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Contos-->Lenda da Kozak(Corrigida) -- 06/03/2017 - 12:35 (Luciana do Rocio Mallon) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Lenda da Casa Kozak
(Texto Luciana do Rocio Mallon. Foto: Jornal Meu Bairro é o Uberaba)
Reza a lenda que na época do Brasil-Colônia, quando ainda Curitiba se chamava Vila Nossa Senhora da Luz, os índios ocupavam a maioria do território.
Então, num lugar da capital paranaense onde hoje se chama bairro Uberaba, existia um índio que era um excelente artesão, pois pintava e fazia artesanato de uma forma fenomenal. Além de curar as pessoas através de suas mãos e receitas de ervas. Um dia brancos atacaram a aldeia deste índio e ele faleceu atingindo por uma bala. Dizem que antes de morrer o moço disse:
- Na minha oca, ainda morará um defensor dos índios e um grande artista!
Anos mais tarde, uma casa surgiu onde era a oca deste índio artista. Lá foi a residência da família Kosak, onde morou um professor, indianista e cineasta chamado Vladimir Kosak junto com sua irmã, a artista plástica Karla Kosak. Ele estudou e filmou a vida dos indígenas, um trabalho importante e que deve ser reconhecido.
Depois de algum tempo, após o falecimento deste indianista, uma biblioteca foi inaugura naquela residência, que passou a se chamar Casa Kosak. Alguns leitores afirmaram que observaram vultos na escada, imagens de um índio no quintal e um idoso loiro no jardim, que desapareciam quando alguém chegava perto. Além disto, uns moradores falaram que viram o carro abandonado, que está no quintal, criar a asas e voar nas noites de Lua cheia e voltar de madrugada.
Em 2011, a biblioteca fechou e moradores passaram a ver a imagem de uma loira na janela que parecia muito triste.
Já em 2014, a casa foi invadida, depredada e teve objetos furtados. Alguns deles foram devolvidos depois, pois alguém deixou estas coisas no portão da própria casa Kosak. Em 2016, a residência foi restaurada e voltou às atividades. Dizem que, agora, a loira da janela aparece sorrindo porque sua morada voltou a ser um centro de arte.
Luciana do Rocio Mallon



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