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Contos-->I. Policial 203/85: Vítima: Rafael (4) -- 09/10/2013 - 18:05 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Quarta e última parte das declarações dadas por Rafael de Souza Castro, menor, 17 anos, vítima de sequestro, cárcere privado, tortura e violência sexual. A vítima foi sequestrada em Volta Redonda-RJ no dia 8 de março de 1982. Nesta 4ª parte, a vítima narra os mais variados abusos sexuais que sofreu. Trata-se de declarações fortes, que foram dadas ao delegado Joaquim Habour, responsável pelo inquérito policial que apura o caso conhecido com “Os horrores na Casa do Alto do Morro”. Para ler as partes anteriores, clique nos links abaixo:
PARTE 1 - PARTE 2 - PARTE 3


Eu gostaria de concluir seus esclarecimentos hoje. Mesmo que isso demore um pouco mais, a gente encerra e você fica livre disso por enquanto. Tudo bem?
Por mim tubo bem.

Talvez você ainda seja chamado a prestar algum tipo de esclarecimento, mas faremos o possível para evitar isso.
Seria bom. Não queria ficar relembrando isso o tempo todo.

Você não precisará. Pelo menos por enquanto. Talvez seja arrolado como testemunha no julgamento do Dr. Mathias e seus ajudantes. Mas isso ainda vai demorar. Primeiro temos de prendê-lo. E o processo não é tão rápido assim. Ainda mais nesse país, onde a justiça anda a passos de tartaruga. Não creio que este julgamento ocorra antes de dois anos.
Eu só quero que ele pague por tudo

Quanto a isso, você não precisa se preocupar. Há muitas provas e são várias vítimas. Não tenho dúvida de que ele será condenado a mais de cem anos de prisão. Claro que ele não vai cumprir todos esses anos, pois a pena máxima no Brasil é de 30 anos. E como ele é um homem de certa idade, não tenho dúvida de que passará o resto da vida atrás das grades.
Espero que assim seja.

Da última vez em que conversamos, você forneceu uma série de detalhes sobre as torturas que vocês sofreram nas mãos do Dr. Mathias. Tenho aqui as declarações das outras vítimas. Tá vendo esse monte de pastas aqui na minha mesa?
Tô.

Cada uma é a declaração de cada um de vocês. Andei lendo o que vocês nos contaram e uma coisa que me chamou a atenção, além das torturas, foi a forma como algumas das violências sexuais ocorreram. E você o foi o único que pouco falou delas. Vamos focar nossa conversa nelas. Preciso que você me forneça detalhes de como ocorreram contigo. Você acha que pode fazer isso?
Não gosto de lembrar do que aconteceu, mas se não tem outro jeito.

Você não é obrigado a falar, se não quiser. Mas no julgamento provavelmente tanto o advogado de defesa quanto o de acusação vão te pressionar a dar detalhes. Se você fizer isso agora pode evitar se não de todo pelo menos uma boa parte do constrangimento.
Então, prefiro falar agora.

Você me disse da segunda vez em que esteve aqui sobre o primeiro abuso sexual ao qual sofreu. Queria focar nossa conversa nesses abusos. Sei que é difícil para você, mas temos de fazer isso. Você poderia descrever os abusos que sofreu?
Posso sim.

Tente narrá-los na sequência que ocorreram
Tudo bem.

Então vamos lá. Comece, por favor.
Todos nós fomos abusados muitas e muitas vezes durante o tempo em que ficamos lá. Afinal, ele raptou a gente para abusar da gente! No começo a gente tinha medo do que ele fosse fazer, porque a gente não sabia o que ele ia fazer com a gente. Mas depois a gente foi acostumando e chegou um tempo em que a gente nem se importava mais. A gente aceitava aquela situação com naturalidade. Alguns até acabavam gostando. Na primeira vez em que ele me abusou de verdade senti um ódio terrível dele, porque me senti humilhado por ter sido abusado daquela forma. Ainda me recordo direitinho como foi. Foi no dia seguinte que ele tinha me batido por eu ter recusado a chupar o pinto dele. Ele entrou com aquele outro...

O tal Juarez
Ele mesmo. Ai eles me seguraram e amarram as minhas mãos e depois prenderam a corda na ponta da cama. Ai algemaram as minhas pernas, uma na outra, bem no tornozelo. Então ele disse que era para o Juarez sair e deixar ele sozinho comigo. Quando eles começaram a me amarrar eu fiquei morrendo de medo deles me baterem e me machucarem ainda mais, mas quando ele mandou aquele homem sair, vi que ele tinha me amarrado para fazer alguma coisa comigo. Então ele sentou do meu lado. Eu não conseguia me mexer, só virar a cabeça. Vi ele olhando para minha bunda. Ai ele passou a mão nela e disse que mesmo com aquelas marcas ela continuava muito bonita.

As marcas que você fala são as das chicotadas do dia anterior?
São sim.

Prossiga.
Ai ele pegou na minha bunda e abriu ela para ver o meu cu. Deu um sorriso e levou o dedo até a boca, cuspiu nele e aí eu senti ele passar ele lá e depois enfiar. Ai eu não tive mais dúvida. Ele ia abusar de mim. Então olhei para o pinto dele e ele estava ficando duro. Ele olhou para mim e viu o que estava olhando. Ai ele disse: Tá vendo como ele está ficando animado? E vai ficar ainda mais quando estiver todinho ai dentro. Então, tirou o dedo da minha bunda e ficou acariciando o pinto dele até ficar bem duro. Ai ele pegou e cuspiu na mão e passou na cabeça do pau dele. Ai ele deitou em cima de mim. Eu implorei para ele não fazer aquilo e para não me machucar, mas ele não deu ouvidos. Apenas disse que ia doer bem nenos do que aquelas chicotadas que eu tinha levado no dia anterior. E daqui algum tempo você se acostuma, disse ele. Então senti o pau dele forçando. Começou a doer e eu disse que estava doendo e implorei pra ele parar. De novo ele não me ouviu. Então ele enfiou tudo, com força. E a dor aumentou. Então ele começou a se mexer. Eu tornei a implorar para ele parar, que ele estava me machucando, mas de nada adiantou. Então só me restou esperar aquele gordo e pesado terminar e sair de cima de mim. Não sei quantas vezes senti o pau dele indo e vindo, mas foi horrível. Ainda mais com aquele peso todo em cima de mim. Apesar de doer, não só o meu cu mas a bunda também porque ele batia nela com força por causa do peso dele e isso fazia onde ele tinha batido doer também, eu não me importava mais. Estava cheio de ódio e só pensava naquela humilhação e em me vingar dele na primeira oportunidade. De repente ele enfiou a mão por baixo de mim e agarrou meu pinto. Mas ele estava mole. Ele apertou ele e mexeu com ele enquanto o dele ia e vinha dentro de mim, mas não deu resultado.

Provavelmente ele tentou te excitar e te provocar algum prazer.
Só que eu não estava sentindo prazer algum. Se eu estava sendo abusado daquela forma, se ele estava me violentando e me humilhando daquele jeito, como que ele queria que eu sentisse prazer? É claro que eu não ia sentir mesmo. Então eu percebi que ele estava quase gozando. Ele gemia mais alto e se mexia mais rápido. Ele largou o meu pinto e agarrou o meu saco e pegou minhas bolas e começou a apertar elas devagar. Mas quando ele começou a gozar e enfiou o pau dele com força em mim, senti minhas bolas doer. Ele apertou elas com força. Doeu mais que o pau dele no meu cu. Ai ele soltou elas e ficou um tempo em cima de mim, sem se mexer. Eu só sentia a respiração dele. Ele parecia bastante cansado.

E depois?
Ele saiu de cima de mim. Bateu na minha bunda e disse: “Que cu mais delicioso! Ainda vai me dar muito prazer.” Então me desamarrou e disse que se eu quisesse ir no banheiro cagar a porra que ele tinha deixado em mim, eu podia. Então eu me levantei e fui. Quando fiz força para por para fora a porra dele, deu um pouco. Aí peguei o papel e me limpei. Além da porra dele, tinha um pouco de sangue também. Só podia ser meu porque não vi o pinto dele machucado.

É muito comum sangramento nesses casos.
Quando voltei, ele não estava mais lá. Deitei na cama e chorei não sei por quanto tempo. Quase não dormi aquela noite. Porque eu sabia que mais cedo mais tarde ele ia voltar e fazer aquilo de novo. Talvez coisa até pior.

E quando ele abusou de você novamente?
Acho que foi uns dois dias depois. Tornou entrar na cela com o Juarez e fez a mesma coisa. A única diferença foi que, antes de abusar de mim, limpou bem o meu cu e ficou lambendo ele. Primeiro ele começou a beijar minha bunda, depois senti a língua dele passar no meio dela algumas vezes. Ai ele abriu ela, e enfiou a língua. Acho que ele queria enfiar ela no meu cu, mas não conseguiu. Ai ele só ficou passando ela nele. Que coisa mais nojenta! Como alguém pode gostar de lamber o cu do outro.

Há gente que faz coisas bem piores. Você não faz ideia das excentricidades que o ser humano é capaz.
Pois eu não quero saber.

Isso aconteceu quantas vezes? Dele abusar de você assim?
Muitas. Mas todas as vezes ele fazia alguma coisa diferente.

Diferente como?
Depois de ter abusado de mim umas seis vezes daquele jeito, ele me amarrou de outra forma. Em vez de me amarrar de costas, como fazia, me amarrou de frente. Dessa vez ele não usou cordas, só as algemas.

Como ele te amarrou?
Pegou o meu braço, prendeu a algema no meu punho e depois prendeu a outra ponta na minha perna. De forma que ela ficou dobrada, pois elas não eram cumpridas como a que ele tinha usado para prender as minhas pernas. Ficavam bem juntas uma das outras.

Não tinha a parte da corrente?
Não, não tinham.

Ele prendeu o seu punho esquerdo no tornozelo esquerdo. Foi isso?
Foi.

E depois?
Fez a mesma coisa do outro lado.

Prendeu o punho direito no tornozelo direito.
Isso.

Prossiga.
Ai ei fiquei com as pernas dobradas. Fiquei com medo do que ele podia fazer comigo daquele jeito. Ai ele se levantou e saiu. Então percebi que na TV começou a passar filme erótico. Era uma cena parecida com o que ele tinha feito comigo. Um homem mais velho, amarrava um rapaz da mesma forma que ele tinha me amarrado. Então o homem começava a acariciar o pinto do rapaz e ele ficava excitado. Ai o homem pegava e chupava o pinto do outro. Foi nesse momento que ele voltou. Ai ele fez a mesma coisa que tinha passado na TV. Só que eu não fiquei excitado naquele momento. Mas ele continuava insistindo e chupando o meu pau. Ele queria que eu ficasse de pau duro de qualquer jeito. Além do meu pau, ele também lambia o meu saco e mordia bem de leve as minhas bolas. Até que teve uma hora que não aguentei e meu pinto começou a crescer. Isso parece que alegrou ele, porque ele passou a chupar ele com mais rapidez. Então achei que ele ia continuar me chupando até eu gozar, mas ai ele parou e disse: agora você vai começar a ver que dá o cu também dá prazer. Ai ele pegou um tubo e espremeu um creme branco no pau dele e um pouco no meu cu. Passou o dedo e foi para trás de mim. Primeiro, eu senti o dedo dele em mim, depois ele se ajeitou e enfiou o pau dele. Como a gente estava de frente um para outro, ele ficava olhando para minha cara. Eu não olhava direto para ele, mas toda vez que ia ver para onde ele estava olhando, ele estava olhando para mim. E quando me via olhando para ela, ria e enfiava com mais força em mim. Ele fez isso umas três vezes seguida.

Então ele gostava de variar?
Gostava. Teve algumas vezes que para me deixar de pau duro, ficava passando no meu pau e enfiando no meu cu um vibrador. No começo eu não sabia o que era aquilo, mas depois ouvi ele chamar aquilo de vibrador. Algumas vezes ele enfiava ele em mim e ficava chupando o meu pau até eu gozar na boca dele. Ai ele tirava aquele negócio de mim e enfiava o pau dele e fodia em mim.
.

E depois disso?
Ai chegou o Marcelinho e ele me deixou em paz por algum tempo. Só queria saber dele. Não sei se era porque ele era mais jovem do que eu e ele gostava de garotos mais jovens. Só sei que fui esquecido por um bom tempo.

Para alguns pedófilos, quanto mais jovem a vítima, maior o prazer. E me parece que este era o caso do Dr. Mathias. Segundo as declarações desse garoto, ele não era abusado na cela como você foi. Você sabe o motivo?
Não não sei. Talvez porque no meu caso, só tinha eu lá, e depois tinha nós dois. Talvez ele ficou com medo de enquanto abusava do Marcelinho eu pudesse me levantar e agarrar ele e tentar matar ele. Vai ver que era por isso, por medo.

Pode ser. Quando ele for preso, vamos interrogá-lo acerca disso. Como você sabe que ele abusava mais do Marcelinho do que de você?
Porque depois que o Marcelinho chegou ele ia lá com mais frequência e levava ele para outra sala. Acho que fazia isso todos os dias. Eu ficava até com pena daquele moleque, porque ele machucava ele. Nas primeiras vezes, ele voltava chorando muito e mancando. Então ele deitava na cama dele e ficava lá, inconsolável. Da primeira vez, ele não deixou eu examinar a bunda dele, acho que estava com muita vergonha, mas depois eu expliquei que aquele monstro fazia comigo a mesma coisa que fazia com ele. Então da segunda vez, depois de insistir bastante, ele finalmente me deixou examinar o cu dele. Fiz isso também porque eu estava curioso, queria saber como ficava depois que ele abusava da gente. Tava machucado. E quando tentei abrir um pouquinho para ver as pregas, ele gemeu de dor. Mesmo assim ele voltou no outro dia e, apesar da gente protestar que o Marcelinho estava machucado, ele levou ele assim mesmo. Quando ele voltou, ainda mancava mais do que das outras vezes. Quase não aguentava andar. Ai pedi para ver como estava e ele deixou na hora. Ainda estava meio arreganhado e todo sujo de sangue. Depois desse dia, ele ficou uns três ou quatro dias sem aparecer. Ai descobrimos depois que ele tinha viajado e trago uma menina com ele. Com o tempo descobrimos que era a Diana.

E quando ele voltou a abusar de você?
Alguns dias depois. Acho que ele deve ter abusado bastante da Diana primeiro. Ele sempre fazia isso. A gente acabou descobrindo. Por isso a gente sabia quando tinha chegado “carne nova” como todo mundo chamava os novatos. Ele deixava os outros em paz.

As meninas confirmaram isso. Disseram que sabia quando tinha chegado um novo garoto quando ele deixava elas em paz por alguns dias.
E era isso mesmo!

E ele continuou a abusar de você ali na cela?
Não. Depois que o Marcelinho chegou ele também me levava para aquela outra sala.

E como ele abusou de você lá?
De várias formas. Teve uma vez que ele me amarrou com as algemas como tinha me amarrado antes do Marcelinho chegar, só que me virou de forma que fiquei apoiado sobre os joelhos e com a cabeça na cama. Aí ele me agarrou por trás e enfiou em mim, sem deitar por cima de mim.

Ele ficou com os joelhos dobrados.
Foi isso sim. Ele fez isso várias vezes também. Ai eu pude ver que ele ficava de joelhos. Teve outras que ele só algemou os meus tornozelos e minhas mãos num pedaço de pau, de forma que eu fiquei de pé, mas com o corpo virado para frente. Ai ele abusou de mim de pé, agarrado em mim pela cintura. Teve umas duas vezes que ele me levou até o banheiro, amarrado da mesma forma, me ensaboou todinho e abusou de mim ali mesmo, enquanto eu estava todo ensaboado. E teve várias vezes, não me lembro quantas, que ele simplesmente me punha no colo dele e abusava de mim. Quando ele fazia isso, ou seja: me sentava de costas no colo dele, antes de enfiar em mim, me acariciava até eu ficar excitado, só então enfiava em mim. E continuava a me acariciar até que eu gozasse. Parece que ver a gente gozando dava mais prazer a ele, porque isso fazia ele goza logo em seguida. Quando descobri isso, passei e ficar excitado e a gozar mais rápido para terminar logo com aquilo. Mas as vezes ele sentava a gente de frente para ele. Ai nem sempre ele acariciava a gente. Ele ficava só mexendo a gente no colo dele até ele gozar. Tinha vez que ele demorava para gozar, acho que não estava conseguindo, então ele começava a bater na gente e isso fazia ele gozar.

Como ele batia?
Na maioria das vezes ficava dando tapas na nossa bunda. As vezes, batia mais de leve, outras com mais força. Teve algumas vezes que a minha bunda ficou vermelha. Tinha vez que ele batia na cara da gente, dizendo: Anda, seu viadinho de merda! Mexe esse cu, aperta ele. Me faz gozar, vai! Foi ai que aprendi a espremer o pau dele com o cu. Assim ele gozava mais rápido e não judiava tanto da gente. Eu até ensinei esse truque para os outros garotos. O Almir era o que sabia fazer isso melhor, tanto que por diversas vezes ele entrou na cela e disse para o Almir: Vem cá, moleque! Hoje eu quero sentir o teu cu morder o meu pau como só você sabe fazer. Por causa disso, o Almir tinha alguns privilégios.

De fato ele detalhou isso. E depois que os novos sequestrados chegaram, ele passou a abusar menos de você?
Passou. Não só de mim, como da maioria de nós. As vezes eu passava dias sem ser abusado. E com o tempo ele passou a abusar de mim de outra forma. Ele começou a se interessar mais pelo meu pau do que pelo meu cu. Muitas vezes ele me procurava apenas para chupar o meu pau até eu gozar na boca dele. Nos últimos tempos, quando ele não chupava o meu pau, me amarrava ou sentado em uma cadeira ou deitado de barriga para cima na cama e sentava no meu pau. Então eu tinha que comer o cu dele até gozar. Teve algumas vezes que, quando ele percebia que eu ia gozar, começava a se masturbar e gozava pouco depois de mim. Mas ele fez isso poucas vezes e só mais recentemente. E até onde sei ele só fez isso comigo.

De fato ninguém tinha falado disso ainda. Bom, por enquanto não tenho mais perguntas a fazer. Caso seja necessário, chamo você de novo. Mas com o material que temos, o Ministério Publico oferecerá denúncia contra o Dr. Mathias e seus ajudantes. De forma que, por hora, você está dispensado.

FIM DO DEPOIMENTO


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