Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
117 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 56950 )
Cartas ( 21165)
Contos (12585)
Cordel (10048)
Crônicas (22173)
Discursos (3133)
Ensaios - (8976)
Erótico (13389)
Frases (43470)
Humor (18422)
Infantil (3758)
Infanto Juvenil (2650)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1315)
Poesias (138131)
Redação (2919)
Roteiro de Filme ou Novela (1053)
Teses / Monologos (2400)
Textos Jurídicos (1924)
Textos Religiosos/Sermões (4817)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Erótico-->O DIÁRIO DE ANA CARLA - VIII -- 27/07/2005 - 16:43 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O DIÁRIO DE ANA CARLA - VIII


Segue abaixo a continuação do DIÁRIO DE ANA CARLA. Para ler a parte anterior clique AQUI
PARA LER O INÍCIO DO DIÁRIO CLIQUE AQUI


Segunda-feira, 12 de dezembro.

Hoje recebi uma notícia que me deixou desesperada. Meu pai vai sair de férias do trabalho e nos comunicou que vamos viajar. Ele disse que vamos passar quinze dias na casa de minha avó em Vitória no Espírito Santo.
Meu Deus! Como eu vou fazer para ficar quinze dias longe dele? Eu não vou conseguir! Eu vou ficar desesperada. Eu sei disso! Queria tanto passar o natal e o ano novo com ele. Sei que não ia dar para ficar com ele, mas pelo menos ia dar um jeito de nos encontrarmos por alguns momentos. Já estava até pensando no presente que ia dar a ele. Agora vou ter que mudar meus planos.
Eu poderia tentar falar com eles que não queria ir, que queria ficar na casa da minha outra avó. Mas meu pai não vai deixar de jeito nenhum. Eu conheço ele. Sei como ele é.
Como é que vou dizer a ele que vamos ficar quinze dias sem nos ver? Ele vai ficar chateado. Eu tenho certeza. Ele não me disse nada, mas aposto como ele estava fazendo planos para a gente no final do ano. Agora vai tudo por água abaixo.
Vou ligar para ele amanhã e dizer que preciso me encontrar com ele urgentemente. Tenho que contar para ele. Não posso deixar para falar em cima da hora. Ainda bem que só vamos viajar no final de semana. Meu pai disse que precisava fazer uma revisão no carro.
Estou tão aborrecida com essa história de viagem que não estou afim de escrever mais nada hoje.


Terça-feira, 13 de dezembro

Depois do almoço.
Liguei para ele hoje. Disse que precisava falar urgentemente com ele. Ele até pensou que era alguma coisa de grave, mas eu disse que não precisava se preocupar. Eu não quis adiantar o que era. Prefiro dar a notícia pessoalmente.
Já estou sentindo saudades dele antes mesmo de viajar. Como eu vou fazer para ficar longe dele? Vai ser horrível e insuportável ficar longe de meu amor todos esses dias! Eu não vou consegui esconder essa paixão. Eu vou odiar esta viagem. Tenho certeza disso!
Ah, meu querido diário! O que vou fazer? Vai, me ajuda? Me diz o que faço? Me dá uma luz?

Noite
Nos encontramos a tarde hoje. Falei para minha mãe que ia sair com umas colegas. Ainda bem que ela não perguntou com quem. Só disse que íamos ao shopping.
De fato nós fomos ao shopping mesmo. Ele queria assistir um filme, mas eu disse que não estava afim e queria só ficar conversando com ele. Ele ficou um pouco contrariado, mas aceitou numa boa.
Contei para ele que ia viajar com meus pais e que ia ficar quinze dias sem vê-lo. Vi nos olhos dele como ele ficou triste. Ele ainda perguntou: “Não tem jeito de você ficar?” Respondi que meu pai não ia deixar nem em sonho. “Mas mesmo assim vou tentar”, prometi. Ele deu um sorriso, pegou em minha mão, me deu um beijo e depois disse: “Eu te amo, minha florzinha!”. Eu também disse que amava muito ele.
Ficamos algum tempo olhando as vitrines das lojas. E depois saímos do shopping e ficamos sentados no banco de uma praça que tem ali perto.
Na verdade, quem sugeriu isso foi ele. Por causa das férias, o shopping estava muito cheio e ele ficou com medo de algum conhecido nos ver. Nessa pracinha não tinha quase ninguém e nos sentimos bem à vontade.
Voltei para casa quando havia anoitecido. Minha mãe já estava até um pouco preocupada. Ela inclusive perguntou pela Marcela, se ela já estava melhor. Aí eu me lembrei da mentira que havia contado e respondi que sim.
Meu pai disse que vamos viajar no domingo bem cedo. Eu ia dizer a ele que não queria viajar e se poderia ficar, mas não tive coragem. Estou com medo de que ele fique me fazendo muitas perguntas e acabe descobrindo alguma coisa.
Ah! Meu deus! O que faço agora? E se eu falar com meu pai e ele descobrir os motivos pelos quais eu não quero viajar? Mas eu também não quero ir! Quero ficar com meu amor.
Se eu ficasse na minha avó, tudo seria mais fácil. Minha avó não ia me impedir de sair todos os dias e voltar só a noitinha. Ah! Como eu queria ficar! Eu até poderia pedir a ela para dormir na casa de alguma amiga e ir passar a noite inteira com ele. Ah! Ia ser um sonho! Ia ser inesquecível!.
Amanhã vou dar um jeito de falar com meu pai. Tenho que usar todos os recursos para não ir viajar. Vou pensar no que vou dizer para que ele não desconfie de nada.

Quarta-feira, 14 de dezembro

Falei com meu pai hoje. Custei criar coragem para chegar nele. Esperei o momento mais oportuno para tocar no assunto. Talvez para alguns filhos, chegar nos pais para pedir alguma coisa seja fácil, mas não no meu caso. Meu pai é daquele tipo de pai autoritário e distante. Ele nunca se interessa pelo que os filhos querem ou estão sentindo.
Na maioria das vezes, ele fala com a gente brigando. Quando é para dar alguma bronca, ele está sempre ali, mas nunca para dar um carinho, para perguntar se queremos algo ou para pedir a opinião da gente sobre alguma coisa. Muitas vezes ele só sabe reclamar. Por isso eu até me sinto mais à vontade quando ele não está em casa.
Mas quando eu criei coragem e disse para ele que não queria ir, ele já fez uma cara de bravo e foi logo perguntando o porquê. Eu disse que era por causa de uma festa que ia ter na escola, e que queria passar a virada de ano na praia para ver a queima de fogos. Ele respondeu que escola não era lugar de festa, e sim de ir para estudar. Se eu já tinha passado de ano e estava de férias, então não tinha mais nada para fazer na escola.
Como eu esperava, ele não me deixou ficar. Disse que estávamos muito tempo sem ver minha outra avó. Para me engabelar ele até chegou a dizer que, quando voltássemos, eu poderia passar um final de semana na casa dela.
Fiquei tão triste e chateada que levantei da mesa e fui para o meu quarto chorar. Chorei deitada na minha cama um tempão. O que eu ia fazer agora? Não tinha mais jeito. Eu ia ter que ir com eles.
Ah! Como eu estou com raiva dos meus pais! Será que eles nunca ouvem a gente? Por que eles nunca sem importam como nossos sentimentos? Custa me deixar ficar? Ia ser uma despesa a menos. Que ódio! Minha mãe também! Nem para dar uma ajuda! Ela fica sempre do lado dele e contra mim.
Às vezes, até me dá vontade de sair de casa. Agora só porque ele resolveu viajar, eu vou ter que ficar sem meu amor. Também vou ficar de cara feia para eles até a gente voltar. Eles me pagam! Não vou perdoá-los por isso.
Tive que ligar para ele e dar a notícia. Ele disse para eu não ficar triste, que os quinze dias iam passar rápido. Falei que estava morrendo de raiva de meus pais. Ele falou que isso não estava certo, pois meu pai tinha razão. Quase fiquei com raiva dele também. Até ele estava contra mim. Mas não adianta. Eu vou continuar com raiva deles.
Ele disse que vai sentir muita saudade, mas vai estar me esperando. Ele disse também que, quando eu voltar, a gente vai descontar todos esses dias que ficamos longe um do outro.
Eu sei que ele só está sendo amável comigo e só quer me confortar. Ele não faz a menor idéia de quanto vai ser difícil para mim ficar todos esses dias longe dele.

Quinta-feira, 15 de dezembro.

Queria me encontrar com ele hoje, mas ele disse que ia trabalhar o dia todo. Ele disse que vai bolar algo para a gente fazer no sábado.
Foi bom ele ter dito isso, porque eu estava muito chateada. Ainda continuo de cara feia com meus pais. Eu não vou melhorar enquanto não voltar de viagem. Juro por tudo que é mais sagrado. E quanto mais vai aproximando o momento da partida, mais eu fico deprimida. A dor em meu coração só vai aumentando.
Estou tão sem vontade de viajar que nem comecei a arrumar minha roupa. Minha mãe disse que amanhã nós vamos à Santos comprar umas roupas. Noutros tempos, eu estaria empolgadíssima com isso, mas agora não sinto a menor vontade. Se pudesse, eu nem ia comprar roupa nenhuma. Também só de raiva, vou escolher as roupas mais caras que encontrar na loja.
Estive pensando. O que fazer com você, meu diário? Não sei se te levo. Queria tanto te levar, mas acho muito arriscado. E se por algum motivo minha mãe mexe nas minhas coisas e te acha? Se eu tiver por perto ela não vai mexer, mas e se eu não tiver? É só ela ler um pedacinho do que está escrito aqui que estou ferrada. Não sei se te levo ou se te deixo no meu esconderijo. Tenho que resolver isso até sábado.

Sexta-feira, 16 de dezembro.

Fui com meu irmão e minha mãe comprar roupa em Santos. Toda vez que eu escolhia uma roupa e minha mãe achava cara, eu ficava brava e emburrada. Quando ela escolhia uma roupa mais barata, eu dizia que não tinha gostado e não queria levar. Insisti tanto que minha mãe teve que comprar roupas caras para mim. Ela não comprou muita coisa, menos do que comprou para meu irmão, mas gastou bem mais comigo. Quando eu voltar de viagem, vou vestir todas essas roupas para ele. Aposto como ele via me achar linda.
Liguei para ele depois que voltei das compras e contei o que tinha feito. Ele disse que eu era terrível, e que era uma menina vingativa. Ele disse também: “Eu preciso tomar cuidado contigo, minha florzinha. Você não é flor que se cheira.”
Ele disse que vai passar toda a tarde comigo amanhã. Vai ser nosso último encontro antes de minha viagem.
Vou dormir logo, para chegar logo amanhã. Não agüento mais de vontade de ficar com ele.


Sábado, 17 de dezembro.

Cedo.
Acabei de acordar. São 10:35 hs. Vou aproveitar para arrumar minha mala, já que não tem jeito mesmo. É melhor arrumá-la agora para ter mais tempo livre a tarde. Se não, ela pode não me deixar sair por não ter arrumado minha mala.
Vou ligar para ele depois do almoço e combinar nosso encontro. Estou tão curiosa para saber para onde ele vai me levar. Espero que seja para algum lugar onde podemos ficar mais à vontade. Estou morrendo de vontade de fazer amor com ele. Quero sentir ele apertando meus seios, mordendo eles. Quero sentir aquele pau duro e grosso dele no meio das minhas pernas e entrando dentro de mim.
Ah, meu deus! Só de ficar pensando nessas coisas já fico toda excitada!
É melhor eu parar por aqui e ir fazer minhas coisas.

Noite.
Não sei explicar o que estou sentindo. Ao mesmo tempo em que a felicidade enche meu coração, um aperto muito forte também atinge ele. Estou feliz, mas também estou triste.
Vivemos momentos incríveis hoje. Momentos inesquecíveis. Mas também sei que vou estar privada desses momentos pelos próximos quinze dias. Não vou agüentar ficar longe de seus beijos, de suas mãos percorrendo meu corpo, de seus lábios nos meus seios. Não. Não vou agüentar. Como posso ficar sem o pau dele?
Se eu ainda fosse virgem e não soubesse o quanto é gostoso sentir ele em mim, tudo bem. Não ia sentir falta. Mas agora não dá mais! Eu não consigo ficar uma semana sem me entregar a ele. É só passar uns três dias sem fazer amor com ele, que eu vou ficando inquieta, meu corpo vai ficando excitado por qualquer coisa. Até meus pensamentos também vão ficando cada vez mais indecentes.
Como é que vou fazer longe dele quando não estiver agüentando mais de vontade? Não. Não quero nem pensar nisso agora!
Liguei para ele para saber onde íamos nos encontrar. Ele me disse que era para esperar ele na praça perto de casa que ele ia passar de carro. “Mas onde você arrumou um carro?”, perguntei. Aí ele respondeu: “Peguei emprestado com o meu pai”. Eu nem sabia que o pai dele tinha carro. Ele nunca tinha me dito isso. Mas ótimo! “Assim vou poder passear de carro com ele”, pensei.
Falei para minha mãe que ia sair e só voltaria à noite, pois ia aproveitar meu último dia antes da viagem. Ela disse para eu não chagar muito tarde. Mas fiz de conta que não ouvi. Eu cheguei a hora que achei que deveria chegar. Meu pai reclamou um montão, mas eu não dei ouvido. Deixei ele falando sozinho, dizendo que eu estava ficando uma menina rebelde, que eu não era assim... e coisas desse tipo. Fui direto para o meu quarto te contar o que aconteceu hoje, querido diário. Eu sabia que meu pai não ia brigar tanto porque amanhã bem cedo vamos viajar.
Depois que ele me pegou na praça, ficamos andando de carro pela avenida da praia. A cidade estava bem movimentada e cheia de turistas. Por isso o trânsito estava bem lento em alguns pontos.
Foi incrível passear de carro com ele. Acho que ficamos andando por quase duas horas. De vez em quando, quando o trânsito estava congestionado, a gente ficava se beijando.
Depois, a gente parou numa lanchonete e ficamos os dois sentados na mesa. Esta fazendo muito calor, mas mesmo assim ficamos coladinhos um no outro tomando coca-cola e comendo uma porção de batata fritas.
Quando saímos dali, já estava começando a escurecer. Aí perguntei para ele onde a gente ia. Ele respondeu: “Vamos para num lugar isolado e ficar namorando.” Aí eu disse: “Ótimo! Porque eu quero ser toda sua hoje.” Então ele respondeu: “Você é muito safada, minha florzinha!” Eu dei uma risadinha, levei a mão no pau dele e falei: “Foi você quem me fez ficar assim.” Aí ele também deu ma risadinha, tirou a mão do volante e levou no meio das minhas pernas. Só para deixar ele com mais vontade, eu disse: “Ela está toda molhadinha.” Então ele balançou a cabeça e falou: “Você não vale nada, menina!”
Andamos por mais algum tempo. Ele entrou por algumas ruas que eu não conhecia. Então saímos numa rua de terra onde não havia nem iluminação, nem casas. Fiquei um pouco preocupada e perguntei se ali não era um lugar perigoso. Ele disse que não. Que eu não precisava me preocupar.
Foi delicioso ficar com ele ali. Ele sentou no banco onde eu estava e eu sentei no colo dele.
Começamos a nos beijar. E como das outras vezes, ele já foi logo passando a mão nos meus peitos e no meio das minhas pernas. Eu estava muito excitada e queria me entregar logo para ele antes que pudesse aparecer alguém. Mas ele disse para eu não ser tão apressada assim.
Ele me fez tirar a calcinha. Depois disse para eu tirar a blusinha. Falei para ele: “Você está maluco? E se aparecer alguém?” Então ele respondeu com a maior calma: “Eu conheço isso como a palma de minha mão. Sei que não vai passar ninguém. E mesmo que venha passar, está de noite e escuro. Ninguém vai enxergar o que estamos fazendo dentro desse carro.” Mesmo assim insisti com ele: “Mas e se vier algum carro?” Aí ele respondeu que não ia passar ninguém porque aquela era uma rua sem saída. Ainda sim, fiquei um pouco com medo, mas acabei tirando a blusa e ficando só de saia.
Enquanto eu tirava a blusa, ele desabotoou a calça e abaixou ela. Aí o pau dele ficou para fora. Estava duro. Enorme. Então eu peguei nele e fiquei acariciando.
As mãos dele começaram a acariciar meus seios. Aquilo me fez tremer e ficar toda arrepiada. Então eu sentei no colo dele de frente para ele. Começamos a nos beijar. Daí eu me levantei um pouquinho e fui sentando no pau dele. Ele foi entrando bem devagarinho dentro de mim.
Foi uma sensação incrível. Como é delicioso quando eu sinto ele dentro de mim! Eu fico louca. Me dá vontade de ficar ali para sempre, de ficar para sempre com ele dentro de mim.
Eu comecei a me mexer. E quanto mais eu me mexia, mais ficava gostoso. Eu estava quase gozando quando ele me pediu para parar.
“Mas por quê?”, perguntei. Aí ele respondeu: “Vou por a camisinha.” Achei aquilo estranho e perguntei: “Camisinha?” Então ele disse: “É melhor a gente não brincar com a sorte. Não quero que você fique grávida.”
Eu só havia me preocupado com isso na primeira vez. Depois acabei esquecendo que poderia ficar grávida. Mas ele estava com a razão.Deus me livre de ficar grávida! Eu estaria ferrada para o resto da vida. Só de pensar nisso, fico toda arrepiada e morrendo de medo.
E foi novidade para mim transar com ele de camisinha.
Ele abriu o porta luvas do carro e pegou uma. Então ele rasgou a embalagem, colocou no pau dele e apertou a ponta. Eu perguntei porque era preciso apertar a ponta que sobrava. E ele disse que era para tirar o ar. Então eu perguntei: “Pra quê essa ponta?”. Aí ele me explicou que era para armazenar o esperma.
Ele me deixou desenrolar a camisinha no pau dele. Ele me explicou como é que eu deveria fazer. Então eu fiz.
Achei meio esquisito a camisinha no pau dele. Perguntei se não doía, porque ela parecia que apertava. Ele respondeu que era um pouco apertado, mas não incomodava quase nada. Disse também que não tirava o prazer.
Depois eu sentei novamente no colo dele. Ele segurou no pau dele e ajeitou ele na minha xana. Aí eu fui me soltando e ele foi entrando dentro de mim.
Ele disse que a camisinha não incomodava, mas não sei se era porque era a primeira vez que eu transava com camisinha, achei que ele incomodava bastante.
Quase não consegui gozar. Ele até percebeu que eu estava tendo dificuldades e deu uma mãozinha. Começou a me dizer um monte de obscenidades. Ele dizia: “vai, putinha safada! Vai... vai... que você vai gozar”. Ele também chupava e mordia meus seios com mais força do que das outras vezes.
Eu não sei quando ele gozou. Pois depois que eu gozei perguntei se ele não ia gozar e ele disse que já tinha gozado. Aí eu sai de cima dele e vesti minha blusinha.
Ele pediu para eu acender a luz e pegar um rolo de papel higiênico no porta luvas. Depois ele tirou a camisinha, pediu para eu segurar ela e se limpou.
Eu fiquei olhando para a camisinha cheia de esperma. Era um liquido meio esquisito e amarelado. Quando ele me viu reparando com tanta curiosidade na naquilo, ele disse: “Isso aí é capaz de estragar nosso relacionamento.” Eu concordei. Então ele falou: “A partir de agora, é melhor a gente fazer amor com camisinha. Certo, minha florzinha?” Tive que concordar, pois ele estava coberto de razão.
Quando ele se despediu de mim, eu comecei a chorar. Ele me consolou e disse que quinze dias passavam rápido. Com muito custo fui para casa com o coração apertado. Eu sentia e ainda sinto um vazio tão grande dentro de meu peito.
Ah, se eu pudesse! Eu não viajaria de jeito nenhum. Nada mais me interessa. Eu só queria ficar com meu homem, com o dono de minha felicidade.
Agora eu vou ter que parar, meu diário. Vamos nos separar por quinze dias. Eu queria te levar comigo. Eu sei que você ia me ajudar a passar esses dias longe dele, mas não posso te levar. É arriscado demais. Não posso correr riscos. Ele nem sabe que eu tenho você, meu diário, para ouvir minhas confidências. Vou te deixar no lugar de sempre. Quando eu voltar, conto tudo que aconteceu.


PARA COMPREENDER MELHOR O DIÁRIO LEIA A HISTÓRIA DE ANA CARLA EM: A MENINA DO ÔNIBUS
PARA LER O INÍCIO DO DIÁRIO CLIQUE AQUI

LEIA TAMBÉM
FANTASIAS IMORAIS
COMO PODERIA ESQUECER?
O DIÁRIO DE ANA CARLA - VII
ELA É UMA TENTAÇÃO
QUANDO A NOITE CHEGA
NAS NOITES FRIAS DE INVERNO
O DIÁRIO DE ANA CARLA - V
DESSE TEU PURO MEL VIRGINAL
O DIÁRIO DE ANA CARLA - IV
O DIÁRIO DE ANA CARLA - III
O DIÁRIO DE ANA CARLA - II
O DIÁRIO DE ANA CARLA - I
QUANDO A NOITE SE TORNAR FRIA
PENSAMENTOS IMPUROS
TEU CORPO
Ó VULVA INQUIETA!
QUANDO O PRAZER ENTRA EM CENA
O DEFLORAMENTO DA VÍRGEM
TEUS LÁBIOS NO MEU FALO
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui