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Crônicas-->Silencio -- 20/03/2017 - 06:57 (Padre Bidião) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Cada amanhecer acordo com a esperança do retorno. A ansiedade tem aos poucos me devorado na natureza do meu gente Ser.
Ando lento e silencioso aos ouvidos e o Cérebro acelerado no calar meu de cada dia. O tempo na estação no silencioso tique taque na fria coluna de uma estrutura antiga de caladas dores nas paredes de um povo.
Cachorro morto nos dormentes das rodas, sendo pisado a cada momento na natureza fria e mecânica do monstro de ferro que leva e trás alegorias e tristeza na gélida cidade no morro Brasil.
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