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Erótico-->CONFISSÕES DE UM GAY - Cap. 03 -- 04/10/2013 - 19:34 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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Na segunda-feira bem cedo apareceu realmente com um atestado médico, mas na primeira oportunidade me contou que na realidade havia saído com um cara na noite anterior e este havia lhe flagelado o traseiro de tal forma que no outro dia estava tendo dificuldades para se sentar. Perguntei-lhe como isso fora acontecer e ele respondeu:
-- Nunca vi uma vara daquela. Precisava ver o que o cara tinha no meio das pernas. Quando vi aquilo duro, daquele tamanho, pensei: isso não é de um homem, é de um cavalo. Te juro! Aquilo deveria ter no mínimo uns trinta e dois centímetros. O negócio parecia uma mandioca. Num primeiro momento, olhei pra aquilo e fiquei admirado, mas logo depois pensei: tô fodido! Isso vai me arregaçar o cu. Mas fazer o quê? Dá para trás eu não podia. Afinal, gay que é gay não foge de uma pica seja ela qual for. Apenas rezei para ele fosse delicado. Não foi muito, mas sobrevivi.
-- E por que um cara desses foi procurar logo um gay (sem ofender) para transar? -- perguntei.
-- Embora já desconfiasse, fiz essa pergunta a ele. Ele disse que dificilmente encontraria uma mulher capaz de aguentar aquilo tudo. Disse que quando ele enfia um pouco além da conta, elas sentem dor e pendem para parar. Disse que já teve de interromper a transa no meio um monte de vezes. O cu, que aguenta melhor um pênis avantajado e não tem esse problema, elas não gostam de dar. São umas putas moralistas que não pensariam duas em tirar vantagem do outro, trapacear e até mesmo roubar ou coisa ainda pior. Mas não acham isso imoral, mas dar o cu, que só faria bem, elas se ofendem e vem falar de moralidade. Que porra de imoralidade é essa?, perguntou ele. E eu tive que concordar. Assim só lhe restava os gays e os travestis. Ele disse que a maioria dos homens querem ter um pau bem grande, mas não fazem a menor ideia de como isso pode ser uma dor de cabeça e uma fonte inesgotável de frustração.
-- Pelo menos valeu a pena?
-- Ah, sim! Já que ele ia me fazer um estrago no cu, teve de me deixar brincar um pouco com aquela mandioca antes. Quando era moleque, tive um ótimo professor e ele me ensinou que a primeira coisa que um bom gay, principalmente se for o passivo, como é o meu caso, deve saber fazer é chupar. E eu chupei aquele pau enorme tão bem quanto o Marco Antônio, meu professor de matemática, me ensinara. Deixei o cara louquinho. Aquela mandioca vibrava na minha mão e na minha boca. E ela só parou quando esguichou aquela porra toda na minha cara. Já viu um cavalo gozando?
-- Que eu me lembre não.
-- Pois parecia a mesma coisa! Nunca levei tanta porra na cara. E o filho da puta nem me deixou eu me limpar, depois. Agarrou meus quadris, me segurou de quatro e enterrou a pica ainda esporrando no meu rabo. Disse que assim entrava mais fácil.
Enquanto ele narrava, eu imaginava a cena. Olhei para aquele rosto liso, de barba feita, para aqueles lábios grandes e não pude evitar a imagem daquela face toda esporrada. Súbito, imaginei-o de quatro e um grande pênis ereto entrando-lhe por trás, alargando-lhe o ânus.
-- E ele não passou nada antes e nem meteu o dedo para facilitar?
-- E nem precisava. O pau dele estava todo esporrado. Quer lubrificante melhor do que porra? De fato ele poderia ter melecado o dedo de porra e enfiado antes no meu cu, mas acho que o que lhe dava prazer era fazer desse jeito, de supetão.
-- E não doeu muito?
Nisso, entrou um rapaz do escritório com uma lista de material. Interrompemos a conversa por alguns instantes e fomos separar os itens daquela lista. Todavia, assim que o rapaz saiu, ele continuou.
-- Você tinha me perguntado se tinha doído?
-- Isso.
-- Só no começo. Aliás, eu já sabia que era assim. Nas primeiras vezes que o Marco Aurélio me penetrou, também doía, mas passava logo e a gente sentia um prazer enorme. Claro que ele não tinha um pau daquele tamanho, mas também o meu cu era bem mais apertado. De forma que dava quase na mesma. O que me preocupou no começo foi o comprimento. Quando ele começou a enfiar, fiquei imaginando até onde iria se ele resolvesse enterrar tudo. Pensei: vai chegar no meu intestino. Vou senti ele no meu umbigo. Tanto que chegou um momento, quando ele já tinha enfiado mais da metade, não resisti e perguntei: essa coisa toda não vai me machucar? Relaxa e deixa por minha conta. Se você aguentou até aqui, tenho certeza que aguentará o resto, foi o que ele me disse. Ele continuou pondo e eu ficando preocupado. Talvez como receio de me machucar, ele enfiava muito devagarzinho. Acho que era por isso que a sensação que eu tinha era de que não acabava nunca. E aquilo estava doendo. Não muito. Só um grande desconforto. E aquele desconforto chegou até a barriga. Foi aí que tive certeza de que o pau dele já estava na minha barriga. Pronto! Tá vendo como você aguentou?, disse ele. Aí ele começou a fazer aqueles movimentos, bem devagar para não me machucar. Parou de doer. Aí eu não só relaxei com fiquei excitado ao imaginar que aquilo tudo estava dentro de mim. Afinal, era um momento ímpar, ser fodido por uma pica daquela. Dificilmente encontraria outra. De repente comecei a sentir prazer, muito prazer. Ele também. Aí ele deitou em cima de mim, me abraçou e seu corpo continuou a ondular em cima do meu. E quando dei conta, tínhamos acabado de gozar. Foi incrível. Mais tarde, quando cheguei em casa, eu me sentia dilacerado por dentro. Fui cagar e sangrou um pouco. Mas não era a primeira vez, por isso não me preocupei. Senti um quê de arrependimento, pois o pau dele era grande demais e poderia ter me machucado mais, mas mesmo assim valeu a pena.
-- Tu és muito maluco, isso sim. Qualquer dia ainda vai parar no hospital.
-- Eu sei. Mas o que seria da vida se não fossem esses atos de loucura? Tão chata e monótona que perderíamos o gosto de viver. Não vai me dizer que você nunca fez uma loucura?
-- Já sim. Várias vezes. -- conformei.
-- Ainda estou com o cu doendo e com dificuldade para cagar. Mas sei que isso passa. Já fiquei assim outras vezes. Primeiro, foi depois que aquele moleque do terceiro ano me enrabou no banheiro da escola; depois, com o professor Marco Aurélio e por último com um outro cara que pau que parecia um toco de árvore. No começo, eu ficava bastante dolorido, mas depois acostumei.
-- Quem é esse professor? Vocês só transaram ou tiveram um caso? -- perguntei cheio de curiosidade. Não era a primeira vez que ele falava nesse professor naquela manhã e minha imaginação me levava a crer que deveria ser um homem bem mais velho, provavelmente um espertalhão se aproveitando de um garoto ingenuo e inexperiente. Talvez até um pedófilo.
-- Mais tarde eu te conto. A chefe está vindo aí.
A senhora Magela entrou e pediu-nos alguns relatórios acerca do que havia em estoque. Ela tinha o costume de fazer isso de vez em quando, pelo menos uma vez por mês. Queria ter certeza de que as informações no computador estavam certas. Talvez por já ser uma pessoa de idade avançada, não confiava totalmente em computadores.
Lá pelas quatro e pouca da tarde, quando a coisa estava calma e nossa chefe tinha ido para casa. Pedi ao Fred para continuar.
-- Marco Aurélio foi meu professor de matemática no ano seguinte. Eu nunca fui um bom aluno de matemática e logo nos primeiros meses de aula, senti dificuldades. Marco Aurélio era um ótimo professor e fazia o que podia para que os alunos aprendessem. Era atencioso, principalmente com alguns meninos. Mas nunca desconfiamos que ele tinha atração por garotos. Até porque ele era um homem de trinta e poucos anos, apesar de não aparentar. Parecia ser um pouco mais novo. Depois ele me disse que tinha trinta e dois anos. E a maioria de nós o via quase como um pai. Embora fosse magro, tinha uma barriguinha saliente. Bem, tudo começou quando ele disse que eu precisava dumas aulas de reforço e que por isso ia chamar minha mãe na escola para conversar. Não fiquei preocupado porque já tinha falado para ela que não estava conseguindo entender a matéria direito. Ela já tinha inclusive pensando em arrumar alguém para me dar aulas particulares. Aí ela veio na escola e conversou com ele. Então ela me disse que ele tinha se proposto a me dar umas aulas particulares sem cobrar nada, apenas para me ajudar.
-- Que safado! Já estava de olho em você, num garoto. Quantos anos você tinha?
-- Ia fazer 14.
-- E tudo começou com as aulas de reposição?
-- Foi. A única condição que ele impôs à minha mãe foi que as aulas fossem na casa dele. Disse que ela poderia ir comigo lá para visitá-lo e conhecer a casa. Então, ele marcou a primeira aula e a minha mãe realmente me levou até lá. Fomos muito bem tratados. Ele fez questão de mostrar a casa e a sala onde ele costumava dar aulas particulares. Disse que eu não era o único aluno dele, que dava aula para mais 8 alunos e que teria dia em que eu faria a reposição junto com algum deles. Isso deixou minha mãe tranquila. Meses depois, ele me contou que inventou essa história para convencer minha mãe. Ele disse que caso ela quisesse ele telefonaria para ela quando eu saísse de lá, para não deixá-la preocupada. Assim, tive a primeira aula de reposição e tudo correu na maior normalidade. O mesmo aconteceu da segunda vez. Eu fui sozinho. Minha mãe disse que não precisava me levar, pois o ônibus que eu tomava me deixava quase na porta da casa dele.
-- E quando começou a coisa entre vocês?
-- Foi a partir da quarta aula. A primeira coisa que notei foi que ele já não estava tão bem vestido como das outras vezes. Vestia só uma bermuda e uma camiseta regata. Estava muito à vontade. De fato estava um calor infernal naquele final de tarde. E me vendo transpirar, perguntou se eu não queria tirar a camiseta. Fiquei sem jeito e disse que não. Mas pouco depois ele insistiu novamente. Aí acabei aceitando. Ele se levantou e me ajudou a tirá-la. Depois ficou olhando para mim e disse que eu tinha um dorso muito bonito. Lembro-me dele perguntar se eu sabia o que era dorso. Eu disse que não. Então ele me explicou. Algum tempo depois, lá pelo meio da aula, ele foi me explicar como resolvia uma equação, e chegou por trás de mim, pegou na minha mão e foi mostrando. Mas pegou de um jeito que senti uma coisa percorrer o meu corpo, como um corrente elétrica. Aí, enquanto explicava, seu rosto ficou colado no meu. Depois, ele se afastou e perguntou se eu não queria tomar um café.
-- E você aceitou?
-- Fiquei sem jeito de não aceitar. Aí ele preparou uma mesa de café para nós dois. Sentamos à mesa e ele ficou contando piadas e fazendo brincadeiras. Na aula ele também gostava de contar piadas. Foi muito divertido. Nisso, já estava quase na hora de voltar para casa. Aí ele me pediu para ajudar ele a tirar a mesa do café. Eu ajudei. Então fomos lavar a louça. Eu perguntou se eu já tinha lavado louça alguma vez. Eu disse que não. Aí ele disse que ia me ensinar como esfregar as xícaras e os pires. Eu me lembro que fiquei de pé em frente a pia e com a esponja e um pires na mão. Ele veio por trás, me envolveu com os braços, pegou nas minhas duas mãos e me ensinou a esfregar o pires. Depois, colando o rosto em mim novamente, mostrou como eu deveria esfregar a xícara. Confesso que aquilo me deixou tenso.
-- E aí? -- perguntei com um quê de impaciência.
-- Aí ele me ensinou a enxaguar e depois de brincadeira jogou água em mim. Aí eu enchi a mão de água e joguei nele. Ele pegou e jogou mais em mim. Quando vimos, estávamos os dois molhados. Foi até ele quem disse que era melhor a gente parar porque ia molhar a casa toda. Então ele disse para a gente se secar. Me chamou até o banheiro e pegou uma toalha e disse que ia me secar. E me secou com muito carinho. Depois se secou e disse que já estava quase na hora de eu ir para casa. Voltamos ao escritório, onde eu estava tendo aula, ele disse para eu me vestir e ir para casa.
-- E você não desconfiou daqueles gestos de carinho?
-- Achei um pouco estranho, mas pensei que ele só queria ser gentil comigo. Mas confesso que fiquei pensando naquilo à noite, na cama. Na escola, ele continuou a me tratar normalmente. Mas dois dias depois, quando voltei à casa dele, eu comecei a perceber que ele queria algo mais de mim. Foi durante o café. Como que sem querer, ele esbarrou no meu copo de leite e ele virou na mesa e me deu um banho de café com leite. Ele tentou me socorrer, mas eu já estava todo molhado. Aí ele disse para eu tirar a bermuda que ele ia passar água nela e por na máquina de secar. Lembro de ouvir ele dizer: Seca em dez minutos. Fiquei com um pouco de vergonha, mas tirei. Minha cueca também estava molhada. Ele pediu para eu tirar ela também. Falei: mas vou ficar pelado? Ele disse: O que tem? Somos homens. Se esse é o problema, eu também tiro a minha roupa e ficamos os dois na mesma condição. Sem que eu tivesse tempo de dizer alguma coisa ele tirou a camiseta e a bermuda. Pronto! Agora estamos quites. Vamos ver quem é mais rápido? Depois que eu contar até trés tiramos a cueca. Não vale trapacear, hein!, disse ele. Com vergonha de passar por medroso, eu tirei e ambos ficamos pelados, um de frente para o outro. Eu não tive coragem de olhar para ele naquele momento, mas ele deve ter olhado para mim. Aí ele disse que eu estava com cheiro de café com leite que era melhor tomar um banho. Me levou até o banheiro e abriu o chuveiro. Disse para eu entrar embaixo. Enquanto isso ele pegou uma esponja e começou a me esfregar. Eu disse que não precisava, mas ele insistiu. Aí me esfregou, passou a esponja por todo o meu corpo. Pelas minhas nádegas e pelo meio das minhas pernas como minha mãe fazia quando era pequeno. Depois, com a outra mão acariciou o meu saco e depois o meu pinto. Pegou nele, segurou e mexeu a mão para frente e para trás como se fosse me masturbar. Na hora, ele não disse nada, apenas me pediu para enxaguar e sair. Eu também não sabia o que dizer. Aí pegou uma toalha e me secou. Quando foi me secar, me abraçou por trás e eu senti o pau dele na minha bunda. Senti um calafrio. Aquilo ali tão colado nela. Era só ele me segura e enfiar ele em mim. Pensei nisso naquele momento, sem me dar conta de que o pinto dele estava mole. Ele continuou a me secar e novamente senti o pau dele na minha bunda. Pensei: será que ele está querendo enfiar nela? Isso fez me fez sentir desejos. Nisso, a mão dele agarrou meu pinto e tornou a acariciar ele como ele fizera momentos antes. Então eu comecei a ficar excitado.
-- Ai você se revelou?
-- Não. Apenas fiquei excitado. Mas quando ele viu que me pau estava crescendo. Parou de me acariciar e como se não tivesse acontecido nada, disse: Pronto! Agora é só a gente esperar mais um pouquinho que sua roupa vai estar seca. Enquanto isso, vamos aproveitar e estudar mais um pouco? E voltamos. Eu estava de pau duro, mas ele fingiu que não viu. Acho que não queria me deixar constrangido. No entanto, quando eu estava sentado e ele atrás de mim me mostrando como resolvia uma equação, deixou a caneta dele cair no meu colo e, antes que eu tivesse tempo de apanhar ela, levou a mão e ficou apalpando, procurando ela. Aí pegou no meu pau que ainda estava duro. Em tom de brincadeira disse: ops! Que caneta mais grossa! Essa não é a minha. Aí apertou o meu pau e mexeu a mão para cima e para baixo. E rindo, disse: não, não é a minha. Essa é um canetão que solta tinta branca. A que estou procurando é mais fina e a tinta dela e azul. Aí largou o meu pinto e pegou a caneta dele. Logo em seguida, disse que a minha roupa deveria estar seca. Foi lá na área e trouxe ela. A gente se vestiu. Antes de nos despedirmos, ele disse para eu não falar nada para ninguém do que tinha acontecido. Eu disse que não ia falar.
-- E como você chegou a conclusão de que ele queria te traçar?
-- À noite em casa, fiquei pensando em tudo que tinha acontecido, fiquei excitado e com vontade de que ele fizesse alguma coisa comigo. Lembrei do pau dele na minha bunda e desejei que isso acontecesse novamente e que ele enfiasse ele em mim. Mas foi quando lembrei das carícias dele no meu pau que achei que ele tinha feito aquilo porque gostava de fazer aquilo com os meninos. Fiquei imaginando se ele fazia o mesmo com outros meninos. Aí eu me perguntei se ele fazia outras coisas. Inclusive se deitar com eles. Eu fiquei tão excitado que tive que correr até o banheiro e bater uma punheta.
-- Então você se fantasiou com ele?
-- Exatamente. Foi uma coisa muito louca. Imaginei nós dois embaixo do chuveiro na casa dele e ele me abraçando, me levando todo molhado para o quarto dele, me jogando na cama e caindo em cima de mim. Então imaginei o pau dele entrando em mim e ele me possuindo. Gozei imediatamente. Nem houve tempo de saborear direito a fantasia. Aliás, eu nem tinha certeza de que ele seria capaz de realmente fazer essas coisas comigo. E menos ainda se ele gostava da minha bunda ou do meu pinto. E se fosse do meu pinto, aí não ia dar certo. Os dois gostando da mesma coisa! E confesso que no dia seguinte fiquei aguardando ansiosamente a hora de ir para a casa dele.
-- E quando você chegou lá?
-- Ele me tratou com naturalidade. Só comentou que eu estava mais à vontade quando me viu chegar, usando um shorts curto. Não precisa dizer que fui assim pra ver se ia ficar me desejando. Aprendi isso com o Paulo André. Fomos para o escritório dele e ele me ensinou como resolver umas equações meio complexas e depois me deu alguns exercícios para fazer. Disse que, enquanto eu tentava resolvê-los, ia preparar um lanche para nós dois. Então acrescentou: mas sem acidentes hoje! Quando voltou e olhei para ele levei um susto. Ele estava sem roupa. Aí ele disse para eu tirar a minha também, porque, se acontecesse outro acidente, não molharia a minha roupa. Foi a primeira vez que olhei para o pinto dele. Parecia grande e grosso. Mas estava mole, encolhido e virado para baixo como qualquer pinto quando está mole. Ele tinha um saco grande. E era bastante peludo também. Isso me chamou muito a atenção, porque eu quase não tinha pelos e o Paulo André também. Ai ele se aproximou e disse para eu levantar os braços. Então ele pegou a minha camiseta e tirou ela. Aí disse para eu me levantar. Então tirou o meu shorts e a cueca. Agora podemos matar a fome, disse rindo, acrescentou ele rindo. Claro que eu já tinha me dado conta de que ele estava com segundas intenções. Isso criou uma expectativa e eu fiquei meio tenso.
-- E teve nenhum acidente?
-- Dessa vez não. Mas então fomos lavar a louça. Ele começou a jogar água em mim e eu nele, como fizemos da outra vez. Aí ele abriu o armário, pegou um pote de farinha e jogou em mim. Eu sai correndo atrás dele, e tomei o pote dele e joguei farinha nele também. Ficamos correndo em volta da mesa, um atrás do outro. Nisso, tanto a mesa quanto o chão estava molhados e sujos de farinha. De repente eu escorreguei e caí. Ele veio para me ajudar a levantar e fingiu que tinha escorregado e caiu em cima de mim. Ele me abraçou, me segurou e disse que agora eu estava preso e não tinha como escapar. Aí ele pegou o pote de farinha que estava no chão, perto de mim, encheu a mão de farinha e ficou passando pelo meu corpo. Passou nas minhas nádegas, no meu saco e no meu pinto. Foi aí que aconteceu -- disse Fred, interrompendo a narrativa.
Por um instante, fez-se silêncio. Eu não aguentei e perguntei:
-- Aconteceu o quê?
-- Eu fiquei excitado. Ele percebeu meu pinto crescer na mão dele e me soltou. Talvez para ver qual seria a minha reação. Sei lá! Aí eu empurrei ele para o lado, enfiei a mão no pote de farinha e comecei a passar pelo corpo dele também. Minha mão não resistiu e foi até o pinto dele e eu fiz com ele o que ele tinha feito comigo. Na hora eu senti o pau dele crescer entre meus dedos. Então eu mexi mais. Não parei como ele tinha feito. Queria ver ele grande e duro. E ele foi crescendo. Aí eu apertei. Eu sabia que se fizesse isso ele ia ficar mais excitado. Então nossos olhos se cruzaram. A gente se olhou por um instante e de repente ele me abraçou, tornou a rolar para cima de mim e nos beijamos. Então eu abracei ele, abri as pernas e mexi os quadris, oferecendo o cu pra ele. Meu coração palpitava, porque eu sabia que estava dando um grande passo na minha vida. E se ele me fodesse, eu seria dele e a gente ia transar várias vezes. Mas ele não me penetrou ali. Apenas levou uma das mãos às minhas nádegas, acariciou ela e depois levou o dedo médio até o meu cu e acariciou ele também, mas sem enfiar. Só por fora. Acho que ele queria testar a minha reação e ter certeza de que eu era passivo. Quando a gente parou de se beijar, olhamos nos olhos um do outro novamente. Seus olhos brilhavam e ele parecia não acreditar. Aí ele disse: antes de continuarmos, é melhor a gente tirar essa farinha, não acha? Eu balancei a cabeça e ele saiu de cima de mim e se levantou. Então olhei para o pinto dele ali do chão. Parecia enorme e assustador. Tinha uma cabeça do tamanho de um ovo. O saco dele tinha dois ovos enormes também. Na realidade, para um homem da idade dele, era o tamanho normal. Mas comparado com o meu, era enorme. Então ele estendeu a mão e me ajudou a levantar. Quem chegar por último no banheiro é a mulher do padre, disse ele. Saímos os dois correndo pelo corredor.
-- E entraram embaixo do chuveiro os dois?
-- Exatamente. Talvez por ser mais velho e eu por estar na casa dele, deixei que ele tomasse a iniciativa. Então ele se enfiou embaixo dágua, se molhou e disse para eu entrar. Enquanto isso se ensaboou e depois a mim. Enfim, tiramos a farinha que nos cobria e ali mesmo ele me abraçou e nos beijamos novamente. Então ele se abaixou e enfiou o pau dele no meio das minhas pernas e ficou se movimentando. Eu sentia aquela coisa dura ir para frente e para trás roçando o meu cu. E isso me excitou de tal jeito que não resisti, me soltei dele e virei de costas para ele, quase implorando que ele me agarrasse e me penetrasse. Ele me abraçou, encostou os lábios na minha orelha e perguntou baixinho: você já fez isso? Já, respondi. Então ele se abaixou enfiou o pau dele no meio das minhas pernas e enquanto acariciava o meu pau, mexeu os quadris como fizera pouco antes. Não tentou me penetrar, apenas ficou fazendo ali, por fora. Pensei até que ele ia gozar, como o Paulo André fizera da primeira vez. Aí ele perguntou: você quer ir pra minha cama, pra eu enfiar ele em você? Não pestanejei. Respondi: quero.
-- Mas bem safadinho você também, hein!
-- Apesar do tamanho daquele pênis, eu desejava ele. Talvez porque sabia o quanto era bom. Não pensava em outra coisa a não ser sentir ele em mim. Talvez por ser meu professor, eu confiava nele e sabia que ele não ia me machucar.
-- E ai vocês foram para cama dele?
-- Fomos. Mas o que aconteceu não vou te contar hoje não – disse ele consultando o relógio. -- Quase na hora de ir embora e eu fiquei de passar no supermercado para minha mãe. Ela me pediu para comprar umas coisinhas para o jantar.
-- Pô, mas vai me deixar na curiosidade?
-- Essa é uma história longa. Vou levar vários dias para te contar, se você quiser realmente saber os detalhes. Então não tenha pressa. Temos tempo. Nenhum de nós vai perder o emprego nos próximos dias – acrescentou ele rindo.
Um tanto contrafeito, acabei concordando.


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