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Erótico-->A UNIVERSITÁRIA - CAP. 05 -- 01/04/2016 - 08:41 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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V

Parei na primeira farmácia e comprei uma caixa de camisinhas. Não sou o tipo de homem que anda com camisinhas na carteira, como fazem a maioria dos jovens hoje em dia. Até porque, que explicação daria à Mathilde para tê-las no bolso? Nem nos primeiros tempos de namoro, eu costumava andar com camisinhas, ainda mais no finalzinho da década de 70, quando além delas não serem populares – isso só veio a ocorrer em meados da década de 80 com o advento da AIDS – também eram vistas com certa desconfiança, o que fazia com que muitos homens se recusassem a usá-las com a justificativa de que diminuíam a sensibilidade e o prazer. Aliás, naquela época, ao ir ao motel com Mathilde, ou evitava ejacular na vulva ou contava com a sorte.
Fui ao mesmo motel no qual fora da última vez. Isso foi há mais de dois anos, quando Mathilde insistiu com a justificativa de comemorarmos mais um ano de casados. Confesso não estar com a menor vontade, mas, para não contrariá-la, acabei concordando. Naquela ocasião, acabei optando pelo que havia de mais sofisticado: uma suíte presidencial. Contudo, dessa vez não quis gastar tanto, apesar de também não ter optado pelo mais barato e simples. Achei que se fizesse isso daria a impressão de ser um pão-duro, o que muito provavelmente causaria má impressão em Andréa.
Ela não me pareceu surpresa com o ambiente do quarto. Embora eu não a tenha indagado, ao me aperceber disso, pude notar uma certa familiaridade com aquele tipo de lugar. Não por acaso, cheguei a concluir: “Essa vadia parece estar em casa. Pelo jeito, está acostumada a frequentar um motel”. E isso ficou mais claro quando ela foi direto ao interruptor e acendeu apenas as luzes da cabeceira da cama. Era como se ela soubesse exatamente qual deles ligar.
Sentei na cama e falei:
-- Pronto! Aqui estamos.
Andréa parou bem diante de mim, levou a mão embaixo do meu queixo, levantou a minha cabeça, já que estava de pé e eu sentando, curvou-se e me ofereceu os lábios, num rápido beijo.
-- Sou inteiramente sua – declarou em seguida. Nisso, agarrou-me o punho e levou-me a mão a uma das coxas, próximo ao joelho. Numa reação instintiva, movi-a um para cima, em direção ao sexo mas sem tocá-lo, e para baixo novamente. Não satisfeita, puxou-me a mão até que esta lhe parou sobre a calcinha.
Súbito, pus-me de pé e a abracei, beijando-a em seguida. Uma das mãos imediatamente procurou-lhe a alça do vestido e a fez cair pelos ombros. Então esta trocou de lugar com a outra, que estava nos quadris dela, e fez o mesmo com a outra alça. O vestido era um daqueles presos ao corpo por um zíper nas costas. E minha mão direita não teve dificuldades em encontrá-lo e empurrá-lo para baixo, o que fez com que a parte dianteira tombasse para frente e os seios ficasse praticamente descobertos.
Ela se desvencilhou de mim e acabou empurrando o vestido para baixo, levando-o cair-lhe pernas abaixo e deixando-a apenas com a calcinha branca.
Tornei a abraçá-la fortemente. Então suspendi-a e, dando meia volta, tombei com ela por sobre a cama. Ainda com seus braços enlaçando-me o pescoço, Andréa deixou escapar um sorriso, desses que não podemos segurar quando o contentamento é grande demais. Nossos olhos se cruzaram mais uma vez.
-- Se é prazer que você quer, garota, vai ter – falei como se tratasse de um experiente profissional do sexo.
Soltei-a por alguns instantes. Nesse meio tempo, corri-lhe os olhos pelo dorso, demorando um pouquinho naquele par de seios brancos e muito redondos.
Embora aquele não fosse o momento, não pude deixar de compará-los com os da amiga. “Virgínia. Os dela é bem pontudos, mas os dessa aqui é mais redondos, como a metade de uma laranja. Seios perfeitos, como os de uma ninfa.”, pensei. Meus olhos escorregaram-lhe em direção ao quadril, passando rapidamente pelo umbigo. A calcinha branca e quase transparente na frente, permitiu-me ver o monte de pelos negros naquela região, o que me levou a concluir: “ela não se depila. Os pelos dela estão todos aí. Melhor assim. Não fica espetando. Odeio quando eles começam a crescer e ficam machucando. É como um homem que só faz a barba uma ou duas vezes por semana. Machuca o rosto delas. Muito sensível. O pau da gente também. Fica todo arranhado. Se elas soubessem, não se depilavam ou não deixavam eles crescer”.
Antes de lhe tirar a calcinha, meus lábios foram sorver aqueles dois mamilos. E ali passei uns três ou quatro minutos, ora acariciando-os com os lábios, ora com a língua e ora mordiscando-lhes levemente. Fazia isso com um, depois com outro e então voltava no anterior. Andréa fechara os olhos e os mantinha cerrados, talvez para buscar o máximo de sensações resultantes daquelas carícias.
Em dado momento, minha língua percorreu-lhe um dos seios em todas as direções, enquanto o outro recebia as carícias de minha mão, a qual procurava apalpá-lo e apertar-lhe o já bastante teso mamilo. Isso fez com que ela aumentasse os suspiros, os quais se assemelhavam a gemidos em certos momentos. Ouvir-lhe aqueles gemidos, levou-me a exclamar com meus botões: “Isso, vadia! Geme bastante! Sinta prazer! É isso que você quer, não é? Ah, mas você não viu nada ainda!”
Quando levantei a cabeça, ela mexia as pernas, roçando uma na outra. Olhei para o meio daquelas coxas, bem onde a calcinha cobria a vulva, e meu falo, já muito excitado por dentro da roupa, deu um solavanco. Então pensei: “Molhada. Deve tá até escorrendo! Vou tirar a calcinha dela e ver. Deve ter uma xoxota bonita. E deve ser mesmo! Quando nova, todas são bonitas.”
Enquanto meus olhos procuravam os dela, a fim de descobrir por trás daquele olhar a reação, levei-lhe a mão ao delicado tecido e, escorregando-a sorrateiramente por baixo daquela peça, fui tateando em direção à xoxota. Experimente como eu era, não tive dificuldade em encontrá-la. Ainda mais que ao redor daquela caverna estava tudo úmido, escorregadio. E assim que meus dedos deslizaram sobre aquele terreno macio e perigoso, não tive forças para resistir e mergulhei o médio na fissura, cujas paredes escondiam a fonte dos mais intensos prazeres que um animal poderia sentir. E de fato estava tão molhada, tão coberta por aquele líquido branco e viscoso, que tive a sensação de mergulhá-lo num pote de manteiga derretida, apesar de que o pote de manteiga jamis me faria experimentar as sensações que aquela fissura me levava a experimentar. Talvez se eu fosse um rapazinho de quatorze anos tivesse sido acometido de um intenso orgasmo, como muitas vezes acontece durante um sonho.
Se a introdução do dedo naquela vulva me levou a sensações que há muito não experimentava, ou que talvez até nem chegara a conhecer, Andréa não ficou para trás. Principalmente quando, curvando lentamente o dedo para frente e para trás, o fiz deslizar quatro ou cinco vezes sobre o clitóris, pressionando-o. Acho que se tivesse persistido por mais tempo naqueles movimentos, ela teria chegado ao gozo.
Já satisfeito com aquele tipo de exploração, tirei a mão. Ela me olhou com uma expressão de raiva. Dei-lhe um sorriso malicioso e acrescentei em seguida:
-- Vamos tirar essa calcinha antes que ela seja incendiada. Pois vejo que tuas entranhas estão pegando fogo.
Agarrando-a pelas bordas, puxei-a vagarosamente pernas abaixo. Enquanto fazia isso, mantive-lhe, na maior parte do tempo, os olhos fixos no meio das pernas, apesar de Andréa mantê-las coladas uma na outra, o que dificultava a visão da vulva. Antes de lhe arrancar a peça íntima, peguei uma das pernas e desamarrei a sandália, retirando-a em seguida. Fiz o mesmo com a outra perna para só então livrá-la de vez da peça íntima.
Agora ela estava inteiramente nua. Por isso fiquei por alguns instantes de pé diante dela, contemplando-a. De fato Andréa era uma jovem muito bonita; principalmente porque demonstrava ser uma mulher vaidosa, que preocupa com a beleza a ponto de manter a forma. Não se via estrias e muito menos traços de gordura na barriga. Além disso, fora agraciada com a exata medida de suas curvas. Não possuía quadris largos e, pelo que reparara antes, não era dotada de um traseiro tão farto como a maioria das brasileiras. Isso me levou a deduzir que entre seus ancestrais imediatos não havia descendentes de negros ou pardos. “Não sei o seu sobrenome, o que poderia ajudar, mas talvez seus avós ou bisavós sejam europeus”, pensei.
Súbito, agarrei-lhe as pernas e pedi:
-- Abre elas pra mim.
-- Pra que você quer que eu abro elas? -- quis ela saber. Aliás, ela não fez essa pergunta por não saber o motivo, e sim porque deduzira as minhas intenções.
-- Não se faça de boba. É pra olhar pra tua xoxota – respondi, tentando afastar-lhe as pernas, as quais Andreia procurava manter juntas.
-- E por que você quer olhar pra ela?
-- Por curiosidade. Homens gostam de olhar uma xoxota. Principalmente a da mulher que ele vai foder. Quer ver o que está prestes a comer. Ainda mais um homem como eu, que já está tão cansado de olhar pra mesma xoxota que ela já ficou invisível, como um quadro na parede que sempre esteve lá. Você sabe que está lá, mas se olhar, não sentirá nada. Ou seja: é como se não estivesse ali.
-- Você tá falando da tua mulher?
-- Tô. E quando a gente encontra uma xoxota nova, jovem, a primeira coisa que quer é olhar para ela como se fosse algo fabuloso, como se fosse algo completamente diferente. Talvez só queira olhar pra ela e relembrar da juventude, da época em que nos fazia experimentar sensações inimagináveis.
-- E hoje não faz mais?
-- Já não tenho mais a mesma virilidade; e o fato de ter transado incontáveis vezes, o sexo já não me faz sentir a mesma coisa que naquele tempo. Na verdade, isso acontece com todos os homens. É inevitável. É da natureza. Não que não ficamos louco de tesão diante de uma fêmea nova e jeitosa, com tudo durinho e no lugar, pois isso faz parte do instinto do macho, mas não é a mesma coisa. A maioria das experiências já repetimos várias vezes e já estamos tão acostumado que sabemos perfeitamente o que sentiremos. Não há mais tanto a surpresa, o inesperado como antes. Daí não ser o que era antes.
-- Nem quando você olha pra ela assim? -- indagou, arreganhando as pernas ao mesmo tempo que as dobrava. Surpreso com a beleza daquela vulva de lábios grandes, meus olhos pareciam que vidrados. E querendo mostrá-la bem, após dobrar as pernas, segurou ambas as laterais com as mãos e então arreganhou as pernas ainda mais, a ponto de fazer com que os lábios da vulva se afastassem, revelando os contornos internos, o clitóris e a abertura da vagina, a qual se resumia num furo arredondado. -- Toda arreganhada?
-- Aí também você está jogando pesado. Arreganhar um bocetão gostoso, como esse prum homem da minha idade é covardia. É levar o cara ao desespero. Ainda mais que minha mulher não fazia isso.
-- Então vai. Olha de perto e imagina o prazer que ela pode te dar. Quero ver se você não vai sentir que nem um garotão de dezoito anos.
-- Com certeza! E como vou – exclamei.
De fato não resisti e aproximei o olhar. A primeira constatação, a qual tinha me ocorrido pouco antes, assim que ela arreganhara as pernas, foi de que não se depilava e nem aparava os pentelhos como muitas mulheres fazem. Ao redor dos grandes lábios e na direção do umbigo via-se uma densa mata negra de fios lisos. Diferentemente de Mathilde, que vez ou outra deixava-os crescerem um pouco e acabavam por encaracolar, os de Andréa eram longos e lisos; aliás, como também eram seus cabelos, os quais desciam abaixo dos ombros. A segunda constatação foi o tamanho dos grandes lábios (também já tinha percebido isso, mas só agora pude ver melhor). A vulva de Mathilde era discreta, tímida e quase não se via os contornos do seu sexo, em Andréa porém eram exagerados, ultrapassando os limites do corpo (era uma vulva que realmente queria aparecer). A não ser em fotografias, ainda não vira lábios tão grandes como aqueles. E isso me despertou a curiosidade. “Será que faz alguma diferença foder uma xoxota assim? Dá a impressão de ser mais faminta e gulosa, de querer engolir até as bolas. Talvez por isso que ela seja tão vadia. Vai ver que as mulheres bocetudas são mais vadias que as outras. Quem sabe até sentem mais prazer”, deduzi.
Não resisti àquela imagem diante dos meus olhos. Levei-lhe as mãos às coxas e meti a boca no meio daqueles lábios.
Não posso dizer que foi um ato impensado, que agi tão somente por instinto. No entanto, o instinto se sobrepôs ao consciente, embora em algum momento eu tenha pensado em voltar a sentir aquele mesmo sabor que muitas vezes chegara a sentir quando jovem. Aliás, senti-o pela primeira vez quando, ainda um rapaz de quatorze anos, uma das minas ex-namoradas – Camila era naquela época uma jovem de quinze anos --, toda nua em sua cama, disse-me para enfiar a língua ali e ficar mexendo ela. Pelo jeito ela já experimentara isso. Apesar de me sentir com um certo nojo, acabei fazendo. Não queria desapontá-la. E ao sorver aquele mel de sabor acre-doce foi como se sorvesse o mais incrível dos licores. Lembro-me de passar pelo menos uns quinze minutos ali, até que assustado com os gritos de Camila ao experimentar um orgasmo – o primeiro dela comigo --, finalmente levantei a cabeça. Não só dela, mas de todas as outras que vieram depois eu sorvi dezenas de vezes aquele mesmo mel, muitas vezes até me fartar, como ocorreu com Mathilde, o qual ou perdeu o sabor ao longo dos anos ou, por tanto sorvê-lo, já não me causava prazer algum; aliás, parecia ter perdido o sabor.
E só não bebi mais daquela fonte porque se continuasse, Andréa seria premiada com um intenso orgasmo, o qual eu procurava retardar. Pois o suplício de estar quase lá e não alcançá-lo é o que faz crescer a vontade a um ponto em que o orgasmo, quando finalmente chega, leva-nos a concluir que foi o melhor já experimentado. É como misturar a dor e o prazer, essas almas gêmeas. Um não anula o outro e sim faz com que o deleite seja mais intenso e profundo.
-- Por que parou? -- perguntou.
-- Pra você não gozar – respondi, dando-lhe um tapinha na parte de trás da coxa, quase na nádega.
Estendi-lhe a mão e disse-lhe:
-- Vem cá. Agora é a sua vez. Me mostra o que você sabe.
Andréa se levantou e parou diante de mim. Levou as mãos aos botões da minha camisa e começou a soltá-los. Nesse meio tempo, enquanto aguardava, corri-lhe mais uma vez os olhos. De pé ela parecia mais bonita, já que os traços de uma pessoa alta tendem a se sobressair quando se está de pé. Aliás, mesmo sem as sandálias, ela continuava alguns centímetros mais alta do que eu.
Não resisti àquele corpo jovem, esbelto e exalando um perfume delicioso. Levei-lhe as mãos à cintura e escorreguei-a para baixo e para trás, pelas nádegas. Havia um espelho, o qual ocupava toda a parede do outro lado da cama. E foi através dele que pude finalmente reparar naquele traseiro. De fato não era volumoso, com as curvas acentuadas, mas tinha mais volume do que eu supunha até então. Na realidade, Andréa tinha as nádegas no ponto ideal. Digo ideal no sentido de se encaixar perfeitamente com o corpo, pois da mesma forma que um traseiro sem volume, quase reto, como se fosse uma tábua, provoca uma impressão estranha e inclusive inibe o olhar masculino, um traseiro grande demais deforma o corpo e, ao chamar toda a atenção para si, impede que as belezas em outros pontos venham à tona. É como num desenho em que uma das curvas não demonstra a suavidade das demais, tornando-o esquisito. Claro que muitos homens não pensam assim e preferem um grande traseiro ou seios enormes. Respeito o gosto de cada um, mas tudo em exagero perde a beleza e destrói a uniformidade. Nesse ponto eu sou um tanto exigente.
Após me livrar da camisa, ela se ajoelhou na minha frente, dizendo:
-- Agora vamos conhecer esse rapaz – Agarrou o cinto e desprendeu a fivela.
-- Rapaz? Coitado! Ele já não é um rapaz faz tempo – deixei escapar, dando uma risada.
-- Mas fica correndo atrás de mocinhas, feito um garotão, não fica? -- disse ao desabotoa-me a calça.
-- É verdade! É que as mocinhas o faz sentir-se mais jovem, mais viril. Sem contar o frescor. Principalmente as virgens. – Dei uma risada.
-- Virgens? Por quê?
-- Porque estas dão a gente um pouco de ilusão.
Andréa abriu o zíper e afastou as bordas, o que fez com que ela pudesse ver o falo teso sob a cueca amarela.
-- Mas até que ele está bem duro – disse ela, apertando-o sobre o tecido. -- Parece bem grosso. Deixa eu ver. -- Nisso, agarrou a peça íntima, puxou-a para frente e depois a empurrou um pouquinho para baixo, o bastante para que o órgão saltasse para frente.
-- Não deve ser tão diferente dos que você já experimentou – falei.
-- Hum… Parece só um pouco mais grosso e mais escuro. Mas isso não faz diferença. Quero saber o que ele faz, se é capaz de cumprir o que prometeu. Ou se é só um contador de vantagem, como todos gostam de fazer.
-- Prometeu? Eu não me lembro dele ter te prometido nada – exclamei, dando uma de desentendido, apenas para provocá-la.
Ela puxara a minha calça até os joelhos.
-- Não foi exatamente ele, mas você, o que dá no mesmo. E você disse que era mais experimente e seria capaz de me fazer gozar e sentir muito prazer – lembrou-me ela, puxando a cueca para baixo, como fizera com a calça. Súbito, agarrou-me os testículos e examinou-os atentamente por alguns instantes. -- Teu saco é maior. Teus ovos ficam mais dependurados – asseverou, apertando-o levemente.
-- Isso você só vai saber depois. Espero não decepcioná-la. Quanto ao meu saco, também pode ser impressão sua. Ou vai ver que, com o passar dos anos, como os ovos ficam suspensos o tempo todo, ele vai espichando. Pode ser um efeito da gravidade. Sei lá, ora bolas! É só uma suposição. – falei. De fato foi apenas um palpite. Eu não dispunha de conhecimentos para fazer tal afirmação.
Andréa passou a acariciá-lo, movendo a mão para frente e para trás, masturbando-me.
-- Ainda lembro da primeira vez em que fiz isso – disse ela.
-- E como foi?
-- Meu tio abaixou o shorts e disse: Ajoelha aqui! Eu ajoelhei de frente pra ele. Aí ele pegou minha mão e me fez pegar nele. Aí disse: Agora mexe pra frente e pra trás. Eu fiquei mexendo, por algum tempo. Não me lembro direito. De repente, aquela coisa esguichou na minha cara e bem no meio dos meus peitos. Ele passou a mão e espalhou sobre eles e aí passou nos meus lábios dizendo: sente o gosto.. E eu achei aquele gosto esquisito, mas nos dias seguintes ele me fez sentir ele várias vezes e eu acabei gostando.
-- Depois quero que você me conte essa história.
-- Okay. Mas agora é o gosto dele que eu quero… -- E de repente, aproximou os lábios do meu falo e o sorveu.
Eu os senti deslizarem-se através dele, num ir e vir lento, como teria feito uma profissional do sexo. “Até chupar direito a cadela sabe. Vai ver que foi o tio que ensinou. Ela também já deve ter dado mais do que uma puta”, pensei com meus botões, com um certo machismo. Então aqueles lábios parram por alguns instantes e eu senti a ponta da língua dela escorregar através da glande, procurando a região mais sensível em torno dela. “A vadia sabe até onde dá mais prazer. Hum.. Que delícia! Assim… vai… passa mais, bem devagarinho… assim… Ahhh… Se continuar, não vou aguentar… Não. Não posso gozar agora… Mas bem que seria delicioso encher essa boquinha de porra, como o tio deve ter feito…”, pensei, num profundo estado de absorção, o qual só foi interrompido quando ela afastou a boca dizendo:
-- Chega! O mestre aqui é você.
-- Não tá parecendo – deixei escapar com uma pitada de humor. -- Tem muita puta que não sabe chupar assim…
-- Sei muita coisa. Quando a gente é curiosa, acaba aprendendo um monte de coisas interessantes. Apesar de só ter treze anos aquela época, tive um bom professor. Além de que sempre gostei de satisfazer meus parceiros. Pena que a maioria deles não sabiam retribuir essa gentileza. Aí eu ficava frustrada, e muito frustrada às vezes. Até com raiva, se você quer saber, com tanta raiva que tinha vontade de dar-lhes um chute nos cornos. Por isso eu procurava outro, na esperança de que pudesse me satisfazer. Mas eu em sempre encontrava. -- contou enquanto desamarrava-me os tênis e, levantando-me as pernas, uma de cada vez, retirava-os. Em seguida, tirou-me a calça e a peça íntima, deixando-me tão nu quanto ela. Nisso pensei: “Vai ver que nem era tanto os parceiros. O problema que talvez ela estivesse querendo encontrar alguém, o tio talvez, nesses parceiros. Isso ela nunca vai encontrar. Uma experiência só pode ser vivida uma única vez. Não se pode repeti-la.”
-- Mas você nunca encontrou um que te satisfizesse?
-- Teve dois caras que me deram algum prazer. Mas mesmo eles nem sempre me faziam gozar. Não tinham paciência. A pressa masculina. Só queriam me foder e pronto. Antes deles gozar ia tudo bem, mas aí não aguentavam, gozavam e na maioria das vezes eu ficava chupando dedo. Rapazes acham que gozou acabou, ponto final.
-- Infelizmente isso faz parte do comportamento masculino. Após o gozo, há uma necessidade de se isolar. Não sei explicar direito o porquê, mas isso realmente ocorre. É talvez aí que esteja a diferença entre um homem mais velho, experimente e um rapazola: o mais velho tem consciência disso e evita, mesmo contra a vontade, abandonar a parceira. Claro que isso não é uma regra. Há rapazes que não são egoístas, da mesma forma que há homens bem maduros que são profundamente egoístas e não estão nem aí para as parceiras.
-- Então vem cá e me mostra que você não é um desses – disse ela voltando a deitar-se na cama.
Deitei ao lado dela e depois rolei para cima daquele corpo fresco, ardente de desejos. E, ao me sentir sobre si, Andréa deixou escapar um sorriso, ofereceu-me os lábios e abriu as pernas para que eu a penetrasse. Ofereci-lhe os meus, beijando-a. Também deixei meus quadris mergulhar-lhe no meio das coxas. Mas não a penetrei, apesar de meu falo, ao tocar-lhe a vulva úmida, agitou-se como uma criança que dá pulos de alegria ao ver que vai ganhar o presente tão desejado. Eu não podia penetrá-la ainda. Não antes de levá-la a experimentar as mais variadas sensações, sensações que talvez ela já experimentara mas não da forma que eu pretendia. Antes de sentir o meu gozo, ela estaria, no mais completo desespero, implorando para penetrá-la e levá-la ao seu.


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