Usina de Letras
Usina de Letras
   
                    
Usina de Letras
84 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 55049 )
Cartas ( 21061)
Contos (12130)
Cordel (9564)
Crônicas (21226)
Discursos (3108)
Ensaios - (9913)
Erótico (13135)
Frases (39978)
Humor (17551)
Infantil (3562)
Infanto Juvenil (2309)
Letras de Música (5414)
Peça de Teatro (1311)
Poesias (135726)
Redação (2875)
Roteiro de Filme ou Novela (1035)
Teses / Monologos (2374)
Textos Jurídicos (1913)
Textos Religiosos/Sermões (4205)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Erótico-->CORNO É VOCÊ -- 16/05/2007 - 18:53 (Henrique César Pinheiro) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

DESACONSELHADO PARA MENORES DE 18 ANOS.



Conheci um sujeito que trabalhava trazendo madeira de Belém para vender em Fortaleza. O sujeito era meio doido. Seu maior sonho, segundo ele mesmo contava, era criar uma menina desde pequena, e quando ela chegasse a certa idade se casar com ela. Coisa de maluco mesmo. Acho que era pra ter certeza que ninguém ia comer a menina antes dele.

Aqui, no Ceará, ele passava três, quatro meses sem ir em casa, vendendo e cobrando as vendas fiadas. Enquanto não recebia todo o dinheiro das vendas não voltava para o Pará.

Certa vez, demorou-se bastante aqui e deixou a mulher, com quem vivia em Belém, sozinha à mercê dos gaviões e ela aproveitou a deixa, já que o marido não dava notícias há meses, e arranjou um namorado.

Um marinheiro do Rio de Janeiro que desembarcaram em Belém e por lá ficou alguns meses, e esse tempo aproveito pra ficar comendo a mulher do doido do madeireiro.

Quando voltou para Belém ele tomou conhecimento do caso, inclusive ficou sabendo o nome do sócio. Mesmo assim não deixou a mulher e continuou vivendo com ela normal e tranquilamente.

Um belo dia, o telefone toca, ligação a cobrar, interrubarno ao meio-dia, e o madeireiro atende. A pessoa do outro lado da linha, uma voz de homem pede para falar com a mulher dele, madeireiro, que desconfiado, pergunta quem é que deseja falar com ela.

O sujeito se identifica e madeireiro logo concluiu que é o marinheiro.

Daí em diante travaram o seguinte diálogo.

- Madeireiro: Seu filho de uma puta, você não tem vergonha de ligar pra minha mulher, não?

- Marinheiro: Filho da puta é você, seu viado.

- Madeireiro: Viado é você! Vá tomar no cu!

- Marinheiro: Viado o quê? Seu corno!

- Madeireiro: Roxo de raiva e não tendo mais o que dizer com o marinheiro sai com essa: Corno o que seu, viado? Corno é você. Você comeu minha mulher só uma vez e eu como ela todo dia.

HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
MAIO/2007
Comentários

O que você achou deste texto?       Nome:     Mail:    

Comente: 
Informe o código de segurança:          CAPTCHA Image                              

De sua nota para este Texto Perfil do Autor Seguidores: 36Exibido 1646 vezesFale com o autor