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Crônicas-->Uma crrônica portuguesa com certeza -- 14/09/2016 - 20:49 (João Ferreira) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Uma crônica portuguesa com certeza
João Ferreira
Porto, 14 de setembro de 2016

É uma crônica portuguesa. Na verdade é. Mas não só. É uma crônica escrita no velho continente e gerada sobre fatos da velha Europa. Estou em Portugal, de passagem. Vim participar do I Congresso Internacional sobre Camilo Castelo Branco organizado pela Câmara Municipal de Ribeira de Pena de parceria com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro(UTAD). A vila de Ribeira de Pena fica na fronteira entre Trás-os-Montes e Minho. Em Friúme, aldeia do concelho, Camilo casou com Joaquina de França em 1841. O congresso sobre o autor de Amor de salvação acabou no dia 11 de setembro e eu, já liberado, vim para a cidade do Porto. Maravilha. A cidade está cheia de turistas, a maioria dos países europeus próximos. Da Espanha, da França, Inglaterra, Itália, Holanda, da Escandinávia, assim como de vários países da União Europeia e do Brasil. Pelo meio da manhã, resolvi dar uma caminhada pela avenida Rodrigues de Freitas. Passei pela Faculdade de Belas Artes, ao lado da Biblioteca Municipal do Porto, atravessei o Jardim de S. Lázaro, passei pela Praça dos Poveiros, e já pela rua Santo Ildefonso, desci até à rua de Santa Catarina. Escolhi uma cadeira cômoda na Pastelaria Marbella, pedi uma água mineral natural e um pastel de nata e puxei de minhas revistas e jornais que comprei quiosque junto à Livraria Latina. Um luxo de banca. Jornais portugueses, espanhóis, franceses, ingleses, alemães. Muitas revistas em várias línguas. Para variar, desta vez, quis ler alguma coisa que ainda ignorava. Na banca comprei a revista francesa “Nous deux” [Nós os dois]. Tinha algumas reportagens interessantes. Uma delas: “Doenças que se transmitem de mãe para filha”[ Ces maladies qui se transmettent de mère en fille]. A outra, a história de uma mulher excepcional que percorre um caminho artístico e espiritual que a faz evoluir do gosto pelas coisas secretas e do mundo da dança onde é especialista e professora para a adesão à filosofia budista após assistir a conferência do Dalai Lama em Paris. Uma terceira reportagem interessante da revista é sobre naturopatia e saúde: “Três plantas que protegem e ajudam a desenvolver nossa memória”[ “Trois plantes qui boostent la mémoire”. Trata-se da planta gingko biloba que ajuda a melhorar a circulação sanguínea e a oxigenação cerebral e que é utilizada desde longa data para prevenção dos distúrbios cognitivos ligados ao envelhecimento. A segunda planta é a “bacopa”, originária da Índia e do sudeste da Ásia, muito utilizada na medicina ayurvédica,. É anti-oxidante e serve para melhorar a memória. Finalmente, temos a terceira planta citada na reportagem. Trata-se do chá verde. As folhas da planta do chá verde estimulam a memória também. Essa é a mensagem básica. Mas sempre convém ter as devidas informações e cautelas para tomar o chá verde em condições favoráveis, pois há que conhecer não apenas os benefícios mas também os efeitos secundários da planta.
Para completar minha crônica direi que depois da revista “Nous deux” número 3611 referente ao período de 13 a 19 de setembro de 2016, resolvi me dedicar à leitura do jornal Le Monde, desta quarta feira, 14 de setembro de 2016. Além da política interna francesa onde se discute muito entre esquerda e direita, há preocupação com a extrema-direita não apenas na França, mas sobretudo na Hungria e na Áustria, há matérias interessantes como aquela em que na França se discute sobre se o Facebook pode ficar acima das leis. O título do Le Monde é este: “É tempo de controlar o Facebook”. Na verdade há preocupações sociais: “A censura para as redes sociais da fotografia mundialmente conhecida de uma jovem menina nua em plena guerra do Vietnam nos obriga a refletir sobre uma política cultural em nossos tempos...”. Consultado a propósito, o Fundador do Facebook, limitou-se a responder que sua empresa é antes de tudo uma sociedade de tecnologia e não uma editora de conteúdos.” É uma empresa de tecnologia. Mas não só. Não há dúvida de que há mais do que isso... As famílias, as escolas, o mundo da educação e a própria sociedade sabem que há agressões dos meios de comunicações e que deve haver parâmetros democráticos para defesa das potenciais vítimas dessa agressão.
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