana, eu não agüentei. Se ele continuasse a fazer aquilo eu ia desmaiar. Então, agarrei no braço dele e disse: “Para que eu não agüento mais...”. Aí ele tirou o dedo melado, ficou olhando e depois levou à boca.
Achei aquele gesto meio nojento, mas deixei pra lá. Os homens têm cada mania. Não sei se para eles aquilo tem algum significado especial. Mas já reparei que os outros animais também fazem isso. Já vi no sítio de meu tio que o boi lambe a vaca antes de trepar nela. Quando ele fez isso, me lembrei direitinho dessa cena.
Finalmente ele tirou minha calcinha! Parecia que ele também estava hipnotizado. Pois enquanto tirava minha calcinha, o tempo todo seus olhos ficaram fixos na minha xana. Lembro-me que fiquei olhando para ele e os olhos dele nem piscavam.
Foi o momento em que fiquei mais envergonhada. Não tanto por ele estar tirando a minha roupa, mas pela forma como seus olhos mantinham fixos no meio de minhas pernas. Tanto que fiquei vermelha e não tive coragem de abrir as pernas. Fiquei com elas bem juntas para que ele não visse minha xana arreganhada. Fiquei com medo dele achar ela muito feia. Pois não vejo coisa mais feia que aquilo tudo se abrindo.
Mas ele queria olhar para minha xana. Quando ele pôs a mão nas minhas pernas e puxou para os lados, fiz um pouco de força, mas acabei cedendo. Já havia chegado até ali, não tinha mais motivos para não deixar ele fazer o que quisesse. Eu preferia que ele tivesse tirado a cueca e vindo logo para cima de mim, ao invés de ficar olhando minha xana. Mas eu estava tão submissa a ele que só esperei, como uma menina obediente.
Na hora eu não me dei conta do porquê que ele queria tanto olhar para minha xana. A ficha só caiu quando eu estava deitada, tentando dormir ontem à noite. Estava pensando justamente nessa cena. E aí que percebi que ele só queria ver o meu “cabacinho”, como eles dizem. Por isso ele levou as duas mãos na minha xana e afastou as duas partes.
Depois ele aproximou o rosto e ficou olhando por algum tempo. Aí ele fez uma coisa que jamais imaginei que ele fosse fazer. Ele se aproximou mais ainda e encostou a boca na minha xana e começou a me chupar.
A primeira reação foi de nojo. Quando eu senti o aproximar da cabeça dele e a boca encostou na minha xana, eu pensei: “O que ele está fazendo? Não acredito que ele teve coragem de por a boca nela!” Mas quando a língua dele entrou no meio dela e começou a se mexer, foi me dando um prazer tão grande que não lembro de ter pensado em mais nada. Só sei que foi a sensação mais deliciosa que senti em toda a minha vida. Foi a coisa mais incrível! Eu senti que naquele instante estava para acontecer algo muito mais gostoso que senti no sábado à noite na minha cama. E se ele tivesse continuado por mais alguns segundos, isso teria acontecido.
Só não aconteceu porque levei as mãos na cabeça dele, empurrei para cima e puxei ele para cima de mim. Apesar do peso dele, consegui levar a mão até a cueca dele e empurrar ela para baixo. Nesse momento nem mais quis saber de reparar no tamanho do “pinto”dele. Eu estava cega e só conseguia visualizar uma coisa: ele me possuindo.
Queria terminar de escrever, mas escutei um barulho no banheiro. É melhor apagar a luz e dormir. Amanhã eu continuo.


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