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Erótico-->O PEÃO E A FILHA DO COLONO -- 01/11/2005 - 16:32 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O PEÃO E A FILHA DO COLONO

Lá pelas bandas de Minas Gerais a filha de um colono, menina moça ainda, foi seduzida pelo novo empregado da fazenda. Quando o rapaz, um jovem experiente que deixara a cidade grande por causa do crime, viu aquela moçoila tímida, recatada, desabrochando feito uma rosa naquele vestidinho simples, não teve dúvida: prometeu a si mesmo que ia seduzi-la e fazer dela uma autêntica puta.
E em tal empreitada usou de todo o seu poder de sedução. E a menina coitadinha, sem malícia no coração acabou se apaixonando pelo rapaz.
Num domingo os pais da moça foram a um casamento na vila mais próxima e deixou a filha na casa grande servindo os patrões. Mas, após o almoço, estes acabaram retornando à cidade. E assim a menina ficou sozinha com os demais empregados.
O rapaz, espreitando tudo que se passava ao redor, viu a grande oportunidade para atingir seus objetivos. E assim convidou a moça para ver um ninho de maritaca que havia encontrado do outro lado do morro. A menina, apaixonada e cheia de curiosidades, acabou acompanhando o rapaz. Mal sabia ela das intenções do rapaz.
Saíram meio que escondidos.
No caminho paravam e então o rapaz a cobria de beijos. A menina, tomada por aquelas sensações nunca experimentadas, sentia-se a mulher mais feliz da face da terra.; e achava que seu destino seria o de seus pais: casar-se com aquele rapaz. Pois, na sua ingenuidade, assim via as coisas.
Após mostrar à menina a ninhada de pássaros, convidou a menina para ir com ele até a plantação de milho. E mais uma vez ela o seguiu.
Bem no centro da roça havia uma clareira onde crescia uma árvore centenária que era usada como descanso pelos trabalhadores na época da plantação, da capinação e da colheita por causa da sombra. E foi para debaixo daqueles galhos que ele a levou.
Não desperdiçou tempo.
Deitou a menina no solo fresco e rolou por cima dela. De início ela quis protestar se aquilo não ia lhe fazer algum mal. O rapaz, usando de toda a sua esperteza e ciente da ingenuidade da menina, disse-lhe que tudo que estavam fazendo as pessoas faziam.; mas que como só podia ser feito por duas pessoas, não deveria ser feito na frente dos outros. E assim a menina acreditou nas suas palavras.
Primeiro desabotoou o vestido dela. E então pode contemplar aqueles seios virgens e intocados. Ela sentia-se envergonhada, mas ele a convenceu de que aquilo tudo era coisa muito comum entre um homem e uma mulher.
Ele disse que a faria sentir coisas como se estivesse no paraíso, ao lado de Deus. E mais uma vez ela consentiu.
E tomado pelo desejo de experimentar aquele corpo coberto de pureza, ele beijou-lhe os seios e os acariciou ora com os lábios, ora com as mãos. Em êxtase, confusa, incapaz de esboçar qualquer reação, a menina deixou-se levar por aquele rio de sensações.
Chegou a emitir algum protesto quando o rapaz arrancou-lhe a calcinha, deixando-a como veio ao mundo. Mais uma vez ele soube como convencê-la de que não estava lhe fazendo nada demais.
E antes de se despir, ele a tocou naquelas partes que nenhum ser vivente tinha posto os olhos. E ao sentir o dedo do rapaz naquela fresta úmida a menina se contorceu e soltou grunhidos de prazer e êxtase.
O rapaz também experimentando uma sensação indizível ao ver aquilo, deixou de tocá-la por alguns instantes e se despiu. Enquanto se livrava das roupas, a menina o contemplava. E ficou admirada, quase possuída por um encanto, ao ver aquele órgão roliço, viçoso e imponente, como se fosse um deus.
Deixando a vergonha de lado, ela quis tocá-lo e senti-lo em suas mãos. O rapaz ávido para deflorá-la conteve o ímpeto e deixou que ela o sentisse. Assim, aproximou-se o máximo possível e ficou de joelhos ao lado dela enquanto aquelas mãos delicadas tocavam aquele objeto estranho, nunca visto por aqueles olhos. E achando graça naquilo tudo, ele a ensinou como movimentar a mão para cobrir e descobrir a ponta rosada daquele objeto, que gotejava um liquido branco e viscoso.
Num momento de pura maledicência, o rapaz pediu que a virgem aproximasse os lábios e sorvesse aquela parte de seu corpo. Talvez porque já não tivesse mais forças para lhe negar nada, ela simplesmente obedeceu.
Ela sabia como fazer. Mas isso lhe foi ensinado no mesmo instante. E em pouco tempo ela já o fazia com mais perfeição. Enquanto isso, o rapaz experimentava um deleite como jamais tinha experimentado.
Mas aí chegou o momento de parar. Tinha que ser assim, caso contrário ele ia acabar derramando o fluxo mais intenso nos lábios dela. Não que não desejasse isso. No entanto, havia um local onde o desejo de derramá-lo era maior. Assim ele a fez deitar novamente e mais uma vez se arrastou para cima dela.
No derradeiro instante, quando a dor a fez mulher, ela tentou afastá-lo de si. Mas era tarde demais. Além de que, nessas horas, o peso do corpo masculino parece multiplicar por mil o seu peso, de forma que seus bracinhos não teriam forças suficientes para empurrá-lo.
E o rapaz, ciente do passo que tinha dado, simplesmente terminou o serviço. Não se importava muito com a menina. Queria tão somente se dispor de seu corpinho intocado. De forma que nem mesmo se deu a trabalho se sair antes que o intenso fluxo escapasse em curtos jatos. Deixou-o empoçar nas partes mais profundas do corpo dela.
Antes de se vestirem. Ele, em tom sério e quase ameaçador, disse-lhe para não comentar nada com ninguém, nem mesmo com a mãe, sobre o que acabaram de fazer.; caso contrário, ele ia embora da fazenda e ela nunca mais o veria. A menina, sem saída, anuiu, prometendo manter silêncio absoluto.
Aquilo era tão somente uma forma de manter controle sobre a menina. E deu certo. Três dias depois o rapaz a convenceu novamente a ir com ele, pouco antes do escurecer, ao mesmo local.
Ela poderia ter lhe negado. Mas também queria fazer aquilo de novo. Não fazia a menor idéia dos perigos que corria. Ninguém havia lhe ensinado que uma menina moça, de família, não deve fazer essas coisas com o primeiro que apareça.; ainda mais sem proteção. Então por que não fazer?
A coitadinha não só o seguiu mais uma vez, como foi durante três meses duas ou três vezes por semana com o rapaz àquele local. E lá só não fizeram as mesmas coisas como ele a ensinou fazer de tudo que havia aprendido com as prostitutas na cidade grande. E sem saber que se tratava de um abuso de sua inocência, a menina fazia com o maior prazer.
Mas então o corpo da menina começou a ficar mais cheio. Os seios se tornaram maiores, os quadris ficaram mais largos e o fluxo mensal desapareceu. A menina não sabia a causa daquilo. Achou que era uma reação natural por está ficando maior e mais velha, tornando-se mais parecida com a mãe.
O rapaz começou a desconfiar. E na última vez que se encontraram, fez-lhe uma série de perguntas. A menina, sem saber o que se passava, respondia com o maior prazer. Assim ele se deu conta de que havia engravidado a pequena.
Ciente de que havia cometido um grave delito, o rapaz simplesmente desapareceu da fazenda. Nunca mais se ouvir falar dele. A menina, transtornada, quis morrer. Seus pais quase a expulsaram de casa. Só não fizeram graças à interferência dos patrões que viram naquilo a inocência da menina e a esperteza do rapaz.




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