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Crônicas-->Cavalinho pangaré -- 18/02/2017 - 23:15 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Mal rompe o dia,  peonada se apresenta fogosa,  no pátio da sede. Despreocupado, o  menino ainda dorme o sono que vem depois da primeira urinada  na rede. Vaqueiro  Onofre esfrega os olhos e escolhe um cavalo desbotado que cochila à beirada da cerca. João Velho matutou: ‘O meninote conhece! Esse cavalinho é o melhor da fazenda pra golpear boi arisco. Tem menos arranco que um grande, mas logo toma a dianteira. ’
***

Adalberto Lima, trecho de Estrada sem fim...
Adalberto Lima
Enviado por Adalberto Lima em 18/02/2017
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