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Poesias-->SAUDADE OBRA OITO -- 19/04/2018 - 04:03 (PAULO FONTENELLE DE ARAUJO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Naquele verão surgiram minhas árvores 


tão longe estávamos que chegamos alterados 


ainda não era você, mesmo tirando  as folhas,


os gravetos e entraves de terrenos concentrados 


 


Vivo suspensa por instantes antes da fala


e não sei o nome do batom francês


do pacto de sangue azul,


do beijo aplicado em lábios abrasados e cicatrizes.


 


Como é a forma do laço,


embaixo da cama, a noção do escuro espaço,


o barbante que desliza por  mãos luminosas?


 


Passei o resto do dia dormindo,


segunda-feira  quase senti  sensações doces,


eram encaixes de jogos mentais infantis indo e vindo.


 


Do livro: "Amor por falta de lembrança"

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