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Crônicas-->A ESPERTEZA E O NHOQUE -- 22/01/2013 - 17:56 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Nada irrita mais um velho funcionário do que um novo que, já no primeiro dia de trabalho, se mete a esperto e sabe tudo. Claro que quem faz isso não é nem uma coisa e nem outra, porque se fosse ficaria na sua, pois atitude como essa só cria antipatia e dificulta o relacionamento com os colegas de trabalho. Lá no restaurante onde trabalho, apareceu um desses outro dia – um rapazinho de 17 anos. Dei corda a ele. Chegou inclusive a criticar duramente um ex-funcionário, ao ouvir comentar que este havia deixado o emprego para voltar para a capital paulista atrás da mulher que o havia abandonado, dizendo que tem gente que toma na cabeça e não aprende. Fiquei indignado com aquilo, não só porque ele obtivera o emprego devido a saída do outro, mas principalmente por criticar duramente o relacionamento conjugal de um casal que ele não só não conhecia como não tinha experiencia para isso. E para dar-lhe o toco, fi-lo ver que não era esperto e nem inteligente o bastante para aplicar no dia à dia o que aprendia na escola. Enquanto fazia nhoque, perguntei-lhe poque este boiava na água quente e afundava água fria. Ele não soube me responder. Perguntei-lhe acerca das aulas de física na escola. E para ajudá-lo, disse-lhe que eram dois motivos: um, o mesmo que impede um navio afundar; e o outro, o mesmo pelo qual não se deve esticar totalmente os fios da rede elétrica. Dei-lhe algum tempo para pensar. Ainda sim, disse que não fazia a menor ideia. Então lhe expliquei sobre a dilatação e contração dos corpos sob o efeito da temperatura, sobre a densidade dos mesmos e por fim sobre o a quantidade de água deslocada pelo nhoque quando este está quente ou frio. E por fim, a fim de alfinetá-lo, disse-lhe que o que se aprende não é só para ser usado no dia da prova, mas no dia a dia.



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