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Erótico-->O DIÁRIO DE ANA CARLA - XVII -- 18/11/2005 - 17:48 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O DIÁRIO DE ANA CARLA - XVII


Segue abaixo a continuação do DIÁRIO DE ANA CARLA. Para ler a parte anterior clique AQUI
PARA LER O INÍCIO DO DIÁRIO CLIQUE AQUI


Sexta-feira, 3 de março.

Antes do almoço.

Liguei para ele. Perguntei se dava para a gente se encontrar mais tarde. Ele disse que estaria livre depois das duas. Aí falei para ele que ia dar um jeito de sair mais cedo. Se por acaso tivesse todas as aulas, eu ia sair junto com os alunos de outra turma. Mas que achava que não ir ter todas as aulas, porque os professores andam faltando. Claro que isso não é novidade nenhuma. Não é à-toa que os alunos não aprendem direito. Os professores faltam mais que tudo!
Contei para ele sobre a idéia que tive ontem à noite. Ele achou interessante, mas disse que é muito arriscado. Que no momento é melhor não fazermos isso. Ele falou que vai passar do lado de fora da minha casa e reparar detalhadamente para ver se há a possibilidade dele entrar sem ser visto. Falei para ele que não tem perigo. Mas mesmo assim ele disse que precisa estudar o terreno antes e planejar tudo nos mínimos detalhes. Disse que isso leva algum tempo.
Agora vou me arrumar. Vou ver se meu irmão já saiu do banho. Se ele fez molhação no banheiro, vou dar uns tapas nele. Ainda estou por aqui com ele por causa de segunda-feira.
Vou lá. À noite eu continuo.

Noite.

Na hora do intervalo liguei para ele e disse que estava saindo. Ele disse que estava só esperando o meu telefonema. Disse que ia esperar ele no Anexo Secreto. Aí eu cheguei primeiro e fiquei esperando ele.
Ele até que chegou rápido. Pouco depois de mim.
Ficamos namorando ali mesmo. Apesar de ter saído cedo, tinha que voltar à escola para pegar meu irmão. Então não podia demorar muito.
Toquei novamente naquele assunto. Na proposta dele ir à noite no meu quarto. Falei que seria a maior prova de amor que ele poderia me dar. Ele disse que é para eu ir com calma, que não se decide as coisas assim tão rápido. Disse que é preciso pensar bem para não se arrepender depois. Falei para ele que meus pais deitam depois da novela e depois que vou para o quarto ninguém mais entra lá. Falei para ele que de vez em quando tranco meu quarto de chave. Ele disse que mesmo assim é muito arriscado.
Ah, mas não penso em outra coisa. Fico imaginando ele aqui na minha cama. Agora que a minha menstruação foi embora, estou toda peladinha. Imagino ele me vendo assim. Aposto como se ele me visse deitada assim de bruços, com essa bundinha para cima, ia pular em cima dela. Eu sei que ele é louco por ela. Vi o estado em que ele ficou no dia que em que me pegou por trás.
Além do mais ia ser maravilhoso. A gente fazer amor e não ficar preocupados em se vestir logo para que ninguém veja a gente. A gente ia poder fazer amor e ficar deitadinhos aqui. Já pensou ficar abraçadinhos na minha cama descansando depois de gozar? Ah, toda noite, quando eu fosse me deitar, ia ficar lembrando! Ah, só de pensar já me dá uma quentura, uma vontade de sentir aquelas coisas todas!
Acho que vou pôr o dedo lá e ficar me acariciando, enquanto penso nele fazendo amor comigo. É isso que vou fazer.
Até amanhã, meu diário.


Sábado, 4 de Março.

Cedo.

Ontem consegui gozar sozinha. Foi gostoso. Mas não é a mesma coisa que quando estou fazendo amor com ele. Bem que ele disse que depois que acaba fica um vazio e a gente tem a sensação de que faltou alguma coisa. A única coisa boa é que dá uma moleza, uma sensação de alívio, e depois o sono vem rapidamente. Só que a gente não consegue se satisfazer plenamente. A vontade não passa de todo.
Queria que ele encontrasse um lugar para a gente ficar hoje. Queria me entregar a ele. Mas acho que vai ser meio impossível. Ainda tem muita gente na cidade. Os turistas só devem ir embora amanhã. Mas se não der hoje, vou falar pra ele que amanhã quero fazer amor de qualquer jeito.

Noite.

Bem que eu sabia que não ia dar. Ainda bem que já estava preparada. Assim não fiquei frustrada. Mas ele disse que amanhã arruma um lugar, “nem que seja o inferno”, disse ele dando uma risada.
Só espero que ele arrume mesmo.
Fomos ao cinema. Ele disse que estava morrendo de vontade de assistir um filme. Não sou muito fã de cinema não, mas com ele tudo fica mais gostoso. Então nós fomos.
Pensei que ele ia me agarrar no cinema, mas até que se comportou. Também o cinema estava lotado. Nunca tinha visto um cinema tão cheio assim. Acho que era por causa do filme e do feriado. O shopping também estava lotado.
Custamos arrumar uma mesa para fazer lanche. Tivemos que ficar um tempão com o sanduíche e o refrigerante na mão a espera de um lugar. Foi mancada nossa. Eu poderia ter ido procurando um lugar enquanto ele comprava o lanche. Também a culpa foi dele. Não quis me deixar sozinha.
Acho que ele anda morrendo de ciúmes de mim. Desde o dia que encontramos o Marcelo no shopping que eu percebi isso. Lá no clube ele também ficou com ciúmes quando fiquei conversando com os meus colegas.
Será que ele não confia em mim? Será que ele acha que só porque é um homem bem mais velho, que vou trocar ele por algum garoto da minha idade? Ah, mas como ele é bobinho! Será que ele não vê o quanto eu amo ele? E que não seria capaz de trocar ele por ninguém? Nossa! Como ele é inseguro! Ainda bem que ele não fica me proibindo de encontrar com meus amigos. Já pensou se ele fosse daqueles namorados que não deixa a namorada falar com os amigos? Se ele fosse assim, acho que a gente já teria brigado muito.
E quando a gente se casar? Será que ele vai continuar ciumento assim? E se ele ficar ainda mais ciumento? E se ele não me deixar estudar mais? Não. Acho que ele não vai fazer isso. Ele não é desse tipo de homem. Mas preciso conversar com ele sobre isso qualquer dia. Não posso esquecer. Preciso saber o que ele pensa para eu ir me preparando. Ele precisa confiar em mim. Não posso deixar que ele me proíba de fazer as coisas.
Ah, quer saber, meu diário? Acho que estou me preocupando à-toa. Isso é só coisa da minha cabeça. Só eu mesmo para ficar pensando umas besteiras dessas! É melhor esquecer essa história.
Depois que fizemos um lanche, demos uma volta pelo shopping.
Fomos até a livraria e ele comprou um livro para mim. Sabe que livro ele comprou? O Pequeno príncipe. Ele disse que é uma história linda e que fala de amor e amizade. Vou começar a ler ele amanhã. Espero que não seja chato que nem os livros que as professoras dão para gente ler na escola.
Como já estava ficando tarde, ele me trouxe para casa.


Domingo, 05 de Março.

Preciso te contar tudo que aconteceu hoje. Você não vai acreditar. Mas parece um sonho. De tudo de bom que eu poderia esperar, o que aconteceu hoje foi infinitamente melhor. Nossa! Foi simplesmente incrível! Mais que um sonho.
Quando tudo tem que dar certo, dá mesmo.
Já acordei mais tarde. Tanto que nem deu para te escrever. Depois, meus pais estavam de bom humor. Parecia que a felicidade estava irradiando pela casa. Meu pai até me abraçou e me deu um beijo no rosto assim que levantei, coisa que ele não costuma fazer.
Na hora que ele deu uma saída e minha mãe estava lá fora pondo a roupa na máquina, liguei para ele. Aí ele disse que tinha uma surpresa, uma coisa que eu ia adorar. Perguntei o que era. Ele disse que não ia dizer. Só disse que tinha arrumado um lugar para a gente ficar.
Fiquei tão entusiasmada que falei que ia me encontrar com ele mais cedo. Por volta das duas horas. Ele disse que ia me esperar no ponto de ônibus perto da casa dele.
Depois que desliguei fiquei imaginando para onde ele ia me levar. Tentei descobrir, mas ele não tinha me dado nenhuma dica. “Será que ele vai me levar para a casa dele?”, cheguei a pensar. Mas depois achei que não. Senão ele teria dito que seus pais não iam estar em casa.
Antes de sair disse para os meus pais que ia a Santos e só ia voltar lá pelas nove horas. Achei que eles iam fazer algumas perguntas tipo: com quem você vai, por que só vai voltar à noite. Mas não perguntaram nada. Só o meu pai que disse para eu me cuidar.
Cheguei lá às duas horas em ponto. Ele ainda não havia chegado.
Ainda bem que ele não demorou. Porque eu já estava começando a ficar impaciente, pensando que tinha descido no ponto errado ou que tinha acontecido alguma coisa. Você sabe, né? A gente fica sempre pensando que aconteceu algo quando fica esperando alguém. Quem disse isso foi ele outro dia. Achei engraçado. Mas ele tem razão. A gente nunca sabe porque a pessoa está atrasada. Daí a gente começa a imaginar um monte de besteiras.
Quando eu vi ele vindo, vi que ele estava usando só uma bermuda e calçava chinelos. Estava com aqueles peitos e com aqueles ombros de fora. Até estanhei. Parecia até que ele estava voltando da praia. Mas depois de me dar um beijo, disse que ia me levar para sua casa. Perguntei pelos pais dele. Então ele respondeu que tinham ido para São Paulo.
Nossa! Pulei de felicidade. Ficar com ele na casa dele à tardinha toda! Ah, era um sonho! Na hora, abracei ele, dei um monte de beijinhos nele e depois falei: “Vai ser incrível, meu amor!”. Ele respondeu: “E como, minha florzinha!”. De forma que fomos para a casa dele.
Juro! Eu me senti tão bem na casa dele. Parecia que eu estava na minha própria casa. Até aproveitei para conhecer ela toda. Na parte de trás tinha uma área enorme cercada por muros altos. A primeira coisa que vi ali foi a piscina cheia de água. Era uma piscina dessas que a gente monta. Mas era uma enorme. Lembro que comentei: “Ah, se tivesse trago meu biquíni”. Aí ele disse: “Mas para que biquíni? Entra sem roupa mesmo!”. Então eu perguntei se ninguém ia me ver sem roupa. Ele respondeu que o muro era alto e que não tinha perigo. Depois disse para tirar a roupa e entrar nela.
Foi uma delícia. Ele pegou duas toalhas e estendeu do lado da piscina para a gente ficar se queimando.
Ficamos algum tempo dentro da piscina. Mas você sabe né. Estávamos pelados. Só de me ver peladinha debaixo d’água ele já ficou de pau duro. Eu até tentei me segurar. Mas não consegui por muito tempo.
Quando ele começou a me beijar e a passar a mão pelo meu corpo ali dentro, também fiquei excitada, com vontade de agarrar aquele pau e sentir ele dentro de mim.
Mas foi ele quem começou. Ele me puxou para cima dele e pediu para eu sentar no colo dele. Na hora pensei que ele ia transar comigo daquele jeito. Mas não era isso que ele queria. Queria só ficar me acariciando dentro d’água. Enquanto a gente se beija, ele agarrava meus peitos e ficava passando o dedo na minha xana, mexendo para lá e pra cá aquele dedo em mim. Nossa! Aquilo me deixou de um jeito!
Teve uma hora em que eu já não estava agüentando mais. Aí eu tive que falar para ele esperar um pouquinho. Então agarrei o pau dele, ajeitei na minha xana e fui abaixando. Nossa! Que delícia! Quase fiquei louca de prazer! Foi uma coisa louca! Foi algo assim que nem sei como explicar. Mas que foi a coisa mais gostosa, ah isso foi!
Aí ele a apertar meus peitos. Eu agarrei na beirada da piscina e fiquei me mexendo para cima e para baixo. Por causa da água, eu parecia leve como uma pena. Por isso que eu me movia com a maior facilidade.
Ah, meu diário! Queria que aquilo durasse para sempre, por toda a eternidade. Pena que não consegui me segurar. Bem que tentei. Mas aquilo foi mais forte que eu. De forma que gritei de prazer.
Depois que gozei, ele perguntou: “Meu amor, para quê esse escândalo todo? Parecia até que ia morrer”. Dei uma risada e respondi que era ele quem me fazia fazer essas coisas.
Pensei que ele ia gozar, mas ele pediu para eu sair de cima dele. Depois de perguntar se ele não queria gozar, ele me explicou o que queria fazer. Disse que tinha se masturbado pensando que estava fazendo isso comigo. Aí ele explicou o que queria fazer.
Pediu para eu ficar sentada de frente para ele. Aí ele ficou de joelhos de frente para mim. Ai ele disse para eu pegar o pau dele e ir passando a língua na cabeça.
Fiquei meio sem jeito, pois nunca tinha feito aquilo. Mas acabei fazendo.
Só sei que em pouco tempo já estava chupando o pau dele todo. Eu não sabia como fazer. Mas ele foi me explicando. Acho que aprendi bem rápido.
Também, mesmo que não tivesse aprendido, não teria dado tempo. Não demorou muito para que ele começasse a gemer mais alto. Aí ele pediu para eu parar. Ainda bem. Porque fiquei como medo dele gozar na minha boca. Acho que se ele fizesse isso, ia ficar morrendo de nojo. Então ele pegou no pau dele, aproximou dos meus peitos e gozou.
Não sei que graça ele viu nisso. Se eu fosse homem acho que preferia gozar na boca dela. Já vi isso numas revistas que encontrei escondidas no quarto dos meus pais. Numa delas o cara gozava bem na boca da mulher. Lembro que na foto aquele negócio escorria pelos cantos. Achei aquilo a coisa mais nojenta do mundo. Disse para mim mesmo que nunca ia ter coragem de fazer aquilo. Ainda não sei se tenho. É estranho, mas não é tão ruim chupar o pau dele. Aquele liquidozinho branco tem um gosto meio salgado, mas não é ruim não.
Bem. Depois ele buscou um sabonete e tirou aquela coisa branca deles. Aí ele me chamou para a gente ficar se queimando um pouco.
De vez em quando a gente se levantava e entrava na piscina para se molhar, pois o calor estava demais.
Acho que ficamos umas duas horas tomando sol.
Teve uma hora que ele virou de lado e enquanto a gente conversava, ele ficou acariciando os meus peitos. Ele passa a mão de leve neles. Aquilo me fez ficar excitada novamente. Ele também ficou. Vi o pau dele ir crescendo. Achei super engraçado. Parecia uma bola, quando a gente vai soprando para encher ela. Aí a cabeça foi saindo e a pele espichando. Nossa! Como ele parecia enorme! Parecia que não ia parar de crescer nunca. Mas aí ele parou. Ficou super duro. Foi então que falei: “Vem cá, meu amor! Vem para cima de mim”.
E ele veio mesmo. Não perdeu tempo.
A gente começou a se beijar. Eu afastei as pernas e ele entrou no meio delas. Aí ele foi me penetrando. Nossa! Que coisa mais gostosa! Aí ele me abraçou e começou a se mexer. Eu fui ficando cada vez mais excitada, com mais vontade de gozar. Eu tentava me concentrar ao máximo para gozar logo, mas não conseguia. Na verdade, eu queria era ir para cima dele. Se eu continuasse ali, embaixo dele, acho que não ia consegui.
Fui obrigada a pedir para trocar de posição com ele.
Aí sim. Consegui gozar com facilidade. Ele ficou deitado e eu sentei no pau dele. Então eu fiquei me mexendo enquanto ele apertava meus peitos com as mãos. Nossa! Que gozada mais gostosa! Não foi como a primeira, mas foi uma delícia. Fiquei tão cansada que caí por cima dele.
Eu sabia que ele queria gozar, mas estava cansada demais. Queria descansar um pouquinho. Mas aí ele pediu para eu me deitar que ia para cima de mim. Concordei. Porque não era justo que eu gozasse e deixasse ele a ver navios. Também agora quem ia fazer todo o esforço era ele, não eu. Ai eu deitei e ele subiu em cima de mim. Ele gozou logo em seguida.
Ficamos os dois ali, deitados como se não tivéssemos forças para mais nada. Eu só sentia o suor dele pingando em cima de mim. Ele estava encharcado, como se tivesse acabado de sair da piscina. Eu também sentia um calor terrível. Tanto que me sentia até meio sufocada em baixo dele. Foi por isso que pedi para ele sair. Aí ele rolou para o lado e ainda me sentindo fraca, entrei na piscina e fiquei deitada, só com a cabeça para fora.
Dali a pouco ele veio e entrou também.
Só saímos quando ele perguntou se eu estava com fome. Respondi que sim. Aí ele disse para a gente ir até a cozinha e ver o que tinha para comer. Ele se secou e me deu a toalha para se secar. E assim entramos os dois pelados na cozinha.
Ah, meu diário! Queria te contar o resto. Mas já está muito tarde. Acho melhor ir dormir. Senão amanhã não consigo acordar a tempo de arrumar a casa antes de ir para a escola. Agora que passou o carnaval, os professores vão encher a gente de matéria. Aposto como amanhã vou ter todas as aulas e ainda vou trazer um montão de lição pra casa. Quer apostar?
Amanhã a gente continua.


PARA COMPREENDER MELHOR O DIÁRIO LEIA A HISTÓRIA DE ANA CARLA EM: A MENINA DO ÔNIBUS
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