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Crônicas-->IX FENEARTE -- 12/07/2008 - 10:22 (Thelma Regina Siqueira Linhares) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
IX FENEARTE
Thelma Regina Siqueira Linhares (*)

É só até domingo, dia 13 de julho. Do contrário, a espera é de um ano para viver à Fenearte, no Centro de Convenções, em Olinda/PE. Nesta edição de número IX, grandiosa! Não se pode negar. É a maior em stands, em expositores, em negociações e em público. Uma programação pensada para atender diferentes “tribos” e apresentar, numa pitadinha que seja, a rica diversidade cultural do estado anfitrião. Oficinas gratuitas, sob a orientação de alguns mestres-artesãos, propiciam um contato maior entre criador e sua obra e, quem sabe, o incentivo para novos talentos. As 8 (oito) praças, pontos de encontro, estão ambientadas e identificam elementos das quatro áreas geo-socio-econômicas de Pernambuco: Região Metropolitana, Zona da Mata, Agreste e Sertão, além de uma que reverencia o país – nosso Brasil-brasileiro...
Já na entrada, a antecipação da grandiosidade se adivinha através de um imponente tapete vermelho no hall, incluindo as bilheterias. Ladeando, três ambientes se destacam. O primeiro, a grande oca – a maloca – onde os vários povos e etnias indígenas brasileiras expõem seu rico artesanato e apresentam algumas manifestações culturais e folclóricas. Um stand do governo de Pernambuco, com ambientação e divulgação de roteiros turísticos do estado e, por fim, uma sementeira distribuindo mudas da vegetação da Mata Atlântica – um apelo a mais à consciência ecológica.
Passadas as roletas de acesso, ainda sob o piso vermelho, a imponente Praça dos Mestres dá às boas-vindas aos visitantes. Além das obras, da identificação do artesão, bem sinalizada através do nome e foto, é possível encontrar, conversar ou ver trabalhar as mãos de quem faz. No Salão de Arte Popular, após a visualização das obras concorrentes, é possível votar on line naquela peça que mais tocou a emoção. E o labirinto segue ao longo de 24 ruas, onde centenas de stands oferecem de um quase tudo que as mãos e a criatividade podem materializar.
No mezanino/1º andar, catorze ambientes ampliam a Fenearte. Destacando-se a Galeria de Reciclados, também com votação popular, a Oficina de Reciclados e o Museu de Arte Popular.
Na Praça de Eventos e Alimentação, encontra-se o final do labirinto da IX Fenearte. Entre comes e bebes, shows com artistas e brincantes dão um colorido especial e recuperam qualquer cansaço. E deixa, na saída, o gostinho de quero mais.
Em resumo, as breves impressões de quem curte a Fenearte como a grande vitrine do artesanato e da cultura popular, que valoriza e oportuniza ao artesão conhecido ou anônimo, o tratamento que ao artista plástico, normalmente, é dispensado.

(*) Professora e pesquisadora de folclore
thelmalinhares@gmail.com

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