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Erótico-->O OUTRO LADO DA ESPOSA - I -- 14/01/2013 - 22:15 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O destino talvez tenha lhe pegado a maior das peças. Pois que outra explicação possa ser encontrada para que um simples esquecimento tenha provocado um mar de revelações, as quais talvez nunca tivessem vindo à tona. Até então M. nunca pensara no destino, já que, por ser um homem de negócios, acreditava que fazemos o nosso próprio destino, ou dito de outra maneira, como ele mesmo gostava de explicar: “tudo que nos acontece é fruto de nossas escolhas, mesmo quando não temos consciência disso”. Hoje porém, M. já não pensa mais assim, uma vez que toda a sua vida desmoronou-se da forma mais improvável e mais absurda.
Quando partia em viagem de negócios, M. fazia questão não só de indagar a jovem esposa se não esquecera colocar nada em sua mala como verificava pessoalmente tudo, desde as peças mais íntimas até se a gravata combinava com a camisa que tencionava usar numa reunião. E antes de sair, verificava os bolsos a fim de certificar se a carteira e todos os documentos estavam ali.
Certo dia porém, ao ir para Manaus, temendo pegar um congestionamento grande e chegar em cima da hora ao aeroporto de Cumbica, M. despediu de F., a jovem esposa de 26 anos e com a qual estava casado há quase sete anos, prometendo trazer-lhe dali a 5 dias uma surpresa da zona franca, e partiu para o aeroporto num táxi, como costumava fazer todas as vezes que a viagem durava mais de um dia. Na hora de pagar a corrida, levou a mão ao bolso e descobriu que a carteira não estava lá. Num primeiro momento, pensou tê-la perdido, o que o levou ao desespero. Mas então ocorreu-lhe que, pouco antes de sair, o gato de estimação subira à mesa e derrubara-lhe café na calça, o que o irritou. Ao trocá-la esquecera de pegar a carteira que jazia no bolso da outra calça.
Pensou em telefonar para F. e pedi-la para trazer-lhe a carteira. Todavia, concluiu que ela não chegaria a tempo e de qualquer forma perderia o voo. Decidiu ir ao balcão da empresa e remarcá-lo para a manhã do dia seguinte, já que estava anoitecendo e certamente F. ficaria feliz em tê-lo aquela noite ao seu lado. E chegou a pegar no celular para avisá-la, contudo, decidiu fazer-lhe uma surpresa. Ela mesma lhe confessara que não sairia de casa aquela noite embora ele não se importasse que ela saísse com as amigas na sua ausência. Muitas vezes ela o avisava que estava indo para a casa da mãe no litoral e só retornaria quando ele também retornasse de viagem.
Tomou um táxi e retornou.
No caminho de casa, parou num restaurante e comprou filé mignon ao molho gorgonzola, o prato preferido da esposa. Ao chegar em casa porém, tocou a campainha e ninguém atendeu. Estranhou tanto a ausência da esposa quanto da empregada, a qual dormia no serviço de segunda à sábado. Hoje é sexta-feira, então ela deveria estar em casa, pensou. Como costumava carregar uma chave na mala de viagem, não teve dificuldade em entrar.
Chamou pela esposa e pela empregada, mas não obteve resposta. Achou que talvez tivessem ido ao mercado comprar alguma coisa para o jantar. Subiu a escadaria e foi direto ao quarto no andar de cima – onde também ficavam o quarto de visitas e o escritório. Deixou a mala e a bolsa com o laptop no escritório, já que tomaria o voo das 9:00 no dia seguinte, e foi até o quarto tirar aquela roupa. Gostava de ficar em casa o mais à vontade possível.
Nisso, escutou um bater de portas e vozes no andar inferior. A primeira ideia que lhe ocorreu foi de que a esposa havia chegado com a empregada, por isso, como que por instinto, ficou em silêncio escutando. Todavia, vozes masculinas ocultavam a voz da esposa, ainda mais que F., por questão de educação, costumava falar baixo e pausadamente. Ao não identificar a voz da esposa e não reconhecer aquelas vozes masculinas, as quais não tinha certeza se eram duas ou mais, ocorreu-lhe de que talvez a casa estivesse sendo assaltada. Levou a mão ao bolso para pegar o celular e ligar para a polícia, mas não o encontrou. Lembrou que o deixara sobre o móvel da sala, onde costumava deixá-lo ao chegar em casa. Havia uma linha fixa, mas o telefone sem fio ficava lá embaixo, ao lado da TV. De forma que não havia o que fazer.
Pensou em se esconder caso aqueles homens viessem ao andar de cima. Aliás, se fossem assaltantes, certamente subiriam e vasculhariam todo o andar em busca de dinheiro e objetos de valor. Mas onde se esconder? Embaio da cama? Dentro do guarda-roupa? No banheiro? Não havia muitas opções, e todas elas certamente seriam vasculhadas. Pensou inclusive em abrir cuidadosamente a janela e sair pelo telhado. Contudo, antes de tomar uma decisão, preferiu auscultar mais uma vez, a fim de procurar descobrir o que conversavam, já que ouvia vozes e muitas risadas. Nisso, percebeu uma voz feminina, a qual conseguiu identificar.
Mas o que F. fazia com aquelas pessoas. Por que ria com elas e parecia se divertir? Quem eram esses homens, os quais pareciam ser jovens? Vasculhou a memória mas não encontrou alguém conhecido com aqueles timbres. Tinha certeza: não conhecia aquelas pessoas.
As vozes pareciam vir da sala. E agora que sabia não se tratar de assaltantes, saiu do quarto, seguiu pelo corredor em cujo final ficava a escada, e parou. Dali ficava mais fácil identificar o que conversavam.
-- Se esse é o seu desejo, teremos o maior prazer em seguir ele a risca – disse uma das vozes.
-- Somos profissionais – disse o outro – E com uma mulher assim, gostosa, toda jeitosa, que nem a senhora eu faria até de graça, quanto mais pagando! – acrescentou com uma risada.
Ao ouvir tais palavras, M. levou um choque. Quem eram aqueles homens para falar daquela forma com sua esposa? E por que ela os tinha contratado? E para fazer o quê?
Mas não houve tempo de procurar uma resposta, pois as palavras da esposa esclareceram-no.
-- Quero ser a mais puta das putas que vocês podem encontrar nesses puteiros que tem aos montes por ai. Vocês vão fazer tudo aquilo que eu gostaria que o meu marido fizesse, mas não tem coragem, porque sou a esposa dele e não a puta.
M. quase teve um ataque. As pernas bambearam e por pouco não foi ao chão. Uma sensação de impotência o invadiu e por algum momento ele parecia não sentir nada, como alguém que leva um susto muito grande e fica sem reação. Tanto que não chegou a ouvir a esposa dizer:
-- Para começar, quero ser humilhada e maltratada. Podem rasgar a minha roupa e me bater. Sei que vocês devem ter muita experiência. Então, ponham a imaginação para funcionar. Não tenham medo de me machucar. A dor é uma fonte inesgotável de prazer. É só saber beber dessa fonte.
-- Tem certeza? -- perguntou um dos rapazes. -- Podemos ser maus mesmo? -- tornou ele, com um certo deleite, pois aquele jovem sentia prazer no sadismo, o que o levava muitas vezes a usá-lo sem o consentimento da contratante.
-- É o que mais quero. Só não podem me deixar marcas permanentes. Só o que pode desaparecer em até 5 dias. No mais não tenham medo. Quero experimentar todas as perversões que vocês conheçam. E não se preocupe. Já fiz isso várias vezes, quando o meu marido estava viajando, mas nunca me sinto satisfeita. Sempre quero ir mais longe, em busca de novos limites. Quando atingimos um limite, na próxima oportunidade já estamos querendo ultrapassá-lo. Por isso contratei vocês. Me foram muito bem recomendados – disse F. com certa volúpia, como se o fato de fazer aqueles pedidos já antevissem o prazer que experimentaria ao tê-los atendidos.
No andar de cima M., recuperou-se parcialmente do choque e pode ouvir o pedido da esposa. Aquilo o fez, num primeiro momento, sentir-se um lixo. Então, apesar de todo o amor e carinho e dos momentos de prazer que lhe proporcionava, ela não se sentia satisfeita? Era infeliz? Como ele não vira isso? Por que ela não lhe pedira para fazer aquelas coisas? E aquelas palavras que ela lhe dizia enquanto faziam amor? Ela parecia tão satisfeita? Então ela mentia? E seus orgasmos também eram falsos? Será que ela os fingia, apenas para agradá-lo? Reconhecia que era um homem moral, conservador. Criticava as mulheres liberais demais e chegara inclusive a dizer para F. que agiam feito putas. Tinha seus limites também, mas se esforçaria para realizar algumas de suas fantasias caso F. pedisse. Mas ela nunca pedira. Ou teria pedido nas primeiras vezes e, ignorada, tenha parado de pedir? Talvez não tenha sido direta, mas usado de rodeios, e ele não tenha entendido. M. vasculhou a memória e o passado em busca de respostas, mas estava atordoado demais para encontrá-las. Dir-se-ia de alguém que, tomado pelo desespero, revira tudo a sua volta sem ao menos saber o que de fato está procurando.
Súbito, ocorreu-lhe de descer as escadas e surpreender a esposa na infidelidade. No entanto, uma pontada de razão acudiu-o antes de cometer um ato do qual se arrependeria mais tarde. Deduziu que surpreendê-la ser-lhe-ia humilhante demais e certamente seria o fim de seu casamento. Não poderia perdoá-la e nem mesmo ela teria condições de continuar ao seu lado. A ideia de perdê-la apossou-lhe de tal forma que achou por bem pensar noutra saída.
Se pelo menos o celular estivesse com ele? Poderia lhe telefonar e avisar que estava retornando para casa. Então ela despacharia aqueles dois rapazes e ele procuraria fazer de conta que nada ouve, pois como disse Espinosa: sob a direção da razão escolhemos um mal menor em vista de um bem maior. Assim, ela não precisava saber que ele sabia. Manteria aquele segredo consigo e então procuraria, por mais que lhe custasse, realizar as fantasias da esposa. Mas quais eram de fato essas fantasias? O que tanto ela procurava em outros homens? Essas perguntas invadiram-lhe a mente e ele não soube respondê-las. O que fazer? Como descobri-las? Ocorreu-lhe em seguida.
O homem quando acuado, põe o cérebro para funcionar. E as respostas, que em outras condições não viriam com tamanha facilidade, afloram como se já estivesse ali, prontas para a solução. Por que não assistir a tudo? Ser-lhe-ia torturante vê-la se entregar àqueles dois rapazes, mas assim saberia o que ela buscava. No entanto, isso lhe pareceu um absurdo no instante seguinte. Não seria forte o bastante para ver F. sendo possuída como uma prostituta. E se ela fizesse algo que o enojaria pelo resto da vida? Essas e outras perguntas também o invadiu enquanto ouvia o som de roupa sendo rasgada.
-- Vamos arrancar toda a roupa dessa vadia. Assim... --disse um dos rapazes, como que se dirigindo ao colega. -- Vamos tirar tudo...
Nisso ele ouviu um estalo, o qual foi como se lhe tivesse atingido a própria face. O rapaz havia batido no rosto de F. e feito-a cair ao chão. O outro rapaz, ajoelhou-se diante dela, puxou-a pelos cabelos e, erguendo-lhe a cabeça, disse:
-- Anda, sua vaca! Pega meu pau e chupa.
Como alguém sob forte coação, F. obedeceu. Nisso, o outro rapaz, um jovem de 23 anos, corpo atlético, cujo longo e volumoso falo era o principal motivo de seu sucesso entre as mulheres, principalmente das de meia idade, agarrou-a pelos quadris e ordenou:
--Levanta esse rabo, vadia! -- Diferentemente do colega, Augusto gostava de chamar suas clientes de de “vadia”.
Sem parar de chupar o falo de Rudinei – este era o nome do outro rapaz --, até porque isso seria impossível, já que Rudinei segurava-a pelos cabelos e metia-lhe na boca como se lhe metesse no meio das pernas, F. apoiou as mãos no chão e ergueu os quadris, dobrando as pernas e apoiando-se sobre os joelhos. Augusto soltou-lhe os quadris e passou a bater-lhe nas brancas e delicadas nádegas. Enquanto a golpeava, ameaçava-a:
-- Vou judiar desse traseirinho lindo! Não é isso que você quer? Diz, vadia! -- Enquanto falava, continuava a bater-lhe nas nádegas. F., com a boca cheia, apenas meneou levemente a cabeça. -- Eu sabia, sua puta. Você quer ficar com o cuzinho arregaçado, não quer? Você está doidinha para ter essa vara comprida e grossa toda enterrada nele, não está? Eu sei que você está.
F. não respondeu. Jazia compenetrada em sorver o deleite daquele falo. No entanto, ele queria que ela respondesse, que disse sim. Era assim que as pessoas subjugadas faziam. Obedeciam e pronto. E como ela não lhe fizera o menor sinal de confirmação, bateu-lhe mais forte, deixando-lhe a marca de seus dedos na parte de trás das coxas; e tornou a bater, agora na outra coxa; e mais uma vez na coxa que batera anteriormente, alternando, até que ela respondeu.
-- Isso. Assim tá melhor. Mas antes, vamos dar um trato nessa xoxotinha cabeluda. Tô vendo que está ficando molhadinha.
-- Vai, fode a xoxota dela! Apresenta pra ela o teu porrete – disse Rudinei – enquanto fodo a boquinha dela. Ela deve estar louquinha para sentir o gosto da minha porra.
M. ouvia tudo do andar de cima, mas, de onde estava, não conseguia ver nada. E apesar do orgulho ferido e da sensação de nojo, foi tomado pela curiosidade e o desejo de assistir aquilo tudo. Procurou na abertura do andar de cima, onde a escada terminava, uma forma de olhar para baixo. Pensou inclusive em descer um degrau. Isso permitiria ter uma visão de toda a sala; no entanto, temeu que pudessem vê-lo. Assim, teria de encontrar outra alternativa. Mas qual? Agachou lentamente, apoiou as mãos no chão e deitou, sem produzir o menor ruído. Em seguida, alongou o pescoço e mergulhou a cabeça, como quem a enfia num buraco a fim de ver o que há do outro lado.
O ângulo não o favorecia. O sofá o impedia de observar o que se passava no chão. Aliás, via apenas os pés afastados da esposa e dois pés masculinos entre eles. Via também a cabeça de um homem – um rapaz de cabelos raspados e tez mais escura que a sua. Ele parecia olhar para baixo e para frente enquanto procurava fazer algo. Súbito, viu-o levantar a mão na altura da cabeça e baixá-la violentamente, o que produziu um estalo. Deduziu que ele batera numa das nádegas da esposa e portanto estava por trás dela. Um pouco à frente, viu o outro rapaz, o qual estava de frente para o outro. Daquele, ele conseguia ver a metade superior do corpo. Era uma rapaz não tão forte quanto o outro e sua tez era mais clara. Seu porte físico assemelhava-se com o seu. No entanto, tinha uma cabeleira maior, o que o levou a deduzir que não era tão vaidoso quanto o outro. Jazia com a cabeça levantada, olhos fechados e uma espécie de sorriso nos lábios, como quem experimenta intenso prazer. Não lhe foi difícil concluir que era daquele rapaz o falo que a esposa chupava. E teve certeza disso quando ele abriu os olhos e disse para o outro foder “a xoxota dela”.
-- Não, ainda não – disse Augusto. Primeiro ela vai chupar e lamber esse porrete todo. Quero sentir essa boquinha escorregar por ele. Não vamos assustar ela tanto. Vai você primeiro. Fode ela. Tá suculenta – pediu para Ridinei.
Rudinei se levantou e então M. pode ver o pênis ereto daquele rapaz. Não era tão diferente do seu. Aliás, como acontece com a maioria dos homens, não perdeu a oportunidade de comparar. Concluiu imparcialmente que o seu era superior ao daquele rapaz. Contudo, a mesma conclusão não pode chegar quanto ao outro, quando Augusto também se levantou e caminhou em direção ao ponto onde Rudinei estivera anteriormente. E, ao avistar aquele falo enorme, provavelmente medindo quase 30 centímetros e cuja espessura deveria ser o dobro da espessura de seu pênis, assustou-se. E numa reação espontânea, chegou até mesmo a impulsionar o corpo para cima para levantar-se com o intuito de impedi-lo de penetrá-lo na jovem esposa. Por alguns segundos, sem atinar que os músculos da vagina eram elásticos e portanto se adaptariam àquele falo, viu-o rasgando F. e causando-lhe ferimentos dolorosos. Embora ela a tenha visto com um enorme buraco na vulva dilacerada, a razão veio socorrer-lhe. Se dali pode sair uma criança, por que não entrar um falo daquela grossura? Mas será que lhe provocará prazer? Não vai lhe causar dor? Pois mesmo que flexível, há de ser um tanto doloroso. E aquele comprimento todo? Não a machucará? Essas perguntas ele chegou a fazer para si, mas mesmo sendo um homem inteligente não foi capaz de respondê-las.
Apesar da visão obstruída pelo sofá, M. viu Augusto curvar-se para frente, agarrar alguma coisa (deduziu acertadamente que ele agarrara os cabelos da esposa) e puxar para cima. F. soltou um “ai”, o que não sensibilizou o rapaz, pois este disse em seguida:
-- Olha só, vadia, o tamanho da minha máquia! Olha bem para ela! -- insistiu, puxando mais os cabelos de F. -- Agora imagina isso tudo no teu rabo. Consegue imaginar? Pois então. Quero ver se isso aqui não te satisfaz. Tá bom para você?
F. olhava com certo espanto. Ao solicitar os rapazes, ela havia pedido que pelo menos um deles possuísse um pênis grande, mas não esperava algo tão grande assim. Temeu que aquela monstruosidade (esta foi a primeira impressão que ele lhe causou) pudesse machucá-la. E, ao observar aquele falo de baixo para cima, veio-lhe à memória a imagem do falo de um cavalo. Lembrou-se de um filme alugado meses atrás, onde uma mulher agarrava o falo de um cavalo, acariciava-o, colocava-o no meio das pernas e depois o chupava, o que fazia com que o cavalo desse-lhe um banho de sêmen. E foi justamente essa imagem quem impulsionou a agarrá-lo e dobrá-lo na direção da boca cujos lábios se abriram e receberam aquela glande. Ao contrário da outra, esta quase não lhe coube na boca. Era como se tentasse abocanhar uma goiaba média sem parti-la, pelo menos, ao meio.
-- Isso! Assim mesmo! Chupa mais! Passa a língua na cabeça dela. Vai, vadia! Faz bem gostoso! Eu sei que você sabe. Toda puta sabe.
M. só não ouviu aquele rapaz proferir essas palavras como também viu nos olhos dele o prazer que M. lhe proporcionava. Então era isso? Ela gostava de sexo oral?, perguntou-se. E por que nunca lhe pedira para chupar o seu? Ou teria ela pedido? Novamente recorreu à memória em busca de uma resposta. Não a encontrou. Entretanto, lembrou de quando eram noivos e certa vez num motel – na segunda vez em que foram a um – ela pegou-lhe o falo e, após acariciá-lo e observá-lo por alguns instantes, deu-lhe um beijo na glande. Sem dar conta de quais eram as verdadeiras intenções da noiva, disse-lhe para parar com aquilo porque senão só a beijaria novamente após ter lavado a boca. Deve ter sido isso. Ela achou que eu tinha nojo, pensou ele.
-- Anda, vadia! Chupa mais! Lambe ele todo. Até as bolas – ordenou Augusto, pegando-a pelos cabelos e sacudindo-a com violência.
Na outra extremidade, Rudinei havia agachado por trás dela, afastado-lhe os grandes lábios da vulva e observado a parte interna. Em seguida, introduziu-lhe o dedo médio até que este entrou totalmente. Moveu-o de um lado para outro, para frente e para trás e depois tornou a retirá-lo. E antes de penetrar-lhe o falo ou qualquer outra coisa, deu tapinhas de leve naquela parte sensível. A medida que era atingida, F. contraía os quadris mas sem soltar algum som, já que estava impossibilitada de dizer algo. Depois de alguns tapinhas, Rudinei introduziu-lhe não um dedo, mas dois. E como fizera antes, moveu-os em círculo e depois para frente e para trás, como se socasse alguma coisa.
-- É, dona! Você tem uma boceta muito bonita. Mas se é para dar um trato nela, então vamos lá – disse ele, levantando-se e apanhando uma camisinha na pochete sobre o outro sofá, a qual ele carrega por onde fosse. Inclusive havia dezenas de camisinhas naquela pochete. Vestiu-a e voltou à posição anterior. -- Sei que a senhora está aí ocupada, mamando nesse porrete, mas sente só! Vou enterrar minha vará toda. -- E de fato penetrou-a com tudo. Então segurou-a pelos quadris e forçou mais. A força foi tamanha que por pouco não lançou F. para frente. Segurou-a ainda mais firme, afastou os quadris e novamente os lançou com toda a força para frente, como se quisesse lançá-la longe. O impacto dos seus quadris nas nádegas dela provocou um som abafado, o qual chegou ao ouvido de M., que procurava assistir tudo.

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