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Erótico-->A MENINA DO ÔNIBUS II - Cap II(b) -- 31/10/2005 - 19:36 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A MENINA DO ÔNIBUS II - Capítulo II(b)

Olá queridos leitores,

Vocês que acompanharam a história de Ana Carla em “A MENINA DO ÔNIBUS”, poderá a partir de agora conferi também alguns capítulos extras que farão parte do livro a ser publicado futuramente, assim que o livro estiver pronto.

Seguindo a ordem dos capítulos que foram publicados aqui na Usina de Letras, o capitulo a seguir é um capítulo entre II e II(a) da segunda parte. Para ficar mais fácil a localização, resolvi chamá-lo de capítulo II(b) para não confundir os leitores. Para ler o capítulo II, clique [aqui]

Abraços,

Edmar Guedes Corrêa

Se quiser saber como tudo começou, então clique em: A MENINA DO ÔNIBUS

II(b)
I

Acordei naquele sábado com os pensamentos em Ana Carla. Ela ainda não tinha partido em viagem, todavia, a sua ausência era sentida em meu peito. Só de pensar que ela ia se ausentar por tantos dias, meu coração parecia chorar. Eu era tomado por uma dor, uma angústia fora do comum. Houve um momento, enquanto ainda estava na cama, que aquela sensação esquisita, aquela tomada de consciência de que ia ficar sem ela, me fez verter algumas gotas de lágrimas.
Ah, querido leitor! Eu não me reconheci naquele instante. Como? Um homem da minha idade derramando lágrimas porque sua garota vai viajar? Se fosse uma partida definitiva, ainda era compreensível. Mas ela só ia se ausentar por alguns dias.
Não sei por quanto tempo fiquei na cama perdido em pensamentos. Se minha mãe não batesse à porta e me inquirisse se não ia me levantar, talvez tivesse ficado por muito mais tempo. Mas eis que ela me trás à realidade. E levei um susto ao me dar conta de que já passavam das onze horas.
Havia prometido para minha garotinha que ia arrumar um local para a gente ficar e se entregar um ao outro. Mas onde? Era preciso pôr a cabeça para funcionar. Era preciso escolher bem o local para que nada desse errado. Ah, se algo desse errado, iríamos ficar frustrados e passar quinze ou mais dias com aquela vontade sem poder fazer nada!
Eu não podia deixar que Ana Carla partisse assim. Ela queria tanto, talvez mais do que eu. Não, não. Se não arrumasse um lugar ou se algo desse errado eu me culparia por todos esses dias. Eu ficaria louco. Ia me sentir um incapaz. E Ana Carla? Ah, ela poderia até chatear-se comigo e por a culpa toda em mim. Não, não. Definitivamente não! Eu não poderia fracassar de forma alguma.
Nem sei como me surgiu a idéia de pegar o carro do meu pai emprestado. Foi num átimo. De repente meu deu aquele estalo e então pensei: “por que não pegar o carro do velho? Ele não vai usar ele mesmo!”.
Eu não tinha o costume de pedir-lhe o carro emprestado. Pouquíssimas vezes eu fiz isso. Como freqüência nós íamos para algum lugar juntos e então eu assumia o volante. Outras vezes pegava o carro para levar minha mãe, que não sabe dirigir, para fazer compras, ao médico ou até na casa de alguém.; mas pegar o carro para uso exclusivamente meu era muito raro. Contudo, todas as vezes que cheguei em meu pai e lho pedi, ele não me negou. Só uma vez que ele disse prescindir do carro. Mas nesse sábado eu sabia que ele não ia usá-lo, pois uns amigos ficaram de pegá-lo a fim de ir a São Paulo assistir o jogo do Corinthians. Meu pai é corintiano roxo.
Podia até pegar o carro sem lhe pedir. Mas não fiz isso. Jamais tinha feito tal coisa e não seria agora que ia fazer. De forma que, na hora que ele estava saindo, pedi-lhe o carro emprestado. Como eu esperava, ele não me negou. Disse que podia pegar. E com aquele jeito de pai, fez-me algumas recomendações:
-- Tome cuidado, meu filho! Não corra! Não confie nos outros motoristas.; pois tem cada maluco no volante que não sabe dirigir nem uma carroça, quanto menos um carro.
-- Pode deixar, pai. Vou tomar cuidado.
-- Fique com Deus, filho! – disse-me ele antes de partir. – E torce por nós.
-- Pode deixar, pai.
Voltei correndo para dentro, dando pulinhos de alegria. Minha mãe me viu naquele estado, de pura felicidade e comentou:
-- Olha lá heim, menino, o que você vai aprontar.
-- Nada de mais, mãe.
-- Espero. Porque estou notando que você está meio diferente esses dias. Quem é essa que virou tua cabeça desse jeito? – quis ela saber.
-- Não é ninguém não – respondi, entrando no meu quarto.
Ela resmungou alguma coisa, mas não prestei atenção. Meus pensamentos voavam longe.

II

Ana Carla me telefonou por volta das 14:00 h. Já não agüentava mais de ansiedade, pensando que ela não ia me ligar. Acho que se ele tivesse demorado mais, eu teria pegado no telefone e ligado para sua casa, apesar dos riscos que poderia correr.
Contei-lhe sobre o carro. Deu para perceber que ela ficou empolgadíssima. Também quem não ficaria. Com o carro, não havia como algo dar errado. Porque, mesmo que não encontrássemos um local apropriado, a gente poderia se enfiar numa rua deserta e transar dentro do carro mesmo.
Fiquei com vontade de desligar o telefone e sair ao encontro dela. Mas ela disse que só poderia sair um pouco mais tarde. Assim ficamos de nos encontrar as 17:00 horas na pracinha próximo a sua casa. Ela queria me esperar no Anexo Secreto, mas se assim fosse ela ia demorar ainda mais para chegar. De forma que sugeri a praça para encontrar-me mais cedo com ela.
Cheguei lá bem em cima da hora. Não quis chegar antes para não dar na vista. Caso ela se atrasasse um pouco a presença daquele carro parado ali poderia despertar a atenção de alguém. Ainda mais se a vissem entrando nele. Já estava sendo um tanto imprudente apanha-la perto de casa, ainda mais ficar esperando-a naquela praça. Por sorte ela também estava chegando.
Ainda era cedo. Por causa do horário de verão, havia sol. Fazia um calor infernal naquele final de tarde. Só não ficamos transpirando no carro por causa do ar condicionado. Foi só manter os vidros fechados que em pouco tempo o interior do veículo ficou gelado.
-- Nossa! Como está gostoso aqui dentro, meu amor – comentou Ana Carla.
-- É mesmo, minha florzinha! Ta uma delícia que nem você – falei em tom de brincadeira.
Ana Carla virou de frente para mim, dobrou a perna sobre o banco e me acariciou a nunca com a ponta dos dedos. Ao olhar para suas coxas com aquela saia curtinha, comecei a ter pensamentos impuros e a ficar excitado.
Para evitar que aquilo nos levasse a se precipitar e nos arriscar sem necessidade, sugeri que parássemos numa lanchonete para comermos alguma coisa. Não que estivesse faminto, todavia sabia que mais tarde ficaríamos com uma fome de lobo. Portanto era melhor que nos alimentássemos agora.
Durante aquela uma hora e pouco que ficamos ali, conversamos bastante. Falamos de nosso passado e principalmente de coisas triviais, sem a menor importância. Na maioria das vezes, Ana Carla fala coisas banais típicas de uma garota de sua idade. Não fosse por alguns beijos trocados e algumas carícias mais íntimas, aos olhos de qualquer um, passaríamos com um tio e sua sobrinha.
Mas ai começou a escurecer. Além do mais a vontade de estarmos em outro lugar, fazendo o que nossos instintos nos lembravam a todo instante, tornou aquele lugar chato, quase insuportável. Assim, só nos restava sair dali e partir em busca de um local onde pudéssemos saciar nossos desejos.
-- Para onde a gente vai? – perguntou-me ela no carro.
-- Vamos parar num local isolado e ficar namorando – respondi.
Ela disse que estava ótimo, pois o que mais queria era fazer amor comigo. Ao ouvir aquilo, não pude deixar de pensar: “mas essa menina está me saindo mais safada do que poderia imaginar...”. Tanto que em seguida completei em voz alta:
-- Mas você é muito safada, minha florzinha!
Ela deu uma risada cujos traços revelavam suas intenções e levou a mão por sobre a calça e falou:
-- Foi você quem me deixou assim.
Não pude evitar que um sorriso de malícia escapasse de meus lábios. Tal como ela havia feito, também apoiei a mão direita no meio de suas pernas dobradas sobre o banco do carro. Aquilo não passou de uma reação quase involuntária. Não foi algo pensado de antemão. Agi instintivamente.
Talvez com segundas intenções, Ana Carla disse a seguir:
-- Ela está toda molhadinha.
Ah, querido leitor! Aquele jogo estava me deixando fora de si. Eu sentia um desejo intenso, avassalador crescer dentro de mim feito chamas numa montanha de palhas. A cada minuto a mais era uma tortura suportar aquele fogo me consumindo. E, ao ouvir minha menina proferir tais palavras, quase parei o carro e me atirei em seus braços. Contudo, contive o ímpeto e após uma risadinha disse-lhe:
-- Você não vale nada, menina!

III


Eu conhecia o bairro da Enseada como a palma da minha mão. Antes de nos mudarmos para Vicente de Carvalho, eu morei ali. Moramos numa casinha simples, numa rua de terra a poucos metros da avenida principal. E desde pequeno eu cortava aquelas ruas de cabo a rabo. Não havia uma rua naquele bairro que eu não tivesse cruzado uma dezena de vezes. Mesmo agora, depois de alguns anos longe dali, aquelas ruas ainda me são familiares. Talvez porque praticamente não sofreram mudanças. Continuam as mesmas ruas de terra, esburacadas, como se as autoridades não ligassem a mínima para aquelas pessoas. Pessoas que pagam impostos, mas recebem em trocam tão somente o descaso.
E foi para ali que levei Ana Carla. Ainda me recordava de uma pequena rua sem iluminação quase alguma, cercada por mato de ambos os lados. Na verdade, era mais uma travessa que uma rua propriamente dita. Somente lá no finalzinho, na esquina de uma outra rua de terra, é que havia uma casa.
Escolhi aquele lugar por causa do trânsito. Sabia que ali não passava quase ninguém. Apesar de não ser um local perigoso, os pedestres evitavam passar por ali à noite devido à falta de iluminação. De forma que dificilmente seriamos incomodados.
Estacionei o carro no ponto mais escuro da rua. Se não fosse a lua cheia e um pouco de Luz que chegava dum poste à distância, teríamos dificuldades em enxergar um ao outro. O local parecia tão sombrio que Ana Carla chegou inclusive a perguntar se o local não era perigoso. Respondi que não, que não havia perigo.
Após estacionar o carro, pulei para o banco do passageiro. Ana Carla sentou no meu colo e começamos a nos beijar.
Ana Carla estava tão deliciosa e convidativa. Além do mais não havia o porquê de ficar perdendo tempo com detalhes, com coisas insignificantes. Não estávamos em um local privado. Quanto mais rápidos fossemos melhor e menos riscos correríamos. Eu tinha consciência disso evidentemente. Eu preferia não ter pressa.; pois sou do tipo que dou muita importância aos detalhes e ao que vem antes do ato propriamente dito. Não sei se isso é um defeito ou uma qualidade.; entretanto, acredito ter uma certa facilidade de me colocar na posição feminina. Talvez porque tive oportunidades de ter em minhas mãos livros que me esclarecesse sobre o universo feminino. E isso tenha me levado a descobrir o que realmente lhe dê prazer. Além de que nunca fui egoísta, do tipo que só pensa em si mesmo. Não, não. Sempre fui da opinião que só se atinge a plenitude da satisfação num ato sexual se o parceiro também atingir. E para que isso seja possível deve haver a contribuição de ambas as partes. Não se pode levar uma mulher ao ápice do arrebatamento se não se segue um ritual, se não se faz uma preparação. Não se pode simplesmente tomá-la nos braços e possui-la de imediato. Não, não. Para a mulher, as carícias são mais importantes. Não tão somente as carícias, mas também a forma e o momento em que são feitas. É preciso saber onde e quando acariciá-la. Não sei se fui tocado pelas mãos do deus Eros. Só sei que mesmo antes de penetrar no mundo feminino, já tinha certa facilidade em distingui-lo do masculino. E se tinha algo com que Ana Carla não podia reclamar era de que eu não compreendia suas necessidades.
Mesmo ali, dentro daquele carro, sem conforto algum, num local público, correndo o risco de alguém aparecer, eu não poderia deixar de seguir certos passos. Eu tinha noção de que mais uma vez fui agraciado pelos deuses ao me dar uma jovem que não tinha a menor dificuldade em experimentar o supra-sumo do prazer.
Desde o primeiro momento em que a toquei intimamente, percebi que a distância entre um extremo a outro na linha do prazer daquela menina era mais curto do que na maioria das mulheres. Um toque mais sutil no momento certo fazia com que o termômetro desse um grande salto. Normalmente isso não acontecia com outras mulheres. Já tive inclusive oportunidade de compartilhar o leito com uma mulher na casa do vinte e poucos anos que, apesar de ter tido alguns parceiros, ainda sim não havia experimentado o gozo. E me lembro que realmente na sensibilidade de seu corpo residia a dificuldade. Algumas carícias que em algumas arrancava arrepios, suspiros e até um aumento da umidade na região mais profunda e sensível do corpo, nela não surtia quase efeito. Tive que por em prática todo o meu conhecimento e experiência para deixá-la no ponto ideal para então me receber. Lembro-me que daquele leito saiu outra mulher. Depois disso ela insistiu para que continuássemos o relacionamento, todavia era casada com alguém muito próximo. De forma que se nosso relacionamento fosse descoberto, seria um escândalo. E não tem nada que eu mais odeio do que um escândalo.
Ana Carla estava tão afoita para chegar ao finalmente que tive que lhe dizer para não ser tão apressada assim. Acho que se deixasse a coisa toda por conta dela, ela ia simplesmente abrir o zíper da minha calça, arrancar-me o falo para fora, afastar a borda da calcinha e sentar em cima dele. Prevendo isso, pois já a conhecia o suficiente par adivinhar seus passos, pedi-lhe que tirasse a calcinha.
Eu sabia que não ia passar ninguém por ali. Portanto não precisava ter medo. Além de que os vidros do carro eram cobertos com insufilme, o que impedia de sermos vistos. A não ser que alguém resolvesse parar e encostar a face ao vidro para olhar para dentro. O que seria mais improvável ainda.
Por isso pedi que Ana Carla tirasse a blusinha. Se eu me preocupava o tempo todo em lhe proporcionar o máximo de prazer possível, era evidente que exigiria algo em troca. Assim como as mulheres precisam de um incentivo, os homens também. No meu caso, nada me excitava do que aquele pequeno par de seios. Eu os desejava tanto quanto o seu sexo. Tanto que me seria impossível fazer amor com ela sem me dispor de seus seios. Se não os tocasse com as mãos e com os lábios, se não lhe mordesse os mamilos, fazer amor com ela seria sem isso seria pior do que me masturbar pensando nela. Ia chegar ao gozo, mas ia ficar a sensação de que alguma coisa estava faltando.
Ela até insistiu se realmente era necessário a retirada da blusa. Fiz questão. E enquanto ela se despia eu desabotoei a calça e a abaixei até os joelhos. E depois, enquanto minhas mãos deslizavam pelos seus seios, uma de suas mãos deslizavam em meu falo, num jogo rápido, mas necessário para o sucesso daquela união carnal.
Nem me lembro como a penetrei – ou melhor – como ela se fez penetrar. Só me dei conta quando ela se mexia numa cavalgada gostosa. Ana Carla saltava como se trotasse num puro sangue. Pena que eu tive que lhe interromper a cavalgada. Pois aquela cavalgada estava se tornando perigosa. E se não a interrompesse, poderia trazer conseqüências muito sérias que poderiam por fim ao nosso relacionamento. De forma que fui obrigado a lhe dizer:
-- Pare um pouquinho, minha florzinha. Levanta.
-- Mas por quê? – inquiriu ela, contrafeita.
Claro que ela não fazia a menor idéia. Também no estado em que se encontrava, não se poderia exigir muita coisa dela. Então fui obrigado a lhe esclarecer:
-- Vou por a camisinha.
-- Camisinha? – Ela perguntou de forma tão surpresa que até eu me surpreendi. “Será que ela não sabe o que é uma camisinha? Não posso acreditar nisso!”, pensei. Quase lhe inquiri se não sabia o que era uma camisinha. Entretanto, não quis lhe causar esse constrangimento. Aquele não era momento para isso. Se o fizesse, ia quebrar o clima e estragar tudo. Preferi me calar.
-- É melhor não brincar com a sorte – asseverei, enquanto abria o porta-luvas e retirava a embalagem preta.
Em seguida, rasguei a embalagem e retirei a camisinha lubrificada e a fui desenrolando sobre o falo. Desde que passei a usar preservativos, sempre dei preferência à camisinha lubrificada. Não que as outras fossem ruins assim. Mas a verdade é que pareciam incomodar menos do que as sem lubrificação.
Se tem alguma coisa que me faz rir é a ingenuidade de Ana Carla. E não pude evitar de soltar um largo sorriso quando ela me perguntou para que aquela ponta extra na camisinha. Enquanto achava graça, expliquei-lhe a finalidade. E já que aquilo tudo era novidade para ela, resolvi ensinar-lhe como colocá-la corretamente no pênis.
Lembro-me que enquanto ela o fazia com certa dificuldade e falta de jeito cheguei a pensar: “estou te ensinando, mas espero que você só faça isso comigo. Não pense que vou deixar você fazer isso em outro, viu?”.
Assim que ela vestiu o preservativo em mim, retornou do ponto onde havia parado e continuou sua cavalgada em direção ao ponto mais alto do prazer. E quanto mais se aproximava do ponto final, mais saltava, como se o trote do cavalo tivesse aumentado. E foi um percurso rápido. Porque em pouco tempo ela já havia chegado ao topo. Exausta evidentemente, mas satisfeita.
Ah, querido leitor! Ana Carla cavalgou como uma amazona. Eu tentei acompanhá-la, acabei ficando para trás. Eu a via lá em cima me chamando, clamando para que fosse ao seu encontro, para que compartilhasse daquele êxtase. Eu tentava correr ao máximo, chegar ao mais rápido possível e cair nos seus braços, mas não conseguia ser tão rápido.
Mas finalmente cheguei. Exausto, sem forças, permaneci imóvel sob o corpo suado dela. Então ela se levantou, talvez ciente de estar seminua num local público, e vestiu a blusinha.
Eu também precisava me recompor. De forma que lhe pedi para acender a luz. Se para ela a coisa tinha sido mais fácil, para mim seria um pouco mais complicado. Tinha que retirar a camisinha com cuidado para que o sêmen não se espalhasse e acabasse borrando o assento do carro. O que ia dizer par o meu pai no outro dia? Que havia transado no carro dele? Não, não. Era melhor me limpar com cuidado.
E foi o que fiz.
Enquanto me vestia, Ana Carla ficou contemplando a camisinha cheia de esperma. Por mim não via graça nenhuma naquilo, mas para ela era tudo novidade. Então deixei que ela matasse sua curiosidade. Antes de pedir-lhe para jogar aquilo fora, ainda fiz o seguinte comentário, referindo-me ao conteúdo no preservativo.
-- Isso ai é capaz de estragar nosso relacionamento. Então, a partir de agora, é melhor a gente só fazer amor de camisinha.
Ela concordou.

Se quiser saber como tudo começou, então clique em: A MENINA DO ÔNIBUS
Agora se quiser ler a versão da Ana Carla da história, então clique em: O DIÁRIO DE ANA CARLA



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