Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
42 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 56388 )
Cartas ( 21117)
Contos (12482)
Cordel (9833)
Crônicas (21786)
Discursos (3122)
Ensaios - (9975)
Erótico (13197)
Frases (41434)
Humor (17685)
Infantil (3603)
Infanto Juvenil (2328)
Letras de Música (5445)
Peça de Teatro (1312)
Poesias (136898)
Redação (2885)
Roteiro de Filme ou Novela (1048)
Teses / Monologos (2381)
Textos Jurídicos (1917)
Textos Religiosos/Sermões (4473)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Crônicas-->A partida do Guimarães -- 09/11/2013 - 13:38 (Brazílio) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Não sei agora se era partida ou o regresso. Mas lá tava papai de terno e gravata - e

guarda-pó, que tudo arremata - praquele adeus ao Guimarães, em Belo Horizonte.

O ano de Deus, pelos cálculos, ou paúculos, meus, devia ser 1955, e qualquer boa

biografia do extinto gerente, dono, benemérito, da fábrica de tecidos do Brumado,

da Velha Serrana e de Itaúna, há de dar essa precisão.

O certo é que a gravidade se impunha. O homem morrera na plenitude de sua

maturidade, mal começada sua caminhada rumo à senectude, e já tava agora

mergulhado na eternidade. Grande Guimarães, homem bom, que arranjara

emprego pra quase toda aquela gente que vivia no povoado. E embora os

submetesse ao salário mínimo e aos rigores dos horários e penalidades severas, era

reverenciado. E agora, ia, encomendado.
Comentários

O que você achou deste texto?       Nome:     Mail:    

Comente: 
Informe o código de segurança:          CAPTCHA Image                              

De sua nota para este Texto Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui