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Erótico-->CONFISSÕES DE UM GAY - Cap. 02 -- 03/09/2013 - 21:20 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
CAPÍTULO ANTERIOR

Infelizmente naquele final de tarde não foi possível continuar aquela narrativa. Pensei inclusive a oferecer-lhe uma carona na saída do trabalho, mas então lembrei que, assim como eu, ele tinha o próprio carro. “É uma pena! Terá que ficar para amanhã”, lembro-me de pensar.
No dia seguinte, na primeira oportunidade, pedi que continuasse a narrar suas aventuras.
-- Depois daquele dia – começou --, tivemos outros momentos. Alguns inesquecíveis, como o dia em que fomos ao shopping e, ao voltar para casa, no começo da noite, desabou um temporal. Tínhamos acabado de descer do ônibus. Saímos correndo, entramos por uma ruazinha e ele sugeriu que a gente se escondesse da chuva na entrada do portão lateral de uma casa, a qual era coberto por uma lage. Havia um portão de ferro, um espaço e depois outro portão de madeira. O portão estava entreaberto e nos escondemos ali para esperar a chuva passar. A gente estava todo encharcado e até com um pouco de frio embora tenha feito muito calor ao longo do dia. Então ficamos colados um no outro para nos aquecermos. Alguns minutos depois, ele me abraçou e apertou os quadris em mim. Percebi que ele estava excitado. Aí virei para ele e dei um sorriso. Era o mote para dizer-lhe que queria ser fodido. Ele sorriu de volta. Então, de brincadeira, levei a mão até o pinto dele para ver se estava duro mesmo. E como estava.
-- Então pra seu amigo, você era mais que um amigo? Pelo jeito era a garotinha dele? -- perguntei.
-- Era bem possível. Mas tirando esses momentos, a gente se comportava como dois amigos. Não tinha nenhum tipo de intimidade que levantasse qualquer suspeita, principalmente na escola. Pelo menos eu pensava que não.
-- E vocês acabaram transando ali?
-- E você acha que eu ia perder essa oportunidade? Mas não mesmo! Tava escuro e com aquela chuvarada, não ia passar ninguém por um bom tempo. Por isso nem tivemos tanta pressa. Ele estava de calça comprida e eu de shorts. Fui eu quem desabotoou a calça dele e empurrou ela para baixo. E antes que ele fizesse a mesma coisa comigo, abracei ele e tasquei-lhe um beijo na boca. E enquanto a gente se beijava, eu acariciava o pau dele. Foi aí que ele abaixou o meu shorts e acariciou o meu também. Acabei ficando tão excitado quanto ele.
-- E não aproveitaram para fazer troca-troca?
-- Não claro que não! Jamais me passou pela cabeça enfiar meu pau em qualquer lugar que fosse, muito menos na bunda nele. A excitação era por causa do desejo, mas o meu desejo era apenas pelo pau dele, por querer ele em mim. Era senti-lo que me dava prazer, um prazer delicioso. Aliás, nem precisava sentir. Cheguei muitas vezes a bater uma punheta imaginando que Paulo André estava me possuindo. Lembro-me que eu o soltei, virei de costas para ele e apenas aguardei, como teria feito uma menina inexperiente, que deixa para o macho todo o trabalho. Pouco depois ele me penetrou e não demorou a gozar.
-- E você mais uma vez ficou na vontade?
-- Pensei que ia ficar. Mas ai ele fez uma coisa que me surpreendeu: levou a mão no meu pau e começou a bater uma punheta em mim. Nem precisa dizer que gozei imediatamente, mais rápido do se fosse eu quem estivesse me masturbando. Acho que foi porque o pau dele ainda estava em mim, e ele, quando começou a me masturbar, voltou a mexer os quadris. Melei a mão dele toda. Ainda me lembro de suas palavras em tom de brincadeira: “Puta merda, Fred! Quanta porra! Pruma frutinha, você goza bem, hein!”. Não me senti ofendido por ele ter me chamado de “frutinha”. Afinal, era um apelido menos pejorativo para viado!
-- Talvez ele te chamou assim porque não soube que outro termo usar. Não queria te chamar de viado ou bicha.
-- Pode ser – concordou Fred. -- Em seguida escutamos um barulho. Não sei se vinha da casa ou da rua. Levamos um susto danado. Sei que nos separamos, eu puxei o shorts para cima, ele a calça e saímos correndo os dois pela rua. A chuva já tinha diminuído um pouco. No final da rua, a gente se despediu sem se aproximar um do outro, apenas com até segunda no colégio. Morávamos a quatro quadras um do outro.
-- Pelo jeito ele não se aproveitava de você pelo fato de você ser gay e transar com ele.
-- Não, de forma alguma. Pena que nem todos foram assim.
-- Muitos não perdem a oportunidade de uma chantagem ou de coisa ainda pior – falei.
-- Com certeza! Naquele final de ano isso aconteceu. E acabei conhecendo o outro lado do ser humano. Foi na última semana de aula. Eu tinha ficado de recuperação em matemática e teria que ir mais duas semanas para o colégio. No terceiro dia da recuperação, após a aula, fui ao banheiro. Acho que naquele dia tinha uma meia dúzia de alunos na escola. De repente, entra um garoto do terceiro colegial. Conhecia ele de vista, mas a gente nunca havia se falado. Ele devia ter uns 17 ou 18 anos e era do tipo que gosta de impressionar as mulheres, mostrando ser o que realmente não são. Você deve conhecer o tipo. Vira e mexe a gente topa com um.
-- Conheço sim. Mas não fazem isso só pra impressionar não – falei. Quando estudava, na minha classe tinha um garoto assim. Gostava de arrumar desafetos e provocar brigas na classe. -- Querem apenas esconder suas fraquezas. E a melhor forma de esconder uma fraqueza e fazendo-se parecer forte. Pelo fato de ser um embuste, acaba na verdade se tornando uma caricatura.
-- Eu estava mijando e ele parou do meu lado. Não foi por maldade. Foi apenas uma curiosidade minha. Virei a cabeça um pouco para o lado e olhei para o pinto dele. Só queria ver como era. Ele percebeu e na hora perguntou: O que foi, seu viadinho? Quer fazer uma chupetinha? Eu fiquei sem reação. Nem percebi quando ele parou de mijar e veio para trás de mim. De repente ele me agarrou por trás e disse que se eu gritasse, ele ia arrancar meus ovos fora. Aí ele me arrastou para uma das cabines e trancou a porta. Em seguida, desabotoou a minha calça, empurrou ela para baixo com a cueca e tudo. Lembro que, antes de tampara o vaso sanitário e me mandar deitar de bruços nele, sussurrou baixinho no meu ouvido: Aposto como essa bundinha gostosa já perdeu o cabaço, não já? Instintivamente, sem pensar nas consequências daquela revelação, balancei a cabeça afirmativamente. É aquele teu amiguinho. Ele anda te enrabando, né? Mas agora tu vai conhecer uma pica de verdade. Não aquela coisinha fina e pequena que teu amiginho te enfia.
-- Mas isso foi um estupro! – deixei escapar indignado.
-- E foi mesmo! Diferentemente do que fazia eu e Paulo André, ali não senti prazer algum. Pelo contrário, eu estava morrendo de medo. Não tanto pelo fato dele ter um pau grande, mas do que ele faria depois, embora eu temesse que ele pudesse me machucar. Mas senti medo quando ele levou a mão à boca e cuspiu duas vezes nela. Sabia que ele estava fazendo aquilo para molhar o pau dele, antes de enfiar ele em mim. E de fato foi isso mesmo. Doeu bastante, principalmente no começo. Pude sentir o quanto o pau dele era grande. A minha sorte foi que ele gozou muito rápido. E quando terminou, enquanto se arrumava, disse: Se você contar para alguém sobre isso, seu viadinho, eu vou contar para todo mundo que você anda dando pros meninos da escola. Já pensou todo mundo olhando para tua cara e dizendo, olhá lá, a bichinha do colégio! Quer que todo mundo saiba? Eu balancei a cabeça negativamente. Ele saiu e me deixou ali, de bruços, com as calças arriadas até os tornozelos. Me levantei com certa dificuldade, porque o meu ânus latejava e minhas pernas estavam bambas; tornei a trancar a porta da cabine; levantei a tampa do vaso e sentei. Esperei um pouco até que conseguisse expelir a porra que ele havia deixado em mim. E por fim, quando passei o papel higiênico para limpar o cu, vi que havia um pouco de sangue. Era pouquinha coisa, mas o suficiente para concluir que ele me machucara, o que de fato aconteceu, porque fiquei sentindo um desconforto no resto do dia.
-- Alguns homens sentem prazer em causar dor no outro. São os sádicos. Há aqueles que só sentem prazer assim. E esse rapaz pelo jeito tinha tendências sádicas. E se for isso mesmo, ele sempre será assim, porque não admitem que precisam de um analista e portanto nuca se livrarão dessa perversão. Tenho pena das mulheres que caíram ou ainda vão cair nas mãos dele. Vão ser tratadas como objetos, como você foi. Pois os sádicos veem o outro como objetos, por isso não veem que estão causando dor – comentei. Eu sabia que o sadismo é mais comum do que chegamos a acreditar. Muitas vezes este vem disfarçado e não damos conta de quão sádica é um pessoa.
Fred deu um sorriso e concordou.
-- E vocês, tornaram a se encontrar?
-- No outro dia. Calma! Não transamos não. Apenas nos cruzamos no corredor. Acho que ele passou por ali justamente para mexer comigo, pois quando se aproximou, disse baixinho: E aí, seu viadinho? Que cuzinho mais apertadinho e delicioso. Fiquei até com vontade de te foder de novo. E seguiu em frente rindo. Num primeiro momento, gelei de medo, mas depois que ele se afastou, fiquei furioso. Era óbvio que ele disse aquilo só para me humilhar.
-- Provavelmente foi isso mesmo. Ele queria te amedrontar e mostrar que você estava nas mãos dele. E ele não tentou se aproveitar de ti novamente?
-- Só não tentou como conseguiu. Foi na terça-feira da semana seguinte. Na segunda, eu não fui ao colégio porque não tinha recuperação de matemática. Mas na terça sim. E ele estava lá. Parecia que estava me esperando. Quando me viu, se aproximou e disse: no final da aula, vou estar te esperando no banheiro. E é bom você aparecer. A não ser que você vai querer que eu conte para todo mundo. Com medo de que ele revelasse o meu segredo, disse: vou sim.
-- Não te passou pela cabeça denunciá-lo? -- perguntei.
-- Eu era apenas um garoto. E ainda por cima um tanto desinformado; aliás, como todo garoto nessa idade. E o que eu mais temia era que as pessoas descobrissem que eu era gay. Ninguém sabia porque eu me comportava como um menino. Eu achava que só o Paulo André sabia. Não era como alguns garotos homossexuais que fazem questão de mostrar que são. Meus pais então... não faziam a menor ideia. E o medo que eles me dessem uma surra quando descobrissem! Eu também tinha medo de ser expulso da escola. Hoje eu sei que cometi um grave erro, que fui covarde e deixei que o medo me dominasse.
-- O medo é uma coisa terrível. Muitos se anulam e se tornam refém dos outros por puro medo. Aliás, o terror é a arma mais eficiente inventada pelo homem e vem sendo usada desde os primórdios da humanidade.
-- Tá aqui uma prova disso: eu. Quando sai da aula, perambulei por alguns minutos pelos corredores e pelo pátio do colégio a fim de criar coragem para enfrentá-lo. Sabia que ele ia me trancar ali e ia abusar de mim novamente. E quando entrei, ele estava lá de pé, fingindo que mijava. Olhou para mim e disse: entra ali e me espera. Vou dar uma olhada para ver se os alunos já foram embora. Antes de sair, virou de frente para mim e mostrou-me o pau duro dizendo: olha o que tua bundinha vai ganhar daqui a pouco. Fiquei ali aguardando, como um condenado a espera da execução da pena. Pouco depois, entrou um garoto e logo saiu. Vi pelo vão da porta. Passou algum tempo. Até achei que ele não ia voltar mais. Quase fui embora. Mas resolvi aguardar um pouco mais. Então ele apareceu. Bateu na porta e disse: abre, viadinho! Já foram todos. Quando abri, vi ele fechando a porta que dava acesso para os banheiros. De forma que se alguém passasse por ali, acreditaria que os banheiros estão trancados.
-- Que filho da puta! O cara planejou tudo! -- exclamei.
-- Pode ter certeza que sim. Aí voltou, trancou a porta e me mandou tirar toda a roupa. Como se não houvesse entendido, perguntei: Tudo? Então ele disse: não foi isso que eu disse, sua bichinha idiota? Obedeci. Enquanto me despia, ele também se despiu. Ficamos os dois nus. Ele tinha certeza de que ninguém entraria ali. Ele me observou por algum tempo e disse que eu até era bem gostosinho. Olhou para o meu pinto e exclamou: Como imaginei: minúsculo como o pintinho de um viado. Aí me mandou sentar. Achei estanho aquele pedido, pois pensei que ele ia me mandar deitar como da outra vez. Mesmo assim obedeci. Então ele ficou bem de frente para mim e perguntou: você já viu uma pica grande e bonita assim? Eu disse que não. Aí ele respondeu: Então olha bem pra ela. Agora vai: acaricia ela. Anda! Fiz. Segurei o pinto dele e fiquei movendo a mão para frente e para trás. Pouco depois, ordenou: agora chupa. Faz uma chupeta em mim. Mas cuidado! Não vai machucar minha pica com os dentes, hein! E vê se chupa direito! Um viadinho como você deve saber chupar muito bem. Ainda mais que você já ter andado chupando o pintinho do seu amiguinho. Não, já? Balancei a cabeça afirmativamente. Mais uma vez obedeci e passei a chupá-lo. De vez em quando ele dizia: passa a língua na cabeça!, ou: chupa mais!, ou: Mais rápido!. Algum tempo depois, minha boca começou a doer e rezei para que ele gozasse logo. Por isso, senti alívio quando ele começou a gemer e minha boca encheu da porra dele. Pensei: “Pronto! Pelo menos acabou!”. Puxei a cabeça para trás e, ao me ver fazer isso, apressou-se em dizer: agora engole! Quase não consegui, pois nunca tinha engolido. Eu já tinha chupado o Paulo André uma vez até ele gozar na minha boca, mas logo depois cuspi fora. Não sentia nojo, mas engolir era diferente. E ficou um troço horrível na minha boca. Mas não importei., porque queria que aquilo acabasse. E pensei que tinha acabado mesmo. Tanto que cheguei a curvar para o lado e apanhar a cueca, mas ele disse: agora deita aí que a próxima vai ser no seu cuzinho apertado. Aposto como ele está faminto para engolir minha pica, não está? Cu de viado pega fogo quando vê uma pica. Eu não disse nada. Apenas fiz o que ele pediu.
-- Ele estava mesmo afim de ter possuir. Outro teria se vestido e saído dali satisfeito – falei.
-- Mas não ele. Então se deitou em cima de mim e me penetrou. Enquanto me possuía, ele me apertava entre seus braços e me mordia nos ombros. Fiquei com marcas por uns três ou quatro dias. Tive de tomar o maior cuidado pra que a minha mãe não visse. Ele parecia fazer aquilo com raiva, como se fosse um animal. E como ele já tinha gozado, demorou gozar. E posso te garantir, ele sentiu muito prazer. Me recordo de suas palavras momentos antes. Ele mordeu minha orelha e sussurrou: Vou encher esse cuzinho delicioso com a minha porra, viadinho. Ai! que bundinha deliciosa! Nunca fodi algo um rabinho tão apertadinho e delicioso! Ele gosta de porra, não gosta? De ficar todo esporrado? Diz! Confessa pro papai aqui que gosta. E enquanto me dizia essas coisas, seus quadris afundavam com força na minha bunda. Depois de gozar, acho que ele não tinha forças para mais nada. Senti suas pernas tremerem. Então ele ficou um tempo em cima de mim, sem dizer nada. E quando finalmente resolveu sair, disse com ironia: agora eu sei porque aquele seu amiguinho gosta tanto de comer teu cu. Ele come ele direto, não come? Aposto que sim. Garoto de sorte. Ele perdeu o cabaço na tua bunda. Então se levantou e, não sei porque, abriu minhas nádegas e olhou bem de perto. Quando soltou elas, comentou: Tá um pouco arregaçado, mas nada que vai te prejudicar. Só arrebentei algumas pregas. Talvez fique doendo um pouco, mas depois vai passar. Minha pica também está dolorida. E também isso é bom pra você ir se acostumando... todo viado vive com o cu arregaçado, porque está sempre atrás de uma pica cada vez maior Tua vida vai ser essa, viadinho: ter sempre um macho trepado em ti, te fodendo, te enchendo de porra. Então ele se vestiu rapidamente e disse para eu esperar ele sair e só sair depois de algum tempo, para não dar na vista.
Confesso que ao ouvir aquela narrativa, fiquei tão excitado que por pouco não cai na tentação de perguntá-lo se depois do expediente a gente não poderia ir para algum lugar e então ele me deixar experimentar aquele cu. Foi um pensamento que passou rapidamente. Súbito, vi o absurdo de tudo aquilo. Fred era meu colega de trabalho e até onde sabia, não estava interessado em transar comigo. E por outro lado só saíra com mulheres. A ideia de ir para cama com outro homem estava fora de questão. Aliás, para desanuviar aquelas ideias, acabei dizendo:
-- Vou lá no refeitório, tomar um cafezinho. Você fica aí?
-- Fico sim.
-- Quer que eu traga um para você?
-- Não, não. Quando você voltar eu dou um pulinho lá.
Antes porém de deixá-lo as sós, perguntei:
-- E ele voltou a te procurar?
-- Não. Nunca mais nos encontramos. Uns três anos depois, passei por ele no shopping, mas não sei se não me reconheceu ou se fingiu que não me viu. Estava de mãos dadas com uma loira dos seus vinte e cinco anos. Ela era bem mais velha e mais alta que ele.
-- E o João Carlos?
-- Depois daquela vez na chuva, transamos mais umas quatro vezes. A última foi uma semana antes do natal. Foi maravilhoso. Enquanto ele me possuía, cheguei a confessar-lhe que gostava dele. Ele disse que também gostava de mim. Pena que poucos dias depois me telefonou dizendo que estava se mudando com os pais. Fiquei muito triste. Naquela noite chorei muito na cama, como teria chorado um garoto por sua namoradinha. Mas nessa idade a dor passa logo. E semanas depois ele era só uma boa lembrança.
Pensei em perguntar quando tinha sido a próxima vez, mas certamente ele ia fazer mais uma daquelas narrativas um tanto longa e cheia de detalhes. Apesar da curiosidade, achei por bem não perguntar. Talvez eu acabasse não suportando-a e viesse a fazer-lhe uma proposta para a qual ambos não estávamos preparados. Assim, deixei a pergunta para uma próxima oportunidade. Sabia que não faltariam.

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