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Erótico-->CONFISSÕES DE UM GAY - CAP. 18 -- 01/11/2015 - 00:14 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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XVIII

Fred retornou pouco depois com um copo de café na mão.
-- Toma! Trouxe pra você – disse, estendendo-me a mão.
Apanhei o copo de café e o agradeci. Minutos depois, inquiri-o:
-- Mas como era o relacionamento de vocês?
-- Se eu te disser que era bom, eu estaria mentindo. Às vezes, até conturbado demais. Willian não era má pessoa, mas era um cara muito mimado e egoísta. Parecia sempre pensar só em si mesmo. Não gostava de ser contrariado. E, apesar de ser muito carinhoso vez ou outra, quando fazíamos amor, era como se eu fosse apenas um objeto sexual.
-- Como assim?
-- Ele não se preocupava com minhas vontades e o meu prazer. Não se importava se eu gozava ou não. E para piorar, não era muito criativo na cama. O fato de ter se apaixonado pelas minhas nádegas acabou se tornando um problema, pois só queria me possuir por trás.
-- Te pegar de quatro?
-- Também. Mas nem isso ele fazia muito. Eu é quem vez ou outra ficava de quatro para ele me possuir assim. Nas primeiras vezes, ele só queria de deitar em cima de mim, ajeitar aquele pauzinho fino no meu cu, me penetrar e ficar lá, indo e vindo, até gozar. Quando não saía de mim em seguida, era porque ele ia recomeçar com aquele ir e vir até gozar outra vez.
-- E você não conseguia gozar?
-- Não. E como ele estava sobre mim, nem dava para eu pegar no meu pau e me masturbar. Eu sempre tinha a esperança de chegar ao gozo, como acontecia quando eu transava com o Marco Aurélio, mas não gozava. Na maioria das vezes eu estava quase lá, mas filho da puta gozava e ficava quieto em cima de mim. Ah, como eu xingava ele em pensamentos! Por isso eu insistia de vez em quando para ficar de quatro pra ele, pois assim eu podia agarrar o meu pau e acariciar ele enquanto ele me possuía. Aí eu gozava.
-- E o que você fazia quando não gozava? Voltava pra casa com vontade?
-- Cheguei a voltar sim. Principalmente nas primeiras vezes; depois, passei a me masturbar ali mesmo, no apartamento dele. Até o segundo mês mais ou menos, eu me levantava e ia até o banheiro e batia uma punheta, principalmente embaixo do chuveiro. Vê a situação! Acabo de dar o cu pro cara, ele goza, sente um prazer nadado, me deixa o cu todo cheio da porra dele, e eu? Nada? Fico com cara de idiota. Não é uma sacanagem?
-- Realmente o cara te fodia, em todos os sentidos – exclamei de forma jocosa, deixando um escapar uma risada.
-- E você está certo. Por isso, não suportei essa situação por muito tempo. Então toda vez que ele me deixava a ver navios, eu passei a bater uma punheta bem na frente dele, na esperança de que ele se mancasse e assim me desse mais prazer. Por três vezes cheguei a me masturbar e gozar em cima dele. Na hora que ia gozar, aproximava o meu pau do dele e gozava nele, lambuzando ele de porra. Mas ele não gostava disso e ficava irritado comigo. Disse que era nojento lambusar ele todo com a minha porra. Pode uma coisa dessas? Entupir o meu cu da porra dele, isso podia, mas melá-lo com a minha não? Da última vez em que fiz isso, ele se irritou tanto que me deu um empurrão tão forte que eu perdi o equilíbrio e caí da cama. Ah, mas dei um castigo nele! Ficou duas semanas sem me foder. Mas não parei de me masturbar ali na frente dele. Só que gozava na cama ou no chão. E o desgraçado nem ficava prestando a atenção. Ou virava para o outro lado ou fingia que estava dormindo. Também, quando fazia isso na casa, deixava o chão melecado. Ele que limpasse!
-- E como você ainda conseguiu ficar quatro meses com um cara desses?
-- Sabe quando você está fodido e qualquer coisa é melhor que nada? Então. O Willian era essa “qualquer coisa”.
-- Você me disse que o professorzinho te ensinou muita coisa e que vocês transavam de tudo enquanto é forma. Ainda me lembro que você me contou. E com esse tal de Willian? Vocês nunca fizeram nada de diferente?
Como eu poderia esquecer os detalhes dos momentos de amor entre Fred e seu professor? Uma ou duas vezes por dia eu usava essas lembranças como fonte de inspiração para uma punheta. Desde que Fred começara a narrar suas aventuras, eu não só havia trocado minhas fantasias com mulheres pelas fantasias com meu amigo como também passara a me masturbar mais. Aliás, procurva fazer isso como rota de fuga, para evitar que num momento de grande excitamento viesse a fazer-lhe uma proposta, a qual certamente não só recusaria como talvez até se sentisse ofendido.
-- Fizemos sim. Umas três ou quatro vezes. A primeira, foi a posição que eu mais gostava. Talvez porque me lembrasse da primeira vez que Marco Aurélio me possuiu. Te contei. Ainda se lembra?
-- Lembro sim. Você estava deitado de frente pra ele, e ele dobrou tuas pernas, pôs elas sobre os ombros e foi te penetrando. Não foi mais ou menos assim? -- De fato eu me lembrava dos mínimos detalhes dessa transa. Eu mesmo, durante minhas fantasias, pus-me no lugar daquele professorzinho, mesmo sabendo que Fred não era mais aquele rapazinho. Aliás, por uma razão que eu não sei explicar, esta posição era preferida durante as punhetas.
-- Isso! Então. Eu quis fazer com ele também. Tive de explicar nos mínimos detalhes como ele devia fazer. Até que ele fez. Quanto a isso não posso negar. Mas não sei se era eu quem esperava demais ou se ele era um completo fracasso. Enquanto a gente transava, o Marco Aurélio me beijava e me acariciava. Willian não. Só ficou indo e vindo no meio das minhas pernas dobradas. Ainda bem que ele demorou a gozar, o que me deu tempo de fechar os olhos e imaginar que quem estava ali era o Marco Aurélio. Gozei antes dele. E quando ele viu a minha porra saindo, chegou a parar e me olhar assustado. Tive de dizer pra ele continuar. Outra vez, foi no banheiro. Ele não gostava de tomar banho comigo. Preferia tomar sozinho. De preferência, antes de mim. Mas teve um dia que eu estava com muita vontade de dar pra ele embaixo do chuveiro, como eu fazia com o Marco Aurélio. Comecei acariciando ele ali, passando a mão pelo corpo dele todo. Ele ficou excitado e quis que eu me curvasse para ele me foder ali, mas eu disse para ele não ter pressa. Ajoelhei de frente pra ele e comecei a chupar aquela salsicha rosadinha. Ele começou a sentir muito prazer. Temendo que ele gozasse, levantei-me e disse para ele me ensaboar. Era só uma artimanha para ele me acariciar. Ele me ensaboou, mas tirando a minha bunda, o resto ele fez de qualquer jeito, como se não estivesse gostando. Aí ele me agarrou por trás, me penetrou e me fodeu. Adivinha o que ele fez depois que gozou?
-- Te deixou na mão.
-- Exatamente. Fiquei muito puto da vida. Saí do box, sentei no vaso e fui expelir a porra dele. Ele saiu e se secou. Entrei no banho e bati uma punheta ali. Mas não me fantasiando com ele e sim com o Marco Aurélio. Saí do banho, vesti a minha roupa e disse que precisava ir pra casa. Ele ainda teve a ousadia de perguntar o que tinha acontecido. Disse que não era nada, que a minha cabeça começou a doer de repente. O filho da puta em nenhum momento desconfiou que eu estava chateado pela forma como ele me tratava.
-- E ele sempre te tratava assim?
-- Não. Quando a gente não estava transando, até que ele até era carinhoso comigo. A gente também conversava muito. O problema é que na hora do sexo ele só pensava nele.
-- Pelo jeito foi você quem rompeu com ele?
-- Foi sim.
-- O que te levou a ver que não dava mais?
-- Foi depois da última tentativa de dar uma mudada na nossa relação. Era um domingo à noite e chovia muito. A gente tinha ido à Praia Grande passar o dia lá. Quando saímos de casa cedinho, o dia estava ensolarado. Passamos o dia na praia. Por volta de quatro horas começou a surgir as primeiras nuvens. Saímos da praia cerca de uma hora depois, quando o sol já tinha desaparecido. Entramos num restaurante ali perto para almoçar. Estávamos com fome. A gente só tinha comido uma porção de batatas fritas e tomado umas cervejas. Enfim... Saímos do restaurante umas seis e pouca. Já estava meio escuro e o tempo estava muito fechado. Dava pra ver que cairia um temporal. Resolvemos voltar pra casa. Assim que saímos, a chuva desabou. Era tanta chuva que parecia que o mundo acabaria em água. Willian estava com dificuldade em dirigir por causa da visibilidade. Na estrada, a gente viu uma saída que dava pra algum lugar. Era apenas uma estradinha, mas decidimos entrar por ali e parar um pouco adiante, até que a chuva diminuísse. Sem muito o que fazer, a gente ficou trocando carícias. Ainda mais que a gente só vestia sunga e camiseta. Ele ficou excitado e eu também. Então resolvi me abaixar, tirar o pau dele para fora e chupá-lo. Enquanto eu chupava, William levou a mão à minha bunda, empurrou a sunga para baixo e ficou apertando as minhas nádegas. Aí eu disse pra ele que queria sentar no colo dele. Ele ficou meio assim, mas concordou. Ele pulou para o banco do passageiro, empurrou a sunga até os joelhos. Eu tirei a minha e sentei no colo dele, de frente para ele. Eu o abracei e a gente passou a se beijar. Então, eu me levantei um pouco e fui sentando no pau dele. Aquele pau fino dele entrava com muita facilidade no meu cu. Era quase como enfiar um dedo comprido.
-- O pau dele era tão fino assim?
-- Era. Claro que não era tão fino como um dedo, mas comparado ao do Marco Aurélio a diferença era muita. Se eu sentasse no pau do Marco Aurélio assim, sem lubrificação nem nada, causaria dor. Mas do Willian não. Então eu comecei a me mexer no colo dele. Com o Marco Aurélio, isso queria dizer que ele demoraria a gozar. Achei que com o Willian seria a mesma coisa. E o fato de estar por cima e comandando os movimentos, o meu prazer também era maior. E eu estava realmente sentindo muito prazer. Mas justamente quando estava pra gozar, o filho da puta gozou. Vi que ele estava gozando, mas continuei. Só que assim que ele terminou, me disse pra sair. Ainda falei pra ele que não tinha gozado e que estava quase gozando, mas sabe o que o desgraçado respondeu? Que não podia fazer nada. Que era melhor eu não gozar não porque senão ia sujar o carro dele. Fiquei com tanta raiva que me levantei, vesti a sunga e disse pra ele que a chuva já tinha diminuído e que já dava pra gente continuar. Ele me deixou em casa. Acabei tendo de bater uma punheta no banheiro.
-- Que sujeito mais egoísta! -- exclamei. “Se fosse eu, jamais faria uma coisa dessas! Teria feito ele sentir muito prazer”, pensei.
-- Mais fiquei com muita raiva dele. Lembro de dizer pra mim mesmo: Não mereço isso! Melhor só do que mal acompanhado.” Então decidi não sair mais com ele. Vi que não tinha futuro.
-- E ele?
-- Me procurou umas três vezes, querendo reatar, dizendo que as coisas seriam diferentes. Mas tu acha que eu acreditei nisso? Claro que não! Sabia que as pessoas não mudam assim, da água para o vinho. Talvez ele até mudasse por algum tempo, mas em alguns meses voltaria a ser a mesma pessoa. Não, não embarquei nessa furada. Disse que não queria mais. Até menti dizendo que tinha arrumado outra pessoa. Falei pra ele não me procurar mais. E acabou desistindo.
-- E depois?
-- Passei algum tempo sozinho. Mas aí pintou outra pessoa, acabei saindo com ela e a vida foi indo.
Consultei o relógio. Já estava tarde, mas eu estava curioso demais para saber quem era essa outra pessoa.
-- E quem era essa “outra pessoa”?
-- Só pra te sacanear, vou te deixar curioso. Vai dormir sem saber. Só vou te contar amanhã.
-- Filho da puta! -- exclamei dando risada.


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