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Erótico-->O DIÁRIO DE ANA CARLA - VII -- 09/07/2005 - 12:03 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O DIÁRIO DE ANA CARLA - VII


Segue abaixo a continuação do DIÁRIO DE ANA CARLA. Para ler a parte anterior clique AQUI


Quarta-feira, 7 de dezembro.

Ele me ligou dizendo que precisa me encontrar, pois estava morrendo de saudades. Eu disse que não sabia se ia dar porque minha mãe estava com visitas e eu não ia poder sair. Então ele perguntou se poderíamos nos encontrar assim que eu saísse da escola. Eu respondi que sim, que ia sair mais cedo porque não tinha as duas últimas aulas.
Quando eu saí, ele já estava me esperando do outro lado da rua. Aproximei dele e disse um “oi!” bem comportado. Queria pular nos braços dele, abraçar e beijar ele até não poder mais, mas não podia fazer isso ali. Se eu fizesse, minhas colegas iam ver e iam entender porque eu mudei tanto de um mês para cá. Elas ficam me perguntando por quem eu estou apaixonada, quem conseguiu virar minha cabeça desse jeito. Eu respondo que não estou apaixonada por ninguém, mas acho que elas não acreditam em mim.
Perguntei para onde a gente ia, mas ele disse que não sabia. Como eu tinha bastante tempo, sugeri que a gente fosse nos encontrar no nosso “Anexo Secreto”. Como o tempo estava feio e tinha chovido de manhã, não ia ter quase ninguém na praia. Ele concordou e nós fomos.
Ficamos juntos por mais de uma hora. Ficamos mais mesmo foi só conversando. Nos beijávamos de vez em quando e outras vezes nos tocávamos mais intimamente. Não dava para fazer muita coisa, pois sempre aproximava alguém.
No começo, eu só queria ficar com ele, sentir ele me abraçando e me beijando e sentir os carinhos dele. Eu só queria ficar com o homem da minha vida. Mas com o passar do tempo, ele foi me tocando nos seios, no meio das pernas e aquilo foi me deixando excitada e com vontade de fazer outras coisas. Eu senti que ele estava com mais vontade que eu, pois assim que começamos a nos beijar o pau dele ficou duro.
Eu sabia desde o começo que não ia dar para a gente fazer nada. Mas ele ficava o tempo todo me atentando. Quando não tinha ninguém por perto, ele dava um jeito de levantar minha camiseta e dar uma chupadinha rápida nos meus peitos. Quando ele não fazia isso, ele enfiava a mão por dentro dela e ficava apertando eles. Ainda bem que eu estava de calça jeans, porque, se eu tivesse de saia, era bem capaz que ele encontrasse um jeito de fazer amor comigo ali. Faltou pouco para que isso acontecesse.
Se a gente tivesse ficado ali por mais uma meia hora, eu não sei o que teríamos feito. Pois cada vez mais ele se tornava mais ousado. Eu também já não estava agüentando mais. E eu quase perdia a noção dos riscos que estava correndo, quando ele leva a mão no meio das minhas pernas e ficava apertando e esfregando o dedo bem em cima da minha xana.
Eu fiquei toda encharcada.
A primeira coisa que fiz, ao chegar em casa, foi correr ao banheiro e me limpar. Minha calcinha estava tão melada que até molhou a calça.
Não sei como aquele homem pode ser tão safado assim. Ele sabia que não adiantava tentar nada que não ia dar, mas foi só o pau dele ficar duro que ele esqueceu dos riscos. Eu mandava ele parar com aquelas safadezas, mas ele parava um pouquinho e depois já começava de novo. Eu puxava a mão dele dos meus peitos, mas era só eu me descuidar um pouco e a mão dele já estava lá de novo.
Será que todos os homens são assim? Só pensam em sexo? Ou é só ele que age dessa forma? Por que será que ele não consegue se controlar? Eu queria saber o que se passa na cabeça dele. Ele sabe que sou dele, que vamos poder ficar juntos muitas vezes, que vamos ter outras oportunidades de ficar num lugar mais sossegado, onde podemos ficar mais à vontade. Mas ele não sabe esperar. Parece que se não fizer agora aquilo que está com vontade, não vai ter outra chance.
Pensando bem, vou mudar de assunto.
Hoje na escola, eu pensei em escrever uma linda carta de amor para ele, mas fiquei com medo de que alguma colega visse. Eu não sei se ele vai gostar de receber uma carta, pois combinamos que não íamos escrever um para o outro para não sermos descobertos. Mas será que tem algum problema se eu escrever para ele? Ele pode muito bem rasgar a carta depois de ler. Acho que é isso que vou fazer.
Vou parar por aqui, meu diário. Amanhã conto mais alguma coisa.

Sexta-feira, 9 de dezembro.

Hoje foi meu último dia de aula. Na verdade, só fui na escola saber a nota de português e depois fui me encontrar com ele.
Ele disse que trocou com um amigo de horário no trabalho para poder se encontrar comigo. Eu fiquei muito feliz por saber disso. Agora eu começo a ver que ele anda fazendo o impossível para ficar comigo.
Cheguei a escrever uma carta para ele anteontem, mas acabei rasgando e jogando no vaso sanitário. Não sei se ele ia gostar, já que tínhamos combinado de não escrever nada um para o outro. Eu ia falar com ele sobre isso hoje, mas na hora acabei deixando pra lá. Não queria desperdiçar o tempo que poderíamos ficar juntos com besteiras.
Hoje ele teve que se comportar. Estava fazendo sol e tinha muita gente na praia. Ele até ficou meio sem jeito de ficar me beijando por causa de tanta gente que tinha na praia. Às vezes, eu abraçava ele e beijava ele na boca e ele ficava meio preocupado com medo de alguém nos ver. Só depois que ele disse que estávamos correndo perigo. Na hora nem me passou pela cabeça que poderia ter algum conhecido bem ali na praia e que poderia estar nos observando.
Ainda falei para ele: “Por que você não me disse antes, que estava com medo de ficar comigo ali no meio de tanta gente?”. Ele me respondeu que ficou com medo de que eu fosse embora. “Eu fiz o maior sacrifício para ficar contigo”, foi o que ele disse. Eu concordei com ele. Já pensou se alguém visse a gente? Ia contar para minha mãe ou para meu pai. Aí eu estaria ferrada.
Depois que ele me disse isso, fiquei também com um pouco de receio. Mas acho que ninguém viu a gente, senão já teria contado para meus pais.
Eu queria ficar em outro lugar com ele. Eu queria ter um pouco mais de intimidade com ele. Mas ali não foi possível. Eu percebi que ele também queria. Sinceramente, ele sempre quer.
Só teve uma vez, quando a gente estava voltado para casa, que ele me parou e agarrou meus peitos. A gente estava passando por uma rua onde havia um muro e uma árvore grande. Aí ele me parou entre o muro e a árvore. Depois me encostou no muro, começamos a nos beijar e então sua mão foi parar nos meus peitos.
Aquilo começou a me deixar muito excitada, mas não podíamos fazer nada. Mesmo que ficássemos ali, alguém ia acabar aparecendo. Era muito arriscado. Foi inclusive ele quem disse que era melhor a gente se comportar.
Mas até que foi bom, porque ficamos sentados por mais algum tempo no meio fio conversando justamente sobre isso. Ele me contou que quando está comigo fica tão excitado que quase não agüenta. Ele disse dando risada que às vezes chega em casa, e se tranca no banheiro e bate um punheta pensando em mim. Quando ele disse isso, eu achei muito engraçado. Dei até uma risada e perguntei: “Mas tem graça isso?”. Aí ele respondeu: “Não é a mesma coisa. Lógico! Mas até que é bem gostoso. Eu me concentro, começo a esfregar o pau com a mão e aí vai dando aquela sensação gostosa, aquela vontade de gozar... aí eu me concentro ainda mais, penso que estou fazendo amor contigo e então acabo gozando”.
Fiquei tão curiosa que quis saber mais. Aí então eu perguntei: “Mas exatamente em que você pensa?”. Ele me deu uma olhada meio sem graça, mas respondeu logo depois: “Em quê?... Ah, depende do momento. A gente não planeja o que vai pensar. Pensa na primeira coisa que vier à cabeça. Às vezes, eu começo pensando em nós dois embaixo do chuveiro, em você toda ensaboada... como da primeira vez. Lembra? Quando a gente ficou embaixo do chuveiro e eu querendo te possuir?...”. Aí eu respondi: “Claro que lembro!”. “Então! Eu penso nisso. Só que imagino eu te agarrando ali mesmo, de pé, e te penetrando e gozando em você ali mesmo. Aí eu acabo gozando de verdade”, foi o que ele disse. Achei aquilo engraçado. Eu jamais pensaria em algo assim. Mas aí eu resolvi perguntar: “E você toda vez pensa nisso?”. Então ele respondeu: “Não. Às vezes, em penso em outras coisas”. Aí eu perguntei: “Em quê?”.
Quando fiz essa pergunta, ele ficou vermelho. Percebi que ele estava com vergonha de contar o que ele pensava. Mas eu estava curiosa. Queria saber o que ele pensava quando batia punheta. Já que tínhamos começado a conversar sobre o assunto, eu queria ir até o fim. Afinal de contas, esta era a primeira vez em que nos sentíamos tão a vontade para falar sobre assuntos tão íntimos. Acho que se ele me perguntasse alguma coisa bem íntima, eu também acabaria falando.
“É melhor não falar”, respondeu ele. Aí eu vi que ele estava envergonhado. Eu queria saber o que ele pensava. Se ele fazia essas coisas pensando em mim, outros homens também deveriam fazer. Ai eu pensei: “Para ele não querer falar, devia ser alguma coisa bem cabeluda”. Então insisti mais uma vez: “O que tem? Nós não somos namorados?”. Ele concordou, mas disse que ficava com vergonha, que aquilo era uma coisa muito íntima, e que não era coisa para ficar falando para uma menina da minha idade. Como não? Quer dizer que eu tinha idade para transar com ele, mas não tinha idade para saber o que ele pensava quando estava batendo punheta? Ele pensa o quê? Que sou besta? Me engana que eu acredito! Eu sabia que ele estava usando isso como desculpa, mas também não quis insisti mais. Além de que já estava na hora de eu ir para casa.


Sábado, 10 de dezembro.
Tentamos arrumar um jeito de nos encontrarmos hoje mas não foi possível. Enquanto minha tia não ir embora, não vai ser fácil sair sozinha. Quando eu sair, tenho que levar minha prima junto. Ainda bem que elas vão embora amanhã. Meu pai vai levar eles até São Paulo depois do almoço. Aí vou arrumar uma desculpa para sair de casa. Tenho até amanhã para pensar em alguma coisa.
Ele ficou um pouco chateado comigo porque não ia poder me ver hoje. Insistiu para que eu arrumasse um jeito, mas eu disse que não seria possível. Falei para ele que seria muito arriscado. Então ele acabou concordando. Era melhor ter um pouco mais de paciência. Prometi pra ele que nos encontraríamos amanhã sem falta. Aí foi a minha vez de cobrar dele algum lugar onde a gente pudesse ter mais um pouco de intimidade. Ele falou que ia pensar.
Eu também fiquei triste por não poder sair com ele. Às vezes, fico com receio de deixar ele sozinho andando por aí. Fico pensando se ele não vai se encontrar com alguma garota.
Hoje mesmo. Lá pelas sete horas, quando começou a escurecer, eu estava assistindo a novela e vi uma cena de amor. Na hora comecei a pensar nele. Mas a lembrança de que poderia estar com ele naquele momento me fez ficar triste. Comecei a sentir muita saudade dele. Depois apareceu outra cena. Onde um rapaz deixava a namorada em casa e ia se encontrar com outra garota. Quando vi essa cena, comecei a imaginar que ele poderia estar com outra garota. Não consegui agüentar e meus olhos se encheram de lágrimas.
Para que ninguém percebesse, falei que estava com um pouco de dor de cabeça e fui para o meu quarto.
Ah, como foi horrível! Era como se eu visse ele com outra garota. Cheguei mesmo a imaginar que ele poderia ter se encontrado com garota linda, de uns 18 anos, e saído com ela. Eu via ela toda sedutora, se oferecendo para ele feito uma vadia. Aí eu senti uma dor muito forte no coração. Comecei a chorar com mais intensidade e a sentir ódio dele. Parecia que eu não conseguia me controlar. Eu o via abraçando e beijando aquela garota, pegando nos seios grandes dela e depois chupando eles, como ele gosta de fazer comigo. Então eu imaginava ele levando ela para um motel e lá arrancando toda a roupa dela, ela arrancando a roupa dele. Eu via aquele pau duro dele nas mãos dela, ela acariciando como se fosse o brinquedinho dela. Ah, eu comecei a ficar com muita raiva. E quanto mais raiva eu ficava, mais eu via os dois. Então eu vi ela nua na cama, com as pernas abertas e pedindo para ele subir em cima dela e enfiar o pau dele na xana dela. Aí eu vi ele transando com ela e sentindo o maior prazer. Então eu comecei a chorar mais ainda. Minha mãe entrou no quarto e perguntou o que eu tinha. Eu disse que era porque minha cabeça estava doendo. Foi aí que eu parei de pensar besteiras. Minha mãe buscou um comprimido, me deu para tomar e mandou eu ficar deitada que a dor ia passar.
Claro que eu não tinha dor de cabeça nenhuma. Mas eu estava me sentindo muito mal. Nunca tinha ficado desse jeito. Agora já melhorei. Só meus olhos que ainda estão um pouco vermelhos. Mas não estou mais pensando que ele está com outra. Acho que ele deve estar em casa, sozinho, pensando em mim. Afinal de contas ele me ama. Por que ele ia querer sair com outra mulher? Só eu mesmo para pensar umas besteiras dessas.


Domingo, 11 de dezembro.
Cedo.
Acordei com os olhos um pouco inchados. Também estou um pouco tensa e impaciente. Acho que foi por causa de ontem.
Nossa! Como estou feliz porque minha tia vai embora hoje. Não vejo a hora de sumir dessa casa e levar a chata da filha. Se não fosse minha prima, eu teria me encontrado com ele ontem. E o pior que agora vai ficar mais difícil, pois estou de férias. Eu preferia que não existissem férias!
Vou ligar para ele assim que minha tia ir embora. Só preciso convencer minha mãe a me deixar sair. Vou dizer para ela que vou na casa da Marcela. Se ela perguntar quem é, eu digo que é uma amiga de escola que está doente. Falo que combinei com minhas amigas de que íamos todas visitar ela. Minha mãe não vai ter como dizer não.
Só espero que nada de errado hoje, porque senão eu não sei o que faço.

Noite.
Ah! Que alívio! Foi maravilhoso. Estou até me sentindo melhor.
Quase dá tudo errado. Minha tia se atrasou um pouco para sair. E quando fui falar com minha mãe, ela queria que meu irmão fosse junto. Aí eu tive que inventar um monte de desculpa para não levar ele. Falei que ele não me respeitava, que, quando estava comigo, ficava falando palavrão. Falei que não ia levar ele para dar vexame na frente das minhas amigas. Que se fosse para levar ele eu não ia.
Pensei que ela ia dizer para eu não ir então. Mas ela acabou deixando eu ir sozinha.
Liguei para ele e disse que ia me arrumar e sair de casa dali a meia hora. Claro que, quando falei ao telefone, fiz de conta que estava falando com uma amiga. Mas ele entendeu o recado.
Assim que sai de casa, liguei para ele de novo para saber onde nos encontraríamos. Ele disse que me esperaria no nosso “Anexo Secreto” e que lá a gente resolvia para onde ir.
Não é que ele não fazia a menor idéia para onde a gente ir. Ali eu não queria ficar, pois era um domingo e tinha muita gente andando pelo calçadão da praia. Eu queria um lugar mais deserto, onde poderíamos ficar mais à vontade. Ele, como um homem já vivido, deveria saber onde havia um lugar assim. Uma menina como eu é que não ia saber!
Eu juro que se pudesse ir a um motel com ele, eu não pensaria duas vezes. Mas como ele ia entrar com uma menina da minha idade num motel? Ah, como eu queria ser mais velha nessas horas! Mas se eu fosse mais velha, talvez ele não tivesse se interessado por mim.
Cheguei a pensar que não ia acontecer nada entre a gente. Eu tinha me preparado de forma que as coisas ficassem mais fáceis. Tinha vestido uma blusinha sem sutiã e usava uma mini-saia para ficar fácil de ser levantada.
Ainda bem que ele se lembrou de um lugar. Eu não sabia onde era, mas ficava um pouco afastado de onde estávamos. Ele disse que ficava num canto da praia do Tombo. Disse ele que já tinha ido lá uma vez com uma antiga namorada. Então resolvemos ir até lá.
Nunca tinha ido àquele lugar. Tinha uma trilha que dava numa mina d’água. Era um lugar legal e meio escondido como ele tinha dito.
Quando chegamos tinha um casal de namorados. No começo sentamos numa pedra e ficamos conversando. Ele sussurrou no meu ouvido que dali a pouco aquele casal ia sair dali por causa da gente. E foi isso que aconteceu.
Aí então podemos ficar mais à vontade.
Começamos a nos beijar. Pouco depois ele já estava levantando a minha blusinha e agarrando meus peitos. Eu também fiquei excitada pouco depois. Ainda mais que ele sentou na pedra e eu fiquei de frente para ele e ele começou a chupar meus seios.
Foi só ele começar a chupar meus seios e apertar eles com a mão que eu fiquei doidinha. Eu estava morrendo de vontade de dar para ele novamente. E já fazia uma semana que ele tinha tirado minha virgindade e eu queria sentir ele em mim novamente. A cada dia aquela vontade só ficava maior e maior. E eu já não sabia mais o que fazer para conter aquela agonia. E já que estávamos naquele lugar, eu não podia deixar a oportunidade passar de jeito nenhum.
Pelo jeito ele também não estava se agüentando. Pois logo em seguida ele levou a mão por baixo da minha saia, enfiou a mão por dentro da calcinha e começou a acariciar minha xana. Aquilo me fez perder o juízo. Falei para ele esperar um pouco e tirei a calcinha.
Depois falei: “Tira ele para fora!”. Ele levantou, abriu o zíper da calça e botou o pau duro para fora. Olhei para aquele pau grande e não resisti a tentação e peguei nele. Queria sentir ele na minha mão antes de por ele em mim. Eu estava muito curiosa, louca para olhar ele bem de perto. Aí eu me abaixei e aproximei os olhos daquele pau duro e fiquei mexendo nele. Achei engraçado de estranho ao mesmo tempo aquela pele que tampava a cabeça quando eu mexia a mão para frente. Acho que foi por isso que fiquei empurrando a mão para frente e para trás. Aí ele disse para eu parar porque isso dava tesão de mais.
Havia uma árvore do nosso lado. Então ele me puxou para baixo da árvore. Depois ele me encostou nela, levantou minha saia e colocou o pau dele no meio das minhas pernas. Ah, como foi delicioso sentir aquele pau duro e quente no meio das minhas pernas! Eu era mais baixa que ele, então ele teve que se abaixa um pouco para conseguir colocar ele. Aí ele começou a mexer para trás e para frente, mas o pau dele não conseguia entrar dentro de mim. Ele disse que a posição estava meio ruim. E estava mesmo! Mas não havia o que fazer. Tínhamos que nos virar assim mesmo. Então ele pediu para eu abrir um pouco as pernas. Aí ele se abaixou um pouco mais, ajeitou o pau com a mão e empurrou para frente.
Eu senti ele no lugar certo. Aí eu pedi: “Devagar, meu amor!”. Ele deu uma paradinha e depois empurrou mais um pouco. Começou a doer um pouquinho e eu pedi novamente par ele ir devagar. Ele deu mais uma pausa e depois empurrou até entrar tudo.
Ele começou a ir para trás e para frente. Eu sentia o pau dele se movimentando dentro de mim. Nossa! Que coisa mais gostosa! Que prazer eu sentia! Por nada desse mundo eu pararia o que estávamos fazendo. Podia chegar quem quer que fosse, eu não pararia enquanto não gozasse. E do jeito que eu estava naquele momento, não ia demorar muito mesmo para que isso acontecesse.
Eu me recordo que me pendurei no pescoço dele e ele me abraçou pela cintura para nos apoiarmos um no outro. Enquanto fazíamos amor, nos beijávamos. Às vezes, ele parava de me beijar e começava a chupar meus peitos. Ele mordia ora o bico de um, ora o bico do outro. Às vezes, ele exagerava um pouquinho e acabava doendo, mas quando ele chupava meus peitos, eu sentia mais prazer ainda.
Ele gozou antes de mim, aquele safado. De repente eu ouvi os gemidos dele. Ele começou a ir mais rápido e meter com mais força. Eu aproveitei para me concentrar mais e pouco depois que ele gozou eu também acabei gozando. Ah, que sensação mais gostosa! Eu fiquei sem forças e quase caímos os dois. Ele teve que se segurar na árvore para não cairmos. Aí o pau dele saiu de dentro de mim e a aquela coisa começou a pingar e escorrer pelas minhas pernas. “E agora, como a gente vai se limpar?”, perguntei. Ele olhou para mim, como se não soubesse o que fazer. Aí ele disse logo em seguida: “Limpa com a calcinha”. “Mas como eu vou para casa com a calcinha suja?”, perguntei. Então ele respondeu: “A gente lava ela ali, na praia”. E foi o que fiz. Depois tive que vestir a calcinha molhada.
Ficamos mais algum tempo juntos. Mas aí ficamos comportados, porque ninguém tinha mais vontade de fazer safadeza. Depois fomos embora.


PARA COMPREENDER MELHOR O DIÁRIO LEIA A HISTÓRIA DE ANA CARLA EM: A MENINA DO ÔNIBUS
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