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Contos-->Cesto roto...(microconto) -- 30/05/2017 - 19:54 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Leu Iracema e viu Alencar colocar a índia nos braços de Martim: ‘trêmula e palpitante como tímida perdiz...’ É hora da estrela. ‘Por que não agora? Por que não soltar seu grito de gaivota, e derrubar as muralhas de Jericó?’ Estava cansada de comprar os beijos de Amarildo com o salário da loja. Ele não pensava no futuro! Gastava tudo com anabolizantes, e pagamento das mensalidades de uma  academia  de subúrbio. Nada guardava do salário que recebia. E por mais que ela insistisse em dizer que nenhum ganho oferece maior segurança do que economizar o que se tem, o rapaz continuava guardando seu salário em cesto roto.

***
Adalberto Lima - Estrada sem fim...(obra em construção)

Imagem: Internet

 
Enviado por Adalberto Lima em 14/12/2016
Comentários

Jacó  - 31/05/2017

Muito bom. O duro é pulicar de graça, né? Se você ganhasse dinheiro com esse miniconto todos diriam que você é um escritor talentoso, mas... de graça, vão dizer que esse miniconto não presta. Assim é a vida. Se você quer reconhecimento cobre pra publicar.

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