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Contos-->Jardim suspenso -- 04/05/2017 - 12:31 (Sydia Mabel Araújo Lopes) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Jardim suspenso

A terra era da cor do barro e não havia asfalto, mas a estrada dava em direção a um sítio onde morava Melissa, uma criança adotada pelos pais biológicos. Ao nascer, a pequena menina havia de início sido rejeitada pela mãe que, depois de se arrepender, resolveu criá-la com o aval do marido. Teve uma infância animada com participação ativa em todos os eventos festivos da escola. A adolescência foi motivo de stress principalmente quando já se aproximava o vestibular. Sabia muito bem que carreira seguir, só não fazia ideia do quanto lhe custaria a decisão de entrar para a faculdade. Feliz pela aprovação, iniciou o período de graduação já tendo a missão de custear os estudos, trabalhando.
Tinha atração por determinada área, mas ficava impossível conciliar com o trabalho. Então, decidiu apenas estudar para ter um diploma que pudesse de alguma forma no futuro, ajudar a contribuir com parte de seus proventos, nas despesas da casa. O tempo foi passando e Melissa continuava a acreditar na vida, no futuro e nas pessoas, muito embora no íntimo fosse o contrário a predominar seu sentimento e sua linha de pensamento. Mas se esforçava por crer que a vida não seria de todo, uma madrasta. Até que sua mãe falece e eis que se instala um quadro de depressão aguda por conta da evolução rápida de uma cronicidade. Ela não sabia, mas sempre fora uma criança, adolescente, jovem deprimida continuando a ser um adulto igualmente deprimido. Mas sempre tentando resgatar algo de bom nas pessoas, pois era teimosa e acreditava que em algum momento na vida, o ser humano fosse complacente. Por tanto resistir a ideia contrária de uma humanidade benevolente, cada vez mais se feria pela exposição transparente da pureza no lidar consigo e com as pessoas. Acreditava que elas de certa forma, poderiam agir igualmente. Mas chegou a grande conclusão que as pessoas são o que são e cada um oferece o que tem no coração. Conclusão primária mas de grande valia na batalha diária da vida.
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