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Erótico-->O DIÁRIO DE ANA CARLA - XIX -- 19/01/2006 - 11:47 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O DIÁRIO DE ANA CARLA - XIX


Segue abaixo a continuação do DIÁRIO DE ANA CARLA. Para ler a parte anterior clique AQUI
PARA LER O INÍCIO DO DIÁRIO CLIQUE AQUI

Quarta-feira, 8 de março.
Ainda bem que a gente conseguiu se ver hoje. Estava morrendo de saudades dele. Ele ficou me esperando bem pertinho da escola. Depois a gente foi até o Anexo Secreto e ficamos um pouco por lá.
Não sei se era impressão minha, mas a cada dia ele fica mais bonito. Ele disse que é porque a cada dia eu fico mais cega. Como ele é cheio de gracinha! Ah, mas eu amo muito, muito aquele homem!
Ah, deixa eu te contar! A professor de história disse que a escola vai fazer uma excursão para umas cidades históricas de Minas Gerais, sem ser esse final de semana, no outro. A gente vai sair na Sexta-feira e só volta no Domingo à noite, ou seja, só vamos chegar segunda de manhã. Na hora não liguei muito, mas depois tive uma idéia.
No restante das aulas não consegui pensar noutra coisa que não fosse na idéia que surgiu na minha cabeça. Sabe que idéia eu tive? Falar para minha mãe que ia nessa excursão e ir para outro lugar com ele. Claro que eu tinha que falar isso com ele primeiro. Não sabia se ele ia aceitar, mas tinha que tentar.
Falei com ele quando a gente estava no anexo secreto. Ele disse que isso era uma loucura, que não ia dar certo. Tentei convencer ele, disse que meus pais não iam saber de jeito nenhum que eu não tinha ido viajar. Mesmo assim ele disse que essa idéia era mais perigosa do que a de ir à noite na casa dela.
Eu só precisava saber se ele tinha como ir viajar comigo. Por isso eu perguntei: “Mas supondo que eu desse um jeito, você também daria um jeito de viajar comigo?” Ele ficou pensando por algum tempo. Depois respondeu que sim, que para ele não seria muito difícil. Mas depois ele disse para eu tirar essa maluquice da cabeça.
Mas eu não vou desistir não. Preciso só encher o saco da minha mãe até que ela consiga o dinheiro para a viagem. Mas não é muito não. Pelo que entendi, a gente só vai pagar só a alimentação. O ônibus foi doado pelo governo e a gente vai dormir numa escola lá. É mais ou menos assim a coisa.
Eu queria ter ficado mais tempo com ele, mas eu precisava voltar para casa. Se eu chegasse muito tarde, minha mãe ia ficar preocupada e podia ligar para a casa da Marcela para saber se eu não estava por lá. Ainda mais que ia usar justamente essa desculpa quando chegasse em casa para ela não brigar comigo.
A gente ficou de se encontrar novamente na sexta-feira. Disse para ele que queria ficar com ele amanhã, mas ele disse que seria impossível. Fiquei com um pouco de raiva dele por causa disso. Falei para ele que ele nunca tem tempo para mim. Ele me chamou de egoísta. Que eu só penso em mim, que eu não vejo que na maioria das vezes, a gente não se vê por minha causa. Falei que não era nada disso e vim para casa de cara feia.
Acho que ele tem um pouco de razão. Se eu não tivesse que voltar tão cedo para casa, a gente poderia ficar mais tempo um com o outro.


Sexta-feira, 10 de março
Deu tudo errado hoje. A gente não conseguiu se ver.
Ele me ligou e disse que só ia terminar de dar aula às seis. Esse horário eu não poderia sair. Mesmo que falasse que ia na casa da Marcela, não ia poder demorar. Falei isso para ele. Aí ele achou melhor a gente não se ver. Fiquei com um pouco de raiva dele. Poxa! Ele sabia que eu estava morrendo de saudades. Podia ter feito um esforço para se encontrar comigo.
Mas amanhã ele disse que vai ter a tarde toda para ficar comigo. Só quero ver! Até parece que ele não me ama mais como antes!
Vou aproveitar e ler mais um pouco do livro que ele me deu. Apesar de que não estou entendendo bem a história do tal de Pequeno príncipe não. Também nunca gostei de ler. Só tinha lido uns dois livros porque a professora pediu e ia cair na prova. Acho muito chato ler. Só estou lendo esse livro porque foi ele quem me deu e disse que a história era muito bonita.
Ah! Falei com minha mãe sobre a viagem. Ela disse que vai conversar com meu pai. Implorei para ela deixar. Não deu a resposta, mas, pela cara dela, vou poder ir sim. Estou super empolgada.

Sábado, 11 de março
Fomos ao shopping e depois ao cinema. Queria ir para um lugar onde a gente pudesse ficar bem à vontade, mas ele disse que estava com dor de cabeça, e que era melhor a gente deixar para amanhã. Fiquei triste, mas não quis forçar a barra. Além do mais estava com saudades de ir ao shopping.
Fomos ao Gonzaga. Olhamos as vitrines das lojas. Entramos numa e ele comprou uma mini-saia branca da Side Play para mim. Eu disse que não precisava, mas ele percebeu que eu tinha ficado encantada com ela e quis me agradar. Disse para eu usar para ele amanhã. Nossa! Ficou linda em mim. Até me senti uma patricinha.
Depois passamos na livraria. Ele estava procurando um livro, mas disseram que já tinha acabado e que só ia chegar na próxima semana. Aí ele disse que então voltaria depois para comprar. Perguntei sobre o que era o livro. Ele respondeu que era um livro sobre um garotinho meio retardado. Esse garotinho conta sua história e sua visão sobre a Segunda Guerra. Acho que é mais ou menos isso. Perguntei se a história era interessante e ele disse que sim. Disse também que só tinha um problema: o livro era um pouco grosso. Só não tenho certeza do nome do livro. Mas acho que era O Tambor ou algo assim.
Antes de ir ao cinema, paramos no MacDonald. Ainda bem. Eu já estava ficando com fome.
Comemos um sanduíche e dividimos o refrigerante. Eu ainda comi bata-frita e tomei sorvete. Ele não quis. Disse que a dor de cabeça já tinha parado, mas que não ia abusar. Só que no cinema ele comprou pipocas e coca-cola.
Até que a gente se comportou dessa vez. Também o cinema estava lotado. Se a gente demora mais um pouco, não ia achar lugar ou ia ter que sentar bem lá na frente.
No começo não gostava muito de cinema não. Não sei se era porque não tinha o costume de ir. Mas agora com ele, de vez em quando a gente vai. E já estou passando a gostar mais. Vai ver que é por causa dele, pois ele disse que adora. Disse que não vai mais por falta de oportunidade e de dinheiro também.
Depois do cinema ficamos namorando um pouco no calçadão da praia, ali no Gonzaga mesmo, naqueles bancos de cimento. Mas não ficamos muito tempo porque já estava ficando tarde. Eu até queria ficar mais, mas ele disse que era melhor a gente não abusar, porque amanhã ele vai me levar para um cantinho especial.
Ele me trouxe em casa. Quando a gente estava pertinho de casa, a gente se separou. Eu fui andando na frente e ele um pouco mais atrás. Veio dar uma olhada, pois eu disse para ele que quero passar uma noite com ele. Quando estávamos na frente da minha casa, fiz sinal para ele e mostrei qual era a janela do meu quarto. Depois entrei, porque senão poderia aparecer alguém.
Vou aproveitar que não estou com sono e ler mais um pouco do livro. Se continuar não entendendo vou pedir para ele me explicar a história.

Domingo, 12 de março

Ele não tem jeito mesmo! Me levou de novo até a casa dele.
Perguntei onde seus pais estavam. Ele respondeu que tinham ido visitar meus tios na Praia Grande. Aí ele me falou dos tios dele. Contou inclusive sobre sua prima. Disse que foi com ela que teve a primeira transa. Ele ainda teve a cara de pau de dizer: “Nossa! Ela era muito gostosa. Tinha umas pernas...”. Quando ele disse isso, fiquei com raiva. Também falei para ele: “Vai lá então ficar com ela!” Ai ele ficou tirando sarro da minha cara porque eu estava com ciúmes. Aí ele explicou que tudo já tinha acabado. Foi só uma paixão de adolescente.
Fiquei interessada e pedi para ele me contar o que tinha acontecido. Aí ele me contou.
Disse que foi quando tinha uns quinze anos. Ela era quase dois anos mais nova que ele. Ele falou que ela tinha as pernas mais grossas que as minhas. Ele foi passar uns dias na casa da tia, e como ela era filha única, eles passavam a maior parte do tempo um com o outro. Saiam juntos e ficavam à noite no quarto dela conversando e assistindo TV. Falou que no começo não rolou nada. Mas que ela ficava muito à vontade na frente dele.
Disse que um dia chegaram da rua um pouco tarde. Aí eles ainda foram assistir TV no quarto dela. Ela nem se importou que ele estava ali e começou a tirar a roupa na frente dele. Disse que ela só ficou de calcinha. Ele falou que ficou encantado com a beleza do corpo dela e que ficou sem jeito na hora. Mas aí ele começou a ficar excitado. Contou que era verão e fazia muito calor. Aí ela deitou só de calcinha do lado dele. “E ela ainda disse para eu tirar a camiseta e a bermuda por causa do calor.”, contou ele. Ele disse que tirou, que não queria ficar para trás. Mas aí a prima viu que ele estava de pau duro.
Não sei se ele disse a verdade. Mas o que ele me contou foi que a prima não parava de olhar para o pau dele. Disse que algum tempo depois ele foi se encostando e começou a fazer carinhos. Achei até graça quando ele disse: “Você acha que consegui agüentar? Nenhum homem agüentaria ficar deitado ao lado duma garota gostosa como ela e ainda por cima se oferecendo daquele jeito”. Disse que nem se importou que ela fosse sua prima. Rolou para cima dela e começaram a se beijar. Ele falou que o que ela queria mesmo era dar para ele. Disse que ela não fez cerimônia: foi logo pondo o pau dele para fora e acariciando ele.
Perguntei: “Mas e aí o que você fez?”. Ele respondeu: “fiquei sem saber o que fazer, pois era a minha primeira vez. Por sorte ela também não tinha experiência. De forma que acabamos nos virando”. Ai eu perguntei: “Mas então você transou com ela?”. Na hora ele respondeu: “Mas claro que sim! Foi minha primeira experiência. Foi meio sem jeito, mas foi maravilhoso”. Quando ele disse isso, fiquei com um pouco de inveja dela.
Aí ele contou que sentiu a coisa mais gostosa da vida. Disse que depois ficou com vergonha do que tinha acabado de fazer. Falou que vestiu a roupa e foi para o quarto de visitas sem falar com a prima. Disse que não tinha coragem de olhar na cara dela.
E sabe o que o safado disse? Disse que no outro dia fez de novo. Aí ele disse que não ficou com tanta vergonha assim. “Foi com ela que descobri o prazer”, disse ele.
A gente estava na cama dele, deitados de frente um do outro. Mas ainda estávamos de roupa. Inclusive eu ainda usava a saia que ele havia comprado no ontem. Inclusive, quando ele me viu com ela, falou que eu estava um tesão de mulher, a coisa mais deliciosa do mundo. Pulei nos braços dele e demos um super beijo.
Fizemos amor na cama dele. Foi maravilhoso. Parece que cada vez fica melhor. Não sei se é porque a gente se conhece cada vez mais e eu me sinto cada vez mais à vontade com ele.
Sabe! Na hora em que ele estava me penetrando, deixei a vergonha de lado e pedi para ele brincar um pouquinho antes. Pedi para ele ficar passando a cabecinha do troço dele na minha xana ao invés de enfiar ele dentro de mim. Falei para ele que aquilo era muito gostoso. Aí ele fez.
Nossa! Que delícia! Ele fez até que não agüentei mais. Aí eu pedi para ele enfiar o troço dele todo em mim. E foi o que ele fez. Mas ele foi enfiando bem devagarzinho. Enquanto isso, ele me beijava e agarrava meus peitos. Quando já tinha posto quase tudo, ele começou a chupar meus peitos e se mexer para trás e para frente.
Ele estava com tanta vontade que não conseguiu se segurar. Gozou logo em seguida. Ainda bem que ele estava de camisinha, porque ela ficou cheia daquela coisa branca. Mas assim que ele gozou, virou para o lado e disse para eu ir para cima dele. Aí ele me ajudou a enfiar o troço dele em mim, porque ele não queria entrar sozinho. Ainda estava duro, mas a camisinha parecia atrapalhar.
Nossa! Eu comecei a rebolar em cima dele. Ele ficou apertando os meus peitinhos e falando: “Vai putinha! Goza no teu macho! Mexe mais, sua cadelinha vadia! Fode teu pau gostoso!...”, e coisas desse tipo. Essas palavras me deixaram tão excitada que também gozei em seguida. Aí ficamos os dois deitados e sem forças na cama dele. Só quando a gente havia descansado é que ele foi tirar a camisinha. E ainda ficou me mostrando para eu ver como ela estava bem cheia. Depois ainda disse brincando: “É melhor eu jogar ela no vaso e dar a descarga. Vai que você pega ela escondido e leva para casa.” Então eu perguntei: “Pra quê eu ia querer levar isso para casa?”. Ele deu um sorriso de safado e falou: “Pra quê? Vai que você pega o conteúdo dela e despeja tudo dentro de você para ficar grávida de mim!”
Claro que ele estava brincando. Mas mesmo assim resolvi perguntar: “E pra quê eu vou querer ficar grávida de você?”. Ainda rindo ele disse: “Para seus pais me obrigar a casar com você”. Cai na gargalhada. Depois falei: “Até parece que eu preciso fazer isso para ficar grávida de você. Se eu quisesse, ficava num instante!”. Depois ele disse que estava só brincando.
Fomos tomar um banho. Em seguida, fomos à padaria comprar pão e refrigerante. Aí fizemos um lanche. Ainda estava um pouco cedo. Por isso ficamos deitados e abraçados no sofá da sala assistindo TV. Mas aí ele começou a me fazer carícias novamente. Ficamos excitados e transamos mais uma vez. Só que dessa vez fizemos amor ali na sala mesmo.
Ele me levou para casa por volta das nove horas.
No caminho perguntei se ele achava fácil entrar no meu quarto sem que ninguém nos visse. Ele disse que sim. Aí eu quis saber quando a gente ia fazer isso. Mas ele disse que ainda não sabia. Precisava de um tempo para planejar tudo. Falei que estava ansiosa, que sonha com isso quase todas as noites. Ele disse para eu ter calma, que ia cumprir a promessa.
Não vejo a hora disso acontecer.


PARA COMPREENDER MELHOR O DIÁRIO LEIA A HISTÓRIA DE ANA CARLA EM: A MENINA DO ÔNIBUS
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