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Contos-->Lenda do Jaguara de Curitiba -- 09/06/2017 - 17:48 (Luciana do Rocio Mallon) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Lenda do Jaguara de Curitiba
Reza a lenda, que anos atrás, a capital paranaense era habitada por uma tribo de índios diferentes. Pois eles viviam em ocas durante a primavera e o verão. Mas moravam no subsolo, da terra, durante o inverno para se proteger do frio.
Esta aldeia contava que existia um monstro chamado Jaguara. Pois, ele transformava-se em homem loiro, no verão, que fazia travessuras na tribo e seduzia as mulheres para castiga-las depois. Porém, no inverno, este monstro virava uma espécie de felino, parecido com a onça, que tentava entrar nos subterrâneos onde estes índios se escondiam.
Uma vez, no Brasil-Colônia, quando Curitiba ainda se chamava Vila Nossa Senhora da Luz, o Jaguara tomou forma de homem e decidiu passear no local. Lá ele seduziu Cidinha, a filha de um homem importante. Então Jaguara raptou a moça e levou a pobre para morar com ele no meio do mato. Porém, este monstro fez da jovem uma escrava. Pois ela era obrigada a fazer serviços domésticos, sem parar, e apanhava muito.
A família de Cidinha comunicou o desaparecimento da jovem para as autoridades competentes. Então os guardas encontraram a casa do monstro e libertaram a pobre.
Mas perto do inverno Jaguara apareceu na vila, novamente, no formato de um homem loiro. Assim ele assaltou o comércio e roubou uma charrete, atropelando inocentes, pelo caminho.
Deste jeito, os guardas foram atrás da criatura até sua casa no meio do mato. De repente, o homem transformou-se num felino parecido com a onça. Porém, índios apareceram com arco e flecha para atacar o monstro. Desta maneira eles começaram a gritar:
- Jaguara!
- Jaguara!
Os guardas brancos perguntaram aos índios:
- O nome desta criatura é Jaguara?
Deste jeito os indígenas fizeram sinal que sim.
Porém, o Jaguara saltou sobre os índios, correu para o mato e desapareceu.
Diz o mito que até hoje, Curitiba é assombrada por este monstro, que vira homem para realizar travessuras pela cidade. Por isto, os mais velhos quando observam alguém fazendo algo errado, logo dizem:
- Olhem!
- Que Jaguara!
Luciana do Rocio Mallon


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