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Contos-->Anjo Negro (nanoconto) -- 18/07/2017 - 20:54 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Escondido na penumbra de suas más inclinações, o  Anjo Negro se diverte e brada com voz cavernosa: ‘Não tem jeito! Condenados! Todos condenados. ’ Ramayana ofereceu água àqueles que tinham sede. E suas almas, antes manchadas, iam tomando brancura. Com efeito, o anjo de voz gargalhada, desapareceu  numa nuvem de fumaça negra. 
***

Adalberto Lima, trecho de Estrela que o vento soprou.

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