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Erótico-->O DIÁRIO DE ANA CARLA - IX -- 02/08/2005 - 14:58 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O DIÁRIO DE ANA CARLA - IX


Segue abaixo a continuação do DIÁRIO DE ANA CARLA. Para ler a parte anterior clique AQUI
PARA LER O INÍCIO DO DIÁRIO CLIQUE AQUI


Quarta-feira, 04 de janeiro.

Ah, meu querido diário! Quanta saudade! Você nem pode imaginar a falta que você me fez! Como foram horríveis esses dias longe de você e de meu amor!
Meu pai disse que íamos passar quinze dias fora e acabamos ficando bem mais que isso. Eu já não suportava mais aquele lugar.
As pessoas tentavam ser amáveis comigo, mas não adiantava. Parecia que eu estava numa prisão. Eu só pensava nele o tempo todo. E o pior que não tinha você para ouvir minha dor.
Só para você ter idéia. Eu não tinha vontade de fazer nada. Eu não queria ir para lugar nenhum. Nem vontade de comer eu tinha. Quando ia passear em algum lugar com meus pais, eu ia de cara feia.
Minha mãe até me deu umas broncas por causa disso. Disse que se eu continuasse de cara feia, com aquele mal humor, ia me dar uns tapas.
Eu até tentei melhorar um pouco, mas não deu. Eu só sentia vontade de voltar para casa, de estar perto dele. Eu só queria ver ele, falar com ele e me sentir nos braços dele. Por que meus pais não me deixaram ficar? Por que sempre tenho que fazer o que eles querem? Por que eles nunca entendem a gente? Custava ter me deixado ficar? Eu teria sido muito mais feliz.
Quase não falei com ele esses dias. Toda vez que tentava dar uma escapada para ligar para ele, minha mãe teimava em ir junto. Até parece que ela estava adivinhando.
Nas três vezes em que consegui sair para falar com ele, tive que levar minha prima. A gente não tinha intimidades, mas tive que contar para ela que ia telefonar para meu namorado. Só que menti para ela. Disse que estava namorando um menino da escola. Falei também que meus pais não sabiam de nada. Pedi para ela não contar nada para eles, porque meu pai é mito careta e se soubesse que eu estava namorando ia me dar uma surra. Ela disse que eu não precisava me preocupar.
Ela é um pouco mais velha do que eu. Ela disse que também tem um namorado, mas seus pais também não sabem. Ela ainda disse rindo que os pais dela são que nem os meus: não deixam ela namorar.
Inventei alguma histórias sobre ele, mas falei algumas verdades também. No fim nos tornamos amigas. Foi o que de melhor aconteceu na minha viagem. Porque a amizade dela me ajudou a suportar esses dias. Inclusive, ficamos de telefonar uma para a outra e contar como vão nossos namoros.
Eu queria ter me encontrado com ele hoje. Mas quando chegamos já tinha escurecido.
Não agüento mais de ansiedade. Não vejo a hora passar para chegar logo amanhã para eu poder me encontrar com ele. Assim que acordar, vou ligar para ele marcando um encontro. Ele também deve está morrendo de saudades de mim.


Quinta-feira, 05 de janeiro.

Cedo.
Acabei de acordar.Não vejo a hora de me encontrar com ele. Vou ligar para ele daqui a pouco. Não agüento mais de saudades dele.
Será o que ele fez todos esses dias sem mim? Espero que ele não tenha saído com nenhuma vagabunda. Porque se alguma galinha deu em cima dele, eu arranco os cabelos dela. Ta pensando o quê? Não vou deixar nenhuma vagabunda dar em cima do meu gatinho não.
Vou é tratar de me levantar porque preciso me encontrar com ele de qualquer jeito hoje. Se minha mão caçar assunto eu saio escondida.

Noite
Telefonei para ele e ele estava em Santos na casa de um primo. Falei para ele que já estava em casa e queria me encontrar com ele de qualquer jeito.
Ele disse que só ia voltar à noite, mas como estava morrendo de saudades, ia voltar antes.
Ficamos de nos encontrar as dezoito e trinta no Ferry Boat. E ele chegou um pouco atrasado. Eu já estava ficando desesperada. Pensei que ele não ia vir.
Ah, meu diário! Você não faz idéia de quantas besteiras passaram na minha cabeça. Pensei que ele não ia vir porque estava com alguma garota. Cheguei mesmo a pensar que ele não estava na casa do primo coisa nenhuma, e que tinha dito aquilo só para me enganar. Achei que na verdade ele estava era passeando com uma vadia no shopping.
Quando deu seis e trinta e cinco e ele não apareceu, pensei que ele não queria mais saber de mim. Sou uma idiota mesmo! Como posso ser assim tão insegura? Cheguei inclusive a dizer: “Ele arranjou outra.” Aí fiquei tão desesperada que comecei a chorar. Eu andava de um lado para outro e olhava no relógio a cada trinca segundo.
Mas quando deu seis e quarenta, ele apareceu.
Eu nem sei dizer o quanto fiquei feliz. Foi uma emoção tão grande, tão intensa que não sei descrever. Foi como se não o via há muitos anos. Ah, meu querido diário! Eu não sabia se sorria ou se chorava de emoção! Nossa! Nunca senti uma emoção tão forte assim! De todos os momentos de felicidade que já tinha vivido com ele, este foi o que transbordou meu coração, feito uma represa quando se rompe.
Ele ainda perguntou porque eu estava chorando. Aí eu disse que era de saudade e felicidade.
Pena que estava ficando tarde e não íamos poder ficar muito tempo juntos. Perguntei a ele para onde a gente poderia ir, mas ele não fazia a menor idéia.
Eu queria ir para o nosso anexo secreto, mas ele disse que íamos perder muito tempo até chegar no centro. E depois ainda ia perder mais tempo ainda para tomar outro ônibus de volta para casa. Assim não ia sobrar tempo nenhum para nós dois.
Então ele sugeriu que ficássemos numa pracinha que tem ali perto da Balsa.
Eu queria um local mais reservado, onde a gente poderia ficar mais à vontade. Só que o pouco tempo que nos restava não dava para ficar escolhendo o lugar. De forma que fomos até lá e ficamos namorando por mais de uma hora.
Contei para ele sobre minha viagem. Como não tinha muito o que contar, resumi alguns detalhes mais importantes. Falei de minha prima.
Ele me contou tudo que fez nestes dias longe de mim. Falou do natal e do ano novo que passou com sua família. Disse que sentiu muita falta de mim e que às vezes se sentia muito entediado como a minha ausência.
Perguntei o que ele ficou fazendo. Ele disse que ficou em casa lendo. E que aproveitou que estava de férias no trabalho para pôr a leitura em dia. Quis saber que livros ele estava lendo. Ele disse uns nomes, mas não me lembro mais quais. Sei o que os autores tinham um nome muito esquisito. Só me lembro que ele falou que eram autores alemães.
Estava morrendo de saudades dos beijos dele. Eu nunca beijei outros rapazes, ma o beijo dele é a coisa mais gostosa que existe.
Nossa! Quando sinto os lábios dele grudar nos meus e a língua dele entrar na minha boca, uma sensação incrível percorre meu corpo. Eu começo a sentir um monte de coisa esquisita e fico excitada no mesmo instante. Não sei porque os beijos dele me deixam assim! Se eu pudesse, vivia só dos beijos dele.
Eu queria ficar com ele todos os momentos da minha vida. Eu não queria me desgrudar mais dele. Só que eu precisava ir para casa, pois já estava ficando tarde. Quando eu disse “preciso ir”, ele disse: “Se eu pudesse, te raptava e fugia contigo para um lugar bem longe, onde a gente pudesse viver juntinhos para sempre”. Aí eu perguntei: “por que a gente não faz isso?” Então ele respondeu: “não, não... Isso é uma loucura! Não existem motivos para fazermos isso. Se um dia, por algum motivo, a gente for impedido de se encontrar, até podemos pensar nessa hipótese. Contudo, a pesar das dificuldades, temos até muita liberdade para nos encontrar”.
Tive que concordar com ele. Mas se algum dia, meus pais me proibirem de me encontrar com ele, não pensaria duas vezes em fugir de casa. Ele é a coisa mais importante que tenho na minha vida. Eu não agüentaria viver longe dele. Por ele, sou capaz de fazer qualquer loucura. Ah, sou mesmo!
Ele pegou o mesmo ônibus que eu só para me acompanhar e ficar mais tempo comigo. Ele disse que depois pegaria outro ônibus de volta para casa.
Fiquei de ligar para ele amanhã e dar um jeito de sairmos.

Sexta-feira, 06 de janeiro

Liguei para ele depois do almoço. Disse que estava morrendo de saudades e queria me encontrar com ele. Ele disse que não ia fazer nada o dia todo e que a hora que desse para a gente se ver, era só eu ligar para ele. Falei que ligaria mais tarde. Ele disse que ia ficar esperando.
Tentei arrumar uma desculpa para sair de casa, mas minha mãe não deixou. Disse que tínhamos que arrumar a casa e que amanhã eu poderia sair.
Insisti, esperneei, xinguei e até chorei, mas não houve jeito. Ela disse não e pronto.
Fiquei com tanta raiva dela que me tranquei no meu quarto e não saí de lá o dia todo. Só arrumei o meu quarto e nada mais. Chorei a tarde toda. Nem fui ligar para ele dizendo que não ia dar para gente sair. Ele deve ter ficado preocupado porque eu não liguei. Preciso ligar para ele amanhã bem cedo para explicar tudo. Não. É melhor eu não ligar muito cedo. Ele pode está dormindo. Vou telefonar na hora do almoço.

Sábado, 7 de janeiro

Hoje tinha tudo para ser um dia inesquecível. Tinha a tarde toda para ficar com ele. Mas por que tudo tinha que terminar desse jeito? Tínhamos que brigar no final do dia? Ah! Estou morrendo de raiva dele.
Pouco antes do almoço, fui telefonar para ele e dizer que ia ter a tarde toda para ficar com ele. Ele disse que então ia se arrumar e nos encontraríamos no nosso Anexo Secreto.
Quando eu cheguei lá, por volta das duas e meia, ele ainda não havia chegado. O tempo foi passando e nada dele aparecer. Aquilo me deixou morrendo de raiva. Fiquei esperando por quase meia hora. Eu já não agüentava mais. Acho que se ele tivesse demorado mais uns dez minutos, eu teria voltado para casa.
Ele disse que houve um imprevisto, por isso se atrasou. Falei que não adiantava ele vir com desculpas porque não ia me acalmar e que ia continuar com raiva dele.
Depois eu queria ir a um lugar mais reservado, onde a gente pudesse ter mais intimidade. Afinal de contas eu estava morrendo de vontade de fazer amor com ele. Eu queria sentir o pau dele em mim, queria sentir a boca dele nos meus seios, e queria gozar. Eu precisava gozar. Faziam mais de quinze dias que a gente não fazia amor e eu não agüentava mais de vontade. E ele vem me dizer que não fazia a menor idéia de onde poderíamos ir!
Tudo bem que a cidade estava cheia de turista e ia ser difícil achar um lugar para a gente ficar. Mas será que ele não sabia de um lugar secreto? Ah, isso acabou me deixando mais irritada ainda!
Sugeri que a gente fosse até o cantinho no final da praia, onde fizemos amor da última vez. Ele disse que provavelmente o lugar ia ter bastante gente. Mesmo assim insisti, e ele acabou concordando em ir. Acho que ele só concordou para não me contrariar.
Chegando lá, não só havia muita gente, como a praia ainda estava lotada. Na hora eu não me lembrei desse detalhe. Portanto, tínhamos que ir para outro local. Ele sugeriu que a gente fosse primeiro ao cinema e quando tivesse anoitecido a gente voltaria. Não gostei muito da idéia, mas acabei aceitando. Não tinha outro jeito mesmo!
O filme que ele queria assistir só começava em uma hora. Mesmo assim ele comprou os bilhetes. Enquanto isso, ficamos andando pelo shopping e aproveitamos para comer alguma coisa.
Para complicar ainda mais o meu dia, o filme além de muito longo era muito chato. Tão chato que nem me lembro direito o nome. Foi um saco agüentar o filme todo. E o pior é que ele estava prestando tanta atenção ao filme que até se esqueceu de mim.
Pensei que ele ia ficar me agarrando e me acariciando dentro do cinema. Mas que nada. Fiquei só na vontade. Tudo bem que o cinema estava lotado, mas se ele realmente quisesse, poderia ter dado um jeitinho. Quando ele quer, ele sabe fazer isso muito bem.
Quando finalmente o filme acabou e saímos do cinema, já estava super tarde e quase na hora de voltar para casa. Só que eu estava com tanta vontade de fazer amor com ele que voltamos aquele lugar no final da praia. E para acabar de estragar o meu dia, tinha muitos casais de namorados lá. Então eu percebi que aquele não era o meu dia.
Perguntei para ele se não sabia de outro lugar para a gente ficar. Ele disse que não sabia.
Sei que a culpa foi toda minha. Eu comecei a dizer que ele tinha que arrumar um lugar para a gente ficar, que se ele não sabia era porque já não sentia mais tanta vontade de fazer amor comigo. Falei que era porque ele deveria ter transado com alguma vadia enquanto eu estava viajando.
Ele disse que não era nada daquilo. Ma eu comecei a insistir e acabamos ficando com raiva um do outro. Aí ele disse que ia para casa e que não ia ficar me ouvindo comportar-se feito criança. Eu xinguei ele e disse bem alto: “Eu não sou mais criança! Nem virgem sou mais. É você quem não me quer mais...” Falei outras coisas que não tenho coragem de repetir. Aí ele virou as costas, disse tchau e saiu andando.
Corri atrás dele para pedir desculpas, mas ele disse que era melhor eu ir para casa.
Voltei chorando para casa. Ele nem quis me acompanhar até o ponto.
Eu não deveria ter feito o que fiz. Sei que me comportei como uma menina mimada. Só que ele também não precisava ter virado as costas e saído andando. Podia ter tentado me acalmar. Mas tudo bem. Agora já não estou mais com raiva dele. Você me ajudou bastante, meu diário! Foi só escrever tudo que estava sentido para me acalmar.
Vou ligar amanhã para ele pedindo desculpas. Espero que ele esteja disposto a me perdoar.

Domingo, 8 de Janeiro

Cedo

Não consegui dormir direito esta noite. Fiquei pensando nele até tarde. Será que ele ainda está com raiva de mim? Também, não precisava ter feito aquilo com ele.
Vou telefonar para ele daqui a pouco e pedir perdão novamente. Vou dizer que estou muito arrependida do que fiz.
Será que ele vai querer falar comigo? Meu deus! E se ele não quiser mais saber de mim? O que vou fazer? Ah, mas se ele não me atender, juro que vou na casa dele. Não quero nem saber das conseqüências. Sem meu homem é que não fico.
Prometo que não vou me comportar mais desse jeito. Não quero que ele fique pensando que sou uma menininha. Tenho que mostrar para ele que sou mais adulta do que ele pensa.
Vou me levantar e telefonar para ele. É isso que vou fazer agora.

Tarde

Telefonei com ele. Ele me disse que está magoado com o que falei para ele. Disse que confia cegamente em mim e que esperaria o mesmo de minha parte. Disse também que eu nem deveria pensar que ele andou saindo com alguém na minha ausência, quanto mais acusar ele de ter transado com oura mulher.
Ele me falou de uma forma tão sincera, que doeu no meu coração. Eu comecei a chorar ao telefone.
Ah, como estou arrependida do que fiz! Toda vez que penso na besteira que fiz, me dá vontade de chorar.
Ainda bem que ele me perdoou. Disse que dessa vez vai deixar passar, mas da próxima não vai me perdoar. Fiquei tão feliz que voltei a chorar. Só que dessa vez era de alegria.
Ele perguntou se eu conseguiria dar um jeito de voltar lá pelas nove horas da noite. Eu disse que ia tentar. “Por quê? O que você está pretendendo fazer?”, perguntei para ele. Então ele me respondeu: “Te levar para algum lugar e apagar teu fogo. Quem sabe assim você fica mais calma.” Aí eu dei uma risada e disse que ia ligar para ele depois do almoço para a gente se encontrar. Ele disse tudo bem.
Só estou te contando isso agora, meu diário, porque estou morrendo de felicidade. Ainda bem que tudo terminou bem.
Vou pedir minha mãe para sair. Acho que ele não vai se importar. Ainda mais que meu pai não está em casa e só vai voltar tarde da noite. Até lá eu já cheguei em casa. Ah, mas se ela não quiser deixar, eu dou um jeito de escapulir. Sem me encontrar com ele hoje é que não fico de jeito nenhum.

Noite

Nossa! Como estou feliz hoje. Ao contrário de ontem, que deu tudo errado, hoje deu tudo certo.
Estou me sentindo mais leve e mais apaixonada ainda. Ah, meu diário! Você nem pode imaginar como foi gostoso! Foi como um sonho. Foi tudo lindo.
Como eu amo aquele homem! Nunca me senti tão feliz em toda a minha vida. É como se ele fosse meu mundo. Como se ele soubesse o que fazer para me fazer a mulher mais feliz do mundo.
Ele pegou novamente o carro do pai dele. Depois me pegou na pracinha que tem aqui perto de casa, como fez da outra vez. Depois fomos dar uma volta. Aí ele me levou até uma praia deserta, onde a gente sobe um morro para chegar até lá. Em seguida tivemos que andar por uma trilha até chegar na praia.
Havia algumas pessoas por lá, mas ele me levou até um canto escuro e ficamos namorando por lá. Havia alguns casais ali pelas redondezas fazendo o mesmo que tínhamos ido ali fazer. Mas não nos importamos como eles, assim como eles também não estavam preocupados com a gente.
Logo que chegamos ali, ele já começou a me acariciar. Ele já foi levantando a minha blusinha e beijando meus seios. Antes mesmo dele fazer isso, eu já estava excitada, e ele só me fez ficar mais ainda. Pouco depois ele enfiou a mão por baixo da minha saia e por dentro da minha calcinha e foi me acariciando na xana.
Eu estava com tanta vontade de fazer amor com ele que tirei a calcinha, dobrei e enfiei ela no bolso da calça dele. Depois abri o zíper da calça dele e agarrei no pau dele. Ele estava muito duro. Pelo jeito ele também não agüentava mais de vontade de me comer. Peguei aquele pau e fiquei acariciando ele por alguns instantes. Enquanto isso, ele também ficava chupando os meus seios e esfregando o dedo na minha xana molhada.
Ah, que delícia! Eu estava tão excitada e com tanta vontade de gozar, que se ele continuasse mexendo aquele dedo nela, eu ia acabar gozando. Tanto que sussurrei no ouvido dele: “Põe ele logo em mim antes que eu gozo no teu dedo!” Então ele disse: “Mas já? Que garota é você que não pode ser acariciada que já quer gozar?” Aí eu falei: “Você pensa que é fácil ficar vinte dias sem dar uma? Se eu não tivesse experimentado, seria capaz de ficar até a vida toda, mas agora uma semana para mim é uma eternidade.” Ele só deu uma risadinha e foi ajeitando o pau dele no meio das minhas pernas.
Senti um pouco de incômodo quando ele foi entrando. Só que eu estava tão excitada, com tanta vontade que isso não fez a menor diferença. Ele começou a mexer o pau dele dentro de mim. E aquilo foi me deixando louca. Fui sentindo cada sensação, foi me dando uma coisa esquisita, um desespero.
De repente minhas pernas ficaram moles, senti aquele alívio e muito cansada. Eu respirava como se tivesse corrido uma grande distância. Ah, foi maravilhoso! A minha vontade era de não sair mais dos braços dele.
Ah, meu querido diário! Ele me faz sentir coisas que nem sei com explicar. Ele me faz sentir nas nuvens. Como eu queria deitar e acordar todos os dias ao lado dele. Aposto que todas as noites a gente ia fazer amor. E depois, quando a gente não agüentasse mais, íamos dormir. Será quando que esse dia vai chegar? Será que vou ter que esperar por muito tempo? Não sei se conseguirei.
Acho que ele também estava com tanta vontade que, depois que ele tirou o pau dele de dentro de mim, aquele negócio branco começou a escorrer pelas minhas pernas. Aí ele pegou a minha calcinha no bolso da calça dele e me limpou com ela.
Em seguida, tirei o tênis e a meia, fui até a beira d’água, lavei a calcinha, voltei para onde a gente estava, me limpei novamente e dei a calcinha para ele guardar.
Eu não tinha onde colocar a calcina e não podia vestir ela, pois ia molhar minha saia. Eu não podia chegar com a roupa molhada em casa. Minha mãe podia desconfiar de alguma coisa. Então o único jeito era voltar para casa sem calcinha e deixar ela com ele. Depois ele me devolveria. E foi assim que fiz.
Ele me trouxe até perto de casa. Aí vim correndo e fui direto para o meu quarto vestir outra calcinha. Estava me sentindo meio esquisita só com a saia. Parecia que eu estava pelada. Depois dei um tempo e fui até o banheiro e limpar direito.
Agora estou aqui, te contando tudo que aconteceu, meu diário. Você não acha que hoje foi um dia incrível? Ah, vou dormir pensando nele e naqueles momentos que passamos juntos naquele lugar escuro.


PARA COMPREENDER MELHOR O DIÁRIO LEIA A HISTÓRIA DE ANA CARLA EM: A MENINA DO ÔNIBUS
PARA LER O INÍCIO DO DIÁRIO CLIQUE AQUI





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