Usina de Letras
Usina de Letras
   
                    
Usina de Letras
78 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 54839 )
Cartas ( 21056)
Contos (12106)
Cordel (9510)
Crônicas (21077)
Discursos (3106)
Ensaios - (9897)
Erótico (13126)
Frases (39799)
Humor (17545)
Infantil (3558)
Infanto Juvenil (2308)
Letras de Música (5411)
Peça de Teatro (1309)
Poesias (135519)
Redação (2869)
Roteiro de Filme ou Novela (1034)
Teses / Monologos (2371)
Textos Jurídicos (1913)
Textos Religiosos/Sermões (4172)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Crônicas-->2017 - Voltando -- 29/01/2017 - 10:55 (Jairo de A. Costa Jr.) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos



2.017 – Voltando

Enferrujado na escrita, mas voltando e desejando um ótimo ano, apesar dos pesares todos que estão ocorrendo por aí e alhures. Ontem, completei mais um ano de casado, o trigésimo nono – Bodas de Mármore e hoje, portanto, estou a caminho das Bodas de Esmeralda, o que espero alcançar em um ano, no máximo.

Tirei um tempo de férias das crônicas e o que mais fiz foi trabalhar lá na empresa, fazendo da Rodovia dos Bandeirantes o meu quase escritório, pois foi um ir e voltar nesses dias, fazendo a ASX ter já mais de cento e vinte mil quilômetros, sempre embaixo de um sol de rachar, ou de uma chuva de lascar. Sexta mesmo, voltando, andei mais de uma hora sem ver direito o carro da frente, isso quietinho e pela direita, onde a voz da minha experiência me manda andar, quando a chuva bate ardida e era o caso, fora a caminhãozada se aproveitando do tamanho e da velocidade.

“Fião, na chuva ande devagar, mas ande e não pare, sempre pela direita, até ela passar.” Meu pai e seus conselhos de ouro; só que sexta não passava e eu não saí da direita, até chegar em casa, quando a chuva estava era na sala, pelas telhas quebradas e pelo vento, o que tive que olhar sábado e limpar a calha. Pode? Pode!

Não foi a primeira vez que viajei abaixo de chuva, nem será a última e embora mais preocupado com a estrada, eu gosto muito do momento e de ficar sossegado pela direita, só observando os intrépidos e os vacilantes. Ano retrasado e já contei, viajei a Gramado, na maior parte do tempo com chuva; imaginem as serras que belezas, chuva e neblina.

Eu estava perto, mas no alto, quando Piracicaba recebeu um chuvão daqueles e põe chuva nisso, fazendo a Avenida 31 de Março virar uma cachoeira só e coitada da Rodoviária sofrendo mais uma inundação de quase metro de altura, acima dos pneus dos ônibus. O Edison, dono da lanchonete é quem fica com os cabelos em pé. O Rio de Piracicaba fica lindo, extravasa pela Rua do Porto e o salto fica mais que um fenômeno com o volume de água, digno de fotos e filmes.

Já aqui por casa, umas três ou quatro chuvas de vento de arrebentar aconteceram e o primeiro evento a acontecer sempre é a queda da luz, fazendo da Eletropaulo igual a CPFL daí. Horas depois, sem explicação nenhuma ela volta e a vida continua. Claro que o vento derruba os galhos, quando não as árvores e depois os fios e assim a trabalheira toda para as companhias e dizem que isso só vai melhorar quando a fiação for para baixo do solo, em galerias e outras formas de condução de eletricidade, mas qual dessas companhias distribuidoras quer isso, se plantar postes é mais barato.

Oi Mãe, tudo bem? Estou, mas ontem foi uma chuva derramada por aqui e entendi que choveu “paca”; chuva de pedra, chuva de vento, chuva mole, chuva a cântaros, chuva morro abaixo, chuva de alagar, chuva torrencial, chuva chata, chuvinha, chuvona, chuva de arrebentar, enfim, chuva de tudo quanto é tipo, dependendo da própria intensidade dela, ou da intensidade de quem conta.

Chuva é uma das formas de precipitação, que é o retorno do vapor d’água à superfície da terra, sendo outras a neve, o granizo, orvalho e geada. Existem três principais tipos de chuvas, que estão relacionadas aos fatores que as originaram. Elas podem ser orográficas, ciclônicas ou convectivas e pluviômetro é o nome dado ao instrumento que mede a quantidade de chuva, utilizado por especialistas da área meteorológica. Mais, pelo Google.

O assunto da minha volta não poderia ser outro, que não a chuva, uma vez que choveu mesmo e eu poderia utilizar todos os nomes escritos acima, para definir as diferentes chuvas por que passei, mas neste domingo, vinte e nove de um de dezessete, quero mais é desejar um bom ano a todos, torcendo para que a Lava-Jato seja uma chuva de leis em cima dos espertalhões e larápios, que inundam esse nosso país.


Comentários

Toye Almeida Costa  - 02/02/2017

Impossível esquecer os ensinamentos de pai na condução de veículos! Aliás, dia 30-segunda, 9 anos de seu passamento!

O que você achou deste texto?       Nome:     Mail:    

Comente: 
Informe o código de segurança:          CAPTCHA Image                              

De sua nota para este Texto Perfil do Autor Seguidores: 13Exibido 48 vezesFale com o autor