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Crônicas-->Almas Livres -- 25/06/2016 - 11:23 (Lita Moniz) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Uma alma livre quer sempre ser liberta, não há contentamento nem vida quando esta for sufocada e podada por medo, vergonha, regras ou rotina. Ela se agitará dentro de você, como uma semente abafada pela terra que explode e rompe suas barreiras culminando numa planta verde viva que dará flores e frutos e subirá aos céus com seu próprio tronco. Nem mesmo sua raiz fixa lhe prenderá, suas sementes serão espalhadas e sua alma estará em muitos lugares.
Uma alma se liberta sutilmente nas palavras ditas, escritas, quando dança, cria e ama.
Perguntaram-me por que eu escrevia, nunca tinha me perguntado, simplesmente escrevia. Para me libertar de repente?! Um café desperta, mas não liberta, e o bebo mesmo assim. Escrevo então porque é bom?! Uma alma quer coisas boas, a minha quer as melhores. Não quero um beijo bom, quero o melhor beijo e quero diariamente. Quanto a um homem, não quero um homem bom, tampouco que seja o melhor, quero um homem meu, não prisioneiro, também não precisa ser guerreiro, mas que seja meu e eu dele e ainda assim que eu seja minha. Difícil?
Às vezes acho que me torno repetitiva, leia-me e descubra-me. Mas eu escrevo de novo se não me fizer entender. Eu mostro o caminho, mas não te obrigo a seguir por ele. Somos livres... Como as emoções que são cavalos selvagens, eles perdem a beleza e força se controlados. Deixo tudo livre, deixe-me também! Eu solto as palavras, solto o corpo, solto tudo que há em mim... Não queira me segurar, talvez você não esteja preparado para isso, possa achar o fardo pesado de mais para carregar, solte-se junto então e seja livre comigo, e queira o melhor. O meio termo mata aos poucos, sufoca a alma e empoeira o amor.
Minha alma é inquieta, por isso escrevo muito, amo muito, quero tudo muito, muito vento, muito espaço, muita paixão, muitos olhares... Quero muita vida e transitar livre por todos os lugares.
Minha alma não tem passaporte, não tem regras, nem leis, ela é livre.
Carolina Salcides

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