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Contos-->DIÁRIO DO DR. MATHIAS - PARTE 9 -- 01/07/2015 - 10:08 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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ADVERTÊNCIA:
O que se publica aqui na íntegra são anotações encontradas pela polícia de Juiz de Fora quando invadiu a residência do Dr. Mathias e libertou vários jovens, mantidos prisioneiros por mais de 2 anos. São vários cadernos. Não é possível precisar exatamente quantos eram. Quatro destes foram achados, mas haviam pelo menos mais três, cujo paradeiro ainda é desconhecido. A maioria das anotações não estão datadas, o que não nos impediu de precisar quando foram escritas embora uma pequena minoria não pode ser datada. Essas anotações, que formam uma espécie de diário, seguem uma ordem cronológica. Iniciam-se com um plano para sequestrar jovens a fim usá-los como escravos sexuais. Algumas passagens são assustadoras e descrevem em detalhes raptos, torturas, violência sexual e mutilação genital, o que nos leva a crer que se trata de alguém a quem podemos chamar de monstro, apesar de aparentar ser uma pessoa completamente normal.
****************

Não consigo me conter mais. Terei de deflorar a Sandrinha hoje. Assisti-la naquela cela me levou a desespero. Ainda mais que, após o café da minhã, sentou na cama, abriu as pernas e ficou se examinando. Não faz ideia de como é monitorada. Me perguntei a razão de todo aquele exame. A resposta só pode ser uma: na eminência de ser deflorada, quer ver como é antes e como ficará depois. Apesar da distância da câmera, pode ver que ela chegou a enfiar o dedo mindinho dentro de si. O orifício é minúsculo. Não caberia mesmo um dedo mais grosso sem romper-lhe o hímen. Observei-a por quase meia hora. Nesse intervalo fiquei tão exitado que o meu falo começou a pingar. Só não desci lá imediatamente porque vou deflorá-la mais tarde, no final do dia. Antes, vou preparar o estúdio e checar todos os equipamentos. Não quero perder uma imagem. Parei de assisti-la quando ela se levantou e foi ao banheiro. Infelizmente, a câmera não a alcança sentada no vaso sanitário. E só agora me ocorreu que eu poderia ter instalado uma microcâmera ali. Poderia filmá-las fazendo suas necessidades. Vou pensar nisso mais tarde. Qualquer coisa vou até São Paulo e vejo o que posso arrumar.

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JF, 23/02
Deflorei-a ontem. Não sei descrever o prazer que experimentei. Foram três orgasmos, com minutos de intervalo. Apenas o terceiro foi mais tarde. Ainda tentei o quarto, mas já não tinha mais forças. Subi, jantei e fui pra cama. Me senti como se ela me sugara todas as energias. A última vez em que tive esse mesmo número de orgasmos foi há mais de 20 anos. E não fiquei nesse estado. É o peso da idade. Temo pelo que me acontecerá daqui a alguns anos. Vou desejá-las, mas não terei forças para possuí-las com frequência. Sorte delas. Por isso, devo aproveitar agora, enquanto ainda posso. Não lhe disse que a defloraria. Apenas disse-lhe que a levaria ao estúdio e faria um filme com ela. Ela deve ter desconfiado, mas não teve a certeza. Fiz como fizera com a Marcela. Apenas tomei o cuidado de manipular a câmera móvel e a microcâmera de forma a captar melhor as cenas. A primeira penetração foi extremamente difícil. Muito apertada e eu não conseguia romper-lhe o hímen. Tomada pelo desespero e pela dor, Sandrinha gritava, implorando para parar e não machucá-la. Dizia sentir muita dor, mas não lhe dei ouvidos. O medo e o desconforto a fazia achar que estava doendo tanto. Só isso! Tive de esbofetá-la para fazê-la cessar aquela histeria. Por pouco, não tive um orgasmo antes de romper-lhe o hímen. Ao senti-lo se romper, o gozo irrompeu. Continuei como se não tivesse gozado. O prazer era tanto que outro veio logo depois. Isso me permitiu ter o controle de meus pensamentos e meus atos. Assim, pude agir com paciência e procurar captar as melhores imagens. Tirei o falo muito lentamente, apenas para ver e registrar o sangue. Sabia que muito provavelmente ela teria sangrado mais do que a outra. Ainda mais com aquele orifício tão pequeno. E de fato sangrou. Por causa do segundo gozo, havia mais sêmen também. E tudo começou a escorrer de dentro dela. Era um líquido ora num branco quase incolor, ora rosado, com pontos quase vermelhos. Filmei-o escorrer por mais de um minuto. Cheguei quase a introduzir a microcâmera, mas tencionava filmar com mais riqueza de detalhes a penetração. Por isso tornei a penetrá-la, apesar dos protestos dela. Os primeiros movimentos foram cuidadosamente executados de forma a produzir uma bela imagem. Acompanhei pela tela. Até o gozo fiz questão de assisti-lo. Ao sair dela, apertei-lhe a barriga, na região da virilha para expelir o sêmen dela. Aprendi a fazer isso com minhas pacientes. Não podia deixá-las voltar para casa com todo aquele sêmen dentro de si. Depois, ainda introduzia nelas algodão a fim de limpá-las por dentro. Quando sai pela terceira vez, Sandrinha fechou as pernas, talvez na tentativa de me impedir de penetrá-la novamente. Olhei para aquele rostinho se desfazendo em lágrimas e disse que não ia enfiar mais nela, que já estava mais do que satisfeito. Peguei um guardanapo e limpei-lhe os lábios. Sangrava das minhas mordidas. Então mandei-a abrir novamente as pernas porque queria examiná-la. O orifício, que antes mal passava um lápis, triplicara de tamanho. Dois dedos entraram sem dificuldade. Ainda sangrava nos pontos onde o hímen se partira. Após contemplar o meu feito por alguns instantes, introduzi a microcâmera a fim de captar as mais belas imagens. Pude ver que cheguei pressionar-lhe o colo do útero. Tenho de tomar mais cuidado. O canal vaginal dela não é muito longo. Não devo penetrá-la tão profundamente como faço com a outra. Não que isso vá lhe causar deslocamento do útero, mas é bom não arriscar. Um ferimento mais sério pode levá-la a hemorragia e eu ter de lhe fazer uma cauterização. Como Sandrinha é leve, levei-a nos braços de volta à cela.

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Desci lá embaixo para ver com ela está. Havia pequenas manchas de sangue no lençol. Examinei-a e pude constatar a ausência de qualquer problema. Deve ter sido resto de sêmen e sangue de ontem. Aliás, quando a indaguei se tinha tomado banho, ela respondeu: Não. Só tomei hoje! Por que você não se lavou ontem como eu mandei?, perguntei. Chorando, respondei: Porque tava doendo muito! Tranquilizei-a. Você já deve ter ouvido dizer que a primeira vez dói, não já?, inquiri. Ela então meneou a cabeça afirmativamente. Disse-lhe que da próxima vez não doeria mais. Claro que isso não é um consolo, já que estou afirmando que vou violentá-la novamente. Não adiantava mentir. Será violentada muitas vezes e ele sabe disso. Quanto a dor, também a experimentará, mas não tanto assim. Ainda há o ânus. Aquele cuzinho também há de me dar muito prazer. Mas tomarei providências a fim de evitar muita dor. Não a quero sentindo dor sem que eu realmente tenha a intenção de provocá-la.

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Acabei de assistir as filmagens. Que imagens magníficas! Quantos não pagariam um bom dinheiro por esses vídeos! O único fato a lamentar é as imagens das câmeras serem independentes. Se eu tivesse equipamentos e soubesse como uni-las de forma a produzir um único vídeo. A compra desses equipamentos não seria problema, mas aprender a operá-los são outros quinhentos. Já não sou jovem e nessa idade o aprendizado de algo novo requer paciência e muita dedicação. Não sei se terei paciência para isso. Só agora pude ver a brutalidade com que a possuí, momentos antes do primeiro gozo. Foi aonde devo tê-la machucado. Foi aonde mordi-lhe os lábios com muita força. A câmera que focara seu rosto mostrou a minha dentada neles. Não sei como na hora não senti o gosto de sangue. Instantes antes do gozo, eu a possuí como se fosse parti-la ao meio. Por isso ela gritou tanto. Agora, nada se assemelha as imagens produzidas pela câmera móvel e pela microcâmera. Apesar de tremer um pouco, embora não tanto quanto ao vídeo do defloramento da Marcela, a imagem de meu falo entrando e saindo daquela vulva rosadinha é capaz de levar muitos homens a orgasmo. A desproporcionalidade entre os órgãos sexuais meu e dela parece ainda mair. É como se eu estivesse introduzindo algo da espessura de uma garrafa de cerveja numa jovem de 18 anos. É possível ver as extremidades da vulva dela deslizando pelo meu falo quando eu o puxo para trás. Fenomenal. Nunca tinha visto uma imagem assim. Nenhum dos meus vídeos têm algo parecido. Quanto à microcâmera, o mais fascinante é comparar o antes e o depois. Aquela membrana rosadinha e delicada, com três furos, dois minúsculos e um maior e depois apenas um enorme buraco, em cujo fundo se vê o colo do útero. Estou gratificado pelo que consegui. Diferente de Marcela, Sandrinha irá me presentear com vídeos incríveis.

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Voltei a visitá-la agorinha. Aproveitei para ver como estava a Marcela. Os hematomas ainda não desapareceram de todo, mas nada se compara ao estado em que a deixei. Tenho de pensar em outras formas de castigo para evitar esse tipo de coisa. Estraga a beleza delas. E não foram raptadas para isso. Perguntei a Sandrinha se ela estava sentindo dor. Só um pouco aqui, respondeu, apontando o pé da barriga. É na região do útero. Vou procurar não penetrá-la nos próximos dois ou três dias. Marcela está ali para me satisfazer, portanto será a vez dela. Farei algo diferente dessa vez. Não sei ainda o que é, mas pensarei até lá. Dei boa noite à Sandrinha com um beijo no rosto e Marcela com beijo nos lábios. Breve exigirei de Sandrinha a mesma atitude. São minhas escravas e exijo que me beijem na boca.

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Marineide mostrou insatisfação por eu ter deflorado Sandrina. Teve a petulância de indagar-me: Como o senhor teve coragem de fazer isso com uma menina de dez anos? E quem é você para me dizer o que devo ou não fazer?, retruquei-lhe. Ela é só uma criança, insistiu. Ainda irritado, disse-lhe que sabia o que estava fazendo. E deixei bem claro que não toleraria mais esse tipo de coisa por parte dela. Por fim, ameacei-a: Você não quer que eu mande alguns dos amigos lá do governo visitar tua família lá em Recife, quer? Ou você prefere que eu mande arrancar aqueles pés de maconha que você vem cultivando na nos fundos do seu quarto?, questionei-a. Da mesma forma que a autorizara a plantar os pés da droga num pequeno canteiro nos fundos da casa, poderia muito bem destruí-los, mesmo sabendo que ela não passaria muitos dias sem ela. Ela ficou em pânico. Talvez não tanto pelo medo de perder os pés da erva, mas por temer pelos filhos. Sabe que tenho poder e influência entre os militares, embora não saiba quanto. Mas esse povo teme o Regime que aí está e é capaz de fazer qualquer coisa para não se envolver. Esse é o maior trunfo que tenho contra ela. Não me fez mais perguntas ao longo do dia.

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[23 de fevereiro]
Primeiro visitei Sandrinha. Passei alguns minutos com ela. Deslizar a mão por aquelas nádegas e no meio daquelas perninhas foi demais para mim. Acabei consumido por um desejo incontrolável. Foi difícil resistir à vontade de deitar sobre ela e possuí-la. Tive de dar-lhe um beijo na boca, desejar-lhe boa noite e ir até a outra cela. Marcela até se encolheu na cama, ao me ver entrar excitado daquele jeito. Apenas dei-lhe um sorriso, acrescentando: ele está com saudades de você. Foi muito obediente. A última surra ainda está colhendo seus frutos. Talvez ela tenha aprendido de uma vez por todas que o melhor é ser obediente. Não recusou minha língua na sua boca, afastou as pernas quando lhe pus a mão e o meu dedo. Embora não tenha demonstrado prazer com minhas carícias, o fato de estar lubrificada, mostra que não ficou indiferente. Sentei na cama, recostado à cabeceira, e mandei-a sentar no meu colo, de frente para mim. Então disse-lhe para cavalgar, enquanto apertava-lhe e chupava-lhe os seios. Mordi-lhe os mamilos durante o gozo, mas não o bastante para machucá-la. Dessa vez consegui me conter. Foi uma deliciosa terça-feira de carnaval.

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[24 de fevereiro]
Tive um sonho estranho na noite passada. Sonhei com uma jovem de aproximadamente 16 anos. Era alta, cabelos negros e curtos, olhos redondos como duas jabuticabas, seios grandes e uma boceta de lábios grandes. São várias cenas. Na primeira, vejo-a nua se arrastar até minha cama. Então, eu a possuo e ela sorri enquanto transamos. Ouço-a dizer para ir mais rápido e fazer com mais força. Meus lábios ora sorve um ora sorve o outro mamilo. Aqueles seios grandes me enlouquecem. Gozo e ela goza em seguida. Na segunda cena, ela está de quatro sobre a minha cama. Eu a penetro por trás. Ela está grávida e a barriga e os seios estão grandes. Provavelmente, prestes a completar nove meses. Ela se delicia com aquele ato, o qual também me dá muito prazer. Na cena seguinte, ela está no estúdio, cercada de câmeras. Estou fazendo o parto de nosso filho. É um menino. Na última cena, a mais estranha de todas, o menino já tem seis ou sete anos. Está deitado na minha cama, vestindo apenas uma cuequinha. Ela está ali também, do meu lado. Súbito, ela puxa e tira a cueca dele. O pintinho dele está duro. Ela o pega e me diz para chupá-lo. Eu o chupo. Instantes depois, já não o chupo mais, é ela quem o chupa e o menino está chupando o meu falo. Sinto muito prazer. Então, ela para de chupar o menino e eu dobro as pernas dele sobre si. Procuro-lhe o ânus. A beira do orgasmo, levo o dedo médio à boca e, cobrindo-o de saliva, aproximo-o daquele pequenino orifício e vou enfiando, até que meu dedo entra totalmente. Nisso, acordo no meio de um orgasmo. Esse sonho afetou-me deveras. Não consegui dormir mais. Durante a manhã, acabei até me esquecendo das meninas lá embaixo. Mas descerei lá após o almoço.

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[25 de fevereiro de 1982]
Hoje faz duas semanas que Sandrinha é minha. E para comemorar, vou possuí-la novamente logo mais. Só tomarei mais cuidado. Ontem assisti novamente os vídeos do defloramento. Não canso de assisti-los. Eles me excitam tanto! Só não desci lá ontem e a possuí novamente porque quis deixar para hoje. Será um momento simbólico. Ao acordar, fui vê-la através da câmera e ela estava sentada no vaso, provavelmente fazendo suas necessidades. Queria ver, mas a câmera não mostra. Por isso tomei a decisão de botar uma pequena câmera no vaso sanitário. Ainda não sei como farei isso. Vou transferir Sandrinha para a outra cela, junto da Marcela, já que seus hematomas desapareceram. Com a cela vazia posso estudar melhor. Vou ate São Paulo no começo do próximo mês, mais precisamente no primeiro fim de semana para passar a escritura para o Juiz F***. Quero ficar livre disso. Pretendo ir no domingo e voltar na segunda-feira. Não posso deixar por mais tempo essas duas meninas nas mãos daqueles dois. Confio em Juarez, mas não totalmente em Marineide. Ela pode aproveitar minha ausência para fazer uma besteira, mesmo eu tendo ameaçado os filhos dela.

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Sandrinha me proporcionou mais um momento de prazer há cerca de uma hora. Foi ali na cela. Não quis levá-la para o estúdio. Queria esse momento só pra mim, sem me preocupar com as câmeras e com o que estava sendo filmado. Quando aproximei, ela estava deitada de bruços, assistindo TV. Tinha posto uma fita de desenho animado para ambas assistirem. Ela quis se levantar, mas disse para não se mexer. Sentei ao lado da cama e minhas mãos percorreram aquelas perninhas e aquelas nádegas delicadas. Fiquei excitado. Ela perguntou se eu ia fazer aquilo de novo com ela. Respondi afirmativamente. Mas dessa vez não vai doer e nem vou te machucar, falei. Ela não acreditou e implorou pra não fazer. Deitei sobre ela e por algum tempo meu falo deslizou no meio daquelas nádegas. Me senti tentado a afastá-las e penetrá-la ali. Só que isso seria dolorido e não tencionava provocar-lhe dor naquele momento. Ademais, isso será feito no estúdio, com as câmeras registrando tudo. Já muito excitado, afastei as pernas dela com os joelhos, enfiei a mão por baixo dela e a levei até vulva. Acaricie-lhe o clitóris, na esperança de lubrificá-la, mas o medo a impediu de excitar-se. Virei um pouco de lado, levei a mão à boca e lubrifiquei o falo com saliva. Penetrei-a lentamente por trás. Ela chorou e reclamou de dor, mas não chegou a fazer um escândalo. Fui paciente o quanto pude e a todo momento dizia-lhe: Tá vendo? Tô fazendo bem devagarinho. Aposto como nem tá doendo. Ela continuava a choramingar. Mesmo durante o gozo, procurei não agir com brutalidade. Foi um gozo demorado e extremamente prazeroso. Cerca de dez minutos depois, saí de cima dela e a levei para tomar um banho. Fiz questão de ensaboá-la e depois enfiá-la embaixo do chuveiro. Isso também me deu prazer. Farei isso com ela outra vez, mas antes de possuí-la.

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Normalmente não me recordo dos sonhos que tenho, mas o de anteontem continua a me intrigar. Por que uma jovem de 17 anos? Por que um garoto de seis ou sete anos? E por que aquela cena? Os 17 anos e não menos pode estar relacionado à gravidez. Engravidar uma adolescente mais jovem seria arriscado demais. Além da gravidez de risco, ainda poderia haver complicações no parto. Daí os 17 ou 18 anos. E por que um filho homem e não uma menina? Refleti um bom tempo acerca disso. A minha conclusão é óbvia: Há mais de dois anos não me deito com um garoto. Aliás, a última vez que penetrei um menino foi justamente o meu filho. Sinto falta de um garoto e a lembrança de meu filho influenciou meu sonho. Ainda mais que fiz algo parecido quando ele tinha lá seus 8 anos. Muito antes de penetrá-lo com o meu falo, fi-lo se acostumar com o meu dedo. Isso aliás, me dava muito prazer. E o excitava bastante também. Há prazeres que mulher alguma é capaz de nos proporcionar e só pode ser encontrado em alguém do mesmo sexo. Tá na hora de encontrar um garoto.
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Apesar dos 13 anos, Marcela não poderá me dar um filho tão cedo. Teria de esperar ao menos um ano e meio, antes de engravidá-la. Se quero mesmo um filho para fazer com ele o que fazia com o outro, terei de procurar uma menina mais velha. Também não quero engravidá-la assim logo de cara. Uma jovem por volta dos 16 anos estaria de bom tamanho. Tenho espaço para várias garotas. Vou pensar melhor sobre isso nos próximos dias.

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Ainda não possuí Sandrinha analmente. No entanto, introduzi-lhe o dedo na bundinha dela. Primeiro, na vulva, para umedecê-lo. Ela me olhou assustada. Retribui-lhe o olhar com um sorriso. Em seguida, disse-lhe: vamos brincar um pouquinho, meu botãozinho de rosa. Quando o pus e o forcei, mas sem introduzi-lo, ela pediu: não, não... Por favor. Vai doer. Aproximei os lábios de sua orelhinha e lhe sussurrei: não, não vai doer nem um pouquinho. Introduzi-o lentamente. Não lhe queria provocar dor. Fiquei tão excitado! Tive de lhe oferecer o falo e mandá-la chupá-lo. Mas só por alguns instantes. Não resisti e acabei indo para cima dela. Não chorou dessa vez. Quando lhe saí de cima, dei-lhe uns tapinhas nas nádegas, dizendo: boa menina! É assim que eu gosto.

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Tive um sonho parecido com aquele que tive há dois dias. Aliás, foi uma espécie de sequência. Tanto a mãe quanto o garoto ambos eram os mesmos. Ele apenas estava um pouco maior. Talvez com uns nove ou dez anos. Entro no quarto e ele está deitado com a mãe. Ela puxa a colcha e diz: estávamos a sua espera. O menino está de cuecas e ela nua. Eu também estou, mas ainda não excitado. Ela pega o meu falo e começa a chupá-lo. Depois manda o menino fazer o mesmo. Na cena seguinte, ela está de quatro. Eu a seguro por trás e o garoto ajeita meu falo no ânus dela e eu a penetro. Faço alguns movimentos. A cena torna a mudar. Não é mais ela quem está de quatro. É o garoto. Seguro nos quadris dele e é ela quem ajeita meu falo no ânus dele. Ouço-a dizer: Agora, papai vai brincar de esconder o pintinho dele em você. O menino não diz nada. Então, eu o penetro. Na última cena, estou saindo de cima dele, puxando meu falo. Olho para aquele ânus e há um enorme buraco. A mãe está do meu lado, observando. Ela diz: olha só! O túnel que o papai fez! Acordo com o coração acelerado. Estou muito excitado, mas não cheguei a ter um orgasmo. Tento voltar a dormir, mas o exitamento e as lembranças do sonho não deixo. Levanto, vou até lá embaixo, puxo o lençol e deito ao lado de Marcela. Ela acorda assustada. Levo o dedo aos lábios em sinal de silêncio. Mando-a virar de costas. Lubrifico o falo com saliva e a penetro no ânus. É um gozo rápido, coisa de um minuto, não mais.

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