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Erótico-->CONFISSÕES DE UM GAY - CAP. 13 -- 01/08/2015 - 20:21 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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XIII

-- Se o negócio for fechado, o nosso emprego está garantido por um bom tempo – deixou ele escapar enquanto servia um copo de suco.
O refeitório funcionava das 15:00hs as 16:00hs e todos os funcionários podiam interromper o trabalho por meia hora nesse intervalo e aqueles que quisessem poderiam tomar o café da tarde.
-- Isso é uma boa notícia. O negócio anda tão devagar ultimamente – comentei. -- Há apenas seis meses não se parava um minuto naquele almoxarifado – acrescentei.
-- O país vem atravessando um momento difícil. E quer saber de uma coisa? Teremos um ano muito ruim. Copa do Mundo, eleições. Tem muita gente dizendo que depois da Copa as coisas vão melhorar, mas não creio.
-- Para te ser sincero, nem eu – comentei.
Servíamos agora uns pãezinhos com frios.
-- A sensação que se tem é a de que o governo está sem rumo e não tem a menor ideia do que fazer para pôr a economia nos trilhos. Se não esse ano, no próximo teremos aumentos nas contas de luz, água e no preço dos combustíveis. Se com esses preços controlados a inflação está assim, imagina quando esses preços subir – afirmou ele.
Embora eu acompanhasse atentamente os acontecimentos a minha volta, Fred parecia ter uma visão mais sombria do que eu com relação à situação político-econômica do Brasil. Ele não tinha a menor esperança nos políticos e vivia afirmando que qualquer um desses candidatos que fossem eleitos em outubro não faria muita diferença. Eu ainda tinha alguma esperança. Mas ele insistiu que somente uma reforma política e uma mudança constitucional de forma a evitar esse exagero de partidos políticos no parlamento para que o Governo Central não fique refém dos parlamentares seriam capazes de uma mudança maior.
-- Mas são mudanças que nunca ocorrem justamente porque os pequenos partidos não deixam. Nenhum país pode ser governado com essa quantidade de partidos – continuou Fred.
Aliás, nossa conversa durante o café girou em torno disso. Dois colegas, que sentaram próximo de nós, acabaram entrando na conversa e o debate tornou-se bastante interessante. Mas assim que deu o horário, voltaram cada um ao seu posto. Eu e Fred retornamos ao almoxarifado e por mais alguns minutos prolongamos o assunto. A curiosidade em conhecer mais detalhes de sua narrativa porém, levou-me a encerrar o assunto e repetir a pergunta que fizera mais cedo.
-- Vamos voltar as suas aventuras com o professorzinho de matemática. Antes de sermos interrompidos, você ia falar o que ele tinha feito com o rolo de esparadrapo. O que foi que ele fez?
-- Quando vi aquilo, perguntei: o que ele vai fazer? E não demorei a descobrir. Ele sentou ao meu lado e disse que ia me ensinar a esconder o pinto. Usou exatamente essas palavras. E depois acrescentou: Não sei qual será o teu futuro. Talvez você não precise disso pra viver, mas se precisar não vai de aprender. Vou te ensinar. E da forma mais correta. Então ele disse para eu me levantar, ficar de frente pra ele, abrir as pernas que ele ia fazer para eu ver como era. Então ele puxou meu saco e depois empurrou os testículos pra dentro do meu abdome. Foi fazendo e dizendo: tá vendo? Tem que ser bem assim. Aí mandando eu segurar eles, pra eles não descer novamente. Então puxou meu saco e espichou ele para os lados. Aí, meio que enrolou ele no meu pinto, empurrando ele pra trás e depois puxando ele na direção do meu cu. Aí, disse pra eu segurar com a mão pra não deixar ele escapulir e mandou eu fechar as pernas e virar a bunda de frente pra ele. Então eu senti ele pegar o meu pinto pela cabeça e puxar. Doeu um pouco, mas ele disse que dali a pouco passava. Depois que ele puxou, empurrou ele como se fosse enfiar no meu cu. Ele até afastou as nádegas pra enfiar ele bem. Aí, disse pra eu contrair elas pra não deixar meu pinto escapar. Então pegou um pedaço de esparadrapo e colou por baixo, bem no meio das minhas pernas. Disse que era pro meu pinto não escapar. Disse que se eu fizesse isso com frequência, com o tempo nem ia precisar do esparadrapo. Por fim, me vestiu a calcinha e andar pelo quarto para ele ver se tinha ficado bom.
-- Que coisa mais maluca!
-- Na realidade, é mais ou menos isso que os travestis fazem para esconder a genitália. Há técnicas até melhor. Andei pesquisando isso há algum tempo. Essa que ele me ensinou é chamada de “tucking”.
-- E não machuca não? Não é dolorida e desconfortável?
Embora nunca tinha ouvido falar daquilo, ocorreu-me que algumas vezes cheguei a me indagar como um travesti fazia para esconder o pênis. Pois lembrara de ver em algum lugar travestis com roupas justas ou em trajes íntimos (Sei lá! Não me recordo direito.) e notar a falta de volume causada pelos órgãos sexuais. A descrição que Fred me fazia de como escondê-los esclarecia essa dúvida. “Então é isso! É assim que eles fazem. Por isso não fica aparecendo...”, lembro-me de pensar.
-- Quando ele fez, doeu um pouco; principalmente quando ele puxou o meu pinto e enfiou no meio das nádegas. Mas passou logo em seguida. Agora desconfortável, ah isso foi! Dizem que, com o tempo seus órgãos se adaptam e você não sente mais o desconforto. Mas me senti esquisito daquele jeito. Só que não falei nada pra ele. Se ele queria que eu ficasse assim, não vi problema nisso. Nem quando ele me disse pra vestir a camisola. Era uma camisola de seda, bem feminina mesmo.
-- E depois?
-- Já era bem tarde. Aí, ele me chamou pra gente se deitar. Até pensei que a gente ia transar de novo. Não que eu estivesse com vontade. Mas, se ele começasse a me fazer carícias, eu ia acabar excitado e querendo dar pra ele novamente. Mas ele só me abraçou, me beijou e disse pra gente dormir. Eu quase perguntei ele se eu ia dormir com o meu pinto daquele jeito: amarrado pra trás, mas fiquei com vergonha. Se ele não disse nada era porque ele queria que eu dormisse assim. Mas eu custei dormir. Cheguei a levantar (ele já estava roncando do meu lado) e ir até o banheiro pra tirar aquilo, mas quando abaixei a calcinha, fiquei com medo de tirar e ele brigar comigo no outro dia. Aí, desisti e voltei pra cama assim mesmo.
-- E no outro dia?
-- Acordei com ele me acariciando. Ele estava nu e excitado. Me abraçou, me beijou no rosto e foi puxando a minha camisola pra cima, dizendo: vamos ver se está tudo no lugar. Antes de tirar a minha calcinha, olhou-me no meio das pernas e comentou que nem parecia que eu tinha um pintinho. Aí, foi puxando a calcinha pra baixo, até tirar. Reparou mais uma vez e disse que estava lindo. Aí, me mandou virar de bruços. Virei, ele examinou o meio das minhas nádegas. Então, senti a mão dele apertar elas. Nesse momento ele disse: tá parecendo a duma mocinha. Tão deliciosa!
-- E aí ele foi e te enrabou?
-- Exatamente. Primeiro, acariciou o meu cu. Cuspiu na ponta do dedo e enfiou ele em mim. Depois beijou a minha bunda e lambeu o meu cu. Como a cabeça do meu pau estava ali perto, ele lambeu ela também, o que me excitou. Aí, ele apanhou um vidrinho de lubrificante, pôs no pau dele, e deitou em cima de mim, penetrando-me em seguida.
-- E como foi a experiência?
-- Confesso que no começo foi um pouco estranho, mas a excitação anulou o desconforto. E como a cabeça do meu pai tava ali perto do cu, o pau dele esbarrava de vez em quando nela e o saco dele batia nela também. Isso acabou me dando muito prazer. Foi uma coisa que eu não sei explicar. Senti umas coisas que ainda não tinha sentido. Como a cabeça do pau é a parte mais sensível, quando o pau dele tocava nela, eu sentia um frêmito, uma sensação muito deleitosa. Eu já não buscava as sensações que os movimentos do pau dele provocavam no meu cu, e sim o contato do pau dele no meu. Ele, no entanto, parecia não se dar conta disso e não fazia a menor ideia do prazer que isso me provocava. Ele tinha me abraçado fortemente e seus quadris subiam e afundavam na minha bunda. Ele gemia muito, demonstrando sentir muito prazer, e de quando em quando grunhia no meu ouvido, que o meu rabo era o mais gostoso que ele tinha fodido até hoje, que eu levava ele a loucura, ao desespero, e que a vontade dele era me foder 24 horas sem parar. Claro que essas e tantas outras que ele me disse me davam um contentamento sem tamanho. Eu o amava e ouvir isso dele só me fazia amá-lo mais.
-- Será que ele estava sendo sincero mesmo? Ou ele só dizia isso pra te seduzir ainda mais?
Minha desconfiança quanto àquele homem não tinha limites. Eu mesmo não conseguia entender a razão de estar a todo momento querendo acusá-lo de aproveitador e insistir que, na realidade, Marco Aurélio não passava de um manipulador que estava apenas iludindo o garoto para se aproveitar dele. E via na paixão de Fred por aquele homem a forma mais fácil de manipulá-lo, uma vez que a paixão cega-nos a tal ponto com relação ao objeto de nossa paixão que nos recusamos a despeito das mais evidentes provas a aceitar seus defeitos e erros. Não me restava a menor dúvida de que aquele professor era um homem extremamente inteligente e experiente. Sabia perfeitamente que Fred estava dominado até o último fio de cabelo por ele e se não se aproveitava mais da situação era porque isto não lhe convinha. Caso desejasse fugir com o garoto por exemplo, não encontraria resistência.
-- Não sei. Acho que estava sendo verdadeiro. Ele não me amava da mesma forma que eu, mas sentia algo por mim. Não acredito que fizesse tudo aquilo apenas para me manter como seu amante. Agora, quanto a querer fazer algumas experiências comigo, isso é a mais pura verdade. Ele queria me transformar em algo mais. Embora não tenha me dado conta na época, hoje sei que ele usou muita coisa como desculpa de que queria me ensinar para realizar suas fantasias.
-- Ele queria te transformar num travesti, não é verdade?
-- Quanto a isso, não posso negar. Queria sim. Se fosse só para me ensinar a esconder o pinto, não teria me feito dormir com ele preso daquele jeito e teria desamarrado ele assim que acordei. Mas ele resolveu transar comigo. E mesmo depois, me obrigou a continuar com ele pra trás.
-- Só uma curiosidade. Você gozou?
-- Não. A verdade é que fiquei excitado, mas o meu pau amarrado daquele jeito e a vontade de mijar acabaram atrapalhando.
-- Mas ele gozou no teu cuzinho? -- perguntei de forma jocosa.
-- Gozou. E como ele sentiu prazer. Pouco antes de gozar, ele me apertava tanto entre seus braços e me enfiava com tanta força que até parecia que queria fazer o pau dele sair pela minha boca. Não falei nada pra ele, mas meu cu ficou bem dolorido. Só não sangrou porque já tinha se acostumado ao pau dele. Afinal a gente já tinha transado dezenas de vezes. Mas ele me judiou daquela vez.
-- E depois de transar ele não deixou você arrancar o esparadrapo pro teu pinto voltar pro lugar?
-- Ele só saiu de mim algum tempo depois, quando eu disse que estava morrendo de vontade de fazer xixi. Aí eu disse que precisava tirar aquele troço pra mijar. Meu pau ainda tava excitado. Aí ele olhou bem e disse que daquele jeito se eu sentasse no vaso pra mijar, ia mijar pra cima e ia molhar as minhas costas e o banheiro. Então ele resolveu tirar aquilo. Nossa, que alívio sentir o meu pau no lugar de novo. Só que quando saí do banheiro ele disse que ia por ele pra trás de novo. Falei que não estava muito a fim, mas ele não me deu ouvidos. Acabou prendendo ele de novo e me fez vestir a calcinha e por uma roupa que a gente ia descer pra tomar café.
-- Não vai me dizer que ele te fez passar o dia assim?
-- Fez. Depois do café fomos passear. Me levou ao zoológico. Custei acostumar a andar com o pau assim. No começo andava até meio esquisito. O pior era na hora de sentar. Imagine você sentando em cima do próprio pau. Claro que não machucava, pois o que dói são os testículos, mas eles estavam na minha virilha, mas era muito desconfortável.
-- Então você teve um dia de travesti? -- interrompi.
-- Exatamente. Só faltou eu estar todo maquiado e vestido de mulher.
-- E depois do zoológico?
-- A gente foi almoçar. Depois voltamos pro hotel porque ele disse que queria ficar comigo lá antes da gente voltar pra casa.
-- Ou seja: ele queria te foder mais uma vez – deduzi.
-- Também. Só que ele queria me vestir de mulher.
-- Você quer dizer: te transformar num traveco?
-- É mais ou menos isso. Entramos e ele disse para eu tirar a roupa, menos a calcinha. Aí, me deu um sutiã todo recheado, pra que eu parecesse ter peitos. Então, mandou eu vestir uma minissaia bem justa e uma blusinha curta, que deixava o umbigo de fora. Depois me maquiou como se eu fosse uma mocinha se arrumando pra uma festa. Não sei onde ele aprendeu a maquiar, mas ele sabia fazer aquilo muito bem. Não fiquei borrado ou com a maquiagem mal feita. Depois me deu um par de sandálias de salto alto para eu calçar.
-- Imagino como você não deve ter ficado.
-- Eu não me sentia nada confortável naquela roupa. Acho que já disse que o fato de ser gay não quer dizer que eu queria me vestir de mulher. Mas não queria contrariar ele. Então, levei a coisa na brincadeira. Agora, não fiquei tão esquisito assim. Quando parei diante do espelho para me olhar era como se fosse outra pessoa ali. Quase não me reconheci. Acho que se eu fosse um travesti, despertaria a cobiça e a paixão de muitos homens. Lembro de ri diante do espelho, achando graça de tudo aqui. Mas teve um momento que me imaginei com peitos de verdade, um cabelo longo. Ao pensar nisso, cheguei até a perguntar-me: será que se eu fosse assim, ele me amaria ainda mais? Será que ele se casaria comigo? Nem me passou pela cabeça que o casamento gay ainda era proibido no Brasil.
-- E depois?
-- Ele pegou uma máquina fotográfica e tirou um monte de fotos de mim, desfilando pelo quarto e fazendo poses sexy na cama. Perguntei se não seria perigoso ele tirar aquelas fotos, mas ele disse que não, que elas jamais cairiam em mãos erradas. Eu confiava nele. Por isso não questionei mais. Nem quando ele resolveu me pedir para ajoelhar na frente dele, abrir o zíper da calça, tirar o pau dele pra fora e chupar enquanto ele batia umas fotos.
-- E ele ficou te fotografando?
-- Ficou. A câmera dele tinha um temporizador. Isso permitia que ele pudesse por ela e voltar pra cama e sair na foto comigo. Ele me fotografou despindo ele, chupando o pau dele na cama, ele em cima de mim, me beijando, quando eu ainda estava de roupa. Depois fotografou ele me despindo, eu nu na cama em várias posições e finalmente ele transando comigo. A gente transou de várias maneiras pra ele fotografar. Acho que ele tirou umas cem fotos da gente. Até quando ele gozou, ele pegou a câmera e foi batendo fotos enquanto ia tirando o pau dele do meu cu. Fotografou até o meu cu, quando ele ainda estava arreganhado. Ficou aparecendo aquele buracão. Ele me mostrou todas as fotos mais tarde.
-- Só me esclarece uma coisa. Quando foi que você pôde soltar o pinto?
-- Assim que ele tirou as fotos, ele me penetrou de novo e disse que ia me fazer gozar. Aí, levou a mão no meio das minhas pernas, arrancou o esparadrapo e puxou o meu pinto. Então perguntou, como eu queria gozar. E já que ele tinha gozado, falei que queria sentar no pau dele e ficar rebolando. Então ele saiu de mim novamente, virou de barriga pra cima e pegou a câmera. Fotografou de perto eu sentando no pau dele. Fotografou inclusive o momento em que gozei. Na foto ficou parecendo direito o instante que a minha porra esguicha. Na foto só aparece um pedaço dos quadris dele e eu da barriga pra baixo. Não dá pra saber quem é. Por isso pedi pra ele me dar aquela foto de presente. Ele disse que ia pensar no assunto. Alguns meses depois, após eu insistir e fazer pirraça com ele, ele acabou me dando. Ainda tenho ela e outras fotos da gente escondidas lá em casa. Mas em nenhuma delas aparece o meu rosto ou o dele.
-- E aí vocês voltaram pra casa e seus pais nunca souberam que, invés de participar de um campeonato de matemática, você na realidade foi viajar com seu amante?
-- Não, nunca.
-- E vocês tiveram outros momentos interessantes? Desses que te marcou?
-- Ah, sim! Com certeza!
-- E qual foi o próximo?
-- Fica pra próxima vez – disse ele rindo. Não insisti como das últimas vezes. Talvez porque eu ainda precisasse absorver tudo aquilo.


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